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01/12 - Agrishow altera data da edição 2021 e remarca feira para junho em Ribeirão Preto, SP
Maior feira de tecnologia do agronegócio do Brasil não ocorreu em 2020 por conta da Covid-19. Realização estava prevista para fim de abril, mas ficou entre os dias 21 e 25 de junho. Agrishow 2019 recebeu 159 mil visitantes em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/G1 A organização da Agrishow, maior feira de tecnologia para o agronegócio do país, anunciou nesta terça-feira (1º) alteração na data da edição 2021, a 27ª da história. O evento, que foi cancelado em 2020 por conta da pandemia de Covid-19, estava marcado para o fim de abril, mas agora vai ser realizado de 21 a 25 de junho, em Ribeirão Preto (SP). Além do novo coronavírus, a organização anunciou que a mudança de abril para junho ocorre por conta do anúncio do Plano Safra 2021/2022, que já vai ter acontecido e pode facilitar a tomada de decisões e planejamento dos produtores rurais. Em 2019, data da última edição, a Agrishow movimentou R$ 2,9 bilhões em negócios e superou em 6,4% o volume registrado em 2018. O setor de irrigação foi o que apresentou maior crescimento nas vendas, com uma alta de 35%. Máquinas para grãos tiveram elevação em 5% e agropecuária, 4%. O segmento de armazenagem, por sua vez, teve baixa de 13%. Mais de 159 mil visitantes brasileiros e estrangeiros passaram pela feira. O evento reuniu cerca de 800 marcas em uma área equivalente a 52 campos de futebol. Público visita estandes na Agrishow 2019, em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/G1 Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
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01/12 - Endividamento das famílias tem 3ª queda seguida e retorna ao nível pré-pandemia, aponta CNC
Em novembro, 66% das famílias se declararam endividadas, contra 66,5% em outubro. O endividamento das famílias caiu em novembro, pelo terceiro mês seguido, e retornou ao nível pré-pandemia, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1) pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). No mês passado, 66% das famílias se declararam endividadas, contra 66,5% em outubro. Trata-se do menor percentual desde fevereiro (65,1%), antes das medidas de restrição para combater a pandemia do novo coronavírus. Em agosto, o indicador chegou ao nível recorde de 67,5%. No comparativo anual, contudo, o indicador registrou aumento de 0,9 ponto percentual. “Deve-se considerar, porém, que a proporção de consumidores endividados no país é elevada e grande parte do crédito dispensado durante a pandemia foi concedido com carência nos pagamentos”, alerta o presidente da CNC, José Roberto Tadros. Entre as famílias que recebem até 10 salários mínimos, o percentual de endividamento também caiu pela terceira vez seguida, chegando a 67,4% do total – após ter alcançado o recorde de 69,5%, em agosto. Já entre as famílias com renda acima de 10 salários, esta mesma proporção se manteve estável, em 59,3% em novembro. Vídeos: veja as últimas notícias de economia
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01/12 - Zona do euro: preços ao consumidor têm deflação de 0,3% em novembro
Para economista, cenário sugere que BCE poderá anunciar novos estímulos à economia na próxima semana. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro caiu 0,3% em novembro ante outubro, segundo dados preliminares do Eurostat, escritório de estatísticas da União Europeia. Na comparação anual, a inflação se manteve estável em -0,3% na região. O núcleo da inflação, que exclui os preços de energia, comida, bebidas alcoólicas e tabaco, também caiu 0,3% em novembro ante outubro, mas na comparação anual se manteve em +0,2%. “Os formuladores de política econômica esperavam que a maior parte da queda da inflação desde o verão europeu se devesse a fatores temporários, incluindo o corte do IVA na Alemanha e os períodos atípicos de vendas de roupas de verão. Mas a amplitude da queda da inflação, que afetou toda a zona do euro, e sua persistência sugerem que esses fatores temporários não são tudo”, escreveu em nota o economista-chefe da Capital Economics para Europa, a Andrew Kenningham. “Numa análise prospectiva, esperamos que a inflação global chegue acima de zero no início do próximo ano e suba para cerca de 1% no segundo trimestre, à medida que o arrasto da queda anterior nos preços do petróleo diminui. Também deve haver alguma pressão de alta sobre o núcleo da inflação à medida que o setor de hospitalidade voltar à vida”, acrescentou. “No entanto, com a inflação configurada para permanecer bem abaixo da meta de inflação de quase 2% do BCE por um longo tempo, o BCE parece certo de anunciar mais estímulos na próxima semana”, concluiu Kenningham. Assista as últimas notícias de economia
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01/12 - Grupo dono da Centauro conclui compra da Nike do Brasil
Pelo negócio de cerca de R$ 1 bilhão, que ainda será votado pelos acionistas, grupo terá exclusividade como distribuidor, operador da loja virtual e das lojas físicas da marca no país. Loja da Nike no shopping Conjunto Nacional, em Brasília Luiza Garonce/G1 O Grupo SBF, dono da Centauro, concluiu a compra da Nike do Brasil. A transação foi anunciada em fevereiro. Segundo a companhia, após o processo de negociação, as partes revisaram alguns termos e condições do contrato de forma a acordar determinados critérios que serviam de base de cálculo do preço de R$ 1 bilhão, líquido do saldo de caixa da Nike do Brasil, que foi desembolsado pela companhia. Pelos termos do acordo, o grupo será o distribuidor exclusivo de produtos Nike, incluindo roupas, calçados, acessórios e equipamentos no Brasil, e operador direto do site da loja virtual da marca até maio de 2030. O grupo também será o varejista exclusivo das lojas físicas Nike, sendo o responsável pela comercialização de produtos ao consumidor final nas lojas da marca e podendo abrir e operar lojas pelo período inicial de cinco anos. A operação ainda terá que ser votada pelos acionistas do SBF. A empresa divulgará posteriormente a data da assembleia geral extraordinária (AGE) e se os acionistas dissidentes terão direito de recesso. Após a conclusão da operação, o SBF deverá se dividir em três unidades de negócio: Centauro, Nike e a holding que administrará todas as suas plataformas. Elas serão separadas inclusive fisicamente, com sedes diferentes. Vídeos: veja últimas notícias de economia
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01/12 - Azul liderou alta entre ações do Ibovespa em novembro; veja as que mais subiram
Bovespa subiu 15,9% no mês passado, no melhor mês de novembro desde 1999. Dados são da Economatica. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, encerrou o mês passado com alta de 15,9% - a maior valorização para um mês de novembro desde 1999. Foi também o melhor mês da bolsa desde março de 2016, quanto subiu 16,97%. Os papéis da Azul lideraram as altas entre as ações que fazem parte do Ibovespa, subindo 68,60%. Em dólares, com alta de 25,5%, foi o segundo melhor novembro da história do Ibovespa, que foi criado em 1968: só ficou atrás do penúltimo mês de 1984, quando a bolsa teve alta em dólares de 36,6%, segundo dados da Economatica. Entre as ações que mais se beneficiaram da alta no mês passado estão as de empresas ligadas ao setor de turismo, petróleo e aviação, conforme a retomada das atividades e as notícias sobre vacinas contra o coronavírus ganharam força. Apesar do ganho no mês, a maior parte das ações ainda acumulam fortes perdas no ano. Embraer, por exemplo, que subiu 34,33% em novembro, recuou 58,95% no ano. Já as ações da Azul ainda acumulam perdas de 34,76%, mesmo após a alta de 68,60% no mês passado. Veja abaixo as maiores altas do Ibovespa em novembro Maiores altas do Ibovespa em novembro de 2020 Economia G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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01/12 - Bovespa volta a bater 110 mil pontos acompanhando otimismo internacional
Na segunda-feira, Ibovespa recuou 1,52%, a 108.893 pontos, mas acumulou alta de 15,9% em novembro, no resultado mensal desde março de 2016. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta terça-feira (30), voltando a superar o patamar de 110 mil pontos, acompanhando o maior otimismo nos mercados globais. Às 10h301, o Ibovespa subia 1,58%, a 110.610 pontos. Veja mais cotações. Já o dólar opera em queda, mas continua sendo negociado acima de R$ 5,30. Na segunda-feira, a Bolsa fechou em queda de 1,52%, a 108.893 pontos. No mês de novembro, no entanto, teve alta de 15,9% - no melhor novembro desde 1999, quando a valorização foi de 17,76%. Também foi o melhor resultado mensal desde março de 2016, quanto a bolsa subiu 16,97%. No ano, o Ibovespa ainda acumula queda, de 5,84%. Azul liderou alta entre ações do Ibovespa em novembro; veja as que mais subiram Brasil registra 13,8 milhões de desempregados durante a pandemia em outubro, diz IBGE Cenário global e local No exterior, os mercados reagiam positivamente a dados da indústria da China melhores que o esperado e esperanças de vacinas contra o coronavírus antes do fim do ano aumentavam apostas de rápida recuperação da crise de Covid-19. Nesta terça, as farmacêuticas Pfizer e Moderna pediram autorização para uso de suas vacinas na Europa. A atividade do setor industrial da China cresceu em seu ritmo mais rápido em uma década em novembro, mostrou nesta terça uma pesquisa empresarial. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) avaliou nesta terça-feira em relatório que as perspectivas para a economia global estão melhorando apesar de uma segunda onda de surto de coronavírus em muitos países, conforme surgem vacinas e uma recuperação liderada pela China se instala. De acordo com as novas projeções da entidade, a economia global deve encolher 4,2% este ano, crescer 4,2% no próximo ano e desacelerar a 3,7% em 2022. Por aqui, a Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas recuou em novembro pelo segundo mês seguido. Já o IBGE mostrou que o Brasil encerrou outubro com um contingente de 13,8 milhões de desempregados, cerca de 3,6 milhões a mais que o registrado em maio. Com isso, a taxa de desemprego atingiu nova máxima na pandemia, de 14,1%. Além das preocupações com o risco de uma segunda onda de contaminações no país e de desaceleração do ritmo de recuperação da economia, seguiu no radar dos investidores as discussões em torno do Orçamento de 2021 e nas medidas de ajuste fiscal para garantir a saúde das contas públicas. Na véspera, o Banco Central informou que a dívida pública subiu para o patamar de 90,7% do PIB em outubro. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Ibovespa 30.11.2020 Economia G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia f
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01/12 - Dólar abre o mês de dezembro em queda
Moeda norte-americana fechou a R$ 5,3466 na segunda-feira e acumulou queda de 6,82% em novembro. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar opera em queda nesta terça-feira (1), após registrar queda de quase 7% em novembro, acompanhando o exterior, com o sentimento internacional sendo sustentado por dados fortes da China e esperanças em torno de vacinas contra o coronavírus. Às 10h30, a moeda norte-americana caía 0,79%, cotada a R$ 5,3044. Veja mais cotações. Na segunda-feira, o dólar fechou em alta de 0,40%, a R$ 5,3466. Em novembro, porém, acumulou baixa de 6,82%, a maior baixa mensal desde outubro de 2018 (-7,79%). No ano, o avanço ainda é de 33,34%. O Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional para rolagem de até 16 mil contratos com vencimento em abril e agosto de 2021, destaca a Reuters. Contas do governo têm défict de R$ 3,56 bilhões em outubro Cenário local e externo No exterior, os mercados reagiam positivamente a novas notícias sobre avanços nas vacinas para imunizar o Covid-19. Nesta terça, as farmacêuticas Pfizer e Moderna pediram autorização para uso de suas vacinas na Europa. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) avaliou nesta terça-feira em relatório que as perspectivas para a economia global estão melhorando apesar de uma segunda onda de surto de coronavírus em muitos países, conforme surgem vacinas e uma recuperação liderada pela China se instala. De acordo com as novas projeções da entidade, a economia global deve encolher 4,2% este ano, crescer 4,2% no próximo ano e desacelerar a 3,7% em 2022. A atividade do setor industrial da China cresceu em seu ritmo mais rápido em uma década em novembro, mostrou nesta terça uma pesquisa empresarial. Por aqui, a Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas recuou em novembro pelo segundo mês seguido. Já o IBGE mostrou que o Brasil encerrou outubro com um contingente de 13,8 milhões de desempregados, cerca de 3,6 milhões a mais que o registrado em maio. Com isso, a taxa de desemprego atingiu nova máxima na pandemia, de 14,1%. Do lado mais estrutural, o foco dos mercados segue voltado para a sustentabilidade fiscal do Brasil e as incertezas sobre a aprovação de medidas de ajuste fiscal para garantir a saúde das contas públicas. Na véspera, o Banco Central informou que a dívida pública subiu para o patamar de 90,7% do PIB em outubro. "(Brasília) volta à ativa depois do segundo turno das eleições municipais ainda sem tração nas propostas que atacam as questões fiscais", escreveu a XP Investimentos em nota. O principal temor dos mercados, por ora, é de que o governo fure seu teto de gastos no ano que vem diante de um Orçamento apertado, medo que vem acompanhado de frustração com os atrasos na agenda de reformas estruturais, destaca a Reuters. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Assista às últimas notícias de economia A Variação do dólar em 2020 Economia G1
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01/12 - Desemprego diante da pandemia bate novo recorde em outubro, aponta IBGE
De maio a outubro, país viu o número de desempregados aumentar em cerca de 3,6 milhões, uma alta de 35,9% no período. Brasil registra 13,8 milhões de desempregados durante a pandemia em outubro, diz IBGE O desemprego diante da pandemia do coronavírus bateu novo recorde em outubro, apontam os dados divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, o Brasil encerrou o décimo mês do ano com um contingente de 13,8 milhões, cerca de 3,6 milhões a mais que o registrado em maio, o que corresponde a uma alta de 35,9% no período. Com isso, a taxa de desemprego ficou em 14,1%, a maior da série. Em seis meses de pandemia, número de desempregados no Brasil teve salto de 35,9%, segundo o IBGE. Economia/G1 O IBGE destacou que a taxa de desemprego em outubro cresceu, na comparação com maio, nas regiões Norte e Nordeste, manteve-se inalterada no Sudeste e Centro-Oeste, e caiu no Sul. A maior taxa em outubro foi registrada no Nordeste (17,3%), seguida por Norte (15,1%), Sudeste (14,2%). Somente Centro-Oeste (12,1%) e Sul (9,4%) registraram taxa inferior à média nacional. Mulheres, negros e jovens são os mais afetados O IBGE destacou, ainda, que a taxa de desocupação entre as mulheres foi de 17,1%, maior que a dos homens, de 11,7%. Na análise por cor ou raça, a taxa foi maior entre as pessoas de cor preta ou parda (16,2%) do que para brancos (11,5%) - foi o segundo mês seguido em que a taxa para brancos ficou inalterada, enquanto entre pretos e pardos registrou aumento de 0,1 ponto percentual na passagem de setembro para outubro. Já entre grupos de idade, os mais jovens apresentaram taxas de desocupação maiores (23,7% para aqueles de 14 a 29 anos de idade), enquanto por nível de escolaridade a menor taxa foi observada entre as pessoas com nível superior completo ou pós-graduação tiveram as menores taxas (6,8%). O levantamento foi feito por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas. Os dados da Pnad Contínua mais atuais são referentes ao trimestre terminado em setembro, quando o país atingiu taxa de desemprego recorde, de 14,6%, com cerca de 14,1 milhões de brasileiros em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. 13 estados têm taxa de desemprego superior à média nacional De acordo com o levantamento, das 27 Unidades da Federação, incluindo o Distrito Federal, 13 tiveram taxa de desemprego superior à média nacional. A maior taxa foi observada no Maranhão (19,9%), enquanto a menor em Santa Catarina (7,7%). Em outubro, 13 estados tiveram taxa de desemprego superior à média nacional. Economia/G1 Flexibilização do isolamento pressiona o mercado de trabalho De acordo com o IBGE, o aumento do desemprego diante da pandemia está diretamente relacionado à flexibilização das medidas de distanciamento social impostas para conter a disseminação do coronavírus. “Com o retorno das atividades ao redor do país, mais pessoas estão, mês a mês, pressionando o mercado de trabalho em busca de uma ocupação”, afirmou a coordenadora da pesquisa Maria Lúcia Vieira. Segundo a pesquisa, em outubro, 12,4% de toda a população do país se dizia rigorosamente isolada, em distanciamento social. Em julho, esse percentual era de 23,3%. Outro dado que indica a queda do distanciamento social é o percentual de trabalhadores ocupados que estavam afastados do local de trabalho. Em outubro, eles representavam 2,8%, enquanto em maio esse percentual era de 18,6%. Afastamentos do trabalho devido ao distanciamento social tiveram quedas mensalmente Economia/G1 Enquanto o número de desempregados aumentou em 35,9% na comparação com maio, o número de trabalhadores ocupados teve queda de 0,3% no mesmo período, o que corresponde a uma redução de 270 mil pessoas. Já na comparação com setembro, porém, a ocupação teve alta de 1,4%, o que equivale a cerca de 1,2 milhão de trabalhadores a mais que ingressaram no mercado de trabalho. "O nível da ocupação era de 49,7% em maio, passou para 48,6% em setembro e chegou em 49,3% em outubro, configurando uma trajetória em 'U', com seu valor mínimo em julho (47,9%)", destacou o IBGE. 900 mil trabalhadores ficaram sem remuneração O levantamento do IBGE mostrou, também, que cerca de 900 mil pessoas ficaram sem a remuneração do trabalho em outubro, o representava 19,2% do total de pessoas afastadas do trabalho. "Em setembro este percentual era de 19,8%, e vem caindo consistentemente ao longo da pandemia", enfatizou o órgão. A Região Sul teve o menor percentual, 16,3% e a Norte, o maior, 26,8%. Frente a setembro, houve redução do percentual de pessoas nestas condições no Nordeste, Sul e Centro-Oeste, com estabilidade no Sudeste e aumento no Norte. Informalidade tem terceira alta seguida O número de trabalhadores informais no país teve a terceira alta seguida em outubro. Apontada pelo IBGE como a via de mais fácil acesso ao mercado de trabalho, a informalidade tende a ser a primeira a reagir diante de uma crise como a imposta pela pandemia. O país encerrou outubro com 29 milhões de trabalhadores informais, cerca de 200 mil a menos que em maio. Em julho, esse contingente somava 27,3 milhões. Com isso, a taxa de informalidade ficou em 34,5% em outubro, próxima à observada. Informalidade apresentou terceira alta seguida em outubro. Economia/G1 Assista às últimas notícias de economia:
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01/12 - Bolsas da China fecham em alta com dados industriais robustos
Índice de blue-chips registra maior ganho diário em 7 semanas. Atividade do setor industrial da China cresceu em seu ritmo mais rápido em uma década em novembro. As ações blue-chips (mais negociadas ) da China avançaram nesta terça-feira (1) no ritmo mais rápido em mais de sete semanas, com dados melhores do que o esperado em uma pesquisa de manufatura ressaltando recuperação contínua na segunda maior economia do mundo. A atividade do setor industrial da China cresceu em seu ritmo mais rápido em uma década em novembro, mostrou uma pesquisa empresarial, à medida que a economia se recuperava aos níveis pré-pandemia. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 2,15%, sua maior alta diária desde 12 de outubro, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,77%. O subíndice do setor financeiro avançou 2,83%, o de consumo teve alta de 1,52% e o subíndice de saúde saltou 3,17%. Mas o índice imobiliário ficou para trás, ganhando apenas 0,13% após dados fracos sobre habitação. A China será a única grande economia a registrar crescimento este ano, de acordo com o relatório divulgado nesta terça pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A entidade estima um avanço de 1,8% em 2020, seguido de crescimento de 8% em 2021 e de 4,9% em 2022. Veja as cotações de fechamento na Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,34%, a 26.787 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,86%, a 26.567 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,77%, a 3.451 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 2,15%, a 5.067 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,66%, a 2.634 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,19%, a 13.885 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,29%, a 2.814 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,08%, a 6.588 pontos. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo
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01/12 - Confiança empresarial recua em novembro pelo segundo mês seguido, aponta FGV
Piora ocorreu em todos os setores, exceto a Indústria, que manteve a tendência ascendente no mês. O Índice de Confiança Empresarial (ICE) recuou 1,5 ponto em novembro, para 95,6 pontos, registrando a segundo queda mensal seguida, informou nesta terça-feira (a) a Fundação Getulio Vargas (FGV). A redução da confiança ocorreu em todos os setores, exceto a Indústria. Em médias móveis trimestrais, porém, o indicador manteve-se em ligeira alta, de 0,3 ponto no mês. Índice de confiança empresarial Economia G1 ”A confiança empresarial seguiu em novembro a tendência de queda esboçada no mês anterior, refletindo a revisão de expectativas motivada pelo aumento da incerteza em relação aos rumos da crise sanitária e da economia nos próximos meses", afirmou Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas da FGV/Ibre. A confiança do setor de Serviços recuou em novembro a 85 pontos, nível muito baixo em termos históricos, segundo a FGV. "Ao que parece, enquanto não surgir uma solução definitiva como seria o caso de uma bem-sucedida vacinação em massa, a economia seguirá em risco de desaceleração e com comportamentos muito heterogêneos entre os setores”, destaca o pesquisador. O indicador consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção. Confiança do consumidor cai em novembro pelo 2º mês seguido, aponta FGV O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) subiu pela sétima vez consecutiva, agora em 1,4 ponto, para 98,0 pontos, maior nível desde dezembro de 2013 (99,7 pts.). Já o Índice de Expectativas (IE-E) recuou 3,3 pontos, para 94,6 pontos. Em novembro, a confiança empresarial avançou em 43% dos 49 segmentos integrantes do ICE, uma diminuição da disseminação frente aos 69% do mês passado. “Com o resultado de novembro, a distância entre a confiança da Indústria e a dos demais setores atinge níveis recordes. Chama atenção especialmente o Setor de Serviços, em relação ao qual as diferenças são muito grandes tanto no indicador que mede a percepção em relação à situação atual (+38,4 pontos) quanto nas expectativas (+16,6 pontos). Em outras palavras, enquanto a Indústria vive uma fase exuberante, o Setor de Serviços está mal e já começa a ficar pessimista com os rumos dos negócios nos próximos meses”, acrescenta Aloisio. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo
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01/12 - OCDE vê melhora na recuperação da economia e revisa projeções para PIB global e do Brasil
PIB global deve crescer 4,2% em 2021 e desacelerar a 3,7% em 2022, depois de encolher 4,2% em 2020, segundo relatório. Para o Brasil, OCDE passou a projetar uma queda de 6% em 2020 e crescimento de 2,6% no ano que vem. As perspectivas para a economia global estão melhorando apesar de uma segunda onda de surto de coronavírus em muitos países, conforme surgem vacinas e uma recuperação liderada pela China se instala, disse nesta terça-feira (1º) a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A economia global deve encolher 4,2% este ano, crescer 4,2% no próximo ano e desacelerar a 3,7% em 2022, disse a OCDE em seu relatório Perspectivas Econômicas. Em setembro, a entidade estimava uma contração de 4,5% em 2020, e uma alta de 5% em 2021. A OCDE não tinha na época estimativa para 2022. "Ainda não estamos a salvo. Ainda estamos no meio de uma crise pandêmica, o que significa que a política econômica ainda tem muito a fazer", disse o economista-chefe da OCDE, Laurence Boone, segundo a Reuters. O Produto Interno Bruto global retornará a níveis pré-crise antes do fim de 2021, liderado por forte recuperação na China, disse a entidade. Mas isso esconde grandes variações entre os países, com a produção em muitas economias devendo permanecer cerca de 5% abaixo dos níveis pré-crise em 2022. Campanhas de vacinação, esforços combinados de saúde e apoio financeiro dos governos devem ser os responsáveis pela recuperação no próximo ano - que poderia ser maior caso as vacinas sejam distribuídas rapidamente, aumentando a confiança e reduzindo as incertezas. A OCDE alerta, no entanto, que atrasos na vacinação e dificuldades para controlar novas ondas do vírus podem enfraquecer as estimativas. PIB OCDE Economia G1 Desemprego e comércio A OCDE também projeta que o desemprego global deve seguir crescendo em 2021, para 7,4%. Este ano, está estimado em 7,2%. Já em 2022 deve mostrar queda, para 6,9% - mas ainda acima da taxa de 5,4% registrada em 2019. Já o comércio global deve levar um tombo de 10,3%, e recuperar apenas parte das perdas nos próximos anos, com altas de 3,9% e 4,4% em 2021 e 2022, respectivamente. Projeções para o Brasil Para o Brasil, a OCDE passou a projetar uma queda de 6% em 2020, ante estimativa anterior de tombo de 6,5%. Para 2021, a projeção é de alta foi revisada para um crescimento de 2,6%, e não mais de 3,6%. Já para 2022, a organização espera um avanço de 2,2%.Em junho, a entidade chegou a projetar que a economia brasileira encolheria 7,4% este ano, crescendo 4,2% em 2021. A atividade, no entanto, ainda estará menor, ao final de 2022, em relação aos níveis pré-pandemia. A entidade aponta que, apesar das novas infecções e mortes por Covid-19 seguirem altas no país, a economia começou a se recuperar em vários de setores. A OCDE projeta que a inflação deve seguir abaixo da meta, e que os juros baixos devem apoiar os investimentos. A projeção da OCDE para o Brasil é mais pessimista que a do mercado brasileiro, que prevê uma queda de 4,5% do PIB do Brasil em 2020 e alta de 3,45% em 2021, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Projeções para outros países A China será o único país coberto pela OCDE a registrar crescimento este ano, de 1,8%, inalterado ante a perspectiva de setembro. A economia chinesa ganhará velocidade para 8% em 2021, também inalterado, antes de crescer 4,9% em 2022. Os Estados Unidos e a Europa devem contribuir menos com a recuperação do que seu peso na economia global. Depois de contrair 3,7% este ano, a economia dos EUA crescerá 3,2% em 2021 e 3,5% em 2022, assumindo que novo estímulo fiscal seja adotado. Em setembro, a OCDE estimava contração de 3,8% este ano e recuperação de 4% no próximo. A economia da zona do euro vai contrair 7,5% este ano, com crescimento de 3,6% em 2021 e 3,3% em 2022. Apesar do forte impacto, as estimativas melhoraram em relação a setembro, quando a previsão era de contração de 7,9% este ano e recuperação de 5,1% em 2021. Assista as últimas notícias de economia
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01/12 - Embraer é alvo de ataque cibernético e investiga impactos
Fabricante de aeronaves brasileira informou que realiza procedimentos de investigação para apurar a origem e consequências do ataque hacker. Embraer é alvo de ataque cibernético e investiga danos Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo A Embraer informou nesta segunda-feira (30) ter sofrido um ataque cibernético aos sistemas de tecnologia da informação da empresa. Segundo comunicado, o ataque resultou na "divulgação de dados supostamente atribuídos à companhia". Prejuízo acumulado da Embraer em 2020 chega a R$ 3,6 bilhões O ataque cibernético foi identificado na última semana e a empresa fez a interrupção parcial e temporária de alguns sistemas internos, o que impactou temporariamente algumas operações. "O referido ataque cibernético foi identificado em 25 de novembro de 2020, o qual indisponibilizou o acesso a apenas um único ambiente de arquivos da companhia", informou comunicado da Embraer. A companhia informou ainda que realiza procedimentos de investigação para apurar a origem e consequências do ataque. "A companhia está empreendendo todos os seus esforços para investigar as circunstâncias do ataque, avaliar se existem impactos sobre seus negócios e terceiros, e determinar as medidas a serem tomadas", afirmou. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e Região
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01/12 - A 'bomba-relógio' do transporte público que prefeitos eleitos terão em 2021
Revisão de contratos a partir de janeiro precisará acomodar prejuízo bilionário devido à pandemia. Setor de ônibus urbanos será um desafio para os prefeitos eleitos logo no início de seus mandatos Reuters O setor de ônibus urbanos será um desafio para os prefeitos eleitos logo no início de seus mandatos, em 2021. Com prejuízos acumulados de R$ 7,18 bilhões até outubro e demanda ainda reduzida a patamar entre 40% e 60% da média histórica nas capitais e regiões metropolitanas — após chegar a 20% nas primeiras semanas da crise do coronavírus —, o setor deve buscar junto ao poder público o reequilíbrio de contratos na rodada de reajustes tarifários que tem início em janeiro. O provável aumento de tarifas deve acontecer num momento em que os brasileiros estarão com o orçamento apertado pelo fim do auxílio emergencial, desemprego recorde e inflação em alta. Em 2013, também primeiro ano de mandato de prefeitos, o reajuste de passagens de ônibus foi o estopim para a onda de protestos que combaliu a popularidade da classe política e criou o caldo de cultura para o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) dois anos depois. Em 2021, o aumento de casos e de internações em meio à pandemia deve ser um entrave a mobilizações massivas como as de 2013, avalia analista políticos. Mas, para o setor de ônibus e especialistas em transporte público, a pandemia agravou o quadro de desequilíbrio financeiro do setor e deveria ser usada como uma oportunidade para que o modelo de geração de receitas baseado principalmente no pagamento de tarifas pelos usuários seja rediscutido. Perda histórica de passageiros "O setor já vinha desequilibrado antes da pandemia, com uma queda acentuada do número de passageiros transportados nos últimos cinco anos, da ordem de 26%", destaca Otávio Cunha, presidente-executivo da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos). Segundo o representante do setor, essa perda de usuários nos últimos anos se deveu a fatores como a forte alta da inflação durante o governo Dilma — com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) superando os 10% em 2015 —, que resultou em reajustes tarifários elevados; o aumento acentuado do desemprego em meio à crise econômica iniciada em 2014; além da perda de velocidade dos ônibus devido ao aumento dos congestionamentos. Um outro fator para a perda de passageiros foi o avanço do transporte por aplicativos. "O transporte sob demanda começou a concorrer com o transporte público nas pequenas distâncias, exatamente nas áreas onde há grande concentração de demanda", diz Cunha. "Essas viagens curtas nas regiões centrais ajudavam a equilibrar a rede de transporte público, porque as linhas de grandes distâncias — aquelas vindas das periferias — normalmente são deficitárias, mas são socialmente necessárias." Outro fator para a perda de passageiros foi o avanço do transporte por aplicativos Agência Brasil Pandemia Em meio ao quadro de perda estrutural de passageiros e desequilíbrio financeiro do sistema, veio a pandemia. E, com ela, uma queda inicial em março de 80% das viagens realizadas, que vem se atenuando ao longo dos meses. No entanto, entre setembro e outubro, a média de redução das viagens ainda estava entre 50% e 60% nas capitais e regiões metropolitanas, segundo dados da NTU. Ao mesmo tempo, o setor teve que manter a oferta de ônibus elevada, para garantir o cumprimento das exigências de distanciamento social impostas pelas normas sanitárias. Neste cenário, até outubro, 13 operadoras de ônibus já interromperam atividades no país, seja através de suspensão temporária ou de encerramento permanente de operações. Em quatro casos, o poder público precisou assumir a operação dos serviços. E, apenas entre as empresas associadas à NTU, quase 6 mil postos de trabalho foram fechados. Uma ajuda de R$ 4 bilhões prometida pelo governo ao setor em maio foi aprovada pelo Senado apenas em meados de novembro (PL 3.364/2020) e ainda aguarda sanção presidencial. Segundo a NTU, a injeção de recursos será fundamental para as empresas pagarem o 13º dos funcionários este ano, do contrário, o pagamento poderá ser postergado para 2021, o que tem potencial para gerar paralisações de trabalhadores. O setor não vê perspectivas de recuperar sua demanda histórica devido a diversos fatores: a exigência de menor lotação dos ônibus; a redução de circulação imposta pela pandemia; a perspectiva de uma atividade econômica deprimida ainda por um período longo; e a adoção do home office de maneira permanente por diversas empresas. "Temos certeza absoluta de que isso não volta mais", diz Cunha. "O setor de transporte público terá que conviver com uma demanda mais rarefeita." Greve de motoristas de ônibus expressos surpreende trabalhadores na volta pra casa no Rio Reestruturação Frente a esse quadro, os operadores de ônibus urbanos trabalham para enviar ao governo federal ainda em dezembro uma sugestão de reestruturação do transporte público no pós-pandemia. "Os ônibus hoje são financiados por passageiro transportado, com algumas exceções, caso de São Paulo e Brasília, em que o setor é em parte subsidiado pelo poder público", observa Cunha, destacando ainda que a taxa de ocupação considerada pelos órgãos públicos para cálculo da tarifa é de seis passageiros por metro quadrado no horário de pico, o que não poderá se manter na nova realidade. Assim, a NTU deve propor ao governo que a remuneração do setor seja feita pelo custo de operação, com o risco de demanda ficando a cargo do poder público, tendo como contrapartida o cumprimento de metas de qualidade pelas empresas. A entidade reivindica ainda a desoneração da cadeia produtiva do transporte; que o poder público arque com as gratuidades para idosos e estudantes, hoje rateadas entre os usuários que pagam a tarifa cheia na maior parte do país; e que o financiamento do setor possa contar com fontes de recursos extra tarifárias, como um aumento da taxação para usuários de transporte individual. Automóvel deve ajudar a pagar a conta Para Luis Antonio Lindau, diretor de cidades do instituto de pesquisas WRI Brasil e um dos fundadores da Anpet (Associação de Pesquisa e Ensino em Transportes), esse último ponto é o mais importante para um redesenho do setor de ônibus urbanos no pós-pandemia. "Num cenário em que poucas são as cidades que destinam subsídios ao transporte coletivo, urge começar a discutir as externalidades negativas do automóvel privado, começar a cobrá-los e transferir isso para um fundo que possa ajudar a remunerar o transporte coletivo." O especialista destaca que as grandes cidades do Norte global têm nas receitas extra tarifárias o principal componente de geração de recursos, diferentemente do Brasil. "Não existe país no mundo desenvolvido que é tão permissivo com o automóvel", diz o especialista. "Como no passado se criou a tarifa única, em que os passageiros de linha curta acabam pagando pelos passageiros de linha longa, agora é preciso encontrar um novo equilíbrio para o financiamento do transporte público, chamando novos atores para a mesa, incluindo o automóvel nessa captação de receitas extra tarifárias." Bomba-relógio para 2021 Rafael Cortez, cientista político da Tendências Consultoria, avalia, no entanto, que o ambiente político é desfavorável para as mudanças regulatórias sugeridas pelos especialistas. "Essa não é uma agenda prioritária para o governo em 2021, cuja pauta deve ser dominada pelas questões fiscais", diz o analista. Assim, a bomba deve mesmo cair no colo dos prefeitos eleitos. Mas Cortez não acredita que uma possível onda de reajustes tarifários resulte em protestos massivos como os de 2013. "Ainda que exista um descontentamento forte, as restrições impostas pela pandemia devem evitar mobilizações mais significativas, especialmente se seguirmos na tendência atual de aumento de casos e internações", afirma, lembrando ainda que, em 2013, os protestos foram inflados pelo descontentamento com os gastos públicos para a realização da Copa do Mundo no Brasil e pelo início de uma rejeição ao governo petista. Em São Paulo, berço dos protestos naquele ano, o prefeito reeleito Bruno Covas (PSDB) disse em entrevista no programa Roda Viva (em 23/11) que não deverá ser necessário um reajuste das tarifas de ônibus no município em 2021, devido à inflação baixa — até outubro, o IPCA acumulava alta de 3,92% em 12 meses e a expectativa do mercado é de que o indicador encerre o ano com avanço de 3,54%, segundo a mediana do boletim Focus, do Banco Central. Os subsídios ao setor esse ano devem, no entanto, chegar a R$ 3,1 bilhões, superando em R$ 850 milhões o orçamento previsto, conforme nota técnica do Tribunal de Contas do Município de São Paulo. Segundo Fabio Romão, analista de inflação da LCA Consultores, cada 10 centavos de aumento nas tarifas de ônibus de São Paulo gera um incremento de 0,015 ponto percentual no IPCA, índice oficial de inflação do país. Quanto ao Rio de Janeiro, o acréscimo é de 0,006 ponto. Para 2021, Romão espera uma alta de 3,6% do IPCA, considerando como hipótese aumentos nos ônibus urbanos de São Paulo (+4,7%) e do Rio de Janeiro (+6,2%). Outras casas de análise já veem a inflação até mais alta no ano que vem. A MB Associados, por exemplo, projeta avanço de 3,8% do IPCA em 2021, enquanto o Credit Suisse já fala em uma inflação em alta de 4% no próximo ano, acima da meta de 3,75% estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Vídeos: veja últimas notícias de Economia
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01/12 - Lojas do shopping de Mogi selecionam candidatos para 12 oportunidades de emprego nesta terça-feira; veja lista
Os interessados podem acessar as lojas de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. O shopping em Mogi das Cruzes está oferecendo 12 oportunidades nesta terça-feira (1). Chris Wenzel/Mestra Comunicação As lojas do shopping de Mogi das Cruzes selecionam candidatos para 12 oportunidades de emprego nesta terça-feira (1). Os interessados podem acessar as lojas de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. As vagas são para desempenhar as funções de vendedor, auxiliar de cozinha, coordenador, operador de caixa, atendente e ajudante de cozinha. Oportunidades em Mogi das Cruzes: Vendedor – Hering: acima de 22 anos, com experiência mínima de 6 meses e com disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja com Amanda ou Lucas; Operador de caixa – Hering: atendimento ao cliente, abertura e fechamento de caixa, comunicativa, proativa, com experiência de 6 meses. Deixar currículo na loja; Vendedor – Claro: ensino médio completo, conhecimento de Pacote Office, habilidade de interação com cliente e capacidade analítica. Deixar currículo na loja; Auxiliar de cozinha – Risotto Mix: com experiência na área e acima de 23 anos. Disponibilidade para período noturno das 14h50 às 23h10. Deixar currículo na loja; Vendedora – Capoarte: acima de 22 anos com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja; Coordenador – Divino Fogão: acima de 25 anos, com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja ou encaminhar por e-mail mogidascruzes@divinofogao.com.br; Operador de caixa – Divino Fogão: acima de 20 anos, com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja ou encaminhar para o e-mail mogidascruzes@divinofogao.com.br; Ajudante de cozinha – acima de 25 anos, com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja ou encaminhar para o e-mail mogidascruzes@divinofogao.com.br; Vendedor – TNG: experiência em vendas como subgerente/cargo de liderança ou vendedor responsável. Principais funções: abertura ou fechamento de loja, fechamento de caixa e envio de malote, execução de vitrine junto aos líderes e etc. Deixar currículo na loja; Atendente de loja – Kopenhagem: atendimento ao cliente, rotinas gerais de loja e cafeteria. Deixar currículo na loja; Vendedor – Mobile Co: entre 18 e 25 anos, ensino médio completo, com ou sem experiência. Deixar currículo na loja; Atendente – Açaí Concept: ser proativo, trabalhar em equipe, ter disponibilidade de horário e 2° grau completo. Enviar currículo para o e-mail caiconceptmogidascruzes@gmail.com. O Mogi Shopping funciona das 10h às 22h e está localizado na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 1001. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4798-8800. Assista a mais matérias:
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01/12 - É possível alguém usar uma rede Wi-Fi de forma 'invisível' ou invadir o celular para se conectar ao Wi-Fi?
Tira-dúvidas explica como e possível conferir os dispositivos conectados ao Wi-Fi e proteger a rede. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às terças e quintas-feiras. Logo do Wi-Fi. Divulgação E possível alguém invadir meu Wi-Fi e ficar oculto, usando minha rede sem eu vê-lo? – Alyson Os dispositivos conectados a uma rede Wi-Fi ficam listados em seu roteador/ponto de acesso Wi-Fi. Cada modelo de equipamento apresenta essa informação de uma forma diferente e você nem sempre terá muitos detalhes sobre os dispositivos conectados, mas essa informação estará lá. Você também pode usar programas no computador ou aplicativos no celular para a mesma finalidade. No Windows, o blog pode recomendar o Wireless Network Watcher, que é gratuito. No entanto, nenhum software terá condições ideais para detectar todos os dispositivos da mesma forma que o seu roteador. Portanto, se você precisa monitorar quem acessa a sua rede Wi-Fi regularmente, o ideal é que você conheça o recurso que lista as conexões em seu equipamento. De modo geral, você precisa acessar a tela de administração do roteador, o que é feito pelo seu navegador de internet, digitar a senha de administração e então procurar a opção correta no menu para ver os clientes ou dispositivos conectados. Dispositivos conectados à rede Wi-Fi em lista fornecida por um roteador. Software permite visualizar informações sobre o identificador de rede dos dispositivos e mostra a marca associada (na imagem, o roteador identifica um dispositivo da NVIDIA). Reprodução Caso precise de ajuda e não encontre instruções específicas para o seu roteador, o blog sugere um contato com o suporte técnico do equipamento. É possível que o provedor de internet também possa ajudar nos casos em que o aparelho foi cedido em um pacote com a conexão. Se você desconfia que alguém possa estar usando o seu Wi-Fi sem autorização, o melhor a se fazer é mudar a senha do Wi-Fi. Esse procedimento também varia de acordo com o modelo do seu roteador. Após a troca da senha, quem estava "roubando" sua internet não poderá mais usá-la. Lembre-se que a segurança do Wi-Fi deve ser configurada para o WPA2. SAIBA MAIS: É possível bloquear e esconder o nome da rede Wi-Fi para que ninguém possa vê-la? Tire dúvidas sobre Wi-Fi: celular pode ser hackeado? Como ter privacidade? Conexão ao Wi-Fi pelo celular? Tenho internet em casa com três computadores conectados, além de TV e celular. Percebi algo estranho em meu celular que, quando estava conectado ao Wi-Fi da casa, do nada o Facebook saiu. Na sequência, eu já mudei a senha. Então percebi que o Wi-Fi e a rede móvel do meu celular estavam reduzidas. Pesquisei na internet sobre Wi-Fi no celular e, com o uso de um app, percebi que além do meu Asus Zenfone 5 estavam outros celulares, home, televisão, Xbox e "genérico" aparecendo conectados à rede Wi-Fi do meu celular. É possível que através do meu celular alguém possa estar conectado em outros aparelhos da casa? O que devo fazer para que estes aparelhos não tenham acesso ao Wi-Fi do meu celular, pois não os incluí e desconheço muitos deles. – Adriana dos Anjos Adriana, os dispositivos que o aplicativo listou não estão conectados "ao Wi-Fi do seu celular". É importante entender essa diferença, porque os celulares possuem um recurso de "hotspot Wi-Fi" que de fato cria uma rede Wi-Fi tendo seu celular como "centro". Essa rede serve exclusivamente para compartilhar a conexão 3G ou 4G do seu aparelho. O hotspot pode ser usado para permitir que um notebook acesse a internet em um local onde não há outras redes Wi-Fi disponíveis, "puxando" a internet do seu celular, por exemplo. Em geral não é possível manter o hotspot ativado quando você conecta a uma rede Wi-Fi. Portanto, se você está conectada a uma rede Wi-Fi com seu celular, a função de hotspot estará desligada e a rede Wi-Fi a que você está conectada é a do roteador sem fio. Roteador de internet é responsável por autorizar conexões ao Wi-Fi. Altieres Rohr/G1 Sendo assim, como explicado acima, é o roteador que terá todas as informações sobre os dispositivos conectados. Os aplicativos em seu celular fazem uma varredura na rede para tentar identificar outros aparelhos, mas nem sempre isso é 100% correto e de forma alguma significa que esses aparelhos estão conectados "ao seu celular". São apenas dispositivos na mesma rede. A solução também é a mesma: troque a senha do Wi-Fi no seu roteador. Todos os aparelhos terão de ser reconfigurados para a nova senha e, dessa forma, você poderá saber o que está conectado. Quanto ao seu celular, não sendo o "hotspot Wi-Fi", não há nada que você possa fazer para evitar a conexão à mesma rede Wi-Fi em que ele está. O que autoriza os dispositivos a conectarem na rede Wi-Fi é o roteador, e é ele que terá de ser ajustado. Entenda o endereço MAC A conexão dos dispositivos é associada ao endereço MAC (Media Access Control), um número normalmente expresso em formato hexadecimal (0 a 9 e A a F). O início desse identificador é atribuído ao fabricante, o que permite saber de que marca é um celular ou uma TV conectada à rede Wi-Fi. No caso dos computadores, a marca exibida será quase sempre a do fabricante da placa de rede (Realtek, Intel, Qualcomm ou Killer, por exemplo). Você também pode consultar o MAC dos seus próprios dispositivos. No Windows, a tela "Status de rede" no painel Configurações dá acesso à tela "Exibir propriedades do hardware e conexão", onde você encontrará o MAC da sua placa de rede, por exemplo. Se você tiver paciência para conferir e anotar o MAC de todos os seus dispositivos, você poderá "mapear" a sua rede e saber exatamente quais dispositivos estão conectados. Esse trabalho normalmente não compensa, já que é mais fácil controlar o acesso limitando a disponibilidade da senha do Wi-Fi. Se você recebe muitas visitas que precisam usar o seu Wi-Fi, você pode investir em um modelo de roteador com a função de "Wi-Fi para convidados", que cria uma segunda rede, isolada e com outra senha, destinada para acessos eventuais. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com Vídeos: tudo sobre segurança digital
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01/12 - WhatsApp aprimora busca de figurinhas e permite usar papéis de parede diferentes para cada contato
Assim, segundo a empresa, 'você nunca mais vai precisar se preocupar de ter enviado uma mensagem no chat errado'. Pacote 'Juntos em casa', da OMS, ganha figurinhas animadas. WhatsApp vai permitir usar fundos de tela diferente para cada contato Divulgação O WhatsApp lança nesta semana melhorias para busca de figurinhas animadas e o uso de papéis de parede diferentes de acordo com o contato. Veja todas as novidades em detalhes: recurso de pesquisa de figurinhas: dá para encontrá-las a partir de texto ou emoji, ou navegando através de categorias comuns papéis de parede personalizados para os contatos mais importantes e pessoas favoritas do usuário. Assim, segundo o WhatsApp, "você nunca mais vai precisar se preocupar de ter enviado uma mensagem no chat errado" papéis de parede para o "modo escuro" papéis de parede com o desenho padrão (doodle) em novas cores galeria de papéis de parede atualizada (novidades nos álbuns "Bright" e "Dark") Figurinhas animadas da OMS Junto com os novos recursos acima, o pacote de figurinhas "Juntos em casa", da Organização Mundial da Saúde (OMS), passa a ter adesivos animados. WhatsApp também permitirá usar papeis de parede diferente nos modos claro e escuro Divulgação VÍDEOS mais assistidos do G1:
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01/12 - Com socorro federal, prefeitos encerram gestão com dinheiro em caixa, mas alívio é de curto prazo
Em 2020, mesmo com a pandemia do novo coronavírus, municípios tiveram um ganho de caixa de R$ 45 bilhões até agosto. Levantamento mostra que 11 capitais têm situação financeira confortável. Socorro da União reforça caixa das prefeituras em R$ 45 bi O socorro do governo federal, destinado a reduzir os impactos da pandemia do novo coronavírus, turbinou o caixa dos municípios em 2020. O alívio, no entanto, é apenas de curto prazo. Nos próximos anos, os prefeitos terão de endereçar medidas de ajuste fiscal, em especial no gasto com pessoal, para que os serviços públicos não fiquem comprometidos. O tamanho da transferência da União para os municípios foi medido em um estudo realizado pelo economista e professor do Insper Marcos Mendes. Ao todo, os prefeitos tiveram um ganho de caixa de R$ 45 bilhões entre janeiro e agosto: Os gestores foram beneficiados com R$ 43,1 bilhões em transferências federais; Tiveram R$ 7,4 bilhões em pagamentos de dívidas suspensos; e Só registraram R$ 5,5 bilhões em perdas com receita tributária. Mesmo com o aumento de gastos adotado pelos municípios para combater os efeitos do coronavírus, o levantamento mostra que eles ainda teriam uma folga de caixa de R$ 23,9 bilhões. "A ajuda do governo federal foi muito maior do que as perdas registradas pelos municípios", diz Mendes. "A mensagem importante é que não há espaço para se falar em novos socorros para as cidades, porque elas já estão se mobilizando para pedir dinheiro para a União, mas têm um saldo de caixa muito grande e estão numa situação muito favorável." O excesso de caixa não foi exclusividade dos municípios. Boa parte dos estados também conseguiu mais do que repor as perdas provocadas pela crise. Estados compensam perdas com arrecadação durante pandemia "Agora, isso não significa que os novos prefeitos vão ter esse dinheiro para torrar à vontade, porque essa ajuda federal não vai acontecer e a gente não sabe o que vai ser da atividade econômica no ano que vem, não sabe qual vai ser o desempenho da receita. Portanto, os municípios precisam se precaver", alerta Mendes. O fato de a recessão ter sido menos intensa do que a esperada também contribuiu para as finanças municipais. No início da pandemia, o Fundo Monetário Internacional (FMI) previa que a contração do Produto Interno Bruto (PIB) do país poderia chegar a 9,1% neste ano. Hoje, no entanto, os analistas estimam apenas metade dessa queda: -4,5%. Com o recuo mais brando da atividade econômica, sobretudo por causa do impacto do Auxílio Emergencial, a arrecadação de estados e municípios não foi tão afetada. "O Auxílio Emergencial sustentou o consumo e, portanto, o pagamento de impostos. Foi muito pequena a queda de arrecadação de estados e municípios", diz Mendes. Com Auxílio Emergencial, maioria dos estados vê arrecadação de ICMS subir Um levantamento da consultoria Tendências, porém, alerta que a situação financeira das capitais ainda é frágil, apesar da melhora em meio à pandemia. Das 26, apenas 11 têm um orçamento equilibrado. Fazem parte desse grupo as prefeituras de Curitiba, Rio Branco, Boa Vista, São Paulo, Palmas, Vitória, Belo Horizonte, Manaus, João Pessoa, Cuiabá e Porto Velho. Num mesmo estudo, realizado no início deste ano, eram oito as capitais com situação financeira confortável. Fragilidade das contas públicas Fernanda Garrafiel/Economia G1 Para analisar as finanças dos municípios, a Tendências concede notas de 0 a 10 para indicadores de endividamento, poupança corrente, liquidez, despesa com pessoal e investimento. O desempenho dos municípios é apurado com base numa média ponderada dos últimos três anos, até o primeiro semestre deste ano. "Os municípios estavam gradualmente melhorando as finanças públicas e, no estudo mais recente, foi possível fazer a captura dessa melhora", afirma o analista de contas públicas da Tendências e autor do levantamento, Fabio Klein. "Mas uma parte importante (desse avanço) é efeito do auxílio que o governo federal prestou aos estados e município, e não dá para a gente desprezar isso." Historicamente, a saúde financeira das cidades sempre foi melhor que a dos estados. Com a Constituição de 1988, os municípios foram os entes federativos mais beneficiados com aumento de receita, explica Mendes. O endividamento também sempre foi mais controlado, já que poucos puderam emitir títulos de dívida - o que hoje é proibido. Atualmente, apenas a União tem autorização para emitir títulos públicos. "Os municípios comem pelas beiradas. Eles têm a marcha nacional dos prefeitos, vão para Brasília e conseguem uma receitinha a mais aqui, uma transferência a mais ali", afirma Mendes. "Nunca é um grande repasse, é sempre alguma coisa na margem e, com isso, vão equilibrando as contas." Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CMN), as contas dos municípios têm sido pressionada anualmente porque eles "têm assumido mais responsabilidades sem que, no entanto, sejam geradas ou apontadas as fontes de custeio para responder às mesmas." Nas contas da entidade, a perda estimada de receita dos municípios é de R$ 74 bilhões por causa da crise sanitária. Gasto com pessoal é desafio Mesmo com as finanças temporariamente mais ajustadas, os municípios ainda enfrentam problemas estruturais com o gasto de pessoal, sobretudo nas áreas de educação e saúde. A solução, na avaliação dos analistas, é que os prefeitos encampem uma reforma da Previdência, como ocorreu no plano federal e seguindo o exemplo do que alguns estados estão fazendo, e também uma reforma administrativa. Quando as despesas com pessoal crescem, elas passam a consumir boa parte do orçamento público, deixando pouco espaço para investimentos, por exemplo. "A maior parte do orçamento é de gastos de natureza obrigatória de pessoal, e os investimentos acabam sendo sempre a variável de ajuste", diz Klein, da Tendências. Na cidade de São Paulo, a reforma da Previdência foi aprovada em dezembro de 2018, numa sessão na Câmara de Vereadores marcada por tumulto e confronto entre servidores. A mudança na legislação municipal elevou a alíquota de contribuição dos funcionários públicos de 11% para 14%. "Boa parte dos municípios tem um passivo de previdência muito grande. Tem planos de previdência que são desequilibrados", afirma Mendes. "E vão ter muita dificuldade de fazer a reforma da Previdência. É uma coisa complexa, difícil de se discutir numa câmara municipal." O que dizem as prefeituras O G1 procurou as prefeituras classificadas com uma situação fiscal fraca ou muito fraca. Veja abaixo o que elas informaram: Belém A prefeitura de Belém contestou a pesquisa realizada pela Tendências, "uma vez que a situação fiscal (...) se encontra como estável, com pagamento integral de suas despesas compulsórias, como as folhas de pessoal, precatórios, dívida pública, aquelas não suspensas a partir de julho, mesmo diante de um cenário atípico de calamidade pública devido a pandemia de Covid-19." Florianópolis A prefeitura de Florianópolis disse que atual administração passou os dois primeiros anos num processo de "reorganização da casa". "Nesse período algumas ações contribuíram para a recuperação do equilíbrio como: a reforma administrativa, a limitação e o controle das despesas de custeio, bem como, a gestão tributária e da dívida, permitindo a capital ficar com todas as certidões em dia." Goiânia A prefeitura de Goiânia informou que, a partir de 2019, "passou a receber nota B do Tesouro Nacional na análise de sua capacidade de pagamento e em 2020 houve melhoria em todos os indicadores de desempenho da avaliação" e que a "atual gestão promoveu uma série de medidas de austeridade" e atua comprometida com o ajuste das contas públicas. Natal Em nota, a prefeitura de Natal disse que "ao verificarmos o horizonte temporal (2017 a 2019), tempo de nossa gestão, fizemos avanços positivos, preocupados com a saúde financeira do município, com a responsabilidade fiscal e sem deixar de prestar os bens e serviços para a sociedade natalense." Recife Em nota , a secretaria de Finanças afirmou que "desconhece os dados apresentados pelo estudo e entrou em contato com a Tendências para pedir esclarecimentos." As demais não se manifestaram até a última atualização desta reportagem. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Vídeos: Últimas notícias de economia As demais não se manifestaram até a última atualilzação e
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01/12 - O Assunto #337: Pós-eleição, crise econômica e os rumos para 2022
Depois das eleições municipais conferirem vitória às siglas de centro direita, prefeitos terão que lidar com a crise econômica que se avizinha. Suas consequências na economia nacional serão decisivas em 2022. Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer no Hello You ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Definido o tabuleiro político depois do pleito municipal, agora partidos e políticos com pretensões na disputa presidencial têm pela frente dois enormes problemas. A pandemia e a reconstrução de uma economia em frangalhos. Neste episódio, Renata Lo Prete entrevista Fernando Schüler, cientista político e professor do Insper. Para ele, a partir de agora a economia é "o grande eleitor". Schüler analisa a situação do presidente Jair Bolsonaro com o fim do auxílio emergencial no horizonte, fala da consolidação das vitórias de partidos de centro-direita e como as urnas mostraram "um cansaço da polarização". O que você precisa saber: Eleições 2020: veja os principais recados das urnas Ranking mostra os partidos que mais conseguiram eleger prefeitos nestas eleições Recado das urnas é que inexperiência é 'salto no escuro', diz Rodrigo Maia Sete dos 25 prefeitos eleitos de capitais devem tomar posse já com maioria na Câmara Municipal O Assunto #336: O saldo do 2º turno e os recados das urnas O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Gessyca Rocha, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Renata Bitar, Vitor Muniz e Giovanni Reginato. Apresentação: Renata Lo Prete Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.
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01/12 - Brasil tem 1,2 mil projetos e iniciativas que podem receber investimentos da iniciativa privada
Levantamento da Abdib mapeou todos os projetos da União, dos Estados e do Distrito Federal que podem receber algum tipo de aporte do setor privado. O Brasil tem 1,2 mil projetos e iniciativas de oportunidades que podem receber investimentos da iniciativa privada, segundo um levantamento realizado pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) e divulgado nesta terça-feira (1º). Leilão de linhas de transmissão realizado na B3 em 2017 Taís Laporta/G1 Batizado de Livro Azul da Infraestrutura, o material da entidade fez um levantamento de todos os projetos da União e dos estados e do Distrito Federal. Com pandemia e plano de privatizações empacado, leilões do governo agora são promessa para 2021 e 2022 O estudo apontou que os projetos da União se dividem em: 800 ativos blocos de exploração de petróleo e gás; 8 iniciativas na área ferroviária; 37 aeroportos federais; 25 terminais portuários; 12 trechos rodoviários; e 11 lotes de transmissão de energia. No recorte realizado com os estados, são 300 iniciativas mapeadas também nas áreas de transporte, energia, saneamento, telecomunicações e infraestrutura. No estudo, a Abdib também conseguiu mapear que existem 50 projetos que somam mais de R$ 1 bilhão em investimentos, sobretudo nas áreas de transporte e saneamento básico. "Se tudo der certo e estes projetos forem licitados e contratados com escopos e valores de investimentos preliminares confirmados, estes 50 maiores projetos terão capacidade de viabilizar R$ 334,8 bilhões em investimentos privados ao longo dos prazos dos contratos", informou a associação em estudo. A Abdib estima que o país precisa investir R$ 284,4 bilhões ao ano - o que equivale a 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) - por um prazo de uma década para que seja possível “reduzir gargalos ao desenvolvimento econômico e social”. No ano passado, os investimentos somaram R$ 123,9 bilhões, montante 31,3% inferior ao pico registrado em 2014 (R$ 180,3 bilhões). Investimento no Brasil cairá na década pela 1ª vez desde os anos 80, aponta estudo As maiores defasagens são observadas nos setores de transportes (o país investiu R$ 25 bilhões, mas são necessários R$ 149 bilhões) e saneamento básico (o país investiu R$ 14,4 bilhões em 2019, mas são necessários R$ 30 bilhões). "Desde 2014, quando o Brasil conseguiu investir R$ 180,3 bilhões na infraestrutura, ponto máximo da história recente, os valores de investimentos anuais na infraestrutura brasileira caíram drasticamente, fazendo com que o hiato entre a realidade do que é investido e a necessidade de investimento anual permaneça muito grande em um país com deficiências históricas no acesso e na qualidade da infraestrutura", apontou a entidade. Vídeos: Últimas notícias de economia
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01/12 - Auxílio Emergencial: Caixa libera saques para nascidos em outubro
Serão liberados os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 3 e 4 de pagamento do benefício. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta terça-feira (1º) os saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,6 milhões de trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família. O pagamento desta terça é para os trabalhadores nascidos em outubro. Serão liberados os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 3 e 4 de pagamento do benefício, nos dias 28 de outubro e 16 novembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA TERÇA: trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em outubro - poderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 28 de outubro e 16 de novembro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial - Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial re- vão epoderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 11 de outubro e 8 de novembro
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01/12 - Governo britânico pede que empresas se preparem para o Brexit
Governo diz ter escrito a quase 5 milhões de empresas para pontuar sobre os desafios que devem surgir com o Brexit. O governo britânico, ainda imerso em negociações incertas com a União Europeia em busca de um acordo comercial que regerá suas futuras relações, pediu na terça-feira (1º) - noite de segunda no Brasil - que às empresas se preparem para as mudanças que virão no fim do ano. "Seja qual for o resultado das nossas negociações com a UE, há mudanças definitivas para os quais as empresas devem se preparar", afirmou Michael Gove, ministro responsável por coordenar a ação do governo. Apoiador do Brexit levanta bandeira durante manifestação em Londres na quarta-feira (9) Henry Nicholls/Reuters O Reino Unido abandonou oficialmente o bloco comunitário em 31 de janeiro, mas desde então, está em uma fase de transição pós-Brexit, durante a qual continuou aplicando as regulações europeias, negociada com Bruxelas. Esta fase termina em 31 de dezembro e se até então não houver um acordo, ocorrerá uma ruptura brutal, que implicaria em cotas e tarifas alfandegárias, bem como em uma montanha de trâmites administrativos que ameaçam bloquear os portos britânicos. Faltando menos de cinco semanas para a data limite, "não há tempo a perder", destacou Gove. O ministro da Empresa, Alok Sharma, anunciou ter escrito a quase 5 milhões de empresas para pontuar sobre os desafios que devem surgir com o Brexit. "Nosso novo começo fora do mercado único e da união alfandegária da UE está para chegar", afirmou. "Ao entrar na reta final, as empresas devem se assegurar de que estão totalmente preparadas para as novas normas e oportunidades que trará consigo ser uma nação comercial independente", acrescentou, citado em um comunicado. O governo também implantou um centro de operações para controlar o movimento nas fronteiras. Este centro, que funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana, tem como objetivo fornecer informação em tempo real que permita às autoridades reagir rapidamente para limitar perturbações, como longas filas de caminhões para embarcar nos ferries que cruzam o Canal da Mancha. "É provável que os caminhos na forma de comercializar com a Europa causem transtornos a curto prazo na fronteira. No entanto, com o acesso a uma informação melhor do que antes, o governo poderá assegurar uma circulação fluida de bens e pessoas e deixar nosso país mais seguro", destacou o comunicado. Vídeos: Últimas notícias de economia
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30/11 - XP anuncia oferta pública de US$ 1,3 bilhões em ações
Oferta consiste de 27.567.485 ações ordinárias classe A da XP, das quais 20,4 milhões são detidas pelo Itaú Unibanco. Presidente da XP, Guilherme Benchimol, comemora IPO da companhia na Nasdaq Tiago Ribeiro/Divulgação A XP anunciou nesta segunda-feira oferta de ações, incluindo papéis da empresa detidos pelo Itaú Unibanco, no valor de até US$ 1,3 bilhão, incluindo lote adicional. A oferta consiste de 27.567.485 ações ordinárias classe A da XP, das quais 20,4 milhões são detidas pelo Itaú Unibanco. Um lote adicional de até 4,1 milhões de papéis, a ser oferecido por Itaú e XP, também fará parte da operação. As ações da XP encerraram o dia cotadas a US$ 41,01 em Nova York. Na quinta-feira (30), o conselho do Itaú aprovou cisão de participação de 41,05% que possui na XP para uma nova empresa, com possibilidade de venda da parcela restante de 5% que mantém no grupo de investimentos. A oferta anunciada nesta segunda-feira (30) é coordenada por XP Investimentos, Itaú BBA, Morgan Stanley e JPMorgan. Segundo o prospecto da XP, a companhia estima levantar US$ 290,4 milhões com a oferta após descontos e comissões. A empresa pretende usar os recursos para desenvolver novos produtos, "como o recém lançado cartão de crédito e conta digital". Os recursos também serão usados para acelerar o crescimento da base de clientes e financiar futuras aquisições, apesar da companhia afirmar que "não tem qualquer plano atual" de compra de ativos.
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30/11 - Bolsas dos EUA: Dow Jones registra o melhor mês em mais de três décadas
No acumulado mensal, o Dow Jones subiu 11,84%, anotando seu melhor mês desde 1987; o S&P 500 e o Nasdaq tiveram valorização de 10,75% e 11,80%, respectivamente. Bandeira dos EUA em frente à Bolsa de Chicago John Gress/Reuters Após um novembro de ganhos expressivos em Wall Street, em que o Dow Jones registrou seu melhor mês em mais de 30 anos, os investidores deram uma pausa no rali para os ativos de risco e os índices acionários em Nova York fecharam a segunda-feira (30) em queda. Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones encerrou a sessão de hoje em desvalorização de 0,91%, aos 29.638,64 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,46%, a 3.621,63 pontos. O índice eletrônico Nasdaq terminou o dia aos 12.198,74 pontos, em leve queda de 0,06%. No acumulado mensal, no entanto, os ganhos em Wall Street foram expressivos: o Dow Jones subiu 11,84%, anotando seu melhor mês desde 1987. S&P 500 e Nasdaq tiveram valorização de 10,75% e 11,80%, respectivamente. Os analistas classificaram a queda desta segunda-feira como um movimento de realização de lucros. “Não é uma surpresa total já que houve algum rebalanceamento no fim do mês", disse Arnim Holzer, macro estrategista do EAB Investment Group, ao Marketwatch. Uma matéria da Reuters publicada no domingo (29), de que o governo de Donald Trump deve incluir a maior fabricante de chips da China, a SMIC, e a gigante do petróleo CNOOC à sua lista negra de exportações também foi apontada como um fator negativo para a demanda por risco hoje. Com as autoridades nos EUA prestes a aprovar a distribuição de algumas vacinas, muitos participantes do mercado passaram a apostar na possibilidade de uma forte recuperação da economia ao longo de 2021. Além disso, sinais de que o presidente eleito, Joe Biden, terá uma transição relativamente tranquila para a Casa Branca também ajudaram a aliviar parte das incertezas políticas que alimentaram uma elevada volatilidade nos últimos meses. Assim, as ações de empresas que mais sofreram com a pandemia de Covid-19, como companhias de energia e bancos, registraram ganhos expressivos ao longo do mês, na expectativa de uma recuperação econômica mais forte no próximo ano. O índice Russell 2000, que contempla ações de empresas de menor capitalização, avançou 17,90% em novembro, anotando o maior ganho mensal de sua história. "Temos muitas notícias boas sobre as vacinas", disse Daniel Morris, estrategista-chefe de mercado do BNP Paribas Asset Management. “Devemos, de maneira geral, seguir avançando até o fim do ano, com chance de algum retrocesso aqui ou ali", afirmou à Dow Jones Newswires. Destaques As ações da Moderna avançaram 20,39%. A farmacêutica anunciou que pedirá aos reguladores de saúde dos EUA e da Europa que autorizem o uso da vacina da companhia contra a covid-19. As ações da IHS Markit subiram 7,47% depois que a provedora de dados disse que se combinaria com a S&P Global em um negócio que avalia a IHS Markit em US$ 44 bilhões, incluindo dívidas. A transação com todas as ações seria a maior do ano. As ações das empresas de petróleo e gás caíram hoje, em linha com os preços do petróleo, mas também acumularam alta expressiva no mês. O setor de energia S&P 500 permaneceu com alta de 26,57% em novembro, apesar da queda de 5,37% registrada no pregão desta segunda.
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30/11 - PGR defende que STF rejeite ação do Rio e mantenha vinculação de royalties a saúde e educação
Ação do governador afastado Wilson Witzel diz que União não pode predeterminar uso dos recursos. PGR avalia que reserva é 'legítima'; julgamento no Supremo ainda não tem data. A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu, no Supremo Tribunal Federal (STF), que seja rejeitada uma ação do governo do Rio de Janeiro contra a destinação obrigatória, para saúde e educação, das receitas geradas pelos royalties da extração de petróleo e gás natural. A regra vale atualmente para estados, Distrito Federal e municípios, mas o governo do Rio é um dos principais recebedores desses recursos por conta das grandes reservas de óleo no litoral fluminense. A ação foi apresentada ao STF pelo governador afastado Wilson Witzel. Segundo o processo, a vinculação dos recursos asfixia a autonomia financeira do Estado e é inconstitucional. Witzel entrou com ação questionando lei de uso dos royalties para saúde e educação A lei determina que os governos destinem às áreas de educação básica e saúde toda a receita proveniente dos royalties de petróleo e gás – 75% para educação e 25% para saúde, especificamente. Para o governo do Rio, a União não pode carimbar, ou seja, predeterminar como e onde serão utilizadas as receitas, mesmo considerando que saúde e educação sejam áreas prioritárias. De acordo com o pedido de Witzel, em documento enviado à relatora Rosa Weber, a obrigatoriedade afeta diretamente " a esfera de interesses do Rio de Janeiro". Segundo ele, por ser responsável por 74% da produção nacional de petróleo, as restrições impostas pela lei federal só pioram diante do Regime de Recuperação Fiscal vivido pelo Estado. Segundo o procurador-geral da República, Augusto Aras, a lei que define a destinação obrigatória dos recursos "representa legítima iniciativa de dar aos royalties destinação condizente com a natureza especial dessa receita, pois são despesas virtuosas, que tendem a gerar valor futuro, do qual haverão de se beneficiar as futuras gerações”. “Sem dúvida, entre os fatores que mais contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população, com reflexos no seu nível de desenvolvimento civilizatório presente e futuro, são os investimentos realizados em educação e saúde”, escreveu. Congresso aprovou vinculação obrigatória dos royalties em 2013; relembre
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30/11 - Petrobras eleva projeção de desinvestimentos para até US$ 35 bilhões em cinco anos
Estatal busca reduzir sua dívida e concentrar recursos em ativos de "classe mundial" como os campos de pré-sal. Prédio da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A Petrobras prevê desinvestimentos de US$ 25 bilhões a US$ 35 bilhões no período de 2021 a 2025, versus uma faixa de US$ 20-30 bilhões no plano de negócios anterior, à medida que a empresa busca reduzir sua dívida e concentrar recursos em ativos de "classe mundial" como os campos de pré-sal. O valor a ser obtido com desinvestimentos aumentou com a inclusão no plano de fatias da Petrobras na petroquímica Braskem e na BR Distribuidora, além de campos de Marlim e Albacora, esclareceu a diretora de Finanças e Relacionamento com Investidores, Andrea Marques, em entrevista com jornalistas, notando que a adição de alguns desses ativos era uma possibilidade. A estatal também quer vender a distribuidora de gás Gaspetro e térmicas, entre outros ativos, mas é com as refinarias que a companhia pode obter uma parcela dos recursos importante já em 2021, indicou o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, ao afirmar que a petroleira prevê concluir no ano que vem a venda das oito unidades de refino colocadas no plano. "Temos as ofertas vinculantes para a Refap (no Rio Grande do Sul) e Repar (no Paraná) no dia 10 de dezembro. Isso representa seis refinarias já em curso de venda, em estágio mais avançado", afirmou ele, após a companhia detalhar mais cedo seu plano de vendas de ativos para o período 2021-2025. A estatal não especificou, no entanto, quanto e quando espera obter os recursos das vendas de ativos. "É difícil estimar as datas de recebimento neste 'range' de cinco anos...", disse Andrea, admitindo que uma parcela significativa desse valor pode ficar para 2021, por conta das refinarias. Também estão incluídos no programa de alienação ativos campos de produção em terra e águas rasas, além do polo Albacora, Albacora Leste, Frade e 50% no polo Marlim. "Apesar das restrições para movimentação por causa do Covid-19, estamos avançando bem para cumprir os compromissos assumidos com o Cade para a abertura desse mercado de refino", reiterou a diretora de Refino, Gás e Energia, Anelise Lara. Segundo ela, as assinaturas dos acordos para a venda das refinarias Repar e Refap deverão ser realizadas no primeiro trimestre de 2021, enquanto a conclusão dos negócios levará mais alguns meses. A estatal, que hoje tem 13 refinarias localizadas em várias regiões do país, passará a ter cinco unidades de refino, todas concentradas no Sudeste, a principal região consumidora. A capacidade produtiva passará de 2,2 milhões para 1,1 milhão de barris por dia. "Nossa estratégia de foco no mercado premium passa pela venda de parte do nosso parque de refino atual", destacou Lara, afirmando que as unidades de São Paulo e Rio de Janeiro têm elevado grau de integração. Mais cedo, a diretora de finanças disse a investidores que, nos casos da BR e da Braskem, a companhia vai aguardar uma janela mais positiva de mercado para realizar as operações. Lara, por sua vez, disse que a alienação da fatia na Braskem terá seu modelo anunciado oportunamente. A executiva comentou ainda ter expectativa de conclusão do negócio da venda da Liquigás, distribuidora de gás liquefeito de petróleo, em dezembro. Ela também reforçou que a companhia deixará de atuar nos setores de transporte e distribuição de gás. De outro lado, a empresa reduzirá sua participação como supridora, mas ainda terá papel importante. "Deixaremos de ter uma participação quase integral no suprimento para (um) patamar próximo de 55% desse mercado", comentou. Com relação à Gaspetro, a executiva afirmou que a empresa terá de buscar outro formato de desinvestimento, após a Compass, do grupo Cosan, ter sido desqualificada do processo devido a questões concorrenciais. "A Compass não preenchia requisitos de desverticalização, isso coloca um problema para nós. Vamos ter que buscar outro formado de desinvestimento na Gaspetro. A Mitsui (sócia) também está querendo sair, vamos buscar forma de sair juntos desse processo, uma vez que houve esse processo do Cade", explicou. Apesar da vendas de térmicas também estar incluída no plano, a Petrobras manterá capacidade de geração de 4,3 gigawatts, acrescentou a executiva. Ela disse que a maioria das térmicas está em processo de desinvestimento, mas a Petrobras tem expectativa de ficar com dez unidades "para monetizar" o próprio gás. Já o terminal de regaseificação na Bahia deve ter novo processo competitivo aberto para arrendamento no início do próximo ano, após uma empresa interessada ter sido desqualificada por riscos de conformidade. Dívida Questionada sobre a meta de dívida bruta para 2021, de US$ 67 bilhões, a diretora financeira afirmou que ela é "conservadora". "É um número que acreditamos ser capaz de atingir, mas se os preços do Brent se comportarem diferente... se tiver uma geração de caixa mais forte, vamos trabalhar para pagar a dívida mais rápido", afirmou, ressaltando que é difícil falar sobre tendência de mercado de petróleo no momento atual. A empresa fechou os nove primeiros meses de 2020 com dívida bruta de US$ 80 bilhões. O presidente-executivo da Petrobras, Roberto Castello Branco, ressaltou durante o evento que a estatal, apesar das dificuldades colocadas pela pandemia, foi a empresa de petróleo no mundo que "melhor desempenhou em termos de geração de caixa". "Tivemos um maior fluxo de caixa operacional ao longo dos nove primeiros meses de 2020, e ao mesmo tempo fomos a única entre as grandes empresas (de petróleo) que reduziu a dívida", declarou. A redução da dívida em nove meses foi de US$ 7,5 bilhões. Exportação A Petrobras projetou nesta segunda-feira (3-) um salto na sua exportação de petróleo para 891 mil barris por dia no período de 2021 a 2025, ante média de 445 mil bpd entre 2015 e 2019, à medida em que reforça investimentos nos produtivos campos do pré-sal, de acordo com detalhamento de seu plano de negócios plurianual. Já as vendas de petróleo no mercado doméstico cairão para 1,252 milhão de barris por dia nos próximos cinco anos, versus média de 1,348 milhão de barris por dia entre 2015/2019, disse a empresa. A Petrobras detalhou que o campo de Búzios receberá 36% dos 46,5 bilhões de dólares em investimentos projetados para Exploração & Produção entre 2021-2025, enquanto os demais campos do pré-sal receberão 25% do montante. As linhas gerais do plano foram divulgadas na semana passada, apontando um corte de 27% nos investimentos em cinco anos em relação ao anterior, para 55 bilhões de dólares, visando preservar o caixa, já que a pandemia de coronavírus derrubou a demanda e os preços globais do petróleo.
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30/11 - Conta de luz terá cobrança extra a partir desta terça-feira, decide Aneel
Em maio, agência anunciou que não haveria cobrança extra em 2020 em razão da pandemia, mas decisão foi revogada. Serão cobrados R$ 6,24 a mais a cada 100 kWh consumidos. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta segunda-feira (30) que haverá cobrança extra na conta de luz dos consumidores a partir desta terça (1º). Em reunião extraordinária, a Aneel decidiu que será cobrada a bandeira vermelha patamar 2, cujo valor é o maior no sistema de bandeiras da agência (veja na imagem mais abaixo). Com isso, a cobrança extra será de R$ 6,24 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Em 26 maio, a Aneel havia anunciado que não haveria cobrança extra na conta de luz até 31 de dezembro deste ano, em razão da pandemia do novo coronavírus. Na reunião desta segunda-feira, contudo, a agência decidiu revogar a decisão e aplicar a bandeira vermelha patamar 2. Bandeiras tarifárias Juliane Monteiro/Arte G1 Motivo da cobrança extra Segundo o relator da proposta, Efrain Pereira da Cruz, o despacho de maio foi revogado porque o Brasil voltou aos patamares de consumo anteriores ao início da pandemia. No entanto, conforme a Aneel, a oferta de energia está comprometida em razão dos baixos níveis dos reservatórios. Desta forma, o mecanismo da bandeira voltou a ser necessário no entendimento do órgão. "Essa condição de oferta adversa, somada à tendência de recuperação de carga da energia aos patamares pré-crise, são indícios concretos de que o mecanismo das bandeiras já merece ser restabelecido e a curto prazo", afirmou o relator. Governo autoriza acionamento de usinas termelétricas e a importação de energia Acionamento de térmicas Em outubro, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) autorizou o acionamento de termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. A medida costuma ser adotada quando o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas está abaixo do recomendado. Só que a energia gerada por térmicas sai mais cara para o consumidor. O diretor-geral da Aneel, André Pepitone, defende que a alternativa seja economizar: "É importante dar um sinal ao consumidor de que a geração no país está cara pelo fato de estar sendo atendida por termelétricas, então é importante para o consumidor evitar desperdício de água e de energia", disse Pepitone. VÍDEOS: últimas notícias de economia
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30/11 - Preços do petróleo caem em meio a debate da Opep+ sobre política de produção
Mesmo com a queda registrada nesta segunda, preços do petróleo acumularam alta em novembro. Os preços do petróleo recuaram nesta segunda-feira (30), em momento em que grandes produtores globais debatem a extensão de cortes de oferta, mas ainda assim terminaram o mês com firme alta acumulada, diante das expectativas de que uma vacina contra a Covid-19 esteja disponível em breve. O petróleo Brent para entrega em janeiro, que expirou nesta segunda, fechou em queda de 0,59 dólar, ou 1,2%, a US$ 47,59 dólares por barril. O contrato fevereiro, mais ativo, cedeu 0,37 dólar, a US$ 47,88 o barril. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters Já o petróleo dos Estados Unidos (WTI) recuou 0,19 dólar, ou 0,4%, para US$ 45,34 dólares/barril. Os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) chegaram a um consenso sobre a necessidade de prorrogar os atuais cortes de produção da commodity por três meses a partir de janeiro caso os aliados da Opep+, um grupo mais amplo, apoiem o movimento, disseram ministros e delegados. A Opep, a Rússia e outros aliados, que formam a Opep+, planejam realizar sua reunião mais ampla na terça-feira, depois que discussões informais de ministros-chave no domingo não resultaram em um consenso. O ministro de Energia da Argélia, Abdelmadjid Attar, disse que os membros da Opep estão trabalhando para convencer a Rússia e outros aliados a apoiar a medida, mas os comentários não foram suficientes para acalmar os ânimos dos investidores. "Muitas dessas declarações são vistas com ceticismo", disse John Klduff, sócio da Again Capital em Nova York. "Você gostaria de ter ouvido isso dos sauditas, ou de um 'player' maior no cenário, e não apenas dos argelinos". Vídeos: Últimas notícias de economia
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30/11 - Parceria Raízen-Femsa abre 1ª loja de rede de varejo mexicana OXXO
Planos da companhia envolve abertura de cinco lojas da OXXO em Campinas até dezembro, para passar a expandir a rede em outras praças em 2021 Fachada da Coca-Cola Femsa Jundiaí Coca-Cola Femsa/Divulgação O Grupo Nós, joint venture entre a brasileira Raízen e a mexicana Femsa, inaugura na terça-feira (30) em Campinas (SP) a primeira loja da rede de varejo OXXO no Brasil, com planos de estrear na capital paulista até o segundo trimestre de 2021. A Raízen atualmente opera lojas de conveniência na rede de postos de combustível Shell no país e a abertura de lojas da rede mexicana OXXO marca a entrada da empresa no segmento de varejo de proximidade, que segundo o presidente-executivo do Grupo Nós, Rodrigo Patuzzo, ainda é pouco desenvolvido no Brasil. "É um mercado que tem potencial muito grande", afirmou o executivo, acrescentando que, no Brasil, o segmento ainda é muito pulverizado, diferente de outros países em que já é bastante desenvolvido. No país, a rede OXXO vai enfrentar no segmento grupos como GPA e Carrefour Brasil. Os planos da companhia envolve abertura de cinco lojas da OXXO em Campinas até dezembro, para passar a expandir a rede em outras praças em 2021. "Temos um sócio que já opera 19 mil lojas OXXO na América Latina...que está trazendo seu sistema de trabalho, conexão de processos, know how de logística fracionada, um conhecimento comercial", disse Patuzzo sobre a Femsa. As companhias anunciaram a joint venture em agosto do ano passado, com a Femsa pagando por 561 milhões de reais pela participação. A Raízen, maior produtora de açúcar e etanol do Brasil, atuando também em distribuição de combustíveis, é uma joint venture entre a Cosan e a Shell. A primeira loja OXXO em Campinas será aberta com área de vendas de 100 metros quadrados e oferta de produtos que incluem itens de padaria, bebidas e aperitivos. A unidade ocupa o endereço de uma padaria que funcionou por décadas e encerrou sua operação durante a pandemia. De acordo com Patuzzo, outro mercado OXXO abrirá ao público já na próxima semana e outras lojas até o final do ano. Segundo ele, no total, há 15 estabelecimentos da rede em construção na cidade. Ele não deu projeções de faturamento, mas afirmou que uma unidade exige aproximadamente 750 mil reais em investimentos, incluindo o capital de giro. Além de Campinas e São Paulo, os planos de expansão contemplam negociações para aberturas em Jundiaí e Sorocaba, com a estratégia de abertura começando no Estado de São Paulo, mas com meta de já nos primeiros anos entrar em outras cidades da região Sudeste e no Paraná. "Se tudo der certo, em outubro do próximo ano já vamos colocar um pezinho no nosso segundo Estado", afirmou o executivo, sem detalhar. Para o ano ente abril de 2020 e março de 2021, o Grupo Nós projeta a abertura de 190 lojas próprias das marcas OXXO e Shell Select (conveniência) no país, número que deve acelerar ainda mais no exercício seguinte. Patuzzo, contudo, preferiu não dar números, citando que o plano ainda não foi aprovado. Em três anos, o grupo estima abertura de cerca 500 lojas próprias, incluindo as bandeiras Select e OXXO. A Select já tem em operação 1.100 lojas no país. Além das unidades de rua, a estratégia do grupo contempla colocar mercados OXXO em shopping centers, hospitais, universidades e até condomínios, entre outros locais. "Nós estamos fazendo parceria com fundos imobiliários para entrar na capital de São Paulo em alguns empreendimentos interessantes", adiantou o executivo. Boa parte dos produtos das lojas próprias deve vir de um centro de distribuição inaugurado em novembro em Cajamar (SP), com área de 7 mil metros quadrados, que, segundo o executivo, deve suportar a operação até março de 2022. Outros CDs também estão nos planos do grupo, conforme for ocorrendo a expansão da empresa.
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30/11 - Facebook vai comprar startup de atendimento a clientes
Detalhes do negócio com a Kustomer ainda não foram divulgados. O Facebook disse nesta segunda-feira que comprará a startup de atendimento ao cliente Kustomer, acelerando esforços no comércio eletrônico. Os detalhes financeiros do negócio não foram divulgados. O jornal "Wall Street Journal" informou que a transação avalia a startup em cerca de US$ 1 bilhão, citando pessoas familiarizadas com o assunto. A Kustomer, que ajuda empresas a gerenciarem reclamações de clientes em múltiplas plataformas, já oferece serviços no Facebook Messenger e no Instagram. VÍDEOS: os mais assistidos do G1
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30/11 - Petrobras espera concluir venda de oito refinarias até o final de 2021
Além da Rlam, na Bahia, estatal tem outras refinarias em que se pode chegar à assinatura de um contrato de compra e venda em futuro próximo. Roberto Castelo Branco, presidente da Petrobras Sergio Moraes/Reuters A Petrobras espera "concluir" integralmente a venda das oito refinarias colocadas no plano de desinvestimentos até o final de 2021, de acordo com compromisso assumido com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), disse nesta segunda-feira (30) Roberto Castello Branco, presidente-executivo da companhia. Segundo Roberto Castello Branco, além da Rlam, na Bahia, a Petrobras tem outras refinarias em que se pode chegar à assinatura de um contrato de compra e venda em futuro próximo. "Temos as ofertas vinculantes para a Refap (no Rio Grande do Sul) e Repar (no Paraná) no dia 10 de dezembro. Isso representa seis refinarias já em curso de venda, em estágio mais avançado", afirmou ele, em entrevista a jornalistas, após a companhia detalhar mais cedo seu plano de vendas de ativos para o período 2021-2025. Ele acrescentou que a empresa espera lançar a data para ofertas vinculantes da Regap (Minas Gerais) e Rnest (Pernambuco) no início de 2021.
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30/11 - Impacto da Covid-19 sobre o emprego na agropecuária se normaliza, diz Cepea
Segundo o instituto, há uma tendência de leve recuperação na ocupação do setor desde o início do segundo semestre. No trimestre móvel encerrado em setembro, 8,280 milhões de pessoas estavam empregadas, um total apenas 0,3% abaixo do esperado para o período. Homem trabalha em uma lavoura de café em Caconde (SP) Reprodução/EPTV O impacto da Covid-19 sobre o número de pessoas ocupadas na agropecuária está normalizado, "pelo menos por ora", indica um estudo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP (Cepea), com base na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Desigualdade de salários vai a novo recorde no 3º trimestre No trimestre móvel encerrado em setembro (julho-agosto-setembro), 8,280 milhões de pessoas estavam ocupadas na agropecuária, um total apenas 0,3% (28 mil pessoas) abaixo do esperado para o período. A pandemia começou a impactar negativamente o número de pessoas ocupadas no agro já no mês de março. A redução do nível de ocupação foi se acentuando ao longo dos meses, e atingiu o seu ápice no trimestre móvel encerrado em maio. Por outro lado, houve uma estabilização no trimestre encerrado em julho e, desde a incorporação de informações de agosto, tem sido observada uma tendência de leve recuperação. VÍDEO: Desemprego no Brasil salta a taxa recorde de 14,6% e atinge 14,1 milhões VÍDEOS: saiba tudo sobre o agronegócio
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30/11 - Índices acionários europeus recuam nesta segunda-feira, mas têm melhor mês já registrado
Ao longo de novembro, investidores se mostraram otimistas com a possibilidade de uma vacina contra a Covid-19. Um índice referencial do mercado de ações da Europa teve em novembro seu maior ganho mensal já registrado, com perspectiva de flexibilização das restrições relacionadas ao coronavírus e esperanças de uma vacina para a Covid-19, mas terminou esta segunda-feira (30) em baixa, de olho nas negociações de um acordo comercial do Brexit. Moderna planeja solicitar autorização para uso emergencial da vacina nos EUA e Europa Cinco semanas antes do fim do prazo, as negociações do fim de semana em Londres entre Reino Unido e União Europeia (UE) foram "bastante difíceis" e "divergências maciças" permaneceram nos elementos mais espinhosos, que envolvem pesca, "fair play" econômico e resolução de disputas, disse uma fonte da UE. "Embora minha convicção de que um acordo está sendo fechado ainda esteja intacta, o tempo está se esgotando rapidamente e você deve se perguntar quanto tempo isso pode durar antes que vejamos um abalo nos mercados", disse Craig Erlam, analista sênior de mercados da Oanda Europa. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,95%, a 1.504 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,98%, a 389 pontos, ao final de um mês em que saltou quase 14%. Os ganhos foram impulsionados pela esperança de uma política comercial mais estável dos Estados Unidos sob a presidência de Joe Biden e resultados promissores das principais candidatas a vacina contra o coronavírus, com o pedido da Moderna por uma autorização de emergência aos EUA e à Europa para uso de seu imunizante sendo a última novidade. "Isso pode levar a vacina a ser distribuída antes do final do ano e dar um grande impulso à recuperação econômica no próximo ano", disse Erlam. O CAC 40, da França, disparou 20% neste mês, enquanto o IBEX, da Espanha, e o MIB, da Itália, subiram mais de 22% cada. As ações alemãs e as blue-chips britânicas ganharam mais de 12%. Nesta segunda, em LONDRES, o índice Financial Times recuou 1,59%, a 6.266,19 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,33%, a 13.291,16 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 1,42%, a 5.518,55 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,30%, a 22.060,98 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 1,39%, a 8.076,90 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 1,01%, a 4.604,72 pontos. Vídeos: Últimas notícias de economia
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30/11 - Investimento cresce 16,3% no terceiro trimestre, aponta Ipea
Crescimento é em comparação com o segundo trimestre, que apresentou queda de 15,42%. Investimento foi puxado pelo consumo aparente de máquinas e equipamentos, com alta de 9,7% Henrique Carneiro/Divulgação A formação bruta de capital fixo (FBCF) cresceu 16,3% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o segundo trimestre, quando houve queda de 15,42%, na série com ajuste sazonal, de acordo com cálculo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na comparação com o mesmo período do ano passado, contudo, houve queda de 2,8%. A FBCF é a medida do que se investe em máquinas, equipamentos, construção, outros ativos fixos e inovação no país. Apenas em setembro, o indicador avançou 3,5% sobre agosto e subiu 1,1% sobre o mesmo período do ano passado. No terceiro trimestre, o investimento foi puxado pelo consumo aparente de máquinas e equipamentos, com alta de 9,7%, e a construção, que avançou 18,4% na comparação com o segundo trimestre. A produção nacional de máquinas e equipamentos deu um salto de 50,7% no período, enquanto as importações caíram 41%. Embora o dado agregado do investimento tenha caído na comparação com o mesmo período do ano passado, máquinas e equipamentos nacionais (4,4%) e construção (7,3%) também apresentaram dados positivos. Mas a importação de máquinas teve queda expressiva, de 38,9%, o que, junto com o recuo de 6,7% nos outros ativos fixos, determinou a diminuição de 2,8% na FBCF do período.
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30/11 - Opep estuda manter sua redução da produção de petróleo
Objetivo da aliança é manter à tona um setor duramente atingido pela pandemia que recupera aos poucos o nível de preços. Logo da Opep durante reunião informal de membros da organização em Argel, capital da Argélia Reuters/Ramzi Boudina Os integrantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se reúnem nesta segunda-feira (30) durante o primeiro dia da cúpula ministerial que busca um acordo sobre as cotas de produção de petróleo, diante de um mercado em baixa devido à pandemia do coronavírus. O objetivo comum da aliança dos países produtores de petróleo é manter à tona um setor duramente atingido pela pandemia da Covid-19 que, após atingir o fundo do poço em abril, recupera aos poucos o nível de preços. Para isso, o cartel terá que reduzir drasticamente a produção do chamado "ouro negro" e adaptá-la a uma demanda que está pelos terrenos, estratégia que traz pouca receita, mas permite relançar os preços. A reunião, que ocorre por meio de videoconferência, está prevista para começar nesta segunda-feira (30). E aos 13 países membros do cartel da Opep juntam-se na terça-feira os dez países associados conhecidos como Opep +, entre os quais se destaca a Rússia. Reunião sob incertezas Pelo acordo em vigor alcançado em abril, a retirada do mercado de 7,7 milhões de barris por dia (mbd) teria que ser reduzida para 5,8 mbd a partir de janeiro de 2021, mas a maioria dos observadores concorda que haverá um adiamento de três a seis meses, uma vez que o efeito da segunda onda da Covid-19 não foi previsto. No entanto, os progressos recentes nas vacinas contra o novo coronavírus dos laboratórios AstraZeneca, Pfizer/BioNTech ou Moderna têm permitido um aumento nos preços do petróleo, o que traz alguma incerteza a uma reunião que já este ano foi marcado por divergências. A primeira cúpula de 2020, que ocorreu em março na sede da organização na Áustria, foi um grande fiasco. Rússia e Arábia Saudita saíram da reunião presas em uma guerra fratricida de preços. Embora os membros do cartel atualmente compartilhem a meta das cotas de produção, o tema começa a ser espinhoso. O preço do petróleo subiu 25% desde o início de novembro e se aproximou dos níveis pré-pandêmicos, entre US$ 45 e US$ 50 para o barril WTI americano e do Brent do Mar do Norte, as duas referências do petróleo. O impacto que as campanhas massivas de vacinação, o retorno à atividade econômica, os deslocamentos e, consequentemente, o aumento do consumo de petróleo, não serão sentidos por vários meses, enquanto a Opep o define, pelo menos, entre o primeiro e o segundo trimestre de 2021. O barril europeu de Brent e o WTI caíram nesta segunda-feira (30), um sinal do temor dos investidores em relação à cúpula da Opep, apontam vários analistas.
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30/11 - Vale tem maior lucro entre empresas abertas da América Latina no 3º trimestre
Mineradora teve ganho de R$ 15,6 bilhões entre julho e setembro. Levantamento é da Economatica. A mineradora Vale encerrou o terceiro trimestre deste ano com o maior lucro entre as empresas de capital aberto (com ações negociadas em bolsa de valores) da América Latina, segundo levantamento da Economatica. O ganho, de R$ 15,6 bilhões, também é o maior já registrado por uma empresa de capital aberto brasileira em um terceiro trimestre, em valores nominais (sem correção). O segundo maior lucro também é da Vale: R$ 12,4 bilhões, no 3º trimestre de 2008. Em dólares, o lucro da Vale foi de US$ 2,768 bilhões. Maiores lucros no 3º trimestre de 2020 Em milhões de dólares Vale: US$ 2.768,29 America Móvil: US$ 851,77 Itaú Unibanco: US$ 796,36 GMexico: US$ 782,05 Bradesco: US$ 743,54 Santander Brasil: US$ 675,65 JBS: US$ 555,39 Banco do Brasil: US$ 546,90 Wal Mart de Mexico: US$ 414,20 Ambev: US$ 403,28 BF Banorte: US$ 402,18 Sul América: US$ 306,18 Cyrela: US$ 248,78 Southern Peru CC: US$ 244,05 CPFL Energia: US$ 237,10 Banco Santander Serfin: US$ 227,13 Ecopetrol: US$ 220,30 Funo: US$ 20244 B3: US$ 201,57 BB Seguridade: US$ 194,06 Maiores lucros de empresas brasileiras em terceiros trimestres Em bilhões de reais Vale: R$ 15,615 (2002) Vale: R$ 12,433 (2008) Petrobras: R$ 10,852 (2008) Vale: R$ 10,554 (2010) OGX: R$ 9,357 (2014) Petrobras: R$ 9,087 (2019 Petrobras: R$ 8,566 (2010) Vale: R$ 7,950 (2013) Vale : R$ 7,893 (2011) Petrobras: R$ 7,303 (2009) Assista as últimas notícias de economia
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30/11 - Reino Unido proíbe instalação de kit 5G da Huawei a partir de setembro de 2021
Governo britânico já ordenou que todos os equipamentos da empresa chinesa sejam removidos de sua rede 5G até o final de 2027, alinhando-se com os Estados Unidos, que dizem que a Huawei representa riscos de segurança. Logo da Huawei REUTERS/Aly Song As empresas de telecomunicações do Reino Unido não poderão instalar o novo kit 5G da Huawei após setembro de 2021, disse o governo do país nesta segunda-feira, como parte de um plano para eliminar os equipamentos da empresa chinesa de suas redes móveis. O que o Brasil tem a ganhar e perder se ceder aos EUA no 5G? O Reino Unido já ordenou que todos os equipamentos da Huawei sejam removidos de sua rede 5G até o final de 2027, alinhando-se com aliados de inteligência, incluindo os Estados Unidos, que dizem que a empresa representa riscos de segurança. As empresas de telecomunicações também foram proibidas de comprar o novo kit 5G da Huawei após o final do ano. Alguns parlamentares temiam que as empresas estocassem equipamentos para serem instalados até o prazo de 2027. No entanto, as operadoras disseram que já implementarão equipamentos alternativos no próximo ano, tornando o prazo de 2021 mais administrável. A China criticou a medida, enquanto a Huawei disse na semana passada que estava desapontada com sua exclusão do lançamento do 5G no Reino Unido após a publicação de novas leis que podem resultar em multas de 100 mil libras (133.140 dólares) para as empresas caso violem a proibição. "Estou definindo um caminho claro para a remoção completa de fornecedores de alto risco de nossas redes 5G", disse o ministro digital Oliver Dowden em comunicado. "Isso será feito por meio de poderes novos e sem precedentes para identificar e proibir equipamentos de telecomunicações que representam uma ameaça à nossa segurança nacional." Veja mais vídeos de Tecnologia
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30/11 - Bitcoin atinge nova máxima histórica
Criptomoeda saltou para US$ 19.864, superando máxima anterior de US$ 19.666. No ano, a moeda virtual acumula valorização de mais de 170%. O Bitcoin é uma moeda digital, utilizada para comprar e vender produtos e serviços pela internet Pixabay/Divulgação O bitcoin saltou nesta segunda-feira (30) para um novo recorde histórico, atingindo a cotação de US$ 19.864, com alta de 9,2% em seu melhor momento do dia até o momento, segundo a Reuters. O recorde anterior da criptomoeda era de US$ 19.666, alcançado em dezembro de 2017. No ano, a moeda virtual acumula valorização de mais de 170%. Bitcoin: entenda o que é Alimentando a valorização nas últimas semanas estava a maior demanda por ativos de risco em meio a estímulos fiscais e monetários sem precedentes para conter os danos econômicos da pandemia de Covid-19, além do apetite por ativos considerados resistentes à inflação e as expectativas de que as criptomoedas terão mais aceitação popular, destaca a Reuters. A história de 12 anos do bitcoin tem sido marcada por ganhos vertiginosos e quedas igualmente acentuadas. A criptomoeda é altamente volátil e seus mercados são muito menos transparentes do que os ativos tradicionais. Vídeos: veja as últimas notícias de economia
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30/11 - Biden escolhe Janet Yellen como secretária do Tesouro
Se confirmada, ex-presidente do Fed se tornará a primeira mulher a chefiar o Departamento do Tesouro do país. Presidente do Fed, Janet Yellen, concede coletiva nesta quarta-feira (14) REUTERS/Gary Cameron O presidente recém-eleito dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden, anunciou nesta segunda-feira (30) a ex-presidente do Federal Reserve (Fed) como secretária do Tesouro. "Janet Yellen é indicada para ser secretária do Tesouro. Se confirmada, será a primeira mulher a comandar o Departamento do Tesouro em seus 231 anos de história", declarou a equipe de transição de Biden. Yellen já havia quebrado uma barreira quando o ex-presidente democrata Barack Obama a escolheu para chefiar Fed em 2014, posição da qual foi deposta por Donald Trump quatro anos depois. No Fed, Yellen era vista como mais inclinada a políticas brandas, como manter as taxas de juros baixas para proteger o emprego. O Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) disse nesta segunda-feira que está estendendo programas emergenciais de liquidez para notas promissórias e outros importantes mercados financeiros até 31 de março, um passo para ajudar investidores em seu planejamento durante o início do próximo ano, conforme a economia se recupera da pandemia do coronavírus. Os programas, separados das ferramentas de crédito cujo término em 31 de dezembro foi determinado pelo Tesouro dos Estados Unidos, incluem o instrumento de liquidez de notas promissórias, a ferramenta de crédito para dealers primários, o programa de liquidez de fundos mútuos de mercado monetário e o programa de proteção à folha salarial. Vídeos: veja as últimas notícias de Economia
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30/11 - Petrobras prevê levantar até US$ 35 bilhões com venda de ativos até 2025
Plano de desinvestimentos inclui a venda de 8 refinarias, fatias na petroquímica Braskem, BR Distribuidora, na distribuidora de gás Gaspetro e térmicas. Prédio da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A Petrobras prevê desinvestimentos de US$ 25 bilhões a US$ 35 bilhões no período de 2021 a 2025, versus uma faixa de US$ 20 bilhões a US$ 30 bilhões no plano de negócios anterior, de acordo com apresentação divulgada nesta segunda-feira (30). Entre os ativos incluídos no programa de desinvestimentos, destacam-se 8 refinarias, fatias na petroquímica Braskem, BR Distribuidora, na distribuidora de gás Gaspetro e térmicas, destaca a reuters. Também estão incluídos no programa de alienação ativos de produção em terra e águas rasas, além do polo Albacora, Albacora Leste, Frade e 50% no polo Marlim. Na quinta-feira (26), o Conselho de Administração da Petrobras aprovou seu plano estratégico para o quinquênio 2021-2025, que prevê uma carteira de investimentos de US$ 55 bilhões para o período. O valor é US$ 20,7 bilhões ou 27,3% menor do que o estabelecido no plano anterior (2020-2024), fixado em US$ 75,7 bilhões. Nesta segunda, a estatal informou que a Compass Gás Energia não foi qualificada para a sequência do processo de venda de 51% da fatia da Petrobras na Gaspetro por não atender exigências do Termo de Compromisso de Cessação (TCC) firmado entre a petroleira e o Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade). A Petrobras deu início ao processo de venda de sua fatia na Gaspetro no final de fevereiro. A holding, que possui participação em 19 distribuidoras de gás, foi responsável pela distribuição de 29 milhões de metros cúbicos diários do produto em diversos Estados em 2019. Vídeos: veja as últimas notícias de economia
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30/11 - Gigantes digitais prometem 'contribuição tributária justa' nos países onde operam
Ficaram de fora, por enquanto, dois gigantes, Amazon e Apple. Cerca de 70 atores do setor digital, incluindo os gigantes Google e Facebook, estão comprometidos, como parte do coletivo "Tech For Good" lançado pelo presidente francês, Emmanuel Macron, a "assumir suas responsabilidades" por "uma contribuição justa para os impostos" nos países onde operam. Esta promessa está incluída no "Tech For Good Call", tornado público nesta segunda-feira (30) pela Presidência francesa, que visa a "delinear os princípios e valores" para tornar a Internet "um espaço livre, aberto e seguro em nível global", segundo o Palácio do Eliseu. Este plano foi assinado por "mais de 75" líderes do setor digital, "representativos da diversidade" da área: grandes grupos (Google, Facebook, Microsoft, Twitter, Snapchat, Huawei), unicórnios, start-ups, ONGs, fundações e grandes empresas francesas como Thales, Orange, ou Iliad. Ficaram de fora, por enquanto, dois gigantes, Amazon e Apple, que expressou, porém, seu "desejo de assinar" o texto, segundo o Eliseu. Neste apelo, o coletivo assume oito compromissos para regular conjuntamente a tecnologia digital, em particular com "medidas transparentes" para "prevenir a difusão de pornografia infantil, terrorismo, ou violência extrema", ou para garantir a "liberdade de escolha dos consumidores". Estes grupos se comprometem também a assumir suas "responsabilidades econômicas e sociais, por meio de uma contribuição justa para os impostos dos países onde operam", um assunto particularmente delicado enquanto os "Gafa" (sigla que designa Google, Amazon, Facebook e Apple) são acusados de pagar o mínimo de impostos possível em muitos países, especialmente na Europa. Esta promessa não é vinculativa, mas "a assinatura compromete" esses grupos que "podem, portanto, ser questionados pela mídia, ou pelas autoridades públicas, se agirem de forma contrária", ressaltou a Presidência francesa. "Também dá a líderes como Emmanuel Macron uma "base" nas discussões internacionais sobre regulamentação digital, em particular a Lei de Serviços Digitais da UE a ser apresentada em dezembro. A França lidera uma ofensiva na luta contra a otimização tributária, ao decidir cobrar um "imposto Gafa" a partir deste ano, apesar do risco de represálias americanas. O coletivo "Tech for Good" foi lançado em 2018 para debater como as novas tecnologias podem contribuir para o bem comum, como educação e saúde. Depois de se reunir em 2018 e 2019, teve de cancelar sua reunião anual - marcada para junho e depois adiada para novembro - por causa da crise da covid-19. Sua próxima cúpula está marcada para junho de 2021. Assista as últimas notícias de economia
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