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25/02 - Desfile da Dolce e Gabbana usa drones no lugar de modelos
Dispositivos voadores levaram bolsas à passarela e dividiram espaço com modelos de verdade. Desfile da Dolce e Gabbana levou drones à passarela, neste domingo (25), em Milão Tony Gentile/Reuters A semana da moda de Milão teve um desfile especial neste domingo (25) com a Dolce e Gabbana utilizando drones no lugar de modelos em alguns momentos. No começo da apresentação da marca, os dispositivos voadores entraram carregando uma nova coleção de bolsas outono/inverno. Drones carregam bolsas em desfile de moda em Milão Alessandro Garofalo/Reuters Depois dos aparelhos tecnológicos, foi a vez de modelos de verdade mostrarem as novas peças de roupas da grife. Outro destaque da apresentação foi uma vestimenta que lembrava gatos. Desfile da Dolce e Gabbana também teve peças inspiradas em animais Tony Gentile/Reuters Modelos mostram coleção outono/inverno da Dolce e Gabbana em Milão neste domingo (25) Tony Gentile/Reuters Coleção outono/inverno da Dolce e Gabbana Tony Gentile/Reuters
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25/02 - Acionistas da BRF pedem assembleia para votar destituição de todos conselheiros
Empresa teve prejuízo de R$ 1 bilhão em 2017. Presidência do conselho é ocupada pelo empresário Abilio Diniz A Petros, em conjunto com outros acionistas da companhia de alimentos BRF, afirmou neste domingo (25) que pediu ao Conselho de Administração da empresa que convoque uma Assembleia Geral Extraordinária para deliberar sobre a destituição de todos os seus membros, de acordo com nota do fundo de pensão dos funcionários da Petrobras. O pedido ocorre após a BRF, maior exportador global de carne de frango, ter reportado prejuízo de 1,1 bilhão de reais em 2017, na semana passada. "A Fundação entende, corroborando o diagnóstico do mercado refletido pelo preço das ações, que a estratégia da Companhia precisa ser reformulada para que o investimento atinja seus objetivos", afirmou a Petros em comunicado. A Petros é o maior acionista da BRF, com 11,41 por cento das ações, segundo o site da própria empresa, seguida pela Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com 10,66 por cento. A instituição disse ainda que o grupo de acionistas quer a assembleia para aprovar dez membros para compor o conselho, além da eleição de novos membros para ocuparem os cargos, incluindo os de presidente e de vice-presidente do colegiado. Atualmente, a presidência do conselho é ocupada pelo empresário Abilio Diniz. Procurada para comentar o assunto, a BRF não respondeu imediatamente pedidos de comentários. "No cumprimento do nosso dever fiduciário, somos movidos a agir em defesa dos interesses de nossos participantes. Somos investidores financeiros e estamos alinhados com os interesses dos demais acionistas", disse o diretor de Investimentos da Petros, Daniel Lima, em nota. "Precisamos buscar a reformulação da estratégia de gestão da BRF para, assim, superar os grandes desafios que a Companhia precisa enfrentar. Infelizmente, a estratégia implementada até o momento não surtiu os resultados desejados", acrescentou Lima. Segundo ele, é importante que o conselho seja formado por "profissionais, independentes e experientes", que sejam capazes de "imprimir novos rumos e viabilizar a recuperação da companhia, respeitando as melhores práticas de governança". Caso o pedido de convocação de assembleia não seja atendido, os acionistas tomarão as providências cabíveis com base na Lei das S.A., disse a Petros.
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25/02 - Concursos abertos oferecem mais de 850 vagas de emprego na Paraíba
Vagas são para as cidades de João Pessoa, Cajazeiras, Riachão, São José dos Ramos e Areia. Pelo menos seis concursos públicos e seleções na Paraíba oferecem 852 vagas de emprego. Há vagas em João Pessoa, Areia, Riachão, São José dos Ramos e Cajazeiras. Editoria de arte/G1 Concurso da prefeitura de São José dos Ramos A prefeitura de São José dos Ramos prorrogou o prazo de inscrição em um concurso com 143 vagas e salários que chegam a R$ 10 mil. As inscrições podem ser feitas presencialmente, das 8h às 12h, na sede da prefeitura de São José dos Ramos, localizado à Praça Noé R. de Lima, 382, no Centro da cidade, ou pela internet, no site da organizadora, até a sexta-feira (2). Confira o edital do concurso da prefeitura de São José dos Ramos Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPB), campus de João Pessoa Divulgação/IFPB Concurso para professor substituto do IFPB O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) abriu inscrições para seleção de professor substituto no campus de Cajazeiras. A seleção será realizada por meio da realização de prova de desempenho e de títulos. Com um regime semanal de 40 horas de trabalho, a remuneração inicial é de R$ 2.741,89 e deve ser ajustada, durante a contratação, de acordo com a titulação do aprovado. A inscrição vai até o dia 5 de março. Acesse aqui o edital para o campus de Cajazeiras Concurso da Prefeitura de Riachão Também estão abertas as inscrições para o concurso público da Prefeitura do Riachão. A seleção oferece mais de 40 vagas. De acordo com o edital, os salários oferecidos variam de R$ 937 a R$ 5.000, com oportunidades para candidatos com escolaridade do nível fundamental ao nível superior. As inscrições vão até o dia 9 de março, de segunda a sexta feira, das 8h às 12h, na sede da Prefeitura do Riachão ou pela internet, no site da organizadora Facet. Veja o edital do concurso da Prefeitura do Riachão Concurso para professor da UFPB A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está com seleção aberta para os cargos de professor adjunto e professor assistente. São seis vagas que abrangem os campi de João Pessoa e Areia. As inscrições podem ser feitas até 11 de março, nos departamentos específicos de cada área. A remuneração para o cargo varia entre R$ 2.304,66 e R$ 9.878,28, dependendo da carga horária e da titulação do candidato. Confira o edital do concurso para professor da UFPB Concurso da saúde de João Pessoa O concurso da área da saúde da prefeitura de João Pessoa oferece 587 vagas para as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos Bancários e Augusto Almeida Filho, em Cruz das Armas, e para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Há vagas para cargos de ensino médio, técnico e superior, com salários variando de R$ 1.217,67 a R$ 3.101,67. As inscrições acontecem apenas via internet, no site da organizadora, o Instituto AOCP, até 16 de março. Veja edital do concurso da saúde de João Pessoa Concurso da Sedurb de João Pessoa Estão abertas a partir desta segunda-feira (26) as inscrições para o concurso da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) de João Pessoa. O edital prevê a contratação de 70 agentes de controle urbano. As inscrições devem ser feitas até o dia 23 de março, no site da organizadora do concurso. As provas estão previstas para acontecer no dia 22 de abril. Veja o edital do concurso da Sedurb João Pessoa
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25/02 - Sine-PB começa segunda-feira (26) oferecendo 126 oportunidades de emprego
Vagas oferecidas são para João Pessoa, Campina Grande, Cabedelo, Itaporanga, Santa Rita e Guarabira. Carteira de trabalho Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas O Sistema Nacional de Empregos da Paraíba (Sine-PB) começa esta segunda (26) oferecendo 126 em João Pessoa, Campina Grande, Cabedelo, Itaporanga, Santa Rita e Guarabira. O maior número de vagas é para encanador e auxiliar de encanador, com 40 oportunidades cada, em João Pessoa. Para a inscrição, os interessados devem procurar a sede do Sine-PB, localizada na rua Duque de Caxias, 305, no Centro de João Pessoa, com RG e CPF. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (83) 3218-6619, 3218-6618 ou 3218-6624 (em João Pessoa) e (83) 3310-9412 (em Campina Grande). Vagas de emprego em João Pessoa (100) 40 - Encanador 40 - Auxiliar de encanador 05 - Manicure 02 - Chefe de cozinha 01 - Supervisor de telemarketing e atendimento 01 - Pintor de automóveis 01 - Pasteleiro 01 - Manipulador em laboratório de farmácia 01 - Lanterneiro de automóveis (reparação) 01 - Instalador - reparador de linhas e ap. de telecomunicações 01 - Engenheiro civil 01 - Enfermeiro 01 - Desenhista industrial gráfico (designer gráfico) 01 - Costureira de máquinas industriais 01 - Controlador de centro de controle operacional 01 - Barbeiro 01 - Auxiliar de pintor de automóveis Vagas de emprego em Campina Grande (20) 04 - Manicure 03 - Cabeleireiro unissex 02 - Promotor de vendas 01 - Representante comercial autônomo 01 - Mecânico de refrigeração 01 - Manicure 01 - Líder de produção, no acabamento de chapas e metais 01 - Jardineiro 01 - Estofador de móveis 01 - Comprador 01 - Chefe de serviço de limpeza 01 - Auxiliar de manutenção predial 01 - Auxiliar de cobrança 01 - Acabador de mármore e granito Vagas de emprego em Cabedelo (2) 02 - Técnico em segurança do trabalho Vagas de emprego em Itaporanga (2) 02 - Vendedor (no comércio de mercadorias) Vaga de emprego em Santa Rita (1) 01 - Marceneiro Vaga de emprego em Guarabira (1) 01 - Auxiliar administrativo (para pessoa com deficiência)
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25/02 - Depois do 'tijolão', Nokia ressuscita celular de 'Matrix'
Empresa repete a estratégia de 2017, quando também relançou um modelo de sucesso, o Nokia 3310. Nokia 8110 apareceu no filme "Matrix" Nokia/Divulgação/Reprodução/Youtube A HMD Global, dona da marca Nokia, lançou neste sábado (25) cinco smartphones, entre os quais o top de linha Nokia 8 e o repaginado Nokia 8110, o, acesso a apps como Google Maps, Facebook e Twitter. Com o lançamento feito no Mobile World Congress (MWC) deste ano, a empresa repete a estratégia de 2017, quando também relançou um modelo de sucesso, o Nokia 3310, aquele mesmo do jogo da cobrinha e chamado por muitos de "tijolão" (mas apelidado carinhosamente de "tijolinho"). O 8110 é do tipo slider, porque possui uma proteção sobre o teclado (sim, há um teclado) que precisa ser deslizada para dar acesso às teclas. Se ficou difícil de lembrar, basta recordar do clássico "Matrix", de 1999. É um Nokia 8110 o celular que Thomas Anderson (Keanu Reeves), antes de virar o escolhido Neo, recebe de Morpheus para que os dois conversem. Nokia 8110 Nokia/8110 Antes do iPhones e sua tela sensível ao toque, essa era a tecnologia mais apreciada. Só que a versão 2018 foi relançada com uma curvinha no corpo do aparelho. Outra novidade é a inclusão de uma loja de aplicativos simplificada, com serviços predeterminados, como Assistente Google. É possível baixar também aplicativos de serviços de e-mail, como Gmail e Outlook. O processador do aparelho é um Qualcomm 205 Mobile Platform. Além de trazer de volta as teclas físicas e uma referência a um filme dos anos 1990 que se tornou um clássico da cultura pop, a HMD fechou o pacote nostalgia com Snake. O novo 8810 também terá o jogo da cobrinha. Ele começará.a ser vendido em maio por 79 euros. Família Nokia Celulares lançados pela HMD Global, dona da marca Nokia: Nokia 1, Nokia 6, Nokia 7 Plus, Nokia 8 Sirocco e Nokia 8810. Divulgação/HMD Global Três dos cinco smartphones lançados pela HMD são equipados com o Android One, uma versão do sistema operacional do Google sem interferências na arquitetura e no design, como as que fabricantes de celular costumam fazer. Isso faz com que atualizações de segurança e de software chegam mais rápido, pois não têm de ser adaptadas. Os celulares com essa configuração são Noka 8 Sirocco, Nokia 7 Plus e Nokia 6. Mais potente dos três, o Nokia 8 Sirocco foi feito para ser o top de linha da nova fase da marca icônica. Com tela de 5,5 polegadas e câmera de 13 MP, ele custará 749 euros, quando começar a ser vendido em abril. Já o Nokia 7 Plus é o grandão da turma: tem tela Full HD+ de 6 polegadas com dimensões de 18:9. Sairá por 399 euros e chega também em abril, mesma data do Nokia 6, um intermediário que será vendido por 279 euros. O Nokia 1 é o modelo mais acessível. Custará 85 euros. Ele roda o Android Oreo Go, uma versão compacta do sistema operacional do Google para celular modestos. Initial plugin text
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25/02 - Quando a perda do emprego - ou um propósito novo - faz o profissional se reinventar
BBC Brasil conversou com gente que arriscou mudanças profissionais radicais e com especialistas que dão dicas sobre como fazer uma grande virada na carreira. Marília, Samantha e Marcello se reinventaram profissionalmente Arquivo Pessoal Seja por aumentar o desemprego ou por criar ambientes profissionais insatisfatórios, a crise econômica acabou forçando muita gente a se reinventar na carreira. Ainda que essa reinvenção muitas vezes ocorra com a abertura de um negócio próprio, muitos brasileiros encontram, em empregos convencionais, formas de mudar completamente o rumo profissional. Como fazer uma grande virada na carreira? Que cuidados é preciso tomar? A BBC Brasil conversou tanto com especialistas como com gente que, ao descobrir um novo propósito na vida profissional, resolveu arriscar mudanças radicais. Formado em Artes Plásticas, Marcello Passeri, 51 anos, tem décadas de experiência em agências de publicidade. Chegou a ter sua própria empresa, com uma boa carteira de clientes e um retorno financeiro satisfatório. Mas o avanço da internet mexeu com esse mercado, transformando trabalhos manuais em digitais e mudando a configuração de vários departamentos dentro das agências. "A estratégia, o planejamento - tudo mudou. Até agências grandes quebraram ou foram absorvidas", conta. Enfrentando problemas de sociedade e sem capital para bancar a total reinvenção que seria necessária, Marcello quebrou. Certo de que precisava inventar algo totalmente novo na sua vida profissional, ele decidiu arriscar. Por intermédio do irmão arquiteto, acabou sendo contratado como líder de vendas de uma empresa de revestimentos acústicos. Hoje, acumula a tarefa com a instalação dos produtos da empresa - um trabalho difícil, delicado e especializado que ele domina graças à expertise com trabalhos manuais adquirida ainda na época da carreira publicitária. "A gente às vezes toma alguns chutes fortes da vida, que nos fazem perceber que precisamos mudar", avalia Marcello. "O meu primeiro ano nesta atual carreira foi bem difícil. É preciso estar predisposto a mudar e a aprender. Consigo me manter bem e hoje já posso elaborar um planejamento para o próximo ano, mas não tenho toda a segurança do mundo - e acho que nunca terei. O mundo muda rápido demais, vamos ter que viver prestando atenção e nos preparando para o caso de amanhã não existir mais o trabalho que fazemos hoje." Como fazer uma grande virada na carreira? Que cuidados é preciso tomar? Getty Images Mentoria Navegar em um mundo em eterna mudança pode assustar, mas buscar novos caminhos fica mais fácil quando se tem um bom mentor. Morador de São Paulo e filho de franceses, o administrador Philippe Boutaud foi presidente em companhias de grande porte, mas optou por encerrar a sua carreira como executivo aos 50 anos e, após um período como consultor de recrutamento de executivos, entrou em contato com o mundo das start-ups. Com 59 anos hoje, Philippe atua como investidor-anjo, ou seja, investindo o próprio patrimônio em startups e dando mentoria aos projetos. "No mundo das start-ups vejo pessoas com ideias muito boas, mas que não sabem o que é uma nota fiscal ou um fluxo de caixa. Daí a importância da mentoria. É muito estimulante saber que posso ser útil e produtivo ajudando essas empresas", diz. Ele, no entanto, não pertence à tribo dos que enxergam um mundo radicalmente diferente batendo à nossa porta. "Já ouvimos que o rádio ia morrer, depois que o cinema ia morrer e por aí vai. Nada disso faz sentido. As empresas nas quais trabalhei, por exemplo, certamente vão permanecer. Mas vão precisar mudar um pouco. Já estão mudando. Vide a colaboração cada vez maior entre elas e as start-ups, junto com a criação de centros ou departamentos internos inteiros voltados à inovação", diz. História semelhante tem Eduardo Smith, de Florianópolis. Atualmente investidor-anjo, ele tem 47 anos, é formado em ciências da computação e tem duas décadas de experiência como executivo de uma empresa de comunicação. Em 2015, sem ver mais possibilidades de crescimento por lá, ele se demitiu e se deu um tempo para pensar no que iria fazer depois. "Não estava no meu radar ser mentor ou investir em start-ups. Mas uma vez que saí da empresa passei a ter algo que não tinha antes na mesma medida: tempo. E esse tempo me permitiu conversar com bastante gente. Algumas dessas conversas me levaram a ajudar pessoas e a perceber que eu possuía um conhecimento valioso", conta. Os empreendedores que o procuravam pediam que Eduardo os ajudasse das mais diversas formas: aportando dinheiro, abrindo portas e oferecendo mentoria. Foi então que o ex-executivo decidiu começar a estudar esse mercado mais detalhadamente. Foram seis meses de preparação antes de Eduardo fazer o seu primeiro investimento em uma aceleradora. Passados três anos, ele hoje possui 24 investimentos, sendo um terço deles nos Estados Unidos e dois terços no Brasil. Diferentes formas de reinvenção Priscilla de Sá, psicóloga e coach de carreira, diz que analisar com o máximo de frieza possível a natureza das próprias insatisfações é fundamental para que o profissional que esteja em crise na carreira ou tenha acabado de perder o emprego saiba qual rumo tomar. Se a decisão for pela ruptura completa, essa mudança radical deve ser considerada não apenas pelas circunstâncias do momento, mas também quando a insatisfação e o desgosto são generalizados. "Você olha para o seu chefe e para o chefe do seu chefe e percebe que não quer ser como eles, não quer fazer o que eles fazem e levar a vida que eles levam. A pessoa que está nesta situação muitas vezes não tem mais orgulho da carreira ou mesmo da sua profissão. Ele vai ter que virar outro profissional", explica Priscilla. "Você olha para o seu chefe e para o chefe do seu chefe e percebe que não quer ser como eles, não quer fazer o que eles fazem e levar a vida que eles levam", explica a coach Priscilla Arquivo Pessoal Mas mesmo quem está convencido da necessidade de uma ruptura precisa se cercar de muitos cuidados. "Existe uma lista de o que não se pode fazer nessas horas. A primeira delas é jamais tomar uma decisão motivada por revanchismos. Muitas pessoas saem de uma empresa com raiva da organização, do chefe, do conselho. Esse lugar da mágoa é o pior em que se pode estar na hora de tomar uma decisão. Isso porque a nova realidade que esse profissional quer para a sua vida vai acabar nascendo de algo reativo, algo defensivo, e não de uma ação", aconselha a coach. "É preciso resolver as próprias mágoas, curar as feridas e fazer o exercício de pensar em três ou cinco coisas boas que se viveu na experiência profissional passada. Sempre há o que se aproveitar, sempre existe aprendizado e nós temos que ser capazes de enxergar isso." O outro alerta que Priscilla faz é que não se deve abrir um negócio próprio sem muita reflexão prévia. Ideias como "eu não quero mais ter chefe" são equivocadas e bastante perigosas, diz ela. "Os seus milhares de chefes, que serão os seus clientes, podem ser tão nefastos quando o seu ex-chefe. Você pode se revelar um chefe implacável com você mesmo, o pior dos chefes quando, por exemplo, não se permite descansar em um final de semana ou tirar um dia de folga", exemplifica. Logo, essa não pode ser a principal motivação por trás de um negócio ou de um plano de uma nova carreira. Pensar nos outros Além disso, é preciso pensar além do próprio umbigo e pesquisar o mercado. "Muitas vezes, o profissional que é demitido ou se demite por insatisfação entra em uma fase muito autocentrada, em que deseja pensar apenas no seu futuro, seus desejos e suas necessidades. Mas começar um negócio próprio é, por definição, ter que pensar nos outros. Afinal, os produtos ou serviços que serão criados serão criados para os outros, não para nós mesmos", diz. O networking é outro motivo para se manter fora da concha. "É preciso achar a sua turma. Trocar experiências com pessoas desse novo mercado, frequentar palestras, cursos e assim por diante. O networking é uma poupança que fazemos, uma semente que se lança despretensiosamente e que em algum momento do futuro será útil", ensina Priscilla. E melhor ainda se, no meio dessa nova "turma", o empreendedor se deparar com mentores. "Existe muita gente por aí disposta a ajudar. Mais do que parece", acredita Priscilla. O caso dos ex-executivos Eduardo e Philippe ilustra isso. "A realização que um mentor tem na hora de auxiliar outras pessoas é de ordem diferente. O topo do sucesso, na verdade, é sair da posição de CEO para a posição de sábio. Saber que está deixando um legado é algo muito poderoso para um profissional como esses", afirma. Um caso de transformação A advogada curitibana Marília Pedroso Xavier, de 33 anos, é sócia de um escritório de advocacia na capital paranaense e professora na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Especialista em divórcios, Marília está justamente em processo de transformar sua carreira: ela agora quer se tornar uma comunicadora e palestrante, com o mote "divórcio com dignidade" em mente. Cansada de ver clientes chegarem ao seu escritório sem ter noção dos seus direitos mais básicos ou dos bens de posse de seus ex-cônjuges, ela decidiu mudar seu foco de atuação, mesmo se considerando bem-sucedida na área em que já atua. Após passar por um processo de mentoria, Marília fez um inventário de todas as tarefas que possuía em sua vida profissional e reavaliou cada um desses itens, para então lapidar as competências que o novo posicionamento profissional exigirá. "Esse plano de ação é crucial. Se a gente não desdobrar o nosso sonho em metas de curto, médio e longo prazo, ele acaba ficando só na intenção", alerta a advogada. Marília agora tem trabalhado para aprender a ser mais didática e a se comunicar de maneira eficaz com o público leigo em direito, mas sem que isso empobreça os conteúdos abordados. Outro ponto importante é assumir publicamente o novo objetivo. "Às vezes as pessoas têm sonhos que não dividem com ninguém, até por vergonha ou medo de não dar certo ou ser mal visto. Esse não é o caminho", opina a advogada. "Eu inclusive passei a recusar coisas dizendo de forma clara que não podia fazer aquilo porque estava voltada para um novo projeto meu. E aí contava o projeto." Por último, Marília defende que, quando um profissional está certo da necessidade de uma transformação vigorosa ou de uma virada completa na carreira, é preciso fazer as coisas de uma vez só. "Sempre pensei que mudanças seguras e consistentes precisam se dar aos poucos. Mas na vida sempre vai puxar você de volta para o que você tinha e era. Por isso, para a mudança acontecer, ela precisa ser intensiva", explica. Intensidade e paixão, aliás, parecem ser ingredientes fundamentais em todos os tipos de reinvenção profissional. A coach Priscilla de Sá chama a atenção para a importância desses fatores até nos casos de negócios que nascem como um simples quebra-galho. "Um plano B, para dar certo, precisa ser levado a cabo como se fosse A. Se você não tem orgulho, se você tem vergonha do que está fazendo, é melhor nem começar. É preciso se apaixonar pela nova identidade profissional. Coisas como se sentir feliz ao mandar fazer os novos cartões de visita, coisas ligadas à identidade profissional podem parecer um detalhe, mas não são." Um exemplo de plano B que virou A vem da administradora e advogada Samantha Salomão, 43, que há seis anos passou a se dedicar à carreira de organizadora profissional. Samantha não se limita a ordenar armários bagunçados, embora adore fazer isso. Ela usa a própria experiência profissional prévia para botar ordem não só nos objetos de pessoas e empresas, mas também em tarefas e rotinas. "É uma evolução da função de governanta", diz. Foi um serviço que ela passou a oferecer após ampla reflexão. "Passei tantos anos me preparando, estudando, investindo na minha formação, para então largar tudo e fazer algo diferente? Sempre me questionei muito quanto a isso. Por isso, optei por um meio-termo. Consegui exercer uma outra atividade, mas oferecendo um pacote robusto, que não é barato e só é possível por conta da minha formação e das minhas experiências anteriores", diz ela. A mudança de carreira começou a ser gestada em 2011, quando Samantha perdeu seu emprego no departamento jurídico de uma empresa e enfrentou perdas difíceis na família. Sabendo que Samantha passava por um momento financeiro delicado, a nutricionista com quem ela se consultava na época propôs atendê-la em troca da organização dos 4 mil arquivos de pacientes do seu consultório, transformados em uma planilha organizada. Samantha acabou prestando o mesmo serviço para os colegas de clínica da nutricionista, e desse trabalho foi indicada para outro: a organização completa de uma biblioteca. "Com coisas burocráticas como fichas de pacientes eu já possuía a técnica de organização sem saber. Mas no caso da biblioteca, eu tinha apenas o instinto. Precisei estudar, me preparar e aprender a técnica", explica. Hoje, Samantha possui até apresentadores de TV entre seus clientes, e de um deles veio a ideia de que Samantha criasse um perfil profissional no Instagram. E o que é um perfil no Instagram senão um exemplar virtual e mais rico do bom e velho cartão de visitas, nova arma de identidade profissional?
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25/02 - Samsung lança Galaxy S9 e Galaxy S9+ com câmera inteligente
Sul-coreana revelou detalhes sobre os dois aparelhos na tarde deste domingo na Espanha. O G1 mostra a evolução do Galaxy S desde 2010. Samsung lançou o Galaxy S9 e o S9+ na tarde deste domingo (25) em Barcelona Helton Simões Gomes/G1 A Samsung apresentou neste domingo (25) suas duas novas apostas para dominar o mundo dos smartphones, o Galaxy S9 e o Galaxy S9+, que possuem tecnologia de realidade aumentada para acrescentar detalhes a imagens que estão sendo captadas pela câmera. Oas aparelhos também contam com reconhecimento facial para desbloqueios, recursos para usar dois apps ao mesmo tempo e um sistema para separar dados corporativos de dados pessoais. As novidades foram apresentadas pela Samsung durante o Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, na Espanha. Os Galaxy S9 e S9+ começarão a ser vendidos em 19 de março, por US$ 719,99 (S9) e US$ 839,99 (S9+). A Samsung não divulgou datas de chegada ao Brasil e os preços dos aparelhos no país. Os antecessores, S8 e S8+, vendidos no Brasil eram os mais caros do mundo. Samsung lançou novos Galaxy S9 Plus e S9 neste domingo (25) Richard Drew/AP Realidade aumentada e câmera Essa nova tecnologia permitirá que os celulares façam traduções simultâneas de uma língua para outra. Bastará apontar a câmera para algo escrito em um idioma estrangeiro, e o S9 verterá para a língua de escolha do usuário. Esse é um novo recurso da Bixby, assistente pessoal da Samsung. A ferramenta, no entanto, é similar ao que o Google Tradutor faz para alguns idiomas. Bixby também poderá mostrar informações sobre os arredores, algo que a versão do Yelp com realidade aumentada já possuía. Nova tecnologia permitirá que os celulares Samsung façam traduções simultâneas de uma língua para outra Richard Drew/AP A realidade aumentada associada à câmera também permitirá que o celular seja usado como ferramenta de trabalho, promete a Samsung. Um vídeo vazado antes da apresentação mostrou a câmera do S9 sendo usada para apontar em que lugares fios deveriam ser conectados para resolver um problema dentro de um data center. Em outro momento, a câmera era apontada para uma montanha; na tela, eram mostrados dados geográficos dela. É possível fazer vídeos com supercâmera lenta em que é possível fazer as imagens rodagem de trás para frente. Isso só ocorre porque a câmera consegue captar 960 frames por segundo. Samsung Galaxy S9 Plus Richard Drew/AP Multitarefas O S9 também ganhou um recurso multitarefas, que permite usar dois aplicativos simultaneamente. Usando dois serviços em conjunto, o usuário pode arrastar itens de uma aplicação para a outra sem ter que minimizar uma para abrir a outra na sequência. Emojis em realidade aumentada A tecnologia de realidade aumentada permitirá criar emojis a partir da expressão facial do usuário, algo que a Apple também permitiu no iPhone X, mas deu o nome de Animoji. Segundo a Samsung, a imagem em 2D do rosto do usuário é mapeado e combinada com mais de 100 traços de expressão para criar uma versão animada em 3D deles. Samsung S9 Plus Richard Drew/AP Reconhecimento facial Os novos smartphones topo de linha da Samsung também permitirão que seus usuários façam os desbloqueios usando apenas o rosto. O sensor de digitais continua lá, na traseira do aparelho, mas foi posicionado em uma posição mais central para ser mais ergonômico Design A cara do S9 continua a mesma do S8. Estão lá a ausência de botões físicos para dar espaço à "tela infinita" e o botão lateral para ativar a assistente pessoal Bixby. Já a traseira do aparelho mudou um pouco. Além do sensor de digitais ter sido realocado para baixo da câmera dupla, as costas do S9 ganharam um alto falante estéreo. Samsum Galaxy S9 foi apresentado neste domingo (25) Richard Drew/AP Ficha técnica Galaxy S9 e S9+ Dimensões: 14,7 cm x 6,8 cm x 0,8 cm Tela: S9 (5,8 polegadas); S9+ (6,2 polegadas); Quad HD+ (2960 x 1440); 18:5:9 Câmera: Principal, de 12 MP; Frontal, de 8 MP Bateria: S9 (3000 mAh); S9+ (3500mAh) Processador: Qualcomm Snapdragon 845 Serviços: leitor de digitais, reconhecimento facial, inteligência artificial, câmera com realidade aumentada Desde março de 2010, a Samsung já produziu nove modelos diferentes do Galaxy S. Confira abaixo a evolução do smartphone até aqui: Veja a evolução do Samsung Galaxy S, até o S9 Karina Almeida/Antônio Filho/G1 Initial plugin text
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25/02 - Vivo atenderá clientes com assistente virtual no Brasil
Batizada de Aura, tecnologia foi apresentada ao público no ano passado, mas só em 2018 chegará ao serviço de atendimento aos clientes. José María Álvarez-Pallete, presidente do conselho da Telefónica, durante anuncio da chegada do assistente virtual da empresa Helton Simões Gomes/G1 A Vivo atenderá clientes no Brasil com uma assistente pessoal, criada com inteligência virtual nos moldes de Siri (Apple), Assistente (Google) e Cortana (Microsoft). A novidade foi apresentada pela Telefónica, matriz da Vivo, neste domingo (25) durante o Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, na Espanha. Chamada de Aura, a assistente havia sido apresentada no ano passado, mas só agora chegará aos clientes. Além do Brasil, onde se chamará Meu Vivo Mais, o serviço será lançado na Argentina, Alemanha, Chile, Reino Unido e Espanha. Ela fará atendimentos por meio de um aplicativo próprio. A partir de comandos de voz pelo app ou de mensagens pelo Facebook, Aura poderá informar: créditos disponíveis e a data em que vencem; quantos dados ainda restam no pacote mensal; valor da conta e data do vencimento. "Nós queremos que nosso consumidores falem com a tecnologia e consigam resolver as coisas", afirmou José María Álvarez-Pallete, presidente do conselho da Telefónica. "Aura simplifica a vida dos nossos consumidores, porque é construída em uma interface de voz. Ela aprende a língua dos nossos consumidores, para que eles não precisem falar a língua das máquinas", diz Mike Evans, presidente-executivo da Telefónica. Aura também será liberada para conversar com as pessoas pelo Facebook. A integração já funcionará no Chile e na Alemanha, onde os clientes da Telefónica serão atendidos via mensagens enviadas pelo aplicativo de bate-papo Messenger. A parceria irá além de informações sobre serviços. Quando houver alguma situação de emergência, como uma enchente ou terremoto, e o Safety Check do Facebook for ativado, Aura avisará as pessoas do incidente pelo Messenger e via app. Ela também perguntará a elas se querem informar seus conhecidos. No futuro, ela será integrada ao Assistente Google e à Cortana, da Microsoft. "A Telefónica é uma das primeiras empresas de telecomunicações a se unir ao Assistente Google", afirmou Scott Huffman, vice-presidente para a plataforma no Google. Durante o evento, feito na casa do Barcelona, Huffman cometeu a ousadia de perguntar quem é o melhor jogador de futebol do mundo. A resposta seria Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, mas o Assistente Google afirmou que, além do português, "especialistas costumam apontar como melhor jogador do mundo" Neymar Jr. e Lionel Messi. A parceria entre Aura e Cortana começará a funcionar no Reino Unido ainda em 2018. "Ela vai abrir um novo horizonte para nossos clientes interagirem conosco", explicou Christian Gebara, vice-presidente executivo da Telefônica no Brasil. A Vivo é a maior operadora de celular do Brasil. Uma das poucas empresas a ganhar clientes em 2017, quando 8 milhões de acessos foram encerrados no país, a empresa fechou o ano com 74,94 milhões de linhas ativas. Initial plugin text
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25/02 - Prorrogado prazo de inscrição no concurso da prefeitura de São José dos Ramos, PB, com 143 vagas
Novo prazo vai até a sexta-feira (2). Concurso tem salários que vão até R$ 10 mil. Foi prorrogado para até a sexta-feira (2) o prazo de inscrição no concurso da prefeitura de São José dos Ramos, na Mata paraibana, que oferece 143 vagas de emprego para cargos em todos os níveis de escolaridade e salários de R$ 937 a R$ 10 mil. De acordo com o termo aditivo, publicado no site da organizadora, a data das provas, que seria no dia 25 de março, também foi prorrogada e, devido ao número de inscritos, acontece em dois domingos, nos dias 1º e 8 de abril. Veja edital do concurso da prefeitura de São José dos Ramos Segundo o edital, o cargo com o maior número de vagas é o de agente administrativo, com 12 oportunidades para pessoas com ensino médio completo. O cargo tem salário de R$ 1.050. O cargo com maior salário é o de médico clínico geral PSF, que tem duas vagas e exige ensino superior completo em medicina e registro no conselho da classe. Além destes cargos, ainda há vagas para advogado, agente comunitário de endemias, agente de portaria, agente comunitário de saúde, agente de controle de zoonose, agente de saúde pública, agente sanitário de saúde, agente técnico de projeto, arquivista, assistente de aluno, assistente social, assistente social NASF, auxiliar de laboratório, auxiliar de farmácia, auxiliar de serviços gerais, bibliotecário, bioquímico, contador, coveiro, cozinheira, eletricista, enfermeiro plantonista, enfermeiro PSF, farmacêutico, fisioterapeuta centro de saúde, fisioterapeuta NASF, fonoaudiólogo NASF, gari, médico ginecologista NASF, médico clínico geral, merendeira, motorista "B", motorista "C", motorista "D", nutricionista, nutricionista NASF, odontólogo, odontólogo PSF, odontólogo/endodontia, operador de máquina enchedeira, operador de máquina motoniveladora, operador de máquina retroescavadeira, orientador educacional, pedreiro, professor (artes, ciências, educação física, geografia, história, inglês, matemática, português, educação física NASF), psicólogo NASF, psicólogo ação social, psicólogo educacional, recepcionista volante, supervisor educacional, técnico de higiene bucal, técnico de informática, técnico de laboratório centro de saúde, técnico em agrícola, técnico em enfermagem, técnico em enfermagem PSF, técnico de saúde bucal PSF, tratorista, médico veterinário e vigilante. As inscrições podem ser feitas presencialmente, das 8h às 12h, na sede da prefeitura de São José dos Ramos, localizado à Praça Noé R. de Lima, 382, no Centro da cidade, ou pela internet, no site da organizadora. A taxa de inscrição custa R$ 58 para cargos de nível fundamental, R$ 68 para cargos de níveis médio e técnico e R$ 88 para cargos de nível superior. As provas vão acontecer na cidade de São José dos Ramos e Itabaiana. O local de aplicação fica disponível para os candidatos no site da organizadora, dias antes da realizaçã.
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25/02 - Transposição do São Francisco muda vida no sertão da Paraíba
Globo Rural percorreu de ponta a ponta o trecho já concluído para saber o que mudou com o acesso à água em sítios, fazendas, povoados e cidades.   Uma obra contra a seca imaginada no século XIX virou realidade, pelo menos em parte, quando um dos dois eixos da transposição do rio São Francisco foi inaugurado em março de 2017. Uma equipe de reportagem do Globo Natureza percorreu esse eixo, de ponta a ponta, pra mostrar o que mudou no campo e nas cidades da região, agora banhada pelas águas do Velho Chico. São 217 quilômetros de canais, aquedutos,  cânions escavados na rocha, um túnel, seis estações de bombeamento e 12 reservatórios que regulam o volume de água. A água passa direto por muitas cidades de Pernambuco que hoje não podem usá-la. O eixo segue direto para a Paraíbax. Veja a reportagem completa exibida em 19/11/2017. saiba mais Veja outras reportagens do Globo Rural  
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25/02 - Samsung lança Galaxy S9 e Galaxy S9+ 
Sul-coreana apresenta na tarde deste domingo suas novas apostas para dominar o mundo dos smartphones. A Samsung apresentou neste domingo (25) suas duas novas apostas para dominar o mundo dos smartphones, o Galaxy S9 e o Galaxy S9+, que possuem tecnologia de realidade aumentada para acrescentar detalhes a imagens que estão sendo captadas pela câmera. As novidades foram apresentadas pela Samsung durante o Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, na Espanha. O evento começou às 18h do horário local na Espanha (às 14h no horário de Brasília): veja os detalhes do lançamento. Confira outros modelos da Samsung Veja a evolução do Samsung Galaxy S, até o S8, lançado em 2017 Karina Almeida/G1 Initial plugin text
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25/02 - LG lança smartphone com inteligência artificial que dá dicas para melhorar fotos
V30S ThinQ foi lançado no Mobile World Congress. V30S ThinQ, smartphone da LG com plataforma de inteligência artificial feita pela empresa. Divulgação/LG A LG apresentou neste domingo (25) seus primeiros smartphones com sistema próprio de inteligência artificial, que estreou na CES 2018 e já equipa TVs da marca. O V30S ThinQ é capaz de reconhecer objetos captados pela câmera para sugerir filtros mais adequados e também de executar ordens feitas via comandos de voz com o celular ainda desligado. Lançado para entender comandos de voz mais sofisticados para que eletrônicos "conversem" com eletrodomésticos, o ThinQ chega ao mundo dos smartphones durante o Mobile World Congress (MWC), realizado em Barcelona, na Espanha. A LG vai liberá-lo ainda para outros de seus modelos, como o G6 e o V30. Outras empresas também possuem sistemas próprios de inteligência articial, como Apple (Siri), Google (Assistente), Microsoft (Cortana) e Samsung (Bixby). A sul-coreana também apresentou dois outros celulares, o K10 e o K8. Se nas TVs o sistema de inteligência artificial da LG era acionado ao falar no controle remoto, como se fosse um microfone, no V30S ele vai além dos comandos de voz para passar a compreender e dar sugestões sobre imagens. Imagem O ThinQ funciona de três modos quando o assunto é câmera. A primeira delas é a AI Cam. Quando uma cena é focada, ele identifica nela quais são os elementos presentes: se há paisagens, comida, flores ou animais. A partir daí, sugere o melhor modo para aquela foto, para ressaltar características como cores e ângulo da luz. Já o QLens melhora a coleta de informações de QR codes e pode ser usado para obter dados na internet sobre um item fotografado. Por exemplo: você tira foto de algo, aciona a ferramenta e ela mostra onde comprar online o produto por um preço mais baixo, além de sugerir outros itens similares. O recurso também funciona se você quiser saber algum detalhe histórico sobre uma estátua ou prédios famosos. A terceira carta na manga do ThinQ para imagens é a aplicação de algoritmos para melhorar a iluminação de uma fotografia captada em ambientes com pouca luz. Voz Antes mesmo de ser desbloqueado, o V30S pode entender até 50 comandos de voz para executar alguma das tarefas mais corriqueiras no celular. Como o ThinQ convive com outros serviços inteligentes de outras empresas, o smartphone roda ainda o Assistente Google, que é capaz de controlar serviços da marca, como o buscador de internet, o Maps e o YouTube. Memória A LG apresentou duas versões para o aparelho, que diferem apenas na memória interna. O V30S tem 128 GB e o V30S+, 256 GB. Os dois aparelhos possuem uma tela contínua de dimensões 18:9, sem botões na parte frontal. Contam com reconhecimento facial, para desbloqueios, mas também possuem sensor de impressões digitais na traseira, que desempenha a mesma função. LG V30S e V30S+ Dimensões: 15,1 cm x 7,5 cm x 0,8 cm Tela: 6 polegadas QuadHD+ Câmera: Principal, de 16 MP; Frontal, de 5 MP Bateria: 3300 mAh Memória: V30S (128 GB ROM + 6 GB RAM); V30S+ (256 GB ROM + 6 GB RAM) Processador: Qualcomm Snapdragon 835 Serviços: leitor de digitais, reconhecimento facial, inteligência artificial para imagens e comandos de voz Initial plugin text
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25/02 - Gente feliz: divisão de lucros da safra 2017
No Paraná, a Cooperativa de Campo Mourão distribui as sobras da safra 2017. Cada agricultor recebe de acordo com a produção. Os ganhos variam de R$ 1.500 a R$ 4 milhões.   No Paraná tem agricultor feliz da vida com os resultados da cooperativa de Campo Mourãox. Eles estão recebendo a segunda parcela dos lucros do ano passado. Nos campos do Paranáx, ainda tem muita soja para colher. Seu Yoshio Sakurada, que planta com ajuda dos filhos na região de Campo Mourão, deve começar o trabalho na semana que vem. Por enquanto, é a safra passada que continua rendendo um dinheirinho extra. “São as sobras que nós temos da safra passada, que é sobra da cooperativa”, diz ele. Na cooperativa, os dois filhos acompanham o pai para conferir o que sobrou para a família. A última parcela deu R$ 39 mil. E a família já tem planos para o dinheiro. “Nós vamos utilizar para aquisição de óleo diesel, revisão de maquinários, pagamento de algumas peças que ficaram pendentes. E ainda vai sobrar um dinheirinho.   Tem sobra para os 28 mil produtores da Coamo, a Cooperativa de Campo Mourão. E pensa num povo contente! O motivo de tanta gente rindo à toa é uma bolada e tanto! R$ 318 milhões, que foram os lucros de 2017. E estão sendo divididos entre os cooperados, principalmente com a venda de produtos como soja, milho e trigo. “Eu sempre digo assim: quem é dono recebe o lucro da empresa. E ele é dono da empresa, está recebendo o resultado, que nós chamamos de sobra”, diz Jose Aroldo Galassini, presidente da Coamo. Todo ano, os agricultores recebem as sobras em duas parcelas. A primeira já foi antecipada em dezembro. E agora a segunda e última parcela, que é a maior bolada. E para eles é bem simples. É só chegar ali no balcão e pegar o dinheirinho. Para alguns um dinheirão! Tem agricultor que recebe desde R$ 1500 até famílias que recebem quase R$ 4 milhões em sobras! Cada um recebe com base na produção e insumos comercializados na cooperativa. Além dos investimentos no campo, sempre sobra para a cidade. O comércio até se prepara para sobras... “Já é uma venda que tem um resultado maior. Então nós nos preparamos para receber os agricultores para tentar ficar com um pouco dessas sobras no comércio”, diz o presidente Associação Comercial de Campo Mourão, Paulo Cesar Gomes. Para quem trabalha duro o ano inteiro no campo, também é hora de fazer as malas e descansar. O produtor Névio Hanel vai fazer sua primeira viagem aos Estados Unidos em julho. “Vamos num casamento, depois vamos pegar um cruzeiro”, conta ele. Veja outras reportagens do Globo Rural Pisa da uva gera lucro e diversão em fazenda do interior de São Paulo  
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25/02 - Conheça as realidades dos produtores de tomate em MG
De um lado, agricultores que trabalham a céu aberto e sofrem com variações bruscas na produção e na renda da atividade. De outro, uma estufa moderna usa alta tecnologia e tem série de controles automáticos.   Alexandre de Assis é filho e neto de pequenos produtores de tomate. Mantendo a tradição da família, ele cultiva 15 hectares no município mineiro de Onça de Pitanguix. Os tomateiros ficam a céu aberto e crescem apoiados em estacas. O problema, segundo ele, é que o tomate é um produto sensível. Vento forte, granizo ou mesmo uma chuva mais intensa podem provocar prejuízos importantes. Por isso, agricultores que trabalham a céu aberto com produto muito delicado sofrem com variações bruscas na produção e na renda da atividade.   Para evitar alguns desses problemas, certos agricultores investem em estufas para o cultivo da fruta. Tiago Duarte é de uma família que produz tomate há mais de 50anos, em Pequix, Minas Geraisx. Sempre tocou cultivo do jeito convencional, a céu aberto... Só que de cinco anos pra cá resolveu apostar nas estufas de plástico. Tiago lembra que a estufa fechada reduz o ataque de pragas e a incidência de doenças. Só que nos meses de inverno e nos dias nublados surge um problema. O plástico diminui a entrada de luz no cultivo – o que é ruim para o tomateiro. Em uma propriedade em Itabirito, também em Minas Gerais, foi construída uma estufa enorme, que tem um hectare de área coberta. A estrutura foi importada da Holanda, peça por peça. Especialista em tomate, o agrônomo Luiz Santos é um dos donos do cultivo. Ele e três sócios alugaram a estufa e montaram a plantação, que conta com 20 mil tomateiros. O cultivo começou em 2016, quando chegaram as primeiras mudas compradas de viveiristas. As plantas ficam em vasos, que têm substrato de fibra de coco e crescem apoiadas em cabos de aço presas ao teto. A estufa abriga seis variedades. Duas tipo coquetel, adocicadas e com baixa acidez. Duas de tomates maiores usados principalmente para saladas e duas variedades de tomatinhos, tipo grape, mais consumidos como aperitivo. Um diferencial importante dessa estufa é que tanto as paredes quanto o teto são de vidro. Com isso os tomateiros recebem mais luz do que em uma estufa convencional. Luiz lembra que a cobertura de plástico deixa passar uns 80 ou 85% da luz externa. Na estufa, a irrigação é feita com um sistema de gotejamento. E a água que chega nos vasos já vem enriquecida com um adubo líquido. É o que os técnicos chamam de solução nutritiva. Uma mistura que é elaborada na propriedade e que é decisiva para o desenvolvimento das plantas. Veja a reportagem completa exibida em 19/11/207.
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25/02 - Preço da maçã anima produtores gaúchos
A safra deve ser um pouco menor este ano, mas o preço está compensando os agricultores.   Vacaria, nos Campos de Cima da Serra, é o município gaúcho com a maior produção de maçãs. No estado são mais de 900 produtores e 14 mil hectares de macieiras. Este ano a safra vai ser 10% menor que a última, segundo a Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã e deve ficar em 450 mil toneladas. A redução aconteceu, principalmente, por causa da falta do frio, o que agora pode prejudicar a comercialização.   Com isso, as maçãs que deveriam estar bem vermelhas, estão com sinais na casca. O engenheiro agrônomo Cesar Luiz Zanato explica que "a única depreciação é visual. As maçãs são iguais em todas as condições". O que anima os produtores é o preço. Enquanto no ano passado eles receberam menos de um real o quilo, agora o valor é de R$ 1,30. "A nossa esperança é que esse ano os preços compensem, visto que a despesa é muito alta nos nossos pomares e precisamos ter rentabilidade", afirma Eliseu Zardo Boeno, presidente da Agopomi. A maior parte da produção abastece o mercado brasileiro, mas as exportações também são uma alternativa. Esse deve ser o segundo ano consecutivo de crescimento nas vendas para fora do país. A expectativa é de que o Rio Grande do Sulx exporte em torno de 40 mil toneladas. Os principais destinos são países da Ásia, Europa e do Oriente Médio.
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25/02 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 25/02/2018
Veja como obter informações sobre as empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Vender comida na rua é saída da crise para milhares de brasileiros HOT DOG NOS TRILHOS Rua Itamumbuca, próximo 160 - Vila Prudente Telefone: (11) 969951981 Fanpage: www.facebook.com/Hot-Dog-nos-trilhos-1560078127540352/ SENAC SÃO PAULO – UNIDADE ACLIMAÇÃO CONSULTORA CONCETTA MARCELINA Rua Pires da Mota, 838 – Aclimação São Paulo/SP – CEP: 01529-000 Telefone: (11) 3795-1299 Email: aclimacao@sp.senac.br Veja a reportagem: Empreender está nos planos de dois em cada três jovens brasileiros PROSPHERA CONSULTOR HAROLDO MATSUMOTO Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone: (11) 2306-4516 Email: contato@prosphera.com.brwww.prosphera.com.br PREPARA CURSOS Rua Domingos Calheiros, 176 – Tucuruvi São Paulo / SP CEP: 02303-100 Telefone: (11) 2506-5422www.prepara.com.br Veja a reportagem: Empresário cria luminária que reflete imagens e mensagens no escuro UNIQUEBOX Telefone: (41) 99876 0599 Email: lincoln@uniquebox.com.brwww.uniquebox.com.br Veja a reportagem: Professor de biologia de Florianópolis faz sucesso na internet dando aula PROSPHERA CONSULTOR HAROLDO MATSUMOTO Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone: (11) 2306-4516 Email: contato@prosphera.com.brwww.prosphera.com.br PREPARA CURSOS Rua Domingos Calheiros, 176 – Tucuruvi São Paulo / SP CEP: 02303-100 Telefone: (11) 2506-5422www.prepara.com.br BIOLOGIA TOTAL Email: contato@biologiatotal.com.br Fanpage: www.facebook.com/biologiajubilut/www.biologiatotal.com.br Veja a reportagem: Equipe é a principal causa de morte prematura de startups no Brasil GAMA ACADEMY Rua Oscar Freire, 2379 – Pinheiros São Paulo/SP – CEP: 05409-012 Contato: sampa@gama.academyhttp://gama.academy/
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25/02 - Produção de ovos cresce em Minas Gerais
O consumo de ovos aumentou com a chegada da Quaresma e avicultores aproveitam para fazer investimentos.   Na granja do produtor Oscar Gontijo, que fica em Divinópolisx, no centro-oeste de Minas Geraisx, a produção diária que era de 800 caixas de 30 dúzias, passou este ano para mil caixas. Isso por causa do consumo dos ovos que aumenta justamente na época da Quaresma. "Teve um aumento de 15%. O ovo, na atual circunstância, está com mercado muito bom", afirma o avicultor.   Com o aumento nas vendas, seu Oscar fez investimentos. Na fábrica e no cilo para estocagem de grãos foram gastos R$ 4 milhões que vão permitir que o avicultor fabrique a própria ração e estoque nove mil toneladas de milho. "Eu tendo estoque alto, vou usar o milho bem mais barato na época que está em falta o grão. Vou reduzir o custo de produção de 15 a 20%", diz. A produção de ovos no Brasilx foi de 40 bilhões de unidades no ano passado. Minas Gerais representa 13% da produção nacional e a previsão para 2018 para o Brasil e o estado é de um crescimento de 5 a 6%. Os avicultores já se prepararam para esse aumento na demanda. Em uma granja, os galpões são climatizados e o ar-condicionado nas laterais permitem que a temperatura fique entre 24 e 28 graus. Sem a mudança brusca que acontece no sistema convencional, as aves não precisam gastar para manter a temperatura do corpo, consequentemente elas produzem mais. E com isso, a produção da granja que era de 300 mil ovos por dia, já aumentou. Confira a reportagem acima!
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25/02 - Boa safra da castanha no Acre
É tempo de colheita da castanha do Pará. Dessa vez, as árvores produziram bem acima do que se registrou em 2017.    Aos 68 anos, seu João colhe com habilidade os ouriços de castanha espalhados pela mata em Xapurix. O cesto enche rápido, bem diferente do que aconteceu no ano passado. "Não deu nada de castanha, lá em casa dá 300 latas, 250. No ano passado deu 47 latas", diz João Evangelista da Silva, extrativista.   Latas é como os extrativistas medem a produção de castanha na floresta e 2017 foi um ano para se esquecer. Um levantamento da Embrapax mostra o que o seu João percebeu na área dele. "A hipótese maior são influências climáticas. Em 2015 houve uma seca, mas também a chuva atrasou, então o que chove em novembro e dezembro foi chover em janeiro, fevereiro e março. Isso afeta o desenvolvimento dos frutos", afirma a engenheria florestal Lúcia Wadt. Ela coordena um grupo de estudo de produção da castanheira há 10 anos. São observados fatores como a localização da árvore na floresta, o diâmetro de cada uma e a contagem dos frutos. E foi nesse trabalho que se confirmou a produção menor. Felizmente, pelo que a floresta já apresenta neste início de ano, a expectativa para o novo ciclo de produção de castanha é muito boa. Tanto extrativistas quanto quem estuda a floresta está otimista para a boa safra. A colheita da castanha vai até abril. Veja a reportagem completa acima!
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25/02 - Chuva traz otimismo para agricultores em Pernambuco
Depois de vários anos sofrendo com a forte estiagem, a chuva antecipada fez produtores voltarem a plantar no Agreste Pernambucano.   Em Caruarux, a chuva está mudando a paisagem do campo. Barreiros e riachos agora com água e agricultores preparando o solo para o plantio de milho e de feijão. Essa chuva era esperada para o mês de março, mas chegou agora em fevereiro, o que empolgou o seu Antônio que trabalha em meio hectare no cultivo de melancia.   "Choveu, aí o agricultor endoida pra plantar", comemora. Em Capoeiras, seu José Teixeira começou o plantio de milho. A expectativa dele é chegar até junho com seis hectares de milharal. "Qualquer quantidade de chuva que cai é importante para nós", diz. Em Afogados da Ingazeirax, fazia muito tempo que Edilberto não via tanta água assim no mês de fevereiro e correu para preparar a terra. De acordo com a Agência Pernambucana de Água e Clima, desde o início de fevereiro já chouve 161 mm. Essas chuvas já ultrapassaram em 56% a média histórica do m~es, de 103 mm. Confira a reportagem acima.
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25/02 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios - 25/02/2018
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25/02 - Chuva traz prejuízo na colheita de soja em MT
Sem condições de colher o grão, produtores estão abandonando lavouras e fazendo o plantio do milho com atraso.    A plantadeira semeia a safrinha de milho por cima da lavoura de soja em uma fazenda de 1.100 hectares que fica em Cláudia, no médio norte de Mato Grossox. Choveu muito em fevereiro e os grãos apodreceram nos pés. Para o produtor, não compensou nem fazer a colheita em uma área de 260 hectares. "Vamos ter que colher o bom e largar o ruim para trás e plantar milho, tirar um pouco do prejuízo que já está instalado aqui", afirma o agicultor Júlio Rorig.   O município foi o maior prejudicado pelo excesso de chuvas em Mato Grosso e a estimativa até agora é de que 3.500 hectares já tenham sido totalmente perdidos, sendo que a colheita na cidade está bem atrasada. Em outra fazenda, também em Cláudiax, os pés de milho plantados há 15 dias crescem em meio a soja que não chegou a ser colhida. Para o agricultor João Socolowski, as perdas atingem cerca de 22% dos 1.800 hectares que ele cultivou nessa safra. "Praticamente 400 hectares de soja perdida já do início, de janeiro para fevereiro, que não é de costume. Costume da gente perder soja seria de fevereiro para março, então a gente já está desesperado", conta. Devido ás perdas no campo, boa parte dos produtores aguarda que o município decrete situação de emergência, o que ajudaria, por exemplo, na renegociação das dívidas, já que muitas produtores têm contratos para entrega dos grãos e não terão condições de cumprí-los. Confira a reportagem completa acima.
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25/02 - Cheia transforma a paisagem do Pantanal
Chuva forte alaga fazendas, interdita frigorífico e traz prejuízos para os agricultores na região de Aquidauana.   O sol apareceu, mas os campos encharcados demoram a secar. As fazendas estão com os pastos alagados e o rebanho ficou confinado nas áreas mais altas no Pantanal. O Rio Aquidauana recebeu em 24 horas toda a chuva esperada para o mês inteiro e transbordou tão rápido que os moradores ribeirinhos saíram as pressas. O município de Aquidauana é um dos acessos para o Pantanal de Mato Grosso do Sulx e referência na pecuária de cria.   As estradas das propriedades ficaram intransitáveis e a enchente atingiu também o principal frigorífico da região, em Anastáciox, que estava com as baias cheias de bovinos. Uma parte, os funcionários conseguiram abater, outras 406 cabeças foram levadas para propriedades vizinhas. Agora, o desafio é recolher o rebanho. Com as atividades suspensas, os caminhões precisarão levar os animais para Naviraíx, a quase 500 km do Pantanal. Também na região de Aquidauanax, a BR-262 chegou a ficar fechada depois que o Rio dos Irmãos transbordou e cobriu parte da rodivia. 22 municípios estão em situação de emergência. Em novo Horizonte do Sul, a principal rodovia de acesso foi interditada e, agora, o desvio também está em péssimas condições. Confira a reportagem completa acima!
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25/02 - É melhor comprar um imóvel na planta ou aplicar o dinheiro?
Vendi um apartamento e quero investir o valor. É melhor comprar um imóvel na planta para investir ou aplicar o dinheiro?  
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25/02 - Vender comida na rua é saída da crise para milhares de brasileiros
No terceiro trimestre de 2016, quase 254 mil pessoas ganhavam o sustento vendendo comida na rua. No mesmo período em 2017, o número saltou para 501 mil.   Aumentou muito o número de brasileiros que vendem todo tipo de comida na rua. No terceiro trimestre de 2016, quase 254 mil brasileiros ganhavam o sustento vendendo comida na rua. No mesmo período do ano passado, esse número saltou para mais de 501 mil pessoas. Essa foi uma saída que ajudou muita gente a sair da crise, porém é preciso procurar os órgãos responsáveis e fazer todos os procedimentos solicitados para seguir nesse segmento. A Renata Brazio e o marido delam Rodrigo Alexandre da Silva, por exemplo, começaram a vender sanduíches em 2004. Em 2010, eles se formalizaram e viraram MEIs. Só três anos depois conseguiram o Termo de Permissão de Uso (TPU), que é a licença para estacionar o carro ou barraca numa rua. A regra é estabelecidade pela prefeitura de São Paulox e caso o vendendor não cumpra a lei, é capaz de perder tudo. Inclusive é preciso seguir um horário determinado para vender. Concetta Marcelina é especialista em alimentos e bebidas do Senacx São Paulo e conta que cada cidade tem as suas regras, mas, no geral, ambulante e empresas que comercialzam comida precisam seguir as normas da Vigilância Sanitária. Na van em que a Renata e o Rodrigo trabalham o espaço é minúsculo e não chega a quatro metros quadrados, mas atende a todas as normas de higiene: tem pia, freezer para manter tudo refrigerado, chapa removível e duas abertruras de ar. O casal não revela quanto fatura, mas diz que vende em média de 150 lanches por dia, com preços que variam de 6 a 12 reais. Como MEI, cada um deles tem direito a ter um funcionário, que ajudam na na venda na rua e na cozinha de apoio que eles mantêm em casa. Adaptando espaços Na casa onde moram, Renata e Rodrigo precisaram fazer uma adaptação drástica na garagem para guardar a van, as geladeiras e ter espaço para manusear os alimentos. Os empresários compram os ingredientes em grande quantidade e fracionam tudo. O manuseio é feito com luva, eles usam uma balança para manter o padrão e depois guardam na geladeira  Com os negócios prosperando, a perspectiva é de trocar o equipamento em breve, assim como trocar a van por um trailer. Confira a reportagem completa acima! HOT DOG NOS TRILHOS Rua Itamumbuca, próximo 160 - Vila Prudente Telefone: (11) 969951981 Fanpage: www.facebook.com/Hot-Dog-nos-trilhos-1560078127540352/ SENAC SÃO PAULO – UNIDADE ACLIMAÇÃO CONSULTORA CONCETTA MARCELINA Rua Pires da Mota, 838 – Aclimação São Paulo/SP – CEP: 01529-000 Telefone: (11) 3795-1299 Email: aclimacao@sp.senac.br
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25/02 - Professor de biologia de Florianópolis faz sucesso na internet dando aula
O ensino à distância é uma área do empreendedorismo que tem espaço para crescer no Brasil.   Um professor de biologia em Florianópolisx, Santa Catarinax, reencontrou o prazer de ensinar pela internet. Paulo Jubilut tinha sido demitido e pensava em largar a profissão, mas ele não imaginava que ensinar à distância poderria ser um excelente empreendimento. Em uma plataforma de ensino à distância, ele prepara alunos para o Enem e vestibular. O último dado disponível mostra que são quase três milhões de alunos no setor de ensino à distância - e o professor acompanhou esse crescimento. Se antes Jubilut dava aulas presenciais para uma sala de até 40 alunos, agora ele fala para uma câmera. E ao invés de levar conhecimento somente para um grupo limitado, dá para conversar com milhões. Para isso, ele precisou conhecer novas habilidades e aprender a usar novas ferramentas. Escrever um roteiro, organizar as ideias e prestar atenção nos comentários dos alunos para tirar as dúvidas são algumas das dicas para se dar bem nesse mercado. O professor e empresário conseguiu conquistar uma audiência de três milhões de acessos só nas redes sociais para assistir aos vídeos. Um dos motivos de tanto sucesso é que Jubilut é considerado uma inspiração pelos alunos. A empresa que começou com um investimento de R$ 17 mil, hoje aposta em conteúdo fechado e funciona em um sistema de assinaturas. Com 25 funcionários que criam conteúdo para 50 mil usuários ativos, 20% são bolsistas. A mensalidade custa R$ 18 e o empresário não revela o faturamento. Hoje, a plataforma não é só focada em vídeo-aula, mas também na gameficação, realidade virtual e viagens internacionais. Atualmente, Jubilut intercala as semanas de trabalho entre gravar aulas e administrar o negócio. Com isso, ele espera dobrar o tamanho da empresa em 2018 e oferecer também aulas de física e química. Confira a reportagem completa acima. PROSPHERA CONSULTOR HAROLDO MATSUMOTO Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone: (11) 2306-4516 Email: contato@prosphera.com.brwww.prosphera.com.br PREPARA CURSOS Rua Domingos Calheiros, 176 – Tucuruvi São Paulo / SP CEP: 02303-100 Telefone: (11) 2506-5422www.prepara.com.br BIOLOGIA TOTAL Email: contato@biologiatotal.com.br Fanpage: www.facebook.com/biologiajubilut/www.biologiatotal.com.br
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25/02 - Empreender está nos planos de dois em cada três jovens brasileiros
Conclusão é de pesquisa feita pela Firjan. Consultor de empresas dá dicas para ajudar esses jovens.   Dois em cada três jovens brasileiros sonham em ter o próprio negócio, segundo pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Mas a maioria não sabe por onde começar. Por isso, o consultor de empresas Sebastião de Oliveira tem dicas para ajudar esses jovens que querem empreender. Sebastião explica que o valor do investimento, por exemplo, depende do tipo de negócio. O mais importante é saber onde ele vai captar esse dinheiro: “Tem financiamento coletivo, que tem taxas menores, tem linhas do BNDES que também facilitam e também dá pra usar capital próprio ou de algum parente. O fundamental é em quanto tempo você tem a expectativa de que o capital dê retorno, para não ter surpresa no meio do caminho e ficar sem condição de gerir seu negócio”. No vídeo acima, alguns jovens que querem empreender fazem perguntas ao consultor. Confira na íntegra! Motivação A pesquisa feita pela Firjan também apontou os motivos que levam o jovem a querer empreender. O primeiro é a realização de um sonho. Depois, ter mais qualidade de vida e mais ganho financeiro. Muitos também acham o mercado promissor e também há os que sonham com a possibilidade de não ter chefe. Segundo o consultor, é importante que esses jovens saibam que terão que enfrentar a concorrência. “A concorrência não é necessariamente o seu inimigo, a concorrência é algo que você tem que se espelhar, mas ir adiante. É fundamental que você estude o que foi feito naquele segmento que pretende atuar. Analisar quais os produtos têm sido oferecidos, os benefícios desses produtos. Aí você pode criar algo que se diferencie e faça barulho no mercado”, orienta Sebastião. PROSPHERA CONSULTOR HAROLDO MATSUMOTO Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone: (11) 2306-4516 Email: contato@prosphera.com.brwww.prosphera.com.br PREPARA CURSOS Rua Domingos Calheiros, 176 – Tucuruvi São Paulo / SP CEP: 02303-100 Telefone: (11) 2506-5422www.prepara.com.br
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25/02 - Empresário cria luminária que reflete imagens e mensagens no escuro
O dono da ideia se inspirou no amor para criar o projeto. Ele conta sua história no VOCÊ NO PEGN.   Uma luminária que reflete imagens e mensagens no escuro foi a criação de um empresário de Curitiba, Lincoln Almeida, que se inspirou no amor para criar o objeto. Lincoln conta sobre a história da empresa: “Nosso produto é um cubo projetor, que possui quatro lados com desenhos diferentes e um lado com mensagem, que pode ser personalizado pelo cliente. Aqui dentro tem um led e quando ele é ligado projeta mensagem na parede”.  São mais de 140 modelos. Lincoln é engenheiro mecânico, formado desde 2014. “Quando terminei a universidade, comecei a trabalhar com desenvolvimento de produto. Só que passei por mudanças na vida, reflexões e fui viajar de bike”, conta. Durante a viagem, Lincoln se apaixonou por uma jovem peruana. Na volta ao Brasil, começou a trabalhar com desenvolvimento de produtos e bolou a luminária para presentear a amada: “Pensei em algo que passasse mensagem na hora que ela fosse dormir. E nesse momento fui fazer protótipo. Isso ficou bonito e consigo vender”. O empresário investiu R$ 5 mil para tirar patente e licenciar o produto. Montou a oficina em um galpão e vende as luminárias no e-commerce, em lojas de Curitiba e por encomenda. Cada peça custa R$ 59,90. O faturamento em 2017 foi de R$ 400 mil. UNIQUEBOX Telefone: (41) 99876 0599 Email: lincoln@uniquebox.com.brwww.uniquebox.com.br
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25/02 - Passo a passo para tirar uma ideia do papel e montar uma startup
Lançar uma empresa inovadora nem sempre é fácil. Entenda como iniciar esse processo. Muitas pessoas que querem montar uma startup me perguntam como tirar a ideia do papel. Existem vários métodos já formatados muito utilizados, como o Business Model Canvas, que é uma ferramenta de planejamento de negócios estratégicos. Mas, para facilitar e ajudar a compreensão de como é esse processo, eu preparei um material com algumas dicas. No vídeo abaixo, o professor Cláudio Caravajal, coordenador dos cursos de Administração e Gestão de TI da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), detalha os principais pontos.    Aqui vou listar algumas dicas que ele deu: - Identificação do problema e proposta de solução: Startups normalmente trabalham com a identificação de problemas e propostas de soluções. Feito isso, é preciso entender se haverá aceitação. - Validação da ideia: É fundamental entender se o produto ou serviço idealizado terá mercado. Para isso, a dica é fazer uma pesquisa de campo com os principais clientes. Por exemplo, você pensou em uma solução para filas de espera em restaurantes. Vá até um restaurante muito procurado e entenda com os clientes se sua ideia faz sentido. Procure também o administrador do local. Ele contrataria o seu serviço? - Compreensão do resultado da pesquisa: É fundamental ter respostas para dois pontos. A proposta de valor: o produto ou serviço realmente atende às necessidades do mercado? Modelo de negócio: o cliente está disposto a pagar pelo serviço? Como deve ser feita a cobrança? Por exemplo, é melhor cobrar pontualmente pelo serviço ou fazer um plano de assinatura? Planejar é um dos principais passos para um negócio ter sucesso. Porém, especialmente em se tratando de uma empresa inovadora, não dá para perder muito tempo fazendo a validação. A solução pode ficar ultrapassada. Então, é preciso colocar um prazo. O desafio é encontrar o balanço entre estar pronto para lançar a startup e não perder o timing. A solução estará pronta para o mercado quando você tiver bons feedbacks dos possíveis clientes. A próxima etapa é preparar produto ou serviço para o mercado e estudar o quanto cobrar por ele. Vamos falar disso no vídeo da próxima semana!
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25/02 - Concursos: 16 órgãos abrem as inscrições nesta segunda para 17,4 mil vagas
Só na Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais são 16,7 mil vagas. Pelo menos 16 órgãos abrem nesta segunda-feira (26) as inscrições de concursos públicos para 17,4 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Só na Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais são 16,7 mil vagas. Os salários chegam a R$ 20.353,06 na Polícia Civil do Rio Grande do Sul. CONFIRA A LISTA DE CONCURSOS Câmara Municipal de Delfim Moreira (MG) Inscrições até 27/03/18 3 vagas Salários de até R$ 2.500,00 Cargos de nível superior Veja o edital Câmara Municipal de Ferraz de Vasconcelos (SP) Inscrições até 19/03/18 7 vagas Salários de até R$ 4.591,69 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Câmara Municipal de Imbé (RS) Inscrições até 02/03/18 6 vagas Salários de até R$ 1.677,87 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Polícia Civil do Rio Grande do Sul Inscrições até 27/03/18 100 vagas Salários de até R$ 20.353,06 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura de Baliza (GO) Inscrições até 28/02/18 25 vagas Salários de até R$ 1.724,12 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Barra do Corda (MA) Inscrições até 28/02/18 164 vagas Salários de até R$ 1.227,68 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Camacho (MG) Inscrições até 25/03/18 37 vagas Salários de até R$ 2.663,67 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Campo Novo de Rondônia (RO) Inscrições até 28/02/18 8 vagas Salários de até R$ 954,00 Cargos de nível médio Veja o edital Prefeitura de Diamantina (MG) Inscrições até 28/02/18 6 vagas Salários de até R$ 5.782,77 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Guarda-Mor (MG) Inscrições até 23/03/18 43 vagas Salários de até R$ 3.315,21 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de João Pessoa Inscrições até 23/03/18 70 vagas Salários de até R$ 1.238,37 Cargos de nível médio Veja o edital Prefeitura de São José dos Campos (SP) Inscrições até 29/03/18 50 vagas Salários de até R$ 1.591,86 Cargos de nível médio Veja o edital Prefeitura de Vazante (MG) Inscrições até 23/03/18 120 vagas Salários de até R$ 1.014,00 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Prefeitura de Viana (ES) Inscrições até 02/03/18 32 vagas Salários de até R$ 1.463,00 Cargos de nível fundamental Veja o edital Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais Inscrições até 08/03/18 16.701 vagas Salários de até R$ 2.135,64 Cargos de nível superior Veja o edital Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) Inscrições até 02/03/18 12 vagas Salários de até R$ 2.446,96 Cargos de nível médio Veja o edital
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25/02 - Pressionado por Previdência e pessoal, gasto do governo pode crescer mais em 2018
Estimativa é que alta dos gastos chegue a R$ 92,6 bilhões neste ano, contra R$ 29,6 bilhões no ano passado. Segundo governo, 58% do aumento se deve a INSS e remuneração de servidores. As despesas totais do governo podem crescer em 2018 a uma taxa três vezes maior que a verificada em 2017, devido principalmente ao aumento das despesas com Previdência Social e com pessoal, apontam números divulgados pelo Ministério do Planejamento por meio do decreto de revisão orçamentária. Para este ano, o governo autorizou um aumento de despesas de R$ 92,6 bilhões. Em 2017 os gastos superaram em R$ 29,61 bilhões o valor registrado em 2016. A expansão autorizada para os gastos públicos em 2018 também está acima da média dos últimos dez anos, que foi de R$ 79,5 bilhões por ano. Apesar de autorizado, esse aumento de gastos pode não se confirmar, por exemplo, se a arrecadação estimada pelo governo para este ano não se confirmar. Foi o que ocorreu no ano passado, quando o governo fez bloqueios de despesas para atingir a meta fiscal (resultado pré-fixado para as contas públicas). Aliás, a autorização para o crescimento maior dos gastos neste ano foi possível porque o governo não utilizou toda sua margem de aumento em 2017. No fim das contas, o governo acabou gastando, ao todo, R$ 1,279 trilhão em 2017, cerca de R$ 30 bilhões a menos do que o limite autorizado para as despesas incluídas no novo regime fiscal (R$ 1,309 trilhão). Despesas obrigatórias ocupam espaço Os dados oficiais mostram que 58% do crescimento autorizado para as despesas em 2018, o equivalente a R$ 53,6 bilhões, está relacionado com o aumento das despesas com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e com os gastos com pessoal do Executivo. Essas previsões do governo foram feitas desconsiderando os efeitos de uma eventual reforma da Previdência. Nesta semana, o governo anunciou que desistiu de aprovar no Congresso a sua proposta de reforma, por falta de apoio. As despesas previdenciárias e com servidores estão entre as classificadas como "obrigatórias", ou seja, sobre os quais o governo não tem controle. Para alterá-las, é preciso mudar a legislação. Já as despesas "discricionárias" são aquelas que o governo tem permissão de alterar, como gastos dos ministérios nos serviços para a população e ações públicas. Para 2018, elas têm um aumento estimado de R$ 12,69 bilhões, o equivalente a um pedaço de 13,7% do aumento da despesa total. Veja os principais aumentos de despesas, em relação a 2017, segundo números do Planejamento: R$ 35,16 bilhões em gastos com o INSS, para R$ 592,37 bilhões R$ 18,5 bilhões em despesas com pessoal, para R$ 302,55 bilhões R$ 13,45 bilhões em despesa obrigatória com controle de fluxo (Bolsa família) R$ 5,6 bilhões como "demais obrigatórias" R$ 4,4 bilhões são sentenças judiciais R$ 3,6 bilhões em subsídios R$ 2,4 bilhões em abono e seguro desemprego Ministro diz que investimento pode desaparecer "As despesas, de um ano para o outro, estão demonstrando um aprofundamento do engessamento da despesa. Há uma projeção de crescimento de R$ 90 bilhões, dos quais R$ 80 bilhões são despesas obrigatórias", declarou o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. Por conta do teto de gastos aprovado pelo governo em 2016, pelo qual as despesas não podem subir acima da inflação do anterior, ele alertou que a Previdência está ocupando o espaço de outras despesas - e expandindo os gastos obrigatórios. "A solução para isso é a reforma da Previdência", afirmou Oliveira ao G1. De acordo com ele, se nada for feito os investimentos públicos em infraestrutura podem desaparecer nos próximos anos. "Tem que ter a reforma da Previdência e a continuidade da revisão de todos os programas do governo. Se nada for feito, ao longo dos anos, o investimento pode desaparecer porque as despesas discricionárias (não-obrigatórias) dividem-se em investimento e despesas de funcionamento do governo", declarou ele. As declarações foram feitas antes da decisão do governo de desistir de votar a reforma da Previdência Social. Os números mostram que os investimentos já terão forte recuo neste ano. Segundo a revisão do Orçamento de 2018, foram reservados R$ 22,95 bilhões para os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em infraestrutura, ou 0,3% do PIB. Trata-se do menor patamar, na proporção com o PIB, desde o início do PAC, em 2007. Nos últimos três anos, as restrições orçamentárias já vêm impactando os investimentos, que vêm registrando queda, passando de R$ 57,69 bilhões, em 2014 (1% do PIB), para R$ 29,59 bilhões, no ano passado - o equivalente a 0,5% do PIB. Analista vê tendência de alta nos gastos A avaliação do ministro do Planejamento é compartilhada pelo especialista em contas públicas Raul Velloso. De acordo com ele, sem alguma medida de controle, as despesas obrigatórias vão continuar a crescer nos próximos anos, diminuindo as despesas dos Ministérios relacionadas com os serviços para a população. "Todo gasto obrigatório, por definição, cresce. Se deixar ele sozinho, cresce. Quando cria um gasto obrigatório, já cria o germe do crecimento dentro dele. Como a arrecadação cada vez cresce menos no Brasil, vai aumentando o déficit", avaliou Velloso. Para ele, é preciso alterar as leis que regem os gastos obrigatórios, realizando, por exemplo, uma reforma da Previdência, ou, ainda, um equacionamento no passivo atuarial dos servidores públicos, retirando essas despesas do Orçamento, e tratá-las à parte, como um fundo de pensão. "A reforma da Previdência é uma tarefa eterna. O problema é que é muito difícil de aprovar. Todo ano vai ter de olhar e reformar. Se vai conseguir ou não, é outra história. A época mais apropriada para reformas é o primeiro ano de governo, não é o último", declarou. Propostas para controlar despesas obrigatórias O governo divulgou uma série de medidas nos últimos meses para reduzir os gastos obrigatórios, sendo que a maior parte ainda não foi aprovada. Além da reforma da Previdência, foi proposto, por exemplo, o adiamento do reajuste de servidores e a imposição de teto remuneratório para todos os poderes. Por outro lado, o governo conseguiu levar adiante o Programa de Demissão Voluntária para Servidores (PDV), além de jornada de trabalho reduzida e licença incentivada sem remuneração. Também recebeu de volta R$ 150 bilhões em empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos últimos dois anos, e espera receber mais R$ 130 bilhões em 2018, o que diminui o pagamento de subsídios. Além disso, conseguiu aprovar no Legislativo a Taxa de Longo Prazo (TLP) - que passou a remunerar empréstimos do BNDES ao setor produtivo no começo deste ano. Essa é outra medida que reduz as renúncias tributárias por parte do governo, que somaram mais de R$ 400 bilhões em 2017.
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24/02 - Conselho de administração da Eletrobras aprova venda de 70 participações
Negociação envolve ativos de geração de energia eólica e de transmissão de energia. O conselho de administração da Eletrobras aprovou na sexta-feira (23) a venda de participações da empresa em 70 Sociedades de Propósito Específico (SPEs) detidas por subsidiárias. As participações envolvem ativos de geração de energia eólica e de transmissão de energia. Em comunicado, a Eletrobras informou que o objetivo é realizar a operação por meio de um leilão, previsto para ocorrer em 7 de junho. O objetivo do desinvestimento das subsidiárias em SPEs tem o objetivo de "promover a quitação de dívidas destas subsidiárias junto à Eletrobras, permitindo a redução de sua alavancagem financeira e melhora no indicador dívida líquida/Ebitda", informou a empresa. De acordo com a empresa, a operação estava prevista no Plano Diretor de Negócios e Gestão da empresa de 2018 a 2022. No início do mês, os acionistas da Eletrobras aprovaram a privatização de 6 distribuidoras de energia administradas pela estatal e que ficam em estados do Norte e do Nordeste. O governo pretende fazer o leilão das distribuidoras ainda no primeiro semestre de 2018. Já a privatização da Eletrobras ainda depende de aprovação do Congresso. O governo conta com a privatização para engordar o caixa do Tesouro Nacional em 2018. A previsão é a arrecadação de R$ 12,2 bilhões com a privatização. * Com Reuters
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24/02 - Instituto oferece capacitações gratuitas para professores em Campinas
Aulas serão realizadas até quarta-feira (28); veja como participar. O Instituto Brasileiro de Formação de Educadores (IBFE) está com inscrições abertas de capacitações destinadas aos professores, em Campinas (SP). Os interessados podem se inscrever pelo site oficial e as aulas serão realizadas até a quarta-feira (28). Quem participar das aulas receberá certificado. Entre os temas previstos estão psicopedagogia clínica, psicomotricidade relacional, neurociência cognitiva e docência no ensino superior. As aulas serão no Colégio Objetivo, que fica na Rua Delfino Cintra, 100, no Centro. Programação Sábado (24) Tema: “Psicopedagogia clínica” Palestrantes: Debora Corigliano Segunda-feira (25) Tema: “Psicomotricidade relacional: uma conexão ao mundo real” Palestrantes: Daniel Rebello Terça-feira (26) Tema: “Neurociência cognitiva: como o cérebro funciona no aprendizado” Palestrantes: João Rilton Quarta-feira (28) Tema: “Docência no Ensino Superior: realidade e desafios” Palestrantes: Alexandre Rezende Serviço Capacitações gratuitas de educação do IBFE Quando: até quarta-feira (28), das 19h30 às 21h Local: Colégio Objetivo - Rua Delfino Cintra, 100, Centro Inscrições gratuitas pela internet Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas.
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24/02 - Quais os celulares que mais emitem radiação - e o que você pode fazer sobre isso?
Comissão americana de Comunicações lista quantidade de emissão de cada aparelho, cujos efeitos ainda não estão claros para a ciência, ainda que haja indícios de que possam ter efeito cancerígeno. As dúvidas sobre os possíveis efeitos cancerígenos causados pelas ondas de radiofrequência emitidas por celulares geram debate, e o tema muitas vezes levanta mais perguntas do que respostas. Até que ponto essas ondas são perigosas? Corremos o risco de desenvolver tumores por usar o celular constantemente? O que devemos fazer para evitar isso? Cientistas estudam esse fenômeno há anos e publicaram estudos que até agora não parecem chegar a uma conclusão. O que sabemos é que as ondas de radiofrequência são uma forma de radiação não ionizante, menos potente do que a radiação ionizante, que se desprende dos raios X ou ultravioleta. Essa última é capaz de quebrar ligações químicas no nosso DNA. A Sociedade Americana Contra o Câncer (ACS, sigla em inglês) explica em seu site que "a preocupação é se os smartphones poderiam aumentar o risco de desenvolverem-se tumores no cérebro ou na região da cabeça e pescoço". E, embora diga que as ondas emitidas por celulares "não são intensas o suficiente para danificar diretamente o DNA ou aquecer os tecidos do corpo", também afirma que "não está claro como os celulares poderiam causar câncer" e que há estudos que dão indícios nesse sentido - mesmo que ainda não existam evidências suficientes para comprovar isso. Quais são os telefones que emitem mais (e menos) radiação? Para identificar quais modelos emitem mais ou menos radiação, foi criada uma medida conhecida como Taxa de Absorção Específica (SAR, sigla em inglês), que nos permite saber que parte dessa radiação é retida pelo tecido humano. Cada celular tem um nível SAR - que corresponde ao uso do telefone em sua potência máxima -, e os fabricantes devem informar aos órgãos reguladores de cada país qual é o SAR de seus produtos. No entanto, muitos compradores geralmente não verificam essa informação. A Agência Federal Alemã de Proteção à Radiação desenvolveu uma base de dados com os celulares (novos e antigos) que mais geram ondas de radiofrequência, criando uma lista disponível para o público. Celulares da Samsung estão entre os que menos emitem radiação, segundo base de dados da Agência Federal Alemã de Proteção à Radiação termakashi0/Creative Commons As primeiras posições são dominadas por marcas chinesas (OnePlus e Huawei), embora também haja um Nokia, o Lumia 630. Também estão na lista o iPhone 7 (em décimo lugar), o iPhone 8 (12º lugar) e o iPhone 7 Plus (15º), além do Sony Xperia XZ1 Compact (11º), o ZTE Axon 7 mini (13º) e o Blackberry DTEK60 (14º). Não há diretrizes universais para um nível "seguro" de radiação telefônica, mas o órgão de proteção ao meio ambiente na Alemanha, o Der Blaue Engel, apenas aprova telefones com um nível de absorção de até 0,60 watts por kg. Todos os telefones na lista emitida pela instituição alemã ultrapassam o dobro desse limite (o OnePlus 5T, no topo do ranking, tem 1,68). Quanto aos dispositivos que oferecem um menor nível de radiação, a marca sul-coreana Samsung lidera. O primeiro na lista é o Sony Xperia M5 (0,14), seguido do Samsung Galaxy Note 8 (0,17) e S6 edge+ (0,22), Google Pixel XL (0,25) e Samsung Galaxy S8 (0,26) e S7 edge (0,26). Alguns telefones da americana Motorola (Moto G5 plus e Moto Z) também estão entre os que emitem as mais baixas radiações do mercado, de acordo com a instituição alemã. Se você quiser verificar a quantidade de radiação que o seu celular emite, pode verificar o manual do seu modelo, o site do fabricante ou o site da Comissão Federal de Comunicação dos Estados Unidos (FFC, por sua sigla em inglês). Como nos expomos às ondas de radiofrequência com o celular? As ondas são mais fortes no ponto onde a antena está localizada, dentro do telefone. Quanto mais perto dela colocamos a cabeça, maior o risco. Mas há outros fatores que devem ser levados em conta: A quantidade de tempo que usamos o telefone. A distância e a rota da torre de telefonia celular mais próxima (quanto mais longe, mais energia é necessária). O tráfego de sinais de telefone celular (quanto maior o tráfego, mais ondas). O modelo do telefone que usamos. Quanto mais perto da cabeça está o celular, maior é o risco de se expor à rádiofraquência do aparelho kaboompics/Creative Commons Como se proteger? A ACS sugere algumas ações para limitar a exposição a ondas de radiofrequência do celular: Usar o viva-voz, o "mãos-livres" ou os fones de ouvido, especialmente aqueles que funcionam com bluetooth, para afastar a antena da cabeça Envie mais textos e faça menos chamadas (exceto quando estiver ao volante). Limitar o uso do celular. Usar um celular com um nível baixo de SAR.
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24/02 - Alcatel lança smartphones com reconhecimento facial e leitor digitais inteligente 
Tela alongada, com dimensão de 18:9, também é destaque da primeira série de lançamentos de celular do MWC 2018. Virgínia Strickland, diretor de marketing da TCL, apresenta os novos smartphones da Alcatel Helton Simões/G1 A Alcatel, marca da TCL, anunciou neste sábado (24) uma repaginação de toda sua linha de smartphones, que passarão a ter telas mais alongadas, com reconhecimento facial e sensor de impressões digitais inteligente, que abre uma função diferente para cada dedo cadastrado. Em apresentação feita durante o Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, na Espanha, a Alcatel se tornou a primeira fabricante a adotar displays com dimensões de 18:9 em todos os seus modelos de celular, desde os aparelho de entrada da linha Alcatel 1X, passando pelos intermediários da Serie 3 até os topo de linha Alcatel Serie 5. Alcatel lança smartphones com reconhecimento facial e leitor digitais inteligente Alcatel/Divulgação Android Go Uma das novidades exclusivas do Alcatel 1X é que ele é um dos primeiro do mundo a rodar o Android Oreo Go, uma versão do sistema operacional do Google reformulada para rodar em aparelhos de rodada. "Normalmente, quando a gente pensa em celular super acessível, eles são poucos desejáveis ou tem performance baixa", comentou Virginia Strickland, diretora de marketing da TCL. Charlotte Will, líder de marketing de produto do Google, explicou que essa versão do Android possui três características. Sistema operacional otimizado para ser mais compacto, o que permite que outros apps ocupem o espaço sobressalente, além de ser 15% mais rápido; Google Play com uma camada extra de segurança para evitar que apps maliciosos sejam baixados e versões remodeladas de aplicativos, como versões Go para Maps, YouTube e Gmail, que rodam as principais funções desses serviços sem exigir muito do aparelho. Telão O formato, introduzido no mercado pela LG, vem começando a tomar espaço do modelo padrão, de 16:9, que vinha sendo hegemônico desde o primeiro iPhone. As telas com dimensões de 18:9 permitem que o smartphone exiba imagens mais alongadas quando posicionado na horizontal. A tendência já foi adotada por Samsung e Apple. Reconhecimento facial Outra novidade dos aparelhos é a capacidade de reconhecerem faces. Com isso, os rostos dos donos dos celulares passam a ser usados como senha de desbloqueio, no lugar dos códigos alfanuméricos ou dos desenhos feitos no teclado. Os sensores posicionados ao lado da câmera de selfie dos aparelhos rastreiam mais de cem pontos no rosto em busca de similaridades com a face cadastrada. Parece um trabalho árduo, mas toda essa varredura não chega a meio segundo. Essa é outra tendência que ganhou força em celulares de outras marcas, notadamente o iPhone X, da Apple. A companhia até criou os Animojis, emojis que se animam com as expressões faciais captadas pelo mesmo sensor do celular que faz o desbloqueio. Só que a edição comemorativa dos 10 anos de iPhone não caiu nas graças do público. Só que, enquanto a Apple reservou essa tecnologia apenas para seu smartphone mais caro e não a incluiu no iPhone 8, a Alcatel levou a ferramenta até para os modelos mais acessíveis da Serie 1. Sensor de impressões digitais inteligente O leitor de digitais é outra nova característica na linha da Alcatel. Posicionados na traseira dos celulares e usados também para dar acesso à área de trabalho dos aparelhos, eles reproduzem muito do que a indústria já vem adotando para esse sensor. Isso se não fosse por um detalhe. Cada dedo cadastrado pode ser associado a um recurso do smartphone e destravar uma aplicação específica. Assim, o indicador pode ser um atalho para que o celular abra o Facebook, o dedo médio para abrir o Instagram e assim por diante. Leitor de digitais é outra nova característica na linha da Alcatel Helton Simões/G1 Com essas funções, os sensores de digitais tendem a ganhar uma sobrevida em matéria de utilidade, já que o destravamento do celulares também passará a ser feito por reconhecimento facial. O Moto G5, da Motorola, também possui uma camada de inteligência em seus sensores de digital (deslizar o dedo sobre ele abre do menu inicial ao multitarefas). Só que ele faz cada dedo virar um atalho. Alcatel Serie 5 Dimensões: 15,2 cm x 7,1 cm x 0,8 cm Tela: 5,7 polegadas HD (18:9) Câmera: Principal (12 MP); Frontal (13 MP + 5 MP) Bateria: 3000 mAh Memória: 32 GB ROM + 3 GB RAM / 16 GB ROM + 2 GB RAM Processador: MT6750 Octa-core 1.5 GHz Serviços: leitor de digitais, reconhecimento facial Alcatel Serie 3 (3, 3v e 3x) Dimensões: 3 (14,7 cm x 6,8 cm x 0,8 cm), 3v (16,2 cm x 7,6 cm x 0,8 cm), 3x (15,3 cm x 7,1 cm x 0,8 cm) Tela: 3 (5,5 polegadas HD+), 3v (6 polegadas 2K), 3x (5,7 polegadas) Câmera: 3 (Principal, de 13 MP; Frontal, de 5MP); 3v (Principal, de 12 MP + 2 MP; Frontal, de 5 MP), 3x (Principal, de 13 MP + 5 MP; Frontal, de 5 MP) Bateria: 3000 mAh Memória: 3 (16 GB ROM + 2 GB RAM); 3v e 3x (32 GB ROM + 2 GB RAM / 16 GB ROM + 2 GB RAM) Processador: 3 e 3x (MT6739 Quad-Core 1.28 GHz), 3v (MT8735A Quad-core 1.45 GHz) Serviços: leitor de digitais, reconhecimento facial Alcatel 1X Dimensões: 14,7 cm x 7 cm x 0,9 cm Tela: 5,3 polegadas FWVGA Câmera: Principal, de 8 MP; Frontal, de 5MP Bateria: 2460 mAh Memória: 16 GB ROM + 1 GB RAM ou 16 GB ROM + 2 GB RAM Processador: 1x (MT6739 Quad-Core 1.28 GHz Serviços: leitor de digitais, reconhecimento facial Alcatel 1X, que roda Android Go Helton Simões/G1
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24/02 - Resgate a criança que existe em você e pense fora da caixa
Diante de um dia turbulento, cheio de preocupações e afazeres em casa e no trabalho, é possível que você não tome suas decisões da melhor forma. O acúmulo de estresse leva ao esgotamento mental e você fica limitado na hora de agir. Nessas horas, chegar em casa ao fim do expediente e encontrar seus filhos brincando com empolgação em alguma atividade que envolve imaginação, pode te levar a sentir uma certa nostalgia: "Como era bom quando a vida era simples assim, só ter preocupação em brincar".    Temos o hábito de simbolizar a imaginação infantil apenas como um ponto focal lúdico, um viés de inocência que temos nos primeiros anos de vida e que depois, naturalmente, deixamos de lado para dar espaço ao amadurecimento. Não percebemos, mas a vida adulta cobra um preço alto por subestimarmos o poder da imaginação e deixá-la "guardada" no baú da infância. Ficamos com uma falsa impressão de que a força da imaginação das crianças só tem utilidade para criar histórias mirabolantes entre brinquedos e amiguinhos de escola. E com esse pensamento limitado, os adultos deixam de usar a imaginação de um modo mais eficiente no dia a dia profissional, pessoal e na vida financeira.    Como pontua David Brooks em seu livro "O Animal Social", a imaginação é uma habilidade árdua e que depende de prática. Exercitar o nosso lado imaginativo nos dá mais margem para pensar em nossas decisões de um modo mais dinâmico. Assim como as crianças são capazes de criar histórias fantásticas para um boneco ou um amigo imaginário, nós também temos a capacidade de pensar nas nossas decisões de um modo mais expansivo. Podemos nos colocar do outro lado de uma situação delicada, de uma negociação difícil, tentando imaginar como outra pessoa tomaria decisões. Temos capacidade para isso, mas a usamos de um modo muito limitado, raso, ou seja, naturalmente vamos criando receios em relação aos nossos potenciais imaginativos. Ao pensar no processo de tomada de decisão em um contexto que não é o seu próprio, você tende a pensar na situação sem muito aprofundamento – como aconteceria com uma criança criando histórias.    Essa visão limitada nos impede de “ver” com mais profundidade de que modo o outro pode estar pensando, ou mesmo para nos imaginar tomando uma decisão de um modo completamente diferente do que pensamos da primeira vez.    Dar mais ênfase ao nosso lado imaginativo é o principal recurso para nos blindar de decisões ruins que muitas vezes podem surgir de modo automático. Conforme o mesmo autor ressalta, nossa visão de mundo e nossos comportamentos são definidos com base nos padrões neurais que vamos acumulando ao longo da vida. Sendo assim, muitos de nossos processos cotidianos básicos tendem a acontecer automaticamente, com base em mera repetição e prática. Por exemplo, você consegue falar o alfabeto de A a Z com facilidade e rapidez, mas teria dificuldade em fazer de Z a A, tendo em vista que não se habituou a isso.    Conforme amadurecemos, tendemos a carregar mais bagagem automática nas nossas vivências e repetições e, por consequência, acabamos diminuindo um espaço precioso de criação e imaginação. Uma imaginação fértil pode te dar asas para ideias revolucionárias como empreendedor, como negociante, como gestor de recursos. Despertar a criança que vive em nós não significa ter um viés infantil diante da vida. Os pequenos não sabem, mas têm tudo para nos ensinar a ter uma visão de mundo mais abrangente e cheia de sucesso.
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24/02 - Número de pessoas à procura de trabalho deve crescer em 2018 e segurar queda do desemprego, dizem especialistas
Cerca de 4,3 milhões de pessoas não trabalhavam nem buscavam ocupação no fim de 2017, segundo o IBGE; grupo não faz parte do contingente de desempregados, que reúne profissionais que procuram vagas. Cerca de 4,3 milhões de brasileiros estavam desocupados e não procuraram emprego no quarto trimestre do ano passado, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). Com a recuperação da economia, parte desse contingente deve voltar a tentar vagas ao longo do ano e esse movimento vai "segurar" a queda do desemprego no país, de acordo com economistas ouvidos pelo G1. Para Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), uma pessoa que esteja sem trabalho e tenha deixado de procurar entra no chamado grupo do “desalento”. É considerado um desalentado o trabalhador que não tenha procurado emprego nos últimos 30 dias. Desalento: brasileiros sem emprego desistem de procurar trabalho Falta trabalho para 26,4 milhões de brasileiros, aponta IBGE Pessoas desistem de procurar trabalho e 'minimizam' desemprego No último trimestre do ano passado, o número de pessoas nessas condições foi o maior já registrado desde o início da série histórica, em 2012. Já a média anual foi de 4,17 milhões (veja gráfico abaixo). No entanto, a aposta de analistas ouvidos pelo G1 é que esse cenário se inverta em 2018, em meio à volta do crescimento da economia. E esse movimento deve segurar a queda do desemprego no Brasil este ano. Isso porque, se as pessoas que haviam desistido de procurar trabalho voltarem a tentar uma vaga, elas deixam de constar na lista do desalento passam a contar como desempregadas. Logo, quanto mais gente volta a procurar, mais devagar é a queda da taxa de desemprego. O que os economistas comentam é que a redução do desalento – e esse seu efeito de "segurar" a queda da taxa de desemprego – é um fenômeno comum em economias em recuperação e, por isso, essa é uma tendência esperada para o Brasil em 2018. “Em todas as recuperações econômicas a gente sofre esse efeito, e não acho que o Brasil vai ser exceção”, aponta Everton Carneiro, analista econômico da RC Consultores. “Quando a economia começa a melhorar, as pessoas que tinham desistido voltam a procurar emprego porque acham que podem encontrar. Então, a fila de desempregados vai ficando maior. Portanto, a taxa de desemprego sobe”, explica o economista. Foi o que fez Everton Costa Santos, que havia desistido de procurar emprego nos últimos meses de 2017, mas agora voltou a buscar trabalho. Aos 27 anos, ele está sem emprego desde julho do ano passado, quando perdeu o posto de copeiro em uma churrascaria, em São Paulo. Logo depois, até tentou fazer alguns bicos, mas nem isso conseguiu. Por isso, desistiu de procurar. Após perder o emprego como copeiro, Everton Costa Santos chegou a desistir de buscar trabalho, mas em 2018 quer mudar sua situação. Fábio Tito/G1 Com um filho de 1 ano e meio, Santos foi fazendo malabarismos com o dinheiro do seguro-desemprego que estava recebendo. A família contou ainda com o salário da esposa de Santos, que trabalha como gerente comercial de uma escola com carteira assinada. Neste ano, ele voltou a procurar recolocação. Na quinta-feira (22), Santos foi até o Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT), posto intermediador de mão de obra da prefeitura de São Paulo, cadastrar seu currículo. “A coisa está feia”, resumiu ele. Ao comentar as expectativas para a economia brasileira em 2018, economistas já haviam indicado ao G1 que a expectativa era de redução do desalento e, por consequência, queda mais lenta do desemprego. “Por mais que o país gere vagas, está entrando um contingente que é difícil de absorver”, analisou Alessandra Ribeiro, economista chefe da Tendências Consultoria, referindo-se às pessoas que voltam a procurar recolocação no mercado de trabalho. “A oferta de trabalho não cresce no mesmo ritmo, enquanto o número de pessoas que procuram emprego é maior”, complementou Eduardo Velho, economista-chefe e diretor do Banco Banestes.
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24/02 - Trabalho intermitente tem baixa adesão e comércio como maior empregador 
Entre novembro e dezembro, foram criadas 5.641 vagas por um total de menos de 500 empresas. Modalidade nova enfrenta receios de empresários e desconfiança de trabalhadores. Exemplos de vagas de trabalho intermitente oferecidas em sites de emprego Montagem G1 Passados 3 meses da entrada em vigor da nova lei trabalhista, a oferta de vagas de trabalho intermitente ou esporádico – modalidade em que se ganha por hora trabalhada e não há garantia de jornada ou remuneração mínima por mês – ainda é pequena e teve adesão de poucas empresas, a maioria delas do setor de comércio. A contratação com carteira assinada de trabalhadores nessa categoria foi permitida com a aprovação da reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro do ano passado. O G1 conversou com empresas de recrutamento e varejistas e verificou que ainda são poucos os empregadores que estão contratando nesta modalidade e que também tem sido mais difícil preencher esse tipo de vaga. Os empresários ainda se mostram cautelosos e com dúvidas sobre a aplicação das novas regras, e falam também em insegurança jurídica, uma vez que ainda não se sabe qual será, de fato, a interpretação de juízes e procuradores do Trabalho deste novo tipo de vínculo empregatício. O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. A previsão do governo é que essa modalidade de trabalho gere 2 milhões de empregos em 3 anos. Entenda como funciona o trabalho intermitente. Segundo os dados oficiais, ainda são poucas as empresas contratando intermitentes para os seus quadros. Em novembro, 778 estabelecimentos, pertencentes a 87 empresas, abriram vagas deste tipo no país, segundo o Ministério do Trabalho. Em dezembro, foram 933 estabelecimentos, envolvendo um total de 382 empresas. Questionado pelo G1, o ministério não informou o número total de empresas que já contrataram na modalidade, descontando os empregadores que eventualmente tenham aberto vagas intermitentes nos dois meses. "A Dataprev ainda não disponibilizou funcionalidade para realizar essa tabulação", afirmou. No país existem atualmente cerca de 4 milhões de empresas com empregados registrados. O trabalhador intermitente é basicamente jovem, sem curso superior e ocupante de vagas que exigem pouca qualificação. Veja abaixo o perfil das vagas criadas até o momento: TRabalho intermitente no Brasil Infografia: Alexandre Mauro/G1 De acordo com os números do Ministério do Trabalho, nos primeiros 50 dias da nova legislação trabalhista, foram criadas 5.641 vagas de trabalho intermitente. O número é a diferença entre 5.971 contratações e 330 demissões ocorridas entre 11 de novembro e 31 de dezembro. Como dois ou mais vínculos podem estar relacionados a um mesmo trabalhador, não é possível dizer que houve a criação de 5.641 empregos por contrato intermitente. Por conta disso, o registro desses vínculos pode inflar as estatísticas de emprego no país. Do total de postos criados nesta modalidade, 4.175 ou 74% foram no comércio, e 1.561 (28%) no estado de São Paulo. Comércio sai na frente Entre os pioneiros na contratação de intermitentes está o Magazine Luiza. A rede oferece na internet a posição de assistente de loja, oferecendo "salário e benefícios por hora trabalhada". A oferta não especifica, entretanto, o valor da hora trabalhada. Procurada pelo G1, a varejista informou ter usado 4 mil trabalhadores intermitentes para atuar na megaliquidação anual realizada pela rede em janeiro. O grupo não atendeu aos pedidos de entrevista da reportagem. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Magazine Luiza informou já contar com mais de 5 mil contratados nesta modalidade e que pretende reunir um banco de dados com mais de 7 mil nomes para serem chamados para reforçar o time de 23 mil funcionários "apenas em grandes eventos ou situações pontuais, ganhando pelas horas que trabalham". Apesar do setor varejista ter sido um dos entusiastas da reforma trabalhista e das novas modalidades de trabalho, as empresas evitam comentar publicamente o assunto e muitas ainda se mostram reticentes (leia mais abaixo). "As empresas ainda estão esperando a coisa engrenar e tomar um formato maior para ver se realmente vale a pena", afirma Elisangela Mardegan, assessora jurídica do Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo (Sindilojas). "Ainda há um pouco de insegurança jurídica porque se sabe que muitos juízes não concordam com a aplicação da atual legislação". Tradicional liquidação anual da Magazine Luiza, realizada no dia 5 de janeiro, teve o reforço de trabalhadores intermitentes contratados pela varejista Divulgação A Preçolândia, varejista com 31 lojas no estado de São Paulo, afirma estar avaliando aderir à nova modalidade a partir dos próximos meses. "Acreditamos que vale a pena. Mas primeiro temos que fazer as contas e ver como isso vai ficar, porque aqui no Brasil as leis não são tão claras, aparecem brechas, e o empresariado fica com receio de entrar de cabeça numa coisa nova e, de repente, descobrir que não é tão fácil quanto parece” - Michel Zakka, diretor comercial da Preçolândia Segundo ele, a ideia é reunir um quadro de até 10% de mão de obra extra na modalidade intermitente, para atuar nas grandes datas do comércio e nos fins de semana. "Vamos dizer que você tem 10 vendedores numa loja. Para colocar 12 no fim de semana e ter que ficar com eles a semana inteira, você acaba não contratando porque a conta não fecha. Com o intermitente, podemos manter os mesmos 10 e colocar mais 4 no sábado e domingo", explica. O setor de bares e restaurantes é outro que tem testado a novidade como forma de suprir a necessidade maior de mão de obra de garçons e ajudantes em fins de semana e feriado. Um dos argumentos dos empresários é que a modalidade permite o registro em carteira daqueles que já trabalhavam de uma a três vezes por semana, por exemplo, e que até então estava na informalidade. "Estou gostando muito e para eles [funcionários] também é bom, porque podemos fazer o que antigamente se chamava bico, mas agora com carteira assinada e todos os direitos garantidos", afirmou ao G1 a dona de um restaurante no centro de São Paulo, que contava com 3 intermitentes na véspera do carnaval. Passada a folia, entretanto, a empresária disse ter decidido fazer a rescisão dos contratos após ter tido problemas com os empregados e pediu para não ter a identidade divulgada. “É a velocidade das coisas... não deu certo. Achei uma mudança boa, quero fazer [contrato intermitente], mas depois que pisaram na bola comigo, vou pensar.” Poucos anúncios Nos grandes sites de emprego, ainda são raras as ofertas de vagas de trabalho intermitente e, quando são lançadas, muitas vezes elas não atraem interessados. Empresas como Vagas.com, Luandre e Elos informaram que ainda não tiveram clientes contratando nesta modalidade. Já a Catho e o Sine ainda não possuem um campo exclusivo para o "tipo de contratação" em seus formulários de vagas, o que impossibilita a busca ou mapeamento de anúncios nesta modalidade. As consultorias e empresas de recrutamento afirmam que a demanda ainda é muito pequena e que os clientes têm preferido neste momento trabalhar com os contratos das modalidades tradicionais ou então com temporários. Na Page Interim, menos de 20 clientes solicitaram até o momento recrutamento na modalidade intermitente. "Como é uma modalidade nova, ainda existe o desafio de como contabilizar isso em folha e há uma limitação até de ferramentas de como fazer a gestão", afirma Ricardo Haag, diretor da empresa. Pelas regras do trabalho intermitente, o empregador precisa fazer a convocação e informar a jornada a ser cumprida, com pelo menos três dias corridos de antecedência, e o trabalhador tem 1 dia para dizer se aceita. Ou seja, a empresa também não tem garantia que terá a mão de obra extra no período desejado. Michel Zakka, diretor da Preçolândia, que pretende começar a contratar intermitentes a partir de março Divulgação Baixa remuneração Segundo Haag, está cada vez mais difícil preencher ocupações de trabalho temporário, independentemente da forma de contratação. "O trabalhador está interessado em vagas mais perenes", resume o executivo. Além da jornada mais curta e da falta de garantia de remuneração mínima mensal, o valor pago pela hora trabalhada no emprego intermitente tem se mostrado pouco atraente. Nos anúncios que circulam nos sites de emprego, o valor da hora de trabalho varia de R$ 5 a R$ 10. "Se a jornada for de 5 horas por semana, como já vimos em anúncio, isso dá menos de R$ 100 por mês. Se for descontar a Previdência, sobra cerca de R$ 20 por mês. É um absurdo. Isso é análogo à escravidão", afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e UGT (União Geral dos Trabalhadores). Ele lembra que nos meses em que o trabalhador não receber um salário mínimo, terá que pagar 8% sobre a diferença a título de contribuição previdenciária. “Sempre fomos contra a aprovação do intermitente dessa forma. No mínimo, tinha que ser estabelecido um mínimo de horas por mês", opina. Segundo os recrutadores, o que dificulta o preenchimento destas vagas é a pouca previsibilidade sobre a remuneração mensal e a baixo valor pago por hora. Para Michelle Karine, presidente da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), que representa as agências de contratação de mão de obra temporária, é preciso buscar uma maior razoabilidade para o valor oferecido pela hora trabalhada. "A lei diz que o salário não pode ser inferior ao proporcional do permanente da empresa. Se colocarmos isso na ponta do lápis, para o trabalhador não vale a pena sair de casa, e teremos dificuldade de encontrar mão de obra interessada nessa ocupação” Anúncio de vaga de trabalho intermitente do Magazine Luiza Reprodução Tendência é ter mais ofertas Empresários ouvidos pelo G1 avaliam que a adesão de mais empresas e maior número de ofertas, a modalidade tende a encontrar maior receptividade. "É questão de oferta e procura, o mercado é que vai ditar. E quem quiser determinadas qualificações, vai ter que pagar mais”, afirma Zakka. Em meio as dificuldades operacionais para implementação da nova modalidade, as agências de emprego temporário enxergam um novo filão e já começam a se estruturar para passar atuar como intermediárias na contratação de intermitentes, uma vez que já reúnem um banco de dados com candidatos mais predispostos, em tese, a este tipo de vaga. "A dificuldade operacional é grande, porque tem a convocação, tem que aguardar as 24 horas para o aceite ou não. E as agências também podem ajudar o empregador a fazer uma razoabilidade em termos de salário, porque uma coisa é o que diz a legislação, outra o que se aplica na prática e é possível executar", diz Karine. O que dizem as grandes varejistas A Riachuelo, cujo presidente Flavio Rocha defendeu a legalização do trabalho intermitente durante a tramitação da reforma, informou que ainda está em processo de avaliação de outros formatos de contratação "que façam sentido para o negócio da companhia". O Grupo Pão de Açúcar disse apenas que suas unidades de negócio, incluindo a Via Varejo, dona das Casas Bahia e do Ponto Frio, não estão contratando na modalidade intermitente. A Ricardo Eletro informou que ainda não realizou contratações nessa nova modalidade, mas que está "atenta as movimentações do mercado". O Carrefour afirmou que, a partir de março, prevê testar em algumas lojas novos modelos de contratação e jornadas de trabalho. A Centauro informou que optou por um projeto embrionário de contratação na modalidade de trabalho parcial (até 30 horas semanais), e que ainda são "pouquíssimas" as colocações. "O regime foi escolhido pois a empresa trabalha com os colaboradores de acordo com as sazonalidades em dias da semana", destacou. Já a Lojas Americanas não quis comentar o assunto.
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24/02 - 'Guarda-móveis' viram estoque para pequenas e grandes empresas
Espaços de self storage não prestam serviço como os guarda-móveis, são um negócio imobiliário; empresas aproveitam boa localização de unidades para apoio logístico. Sebastian Richers, diretor-geral da multinacional Geberit, que tem seu único estoque no Brasil em uma unidade de "guarda-móveis" Marcelo Brandt/G1 Quem mora nas grandes cidades do Brasil já deve ter percebido que os "guarda-móveis" se multiplicaram nos últimos anos. Essas empresas oferecem boxes para alugar em lugares centrais e funcionam como um depósito de objetos diversos. Mas, afinal, o que é guardado nesses espaços? O G1 conferiu e viu que eles abrigam, além de móveis, barcos, equipamentos de mergulho e produtos de todos os tipos, que fazem parte do estoque de pequenas e grandes empresas. Vídeo: 'Guarda-móveis' viram centro de distribuição de empresas Apesar de o negócio ainda ser conhecido como "guarda-móvel" no Brasil, internacionalmente ele é chamado de self storage (autoarmazenamento, em inglês). No país, o segmento começou a crescer nos últimos anos, impulsionado pela entrada de investidores de peso, como o americano Sam Zell, considerado um "guru" do setor imobiliário, e fundos de grandes bancos estrangeiros como Goldman Sachs e Morgan Stanley. A atividade consiste basicamente no aluguel de espaços para pessoas e empresas que não têm onde guardar seus pertences. Segundo os donos de armazéns ouvidos pelo G1, hoje, de 40% a 50% dos clientes do negócio são corporativos. Muitas empresas preferem colocar parte ou todo seu estoque dentro desses compartimentos alugados para agilizar entregas ou abastecer lojas, já que os grandes galpões geralmente ficam afastados dos centros urbanos. No GuardeAqui, metade dos clientes são empresas. A companhia é líder de mercado no Brasil e tem 16 unidades e 120 mil m² de boxes em operação em nove cidades. Boxes de armazenamento do GuardeAqui, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Apoio logístico A TudoBônus é uma das pequenas empresas que alugam boxes para guardar seu estoque. A companhia vende geladeiras pela internet, e por meio de parcerias firmadas com concessionárias de energia, dá descontos para os clientes que se desfazem de modelos antigos do eletrodoméstico. A loja tem um armazém próprio de 42 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo, onde fica sua sede, e divide com outra empresa o aluguel de um espaço de 30 m² em uma unidade do GuardeAqui, na região Sul de São Paulo, desde novembro do ano passado. “É um ponto de apoio mais próximo da nossa área de atuação (a região de Guarulhos, Vale do Paraíba e Alto Tietê). Fazemos um planejamento semanal de acordo com os pedidos e vamos abastecendo o box”, diz Leonardo Kröger, diretor-geral da TudoBônus. Estoque da Geberit em unidade do GuardeAqui, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Há nove anos, a multinacional suíça Geberit aluga um box de 96 m², em uma de suas unidades em São Paulo. É o único estoque da companhia no Brasil, onde ficam armazenados todos os produtos sanitários que ela importa da sua sede e vende por aqui. “Temos R$ 1,5 milhão em mercadorias guardados. Já tivemos um depósito próprio em Curitiba, que é mais barato, mas vimos que é muito longe, não compensava. O frete estragava o preço do produto. Aqui estamos bem localizados, temos saída para diversas rodovias”, diz Sebastian Richers, diretor-geral da empresa no país. Elasticidade para 'alta temporada' O aluguel de um box para estocar produtos é uma solução muito comum durante os períodos de "alta temporada" no varejo, quando as vendas ficam acima da média, como o Natal. Há também demanda para guardar produtos de uso pontual, como materiais de uma campanha publicitária. “A L’Oréal é cliente nossa em todas as unidades. Eles têm um galpão onde fazem a logística pesada em Jundiaí e descarregam pequenas quantidades nas nossas unidades, onde a equipe de propagandistas se serve”, exemplifica Allan Paiotti, presidente do GuardeAqui. No GoodStorage, a segunda maior empresa do ramo no país, uma grande fabricante de bebidas guarda material de ponto de venda, segundo o presidente da companhia, Thiago Cordeiro. “Um aplicativo de entrega também tem boxes em várias das nossas unidades. Tudo que eles não conseguem entregar no dia, deixam lá para distribuir no dia seguinte. Antes essas mercadorias tinham que ir para Barueri. A empresa diz que o custo baixou 40%”, conta Cordeiro. No total, GoodStorage tem 10 unidades, todas na Grande São Paulo, e 5,5 mil boxes, que somam uma área operacional de 40 mil m². Lá, 40% dos clientes são pessoas jurídicas. A empresa, inclusive, tem em todas as suas lojas um escritório compartilhado, com internet disponível, que pode ser usado pelos clientes corporativos como um centro operacional, sem custo. “Além da localização, existe a vantagem de que ali tem um monte de serviços associados. Tem segurança, tem limpeza, você não precisa ter um funcionário seu olhando”, resume Laban, do Insper. Móveis, sim, mas barco também Para as pessoas físicas, os armazéns geralmente são usados como depósito para pertences que ocupam espaço e não tem uso diário. "Com os apartamentos cada vez menores, (o self storage) acaba sendo uma extensão da casa, da vida pessoal", explica Silvio Laban, professor do Insper. Nos boxes do GuardeAqui, por exemplo, há de tudo. Móveis, é claro, mas também equipamentos de mergulho e de ski, motos aquáticas e até barcos já ficaram nas dependências da empresa, segundo presidente da companhia, Allan Paiotti. Investidores de peso Allan Paiotti, presidente do GuardeAqui Marcelo Brandt/G1 A atividade de self storage foi regulamentada no estado de São Paulo em 1999, mas começou a crescer a partir de 2013. Por aqui, o negócio foi impulsionado justamente quando os investidores profissionais, entre eles estrangeiros, começaram a investir no segmento. O GuardeAqui, por exemplo, foi comprado em 2011 pelo fundo americano Equity International, do megainvestidor no mercado imobiliário Sam Zell. A mesma empresa também recebeu investimentos de um fundo do banco americano Morgan Stanley, do fundo La Salle (um dos maiores fundos que compram participação em empresas do mundo) e da gestora brasileira Pátria Investimentos. Já o GoodStorage tem como sócios a gestora de recursos Hemisfério Sul Investimentos e o fundo de investimento imobiliário Evergreen, enquanto a MetroFit, outra empresa do setor, recebeu investimentos de R$ 600 milhões do Goldman Sachs em 2016. “Ter o investimento de fundos sérios, que não caem de paraquedas em um negócio, é um indicador de que o mercado deve ter potencial para dar dinheiro”, analisa o professor Silvio Laban, do Insper. Thiago Cordeiro, presidente do GoodStorage Divulgação O GoodStorage diz que espera que sua receita cresça 35% neste ano frente a 2017 e quer abrir mais 10 unidades até o fim do ano, totalizando 20 lojas. A empresa recebeu um aporte de US$ 150 milhões em dezembro de 2013 e diz que “ainda tem dinheiro em caixa” para se expandir, até por meio de aquisições. Já o GuardeAqui já tem 5 unidades prestes a inaugurar e quer terminar o ano com mais seis ou oito, somando 27 ou 29 lojas. A meta é chegar a algo entre 45 e 50 até o início de 2020, um plano de investimento de cerca de R$ 1 bilhão, já que cada unidade, entre aquisição e reforma, custa de R$ 20 milhões a R$ 25 milhões. Segundo Paiotti, o objetivo é chegar a um “tamanho de empresa” que permita a abertura de capital ou atraia outro investidor. O espaço para crescer no país é grande. Nos Estados Unidos, onde o setor é maduro, há 48,5 mil unidades de auto armazenamento, de acordo com dados da Self Storage Association de março de 2017. É uma indústria que movimenta US$ 24 bilhões em receitas. “Trazendo isso para a realidade do Brasil, evidentemente não vamos ter 40 mil unidades, mas podemos chegar a 2 mil, 4 mil, o que torna o negócio atraente”, avalia Laban. No Brasil, existem entre 200 e 300 unidades, segundo empresários do setor consultados pela reportagem. As empresas não divulgam seu faturamento e não há estimativas do setor. Como funciona o aluguel Cada galpão de self storage é uma espécie de condomínio, com espaços para alugar onde o cliente pode armazenar qualquer coisa, desde que esteja dentro da lei e não seja perecível. Os cômodos (ou boxes) tem tamanhos variados – de 1m² até 300m². Eles podem guardar de malas de viagem a milhares de mercadorias e o custo é variável. O valor cobrado por m² alugado diminui conforme espaço aumenta. Para São Paulo, o preço varia entre R$ 65 e R$ 70 por m² no GuardeAqui e no GoodStorage, as duas maiores empresas do setor. Box alugado pela Geberit em unidade do Guarde Aqui, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 O sistema funciona assim: depois de cadastrado e com a chave na mão, o cliente tem a posse do local enquanto seu contrato for válido, como no aluguel de um apartamento. As empresas donas do espaço não têm acesso aos pertences, só com autorização judicial. O usuário pode usar seu box quantas vezes quiser durante o horário de funcionamento e o acesso às dependências do "condomínio" é liberado por uma senha individual. Os contratos são mensais, renovados automaticamente, e podem ser cancelados a qualquer momento, sem multa e sem necessidade de fiador.
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23/02 - Empresas americanas anunciam corte de relações com lobby de armas
Temendo que repercussão de massacre na Flórida respingue nelas, companhias que ofereciam benefícios aos membros da NRA estão anunciando fim de vínculo. Manifestante segura cartaz contra a NRA em Parkland, na Flórida AP/Brynn Anderson Diferentes empresas com vínculos com a National Rifle Association (NRA), a associação do lobby de armas nos EUA, estão anunciando o fim de seus laços com a entidade por causa da repercussão do massacre na escola de Parkland, na Flórida, que incendiou o debate sobre o acesso a armamentos no país. Como informa reportagem do jornal "USA Today", a seguradora MetLife, por exemplo, disse que deixaria de oferecer descontos aos membros da NRA para seguros de carro e residencial. O banco First National Bank de Omaha, em Nebraska, anunciou que acabaria com um cartão de crédito "Visa NRA", justificando que recebeu muitas queixas dos clientes. Banco de Nebraska que resolveu acabar com seu cartão de crédito da NRA AP Photo/Nati Harnik A Symantec, empresa de segurança de computadores, que dava desconto a membros da NRA para o serviço de proteção contra roubos de identidade LifeLock e o software anti-vírus Norton, disse que encerrou esse benefício. A SimpliSafe, uma empresa de serviços de segurança doméstica, também encerrou suas promoções voltadas para a NRA. "Descontinuamos nosso relacionamento com a NRA", declarou o CEO Chad Laurans em comunicado. A empresa que controla as marcas de locadoras de automóveis Enterprise, Alamo e National, Enterprise Holdings, também disse no Twitter que está encerrando acordos de desconto com a NRA. "Os bancos e outras empresas são sensíveis a estarem no lado errado de uma campanha de mídia social que pode se propagar muito rapidamente nos dias de hoje", disse Erik Gordon, professor de negócios da Universidade do Michigan ao "USA Today". "Eles não querem arriscar ter pessoas protestando ou boicotando". Mas Gordon disse que um movimento generalizado contra empresas afiliadas à NRA é "improvável" porque a maioria dos consumidores não altera seu comportamento com base em questões políticas. O CEO da NRA, Wayne LaPierre disse na Conferência de Ação Política Conservadora, na quinta-feira (23) que "como de costume, os oportunistas não desperdiçaram um segundo para explorar a tragédia para ganhar", acrescentando que os defensores do controle de armas e os meios de comunicação "odeiam a NRA, odiam a Segunda Emenda, odeiam as liberdades indivíduais."
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