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22/07 - Criminosos escondem programas maliciosos em imagens hospedadas em blogs do Google
A empresa de segurança Sucuri alertou que invasores digitais estão aperfeiçoando um velho truque usado para esconder códigos maliciosos: ocultar o programa dentro dos chamados metadados de imagens. A novidade, conforme observou a Sucuri, é que as fotos são hospedadas nos servidores do Google, provavelmente no serviço Blogger, que abriga blogs de forma gratuita. As imagens não são capazes de infectar o computador ao serem visualizadas, porque elas não exploram nenhum tipo de vulnerabilidade. Em vez disso, o objetivo dos criminosos é esconder a presença dos códigos maliciosos em arquivos confiáveis e em um local confiável. Os metadados da imagem, que abrigam o código malicioso, não criam nenhuma diferença visual na imagem e estão codificados. Dessa forma, a imagem parece completamente normal e inofensiva ao ser aberta no navegador ou visualizada em um editor de imagens. No entanto, quando corretamente processada, a imagem se transforma em um novo componente malicioso que pode ser usado em um ataque. Imagens são arquivos confiáveis, por serem normalmente inofensivos, e os servidores do Google também são considerados confiáveis. Isso reduz a chance de que o download seja bloqueado ou que uma anomalia seja detectada após o início de uma invasão. Um truque muito semelhante foi usado pelo vírus VPNFilter, que rendeu um alerta do FBI. O VPNFilter ataca roteadores e não tem relação com o novo caso descrito pela Sucuri, exceto por ambos esconderem códigos maliciosos em arquivos de imagem. O VPNFilter também não utilizava o armazenamento no Google. Os arquivos de imagens são baixados depois que os invasores já conseguiram atacar um sistema, normalmente um servidor web (um computador, que normalmente pertence a uma empresa, que abriga páginas de internet). O código permite que os hackers executem comandos no servidor invadido, o que pode viabilizar o roubo de dados ou contaminar os sites com códigos para atacar os visitantes. Como as imagens maliciosas são arquivos válidos, serviços que abrigam imagens precisam ter cuidado e adotar novas políticas que permitam que esses arquivos sejam denunciados. No momento, existem procedimentos para remover imagens com conteúdo inadequado ou ilícito, mas a análise feita após a denúncia normalmente não inclui os metadados da imagem -- que é onde o código malicioso fica armazenado. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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21/07 - Deveríamos dedicar menos tempo ao trabalho? Conheça os malefícios de exagerar na jornada
Pessoas que tiram menos de dez dias de férias por ano têm mais chances de receber um aumento ou bônus em três anos, de acordo com pesquisa. Por lei, todo país da União Europeia tem pelo menos quatro semanas de férias pagas, e a Itália tem dez feriados adicionais Getty Images Quando me mudei de Washington para Roma, uma cena me marcou mais do que qualquer basílica romana: a de pessoas sem fazer nada. Eu costumava ver idosas na janela observando pessoas passarem ou famílias em passeios noturnos parando de vez em quando para cumprimentar amigos. Até a vida de escritório era diferente. Esqueça o sanduíche do lado do computador. Na hora do almoço, restaurantes ficam lotados de trabalhadores fazendo uma refeição decente. Desde o século 17, já se fala no estereótipo da "preguiça" italiana. E esta não é a história toda. Os mesmos que dirigiam para casa em scooters na hora no almoço voltavam ao escritório para trabalhar até às 20h. Mesmo assim, a aparente crença no equilíbrio entre trabalho duro e il dolce far niente, ou "a doçura de não se fazer nada", sempre me intrigou. Até porque não fazer nada soa como o oposto de ser produtivo. E produtividade, seja criativa, intelectual ou industrial, é a principal forma de se usar o tempo. Mas à medida que preenchemos nossos dias com mais e mais afazeres, muitos de nós estamos descobrindo que a atividade ininterrupta não é o ápice da produtividade. É sua adversária. Pesquisadores estão notando que o trabalho após uma jornada de 14 horas não é apenas de pior qualidade, mas que esse padrão está prejudicando a criatividade e a cognição. Ao longo do tempo, isso pode nos deixar fisicamente doentes - e, ironicamente, fazer-nos sentir que não temos propósito. Pense no trabalho mental como fazer flexões, diz Josh Davis, autor de Two Awesome Hours (Duas horas incríveis, em tradução livre). Digamos que você queira fazer dez mil repetições. A maneira mais "eficiente" seria fazer todas de uma vez, sem intervalo. Mas sabemos instintivamente que isso é impossível. Em vez disso, se fizéssemos apenas algumas flexões intercaladas com outras atividades durante algumas semanas, chegar a dez mil seria mais viável. "O cérebro é como um músculo nesse caso", escreve Davis. "Se estabelecermos as condições inadequadas com trabalho constante, vamos realizar pouco. Mas se estabelecermos as condições certas, provavelmente não há quase nada que não possamos fazer". Fazer ou morrer Muitos de nós, no entanto, não costumam entender nossos cérebros como músculos, mas como um computador: uma máquina capaz trabalhar constantemente. Isso não é apenas falso, mas se forçar a trabalhar por horas sem descanso pode ser prejudicial, dizem especialistas. Um estudo descobriu que um empresário que tirava menos folgas na meia-idade tinha mais chances de morrer mais cedo e ter uma saúde pior quando envelhecia Getty Images "A ideia de que você consegue estender indefinidamente o seu tempo de foco e produtividade a esses limites arbitrários está errado. É autodestrutivo", diz o cientista Andrew Smart, autor de Autopilot (Piloto automático, em tradução livre). "Se você produz constantemente essa dívida cognitiva, quando sua fisiologia diz 'preciso de uma pausa' e você continua forçando-a, então você vai ter essa resposta de estresse crônico - e, com o tempo, isto é bastante perigoso". Uma metanálise descobriu que trabalhar por muitas horas aumenta o risco de doença cardíaca em 40% - quase tanto quanto fumar (50%). Outro estudo mostrou que pessoas que trabalhavam muito tinham um risco bem maior de derrame. E mais um apontou que os que trabalhavam mais de 11 horas por dia tinham 2,5 vezes mais chances de episódios depressivos do que os que trabalhavam sete ou oito. No Japão, isso levou a uma tendência preocupante conhecida como karoshi - ou morte por trabalho excessivo. Será que significa que você deveria tirar férias mais longas? Provavelmente sim. Um estudo com empresários de Helsinque, capital da Finlândia, mostrou que, ao longo de 26 anos, executivos e empresários que tiravam menos férias na meia-idade tinham mais chances de morrer mais cedo ou ter piores condições de saúde na velhice. Estudo americano descobriu que pessoas que tiram menos de dez dias de férias por ano têm mais chances de receber um aumento. Getty Images As férias também podem valer a pena financeiramente. Um estudo com mais de 5 mil trabalhadores americanos descobriu que pessoas que tiram menos de dez dias de férias por ano têm uma em três chances de receber um aumento ou bônus em três anos. E as que tiravam mais de dez? Duas em três chances. Obsessão por produtividade É fácil pensar que eficiência e produtividade são uma obsessão nova. Mas o filósofo Bertrand Russell discordaria disso. "Será dito que, embora um pouco de lazer seja agradável, os homens não saberiam como preencher seus dias se tivessem apenas quatro horas de trabalho das 24 (do dia)", escreveu Russell em 1932, acrescentando que "isso não teria sido verdade em qualquer período anterior. Antes havia uma capacidade de despreocupação e diversão que foi de certa forma inibida pelo culto da eficiência. O homem moderno pensa que tudo deve ser feito para o bem de outra coisa, e nunca para o seu próprio bem". Dito isso, algumas das pessoas mais criativas e produtivas perceberam a importância de se fazer menos. Elas tinham uma forte ética de trabalho - mas também permaneceram dedicadas a descansar e se divertir. "Trabalhe numa tarefa por vez até acabá-la", escreveu o artista e escritor Henry Miller em seus 11 mandamentos para escrever. "Pare no horário determinado!... Continue a ser um humano! Veja pessoas, vá a lugares, beba se você quiser". Até mesmo um dos nomes mais importantes dos EUA e um modelo de trabalho duro, Benjamin Franklin, devotou tempo à ociosidade. Ele tirava duas horas de almoço por dia, tinha noites livres e dormia bem. Em vez de trabalhar ininterruptamente em sua carreira como dono de tipografia - o que pagava suas contas -, Franklin usava "grande parte do tempo" em hobbies e socialização. "De fato, os mesmos interesses que o tiravam de sua profissão levaram-no a conhecer muitas coisas maravilhosas pelas quais ele é conhecido, como inventar o fogão de Franklin e o pára-raios", escreveu Davis. Até em nível global, não há uma correlação clara entre a produtividade do país e a média de horas trabalhadas. Com uma jornada de 38,6 horas por semana, por exemplo, o empregado americano médio trabalha 4,6 horas a mais que um norueguês. Mas pelo PIB, os trabalhadores noruegueses contribuem o equivalente a US$ 78,70 (R$ 291) por hora - comparado com US$ 69,60 (R$ 257) dos americanos. E a Itália, o berço de il dolce far niente? Com uma média de 35,5 horas de trabalho por semana, ela produz quase 40% mais por hora do que a Turquia, onde as pessoas trabalham uma média de 47,9 horas por semana. Ela se aproxima até do Reino Unido, onde as pessoas trabalham 36,5 horas. Todos os intervalos para o café, ao que parece, não são ruins. Onda cerebral Hoje temos oito horas de trabalho por dia porque as empresas descobriram que cortar algumas horas da jornada tem um efeito reverso ao esperado: aumenta a produtividade. Na Revolução Industrial, era comum trabalhar por dez a 16 horas por dia. A fabricante de automóveis Ford foi a primeira a experimentar um turno de oito horas - e notou que os trabalhadores eram mais produtivos no total. Em dois anos, suas margens de lucro dobraram. Se oito horas de trabalho são mais produtivas que dez, então menos horas funcionariam melhor? Talvez. Para pessoas com mais de 40 anos, uma pesquisa mostrou que a jornada de 25 horas por semana é o limite ideal para a cognição. A Suíça recentemente experimentou o modelo de seis horas e percebeu uma melhora na saúde e produtividade. Isto parece só confirmar como as pessoas já se comportam no trabalho. Um questionário com quase 2 mil profissionais de escritórios no Reino Unido mostrou que eles eram produtivos por apenas duas horas e 53 minutos do total de oito horas. O resto do tempo era gasto com redes sociais, leitura de notícias e conversas com colegas não relacionadas ao trabalho, alimentação e até a busca por um novo emprego. Nossa capacidade de foco é ainda menor quando estamos sendo pressionados além de nossa capacidade. Pesquisadores como o psicólogo K. Anders Ericsson, da Universidade de Estocolmo, descobriram que os intervalos são mais necessários do que parecem. A maioria das pessoas aguenta apenas uma hora sem descansar. E muitos no topo, como músicos de elite, autores e atletas, nunca dedicam mais do que cinco horas por dia sistematicamente à profissão. Outro hábito compartilhado? Uma "crescente tendência de tirar cochilos restauradores", escreve Ericsson. Segundo estudos, os intervalos ajudam a manter o foco e a performar em alto nível. Não tirá-los pode reduzir a performance. Virginia Woolf escreveu Ela não queria se mover ou falar. Ela queria descansar, deitar, sonhar. Ela se sentia cansada Getty Images Descanso ativo Mas "descansar", como alguns pesquisadores ressaltam, não é necessariamente a melhor palavra para o que estamos fazendo quando pensamos que não estamos fazendo nada. A parte do cérebro ativada quando não estamos fazendo "nada" é conhecida como rede de modo padrão (DMN, na sigla em inglês), que tem um papel central na consolidação da memória e visualização de possibilidades futuras. Também é a área cerebral ativada quando as pessoas estão observando outras, pensando sobre si próprias, fazendo julgamentos morais ou processando as emoções de outras pessoas. Em outras palavras, se esta rede fosse desligada, teríamos dificuldade de lembrar ou prever as consequências, compreender interações sociais, agirmos eticamente ou termos empatia por outros - todas as coisas que nos tornam não apenas funcionais no trabalho, mas na vida. "Ela ajuda a reconhecer a importância mais profunda das situações. Ela ajuda a fazer sentido das coisas. Quando você não está fazendo sentido das coisas, você só está reagindo e agindo no momento, você está sujeito a muitos tipos de comportamentos e crenças cognitivos e emocionais inadequados", diz Mary Helen Immordino-Yang, neurocientista e pesquisadora do Instituto do Cérebro e da Criatividade na Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA. Também não conseguiríamos criar novas ideias e conexões. Berço da criatividade, o DMN se ativa quando estamos fazendo associações entre assuntos aparentemente não relacionados ou tendo ideias originais. É ainda o lugar onde os momentos "ah-ha" acontecem - o que significa que se, como Arquimedes, você teve sua última boa ideia no banho ou durante uma caminhada, você deve agradecer à biologia. Talvez o mais importante de tudo é que se não dermos atenção ao nosso interior, perdemos um elemento crucial de felicidade. "Muitas vezes estamos apenas fazendo coisas sem buscar sentido para aquilo", diz Immordino-Yang. "Quando você não consegue relacionar suas ações a uma causa maior, ao longo do tempo elas irão parecer sem propósito, vazias e não conectadas com seu 'eu' mais amplo. E, ao longo do tempo, não ter um propósito está relacionado a não ter saúde psicológica e fisiológica ideais". Mente de macaco Mas qualquer um que já tentou meditar sabe que não fazer nada é surpreendentemente difícil. Quantos de nós, depois de 30 segundos de inatividade, pegamos o celular? Isso nos deixa tão desconfortáveis que preferimos até nos machucar. Literalmente. Em 11 estudos diferentes, pesquisadores viram que os participantes preferiram fazer qualquer coisa - até receber choques elétricos - a não fazer nada. E eles sequer precisavam ficar inativos por muito tempo: entre seis e 15 minutos. A boa notícia é que você não precisa fazer absolutamente nada para colher os benefícios disso. Descansar é importante, mas a reflexão ativa também. É quando você mastiga um problema ou pensa sobre uma ideia. Se você estiver bem intencionado, poderá ativar sua DMN até se estiver pasando tempo nas redes sociais. "Se você está apenas olhando para uma foto bonita, ela (DMN) é desativada. Mas se está fazendo uma pausa e permitindo a si mesmo imaginar uma história sobre por que a pessoa na foto está se sentido daquela forma, criando uma narrativa ao seu redor, então você pode até estar ativando essa rede", diz a pesquisadora. Também não é preciso muito tempo para reverter os efeitos prejudiciais da atividade constante. Quando adultos e crianças foram mandados ao ar livre, sem qualquer equipamento, por quatro dias, a performance deles numa tarefa que envolvia criatividade e solução de problema melhorou em 50%. Até sair para uma caminhada, de preferência ao ar livre, aumentou bastante a criatividade. Outro método bastante eficaz para reverter esse prejuízo é a meditação: apenas uma prática por semana para indivíduos que nunca meditaram, ou uma simples seção aos praticantes experientes, pode melhorar criatividade, humor, memória e foco. Outras tarefas que não exigem 100% de concentração também podem ajudar, como tricotar ou rabiscar. Como Virginia Woolf escreveu em Um Quarto só para Si: "Desenhar foi uma maneira ociosa de terminar uma manhã de trabalho pouco produtiva. Ainda assim é na ociosidade, em nossos sonhos, que a verdade submersa às vezes vem ao topo". Tempo livre Seja distanciando-se de sua mesa por 15 minutos ou desconectando a sua caixa de e-mail à noite, parte de nossa dificuldade de desconectar tem a ver com controle - o medo de que se relaxarmos por um momento, tudo o que construímos irá por água abaixo. Isso está errado, diz a poeta, empreendedora e "life coach" Janne Robinson. "A metáfora que gosto de usar é a da fogueira. Por exemplo, lançamos um negócio e um ano depois começamos a pensar quando poderemos tirar uma semana de folga ou se devemos contratar alguém. Muitos de nós não confiaria nos outros para assumir o controle. Ficamos achando que o fogo vai se apagar", explica. "E se confiássemos que a brasa é tão forte que podemos ir embora e alguém só precisa jogar madeira de vez em quando para que as chamas continuem a queimar?", sugere. Não é algo fácil para quem sente que temos constantemente que "produzir". Mas, para se fazer mais, parece que precisamos nos sentir confortáveis em fazer menos.
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21/07 - Novo exame psicotécnico do concurso da Sedurb acontece neste domingo em João Pessoa
Exame anterior foi anulado por irregularidades. Mais de 230 candidatos foram convocados para o novo exame que acontece no Lyceu Paraibano. Concurso da Sedurb de João Pessoa oferece 70 vagas Francisco França/Jornal da Paraíba/Arquivo Os novos exames psicotécnicos do concurso da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) de João Pessoa acontecem neste domingo (22) para mais de 230 candidatos. O exame anterior foi anulado após denúncias de irregularidades e uma nova prova foi marcada. Confira a lista dos candidatos convocados para o exame Segundo a convocação, as provas acontecem no Lyceu Paraibano, em João Pessoa. Os candidatos devem chegar com pelo menos uma hora de antecedência ao horário de fechamento dos portões, às 8h15. A avaliação começa às 8h30. Conforme o novo cronograma do concurso, o resultado preliminar e a consulta ao agendamento da entrevista devolutiva vai ser divulgado no dia 31 de julho. A devolutiva está prevista para acontecer no dia 5 de agosto, com pedido de revisão nos dias 6 e 7 de agosto. Irregularidades Os candidatos considerados inaptos no exame psicotécnico denunciaram ao Ministério Público da Paraíba (MPPB), no dia 6 de junho, supostas irregularidades na realização e correção do exame. Entre elas, estava o teste que foi aplicado e que estaria invalidado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). No dia 3 de julho, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi firmado entre o MPPB, o Conselho Regional de Psicologia, a Prefeitura de João Pessoa e o Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade) - empresa organizadora do concurso. Conforme o documento, as partes se comprometeram a cumprir o que foi estabelecido, seguindo a regras do Conselho Regional de Psicologia e utilizando testes atualizados para a avaliação dos candidatos. O concurso da Sedurb oferece 70 vagas para candidatos que concluíram o nível médio, sendo quatro delas destinadas a pessoas com deficiência. O salário inicial para os novos contratados é de R$ 1.238,37.
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21/07 - Ministro francês chama os EUA 'à razão' e pede que 'respeitem seus aliados' comerciais
'Americanos e europeus são aliados. Não conseguimos entender o porquê nós, europeus, seremos afetados pelo aumento de tarifas comerciais decidido pelos EUA', disse ministro francês da Economia. A União Europeia vê com preocupação a guerra comercial que começou após o aumento de tarifas decidido pelos Estados Unidos, declarou neste esábado (21) o ministro francês da Economia e Finanças, Bruno Le Maire, pedindo a Washington que seja razoável e "respeite" seus aliados comerciais. "Todos, em particular os países europeus, temos uma preocupação com a guerra comercial que começou há algumas semanas. Só haverá perdedores nesta guerra, que destruirá empregos e afetará o crescimento mundial", expressou Le Maire em entrevista exclusiva à AFP antes da reunião de ministros da Economia e presidente de bancos centrais do G20 neste sábado e domingo em Buenos Aires. "Fazemos um chamado à razão aos Estados Unidos, que respeite as regras multilaterais e respeite seus aliados", enfatizou. "Americanos e europeus são aliados. Não conseguimos entender o porquê nós, europeus, seremos afetados pelo aumento de tarifas comerciais decidido pelos Estados Unidos", disse o ministro em referência à decisão de Washington de impor tarifas adicionais ao aço e ao alumínio, primeiro passo de uma polêmica estratégia com a qual o governo de Donald Trump busca, em particular, combater o déficit comercial de seu país com a China. União Europeia anuncia medidas para combater efeitos de tarifas dos EUA ao aço "O que queremos é reformar o multilateralismo comercial. O comercial mundial não pode se basear na lei da selva", acrescentou o ministro francês. A UE e a China acordaram nesta semana a conformação de um grupo de trabalho para analisar uma reforma da paralisada Organização Mundial do Comércio (OMC). "A forma de solucionar os problemas é um diálogo entre Estados Unidos, Europa e China", advogou Le Maire, enquanto aumenta a preocupação sobre o impacto das medidas americanos e suas recíprocas de China, UE, Canadá e México sobre o crescimento mundial. Entenda a escalada da guerra comercial no mundo. Juliane Almeida/G1
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21/07 - Migração, desemprego e desenvolvimento, segundo Harris e Todaro
Ao longo da história, a vida no campo foi essencial para a produção de alimentos e o sustento da humanidade. Mas com o desenvolvimento das sociedades e do capitalismo houve uma mudança drástica: o surgimento das cidades. Fortemente ligadas ao comércio, tiveram um desenvolvimento rápido e descontrolado, atraindo muitos camponeses, que viam nelas a oportunidade de uma vida mais confortável. No Brasil, o processo foi mais forte entre as décadas de 1960 e 1980, mas ainda é intenso em países como a China e Índia. A promessa de uma vida melhor na área urbana, no entanto, nem sempre corresponde à realidade. Muitas vezes o migrante acaba nas periferias das cidades, vivendo em condições precárias. Essa disparidade entre expectativa e realidade levou John R. Harris e Michael Todaro a escreverem o artigo: “Migration, Unemployment and Development: A Two-Sector Analysis”, publicado em 1970 na prestigiada The American Economic Review. A China, com a forte industrialização e crescimento econômico das últimas décadas, desde 2010 é majoritariamente urbana. Já a Índia viu sua população urbana aumentar mais de seis vezes, passando de 62 milhões de pessoas em 1951 para 377 milhões em 2011. Esta numerosa e descontrolada migração está acompanhada nos dois países de problemas sociais como a marginalização de parte dos recém-chegados às cidades, que, sem trabalho, também não conseguem voltar para o campo, engrossando as fileiras de desempregados. Ainda assim, com exceção das raras épocas em que aumenta a renda no campo, é válido para o trabalhador arriscar a vida nas cidades, considerada a disparidade de salários. Como apontam os dois autores, a migração só cessa quando a renda de um lugar supera a de outro. Para lidar com os prós e contras, Harris e Todaro recorrem ao salário sombra. É um conceito usado para representar a melhoria de vida na cidade esperada pelo trabalhador rural ao se mudar para a cidade. Na China, um estudo do jornal Washington Post mostrou que, ao se mudar dos vilarejos para as cidades, os trabalhadores passavam a ganhar quase 2,5 vezes a mais. No entanto, a falta de regulamentação do trabalho, assim como a discriminação, os obrigava muitas vezes a trabalhar em condições precárias e em longas jornadas, uma situação pior do que a vivida no campo. Em um mundo cada vez mais globalizado e urbano, o alerta de John R. Harris e Michael Todaro ganha crescente importância. A migração interna traz ganhos e problemas para as cidades e seus novos moradores. Resta, no entanto, enfrentar suas consequências negativas. * Post em parceria com André Szapiro e Caio Rodrigues Santini, graduandos em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e consultores da Consultoria Júnior de Economia da EESP-FGV. Para saber mais sobre a CJE, acesse: http://cjefgv.com
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21/07 - JBS suspende produção em fábrica de processamento de carne suína em Iowa após tornado
Os animais que deveriam ir para Marshalltown serão desviados para outras unidades da JBS em Iowa e Illinois. A JBS USA interrompeu nesta sexta-feira (20) a produção em sua fábrica de processamento de carne suína em Marshalltown, no Estado norte-americano de Iowa, depois que um tornado atingiu a unidade na noite de quinta-feira, disse a empresa. "Nós não vamos colocar a fábrica em atividade hoje, enquanto avaliamos os danos e damos tempo aos integrantes da nossa equipe para cuidarem de suas famílias e questões pessoais", disse Cameron Bruett, representante da JBS, em comunicado enviado por email nesta sexta-feira. Nenhum ferimento foi relatado, acrescentou. A unidade tem uma capacidade de abate estimada em 20 mil suínos por dia, de acordo com dados do setor e comerciantes. "Marshalltown é a única fábrica de processamento afetada e ficará fechada até pelo menos segunda-feira", disse um comerciante local de suínos. Os animais que deveriam ir para Marshalltown serão desviados para outras unidades da JBS em Iowa e Illinois, acrescentou. Um comerciante de suínos de Illinois disse à Reuters que a JBS talvez compense o tempo em que Marshalltown está fechada processando alguns suínos no sábado em "algumas outras fábricas. E então eles vão ver se conseguem voltar à ativa e abater na semana que vem".
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21/07 - CCR anuncia Leonardo Vianna como novo presidente
Vianna assume o comando da empresa em meio a investigações sobre suposta participação da CCR em esquema de corrupção. A empresa de concessões de infraestrutura CCR anunciou nesta sexta-feira (20) a nomeação de Leonardo Vianna como novo presidente-executivo, em substituição a Renato Vale, que deixa a companhia que presidiu desde a fundação há duas décadas. Segundo a CCR, a mudança faz parte do processo de sucessão iniciado em 2014. Vianna, que presidia a divisão CCR Mobilidade, assume a partir de 31 de julho. A CCR Mobilidade será dirigida por Italo Roppa, que presidia a unidade CCR Rodovias SP e será substituído no cargo por Paulo César de Souza Rangel, deixando a presidência da CCR ViaOeste e CCR Rodoanel. A empresa, que nasceu com foco na concessão de rodovias pedagiadas, nos últimos anos tem procurado diversificar seu leque geográfico e de negócios, entrando em mobilidade urbana e no segmento aeroportuário. Em junho, a CCR pagou US$ 60 milhões para ampliar para 100% sua fatia na concessão do aeroporto de San José, na Costa Rica. Vianna assume o comando da empresa em meio a investigações sobre suposta participação da CCR em esquema de corrupção. O empresário Adir Assad teria afirmado em delação premiada, dentro da operação Lava Jato, que pagou comissão ao ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, em esquema de corrupção que teria envolvimento da CCR, negado pela empresa. A ação da CCR fechou esta sessão em alta de 4,66%, um dos maiores avanços do Ibovespa, que subiu 1,4%. Movimento na RJ-124 Divulgação/CCR Lagos
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21/07 - Apple Watch e Fitbit podem ser afetados pelas novas tarifas dos EUA
Aparelhos estão em lista para se enquadrarem na classificação de máquinas de transmissão de dados. A última rodada de tarifas dos Estados Unidos sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses podem atingir o Apple Watch, rastreadores de saúde, caixas de som e outros acessórios montados na China, segundo regras governamentais de tarifas. Em foto de arquivo, Kevin Lynch, vice-presidente da tecnologia, apresenta sistema operacional do Apple Watch Stephen Lam/Reuters As regras citam o relógio da Apple, vários rastreadores de atividade física da Fitbit e auto-falantes da Sonos. Enquanto os produtos tecnológicos mais vendidos, como celulares e notebooks, enfrentam pouco perigo de serem atingidos por taxas de importação, os regimentos das tarifas mostram que os fabricantes de acessórios não devem ser poupados e talvez tenham que considerar aumentar os preços de produtos usados por milhões de consumidores todos os dias. Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências Os aparelhos estão na lista da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA para se enquadrarem na classificação obscura de máquinas de transmissão de dados na extensa lista de códigos tarifários dos EUA. Essa classificação está inclusa nos mais de 6 mil códigos na mais recente rodada de tarifas propostas pelo presidente Donald Trump. Produto da Fitbit Divulgação Essa lista de tarifas de US$ 200 bilhões está em uma fase de comentários públicos. Porém, se entrar em efeito na primavera, os produtos da Apple, Fitbit e Sonos podem sofrer tarifas de 10%. Os produtos listados nas regras da alfândega são o Apple Watch original, os modelos Charge, Cherge HS e Surge da Fitbit e os auto-falantes Play:3, Play:5 e SUB da Sonos. As três empresas se recusaram comentar sobre a lista de tarifas. Mas, em seu documento no começo do mês para se tornar uma empresa de capital aberto, a Sonos disse que "a imposição de tarifas e outras barreiras comerciais, assim como medidas comerciais de retaliação, podem tornar necessário o aumento dos preços dos nossos produtos e prejudicar nossas vendas." Entenda a escalada da guerra comercial no mundo. Juliane Almeida/G1
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20/07 - Preço da gasolina sobe após seis semanas seguidas de queda, diz ANP
Já o valor do diesel terminou a semana em queda, para a média de R$ 3,38 por litro; desde o começo da greve dos caminhoneiros, valor nas bombas caiu R$ 0,21. O preço da gasolina nas bombas subiu após seis semanas consecutivas de queda. É o que apontam dados divulgados nesta sexta-feira (20) Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). Já o valor médio do diesel para o consumidor final caiu. Segundo a ANP, o preço da gasolina subiu 0,13% na semana, para R$ 4,50 por litro, em média. Já o custo do diesel nas bombas teve queda de 0,23% na semana, para R$ 3,38. No mesmo período, a Petrobras baixou o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,04, ou cerca de 1,8%, seguindo sua política de reajuste de preços com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. De acordo com a empresa, as decisões de subir ou baixar os preços nas refinarias dependem de fatores como o câmbio e o preço do barril de petróleo. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos. Entenda a composição do preço da gasolina e o que diz a Petrobras Já o valor do diesel permanece congelado nas refinarias, conforme acordo feito para encerrar a greve dos caminhoneiros. Desde o dia anterior ao início dos protestos, o preço médio do diesel calculado pela ANP recuou R$ 0,21 até agora – ainda abaixo dos R$ 0,46 previstos pelo governo no acordo feito com os caminhoneiros para encerrar a greve. No ano, o preço médio da gasolina calculado pela ANP já acumula alta de 9,7% - uma variação bem maior que a inflação esperada para o ano, de 4,15%. Já o diesel tem alta acumulada de 1,6%. A ANP divulga semanalmente o preço médio por litro do diesel nos postos, com dados coletados em 459 municípios pesquisados. Os valores representam uma média calculada pela ANP. Os preços, portanto, variam de acordo com a região pesquisada. Etanol e gás de cozinha Bombas de gasolina em posto na zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 Na passada, o preço do etanol caiu 1,17%, para R$ 2,775, em média. Foi a sexta semana seguida de queda. Em 2018, o preço médio do etanol já caiu 4,7%. Da mesma maneira como ocorre com a gasolina e o diesel, o valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Já o preço do botijão de gás de cozinha ficou quase estável, com recuo de 0,01% na semana, para a média de R$ 68,68. No ano, há alta acumulada de 1,9%.
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20/07 - Ministro do Planejamento diz que irá propor que reajuste de servidores seja adiado de 2019 para 2020
Segundo Esteves Colnago, adiamento permitiria uma economia de R$ 11 bilhões no ano que vem. Na última semana, Congresso derrubou restrição que proibia novos reajustes em 2019. O ministro do Planejamento, Esteves Colnago Divulgação/Ministério do Planejamento O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, afirmou nesta sexta-feira (20), que vai propor ao presidente Michel Temer um projeto de lei ou medida provisória para postergar para 2020 a parcela dos reajustes dos servidores do Executivo que seria concedida em 2019. A parcela do reajuste de 2019 seria a última de uma negociação que concedeu aumentos para diversas categorias ainda no governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Essas carreiras tiveram o reajuste dividido em parcela – de 2016 a 2019 -, sendo que a última está prevista para ser paga no próximo ano. “O Ministério do Planejamento deve encaminhar ao presidente da República um projeto de lei, medida provisória, postergando a última parcela dos aumentos que seriam em 2019 para 2020”, disse. De acordo com o ministro, com o adiamento, o governo evitaria um gasto de R$ 11 bilhões em 2019. A decisão do Ministério do Planejamento ocorreu depois do Congresso Nacional retirar do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a restrição para novos reajustes em 2019. Colnago explicou que a restrição proposta na LDO era para novos reajustes, mas garantia os reajustes acordados. No entanto, a proposta do Ministério do Planejamento é para adiar os reajustes que já estavam negociados.
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20/07 - Brasil fecha em junho 661 vagas de emprego com carteira assinada
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta sexta (20). No mês, foram registradas 1.167.531 contratações e 1.168.192 desligamentos. Carteiras de trabalho Jana Pessôa/Setas-MT A economia brasileira fechou, em junho deste ano, 661 vagas de emprego com carteira assinada, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho. Esse foi o primeiro resultado negativo para um mês em 2018. Economia brasileira fecha 611 vagas com carteira assinada em junho Quando o país cria vagas de trabalho em um determinado período, significa que as contratações superaram as demissões. Já quando fecha vagas, significa que as demissões superaram as contratações. Em junho, foram registradas 1.167.531 contratações e 1.168.192 desligamentos. Em junho do ano passado o país havia gerado 9.821 postos de emprego formal e, em junho de 2016, haviam sido fechadas 91.032 vagas, segundo dados sem ajuste, ou seja, sem contar as declarações feitas fora do prazo. No ano No acumulado do primeiro semestre do ano, o Brasil gerou 392.461 empregos com carteira assinada. Já nos últimos doze meses, segundo o Ministério do Trabalho, foi registrada a criação de 280.093 postos de trabalho formais. Em todo o ano de 2017, a economia brasileira fechou 20.832 postos de trabalho formais. Foi o terceiro ano seguido em que houve mais demissões do que contratações no país. Entre 2015 e 2017, o país fechou um total de 2,88 milhões de postos. Setores Os números do governo revelam que, em junho, houve abertura de vagas em apenas três dos oito setores da economia. O comércio foi o setor que mais perdeu postos de trabalho: no mês passado foram fechadas 20.971 vagas de emprego formal. Já a agropecuária abriu 40.917 postos de trabalho formal, com destaque para o cultivo de café, que gerou 14.024 postos de trabalho. Comércio: fechou 20.971 vagas Indústria de transformação: fechou 20.470 vagas Construção civil: fechou 934 vagas Administração pública: fechou 855 vagas Extrativa mineral: fechou 88 vagas Agricultura: abriu 40.917 vagas Serviços industriais de utilidade pública: abriu 1.151 vagas Serviços: abriu 589 vagas O setor de comércio e a produção industrial foram uns dos setores mais afetados pela greve dos caminhoneiros no final de maio. Em maio, a produção industrial despencou 10,9% e as vendas no comércio recuaram 0,6%. A greve durou 11 dias, entre 21 e 31 de maio. Os caminhoneiros bloquearam estradas e impediram a circulação até de itens essenciais, como alimentos, gás de cozinha e combustíveis. Serviços básicos, como transportes públicos, foram prejudicados. A principal reivindicação da categoria era a redução do preço do diesel, que foi atendida pelo governo federal. Dados regionais Segundo o governo, houve criação de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em quatro das cinco regiões do país em junho deste ano. A região Centro-Oeste liderou, com a criação de 8.366 vagas formais, seguida pelas regiões, Sudeste (+3.612), Nordeste (+ 3.581) e Norte (+930). A região Sul, por sua vez, fechou 17.150 postos de trabalho em junho. Trabalho intermitente Segundo o Ministério do Trabalho, foram realizadas 4.068 admissões e 1.380 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em junho deste ano. Com isso, houve um saldo positivo de 2.688 empregos no período. O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. A previsão do governo é que essa modalidade gere 2 milhões de empregos em três anos. Foram registradas ainda, no mês passado, 4.525 admissões em regime de trabalho parcial e 3.537 desligamentos, gerando saldo positivo de 988 empregos. Salário médio de admissão O Ministério do Trabalho também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.534,69 em junho. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve queda de 0,79%, ou R$ 12,26, no salário de admissão na comparação com maio deste ano. Em relação a junho de 2017, registrou-se ganho real de R$ 23,49 (1,55%) para o salário médio de admissão, acrescentou o Ministério do Trabalho.
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20/07 - Centro universitário realiza feira de profissões em Sumaré e oferece 90 vagas de estágio
Evento acontece neste sábado e traz também vagas de emprego, testes vocacionais e auxílio a quem busca um lugar no mercado de trabalho. Feira traz vagas de emprego e estágio Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas Sumaré (SP) recebe a 2ª Feira das Profissões, realizada por um centro universitário de cidade neste sábado (21). Em uma parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (Ciee) e o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), o evento vai divulgar vagas de emprego e 90 oportunidades de estágio para licenciatura em pedagogia. As vagas de estágio são direcionadas para os moradores da cidade de Santa Bárbara d'Oeste (SP), mas moradores de Americana (SP), Nova Odessa (SP) e Sumaré também podem concorrer. O processo seletivo para o estágio será realizado no evento e consistirá em uma prova escrita. A feira traz também testes vocacionais, além de auxílio do PAT a quem está interessado em procurar emprego. É preciso, no entanto, levar RG, carteira de trabalho, PIS e currículo. O evento acontece entre 9h e 14h. Serviço 2ª Feira das Profissões Uninter de Sumaré Data: 21 de julho Endereço: Avenida Rebouças, 1835, bairro Vila Santana – Polo Uninter (Centro Universitário). Horário: 9h às 14h Entrada: gratuita Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas
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20/07 - Governo reduz de 2,5% para 1,6% a previsão de crescimento do PIB neste ano
Informação consta do relatório bimestral de receitas e despesas, divulgado pelo Ministério do Planejamento. Governo também revisou a previsão de inflação, de 3,4% para 4,2%. O governo federal reduziu de 2,5% para 1,6% a previsão de crescimento da economia brasileira em 2018. A previsão de inflação para este ano também foi revisada, de 3,4% para 4,2%. Os dados constam do relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas, divulgado nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Planejamento. Esta é a segunda revisão consecutiva para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todas as riquezas produzidas pelo país em um período determinado. A previsão inicial era de crescimento de 2,97% na economia e, em maio, foi revisada para 2,5%. Revisão A revisão anunciada pelo governo nesta sexta é resultado de indicadores segundo os quais a recuperação econômica está mais lenta que o esperado. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), por exemplo, considerado uma "prévia" do resultado do PIB, mostrou que a economia do país recuou 3,34% em maio na comparação com abril. Também foram divulgados recentemente indicadores que apontam retração na indústria e nos serviços. Estimativas Apesar de a revisão representar um corte significativo (1,37 ponto percentual) nas estimativas de crescimento da economia, a projeção do governo ainda é mais otimista se comparada à do mercado financeiro. De acordo com o último relatório Focus, divulgado Banco Central no início desta semana, a expectativa dos economistas é de crescimento de 1,5% da economia em 2018. Inflação Ainda de acordo com o relatório do Ministério do Planejamento, a previsão para a inflação deste ano aumento de 3,4% para 4,2% (veja no gráfico acima). A meta central para a inflação em 2018, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,5%. Como há margem de tolerância, de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, a meta será considerada formalmente cumprida se ficar entre 3% e 6% No último relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a inflação é de 4,15%. Câmbio No documento divulgado nesta sexta, o governo também aumentou a previsão para a taxa média do câmbio em relação ao dólar, de R$ 3,40 para R$ 3,60. Isso significa que o governo crê que a cotação média da moeda norte-americana ficará em R$ 3,60 durante o ano.
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20/07 - Japonesa é novo 'bebê cabeludo' da Web
Perfil de Baby Chanco no Instagram já tem mais de 40 mil seguidores. Uma japonesa de 6 meses conhecida como Baby Chanco está fazendo sucesso como o novo "bebê cabeludo" do Instagram. O perfil, em que a menina aparece com penteados criativos feitos pela mãe, já tem mais de 40 mil seguidores. Baby Chanco Baby Chanco/Instagram Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Em 2017, um bebê cabeludo de Sorocaba, em São Paulo, também fez sucesso online.
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20/07 - PAT Indaiatuba oferece 32 vagas de emprego; lista inclui quatro chances para PCDs
Interessados devem comparecer pessoalmente ao Posto com RG, CPF, Carteira de Trabalho e PIS. PAT de Indaiatuba (SP) oferece 32 oportunidades de emprego Giuliano Miranda RIC/PMI O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Indaiatuba (SP) oferece 32 vagas de emprego, com quatro oportunidades para pessoas com deficiência (PCD). Os interessados devem comparecer pessoalmente ao PAT, localizado na Rua Jacob Lyra, 344, no Parque das Nações. Para participar, devem levar o RG, CPF, Carteira de Trabalho e PIS. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 15h45. As oportunidades exigem três a seis meses de experiência, com exceção às vagas de embalador a mão de supermercado e repositor de mercadorias, ambas para PCD. As vagas estão sujeitas a alterações. Confira as vagas Almoxarife (PCD) – 1 vaga Auxiliar de linha de produção (PCD) – 1 vaga Camareira de hotel – 1 vaga Campeiro de fazenda – 1 vaga Chefe de cozinha – 1 vaga Consultor de vendas – 1 vaga Coordenador pedagógico – 1 vaga Costureira em geral – 1 vaga Cozinheiro – 1 vaga Eletricista – 2 vagas Embalador a mão/supermercados (PCD) – 1 vaga Encanador – 1 vaga Instalador de sistema eletrônico de segurança – 1 vaga Mecânico de automóvel – 1 vaga Montador mecânico – 1 vaga Motorista carreteiro – 1 vaga Motorista de caminhão – 1 vaga Operador de centro de usinagem – 2 vagas Operador de telemarketing – 1 vaga Operador de torno comando numérico – 2 vagas Recepcionista de hotel – 1 vaga Repositor de mercadorias (PCD) – 1 vaga Soldador – 1 vaga Torneiro mecânico – 1 vaga Vendedor – 5 vagas Serviço PAT de Indaiatuba Onde: Rua Jacob Lyra, 344 - Parque das Nações. Atendimento: Segunda a sexta-feira, das 7h às 15h45. Veja mais oportunidades de emprego na região no G1 Campinas
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20/07 - INSS convoca para perícia 178 mil beneficiários de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez
'Diário Oficial da União' publicou nesta sexta edital que notifica os segurados da necessidade do exame de reavaliação médica. Convocados têm até 13 de agosto para agendar a perícia. O “Diário Oficial da União” publicou nesta sexta-feira (20) edital do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que convoca para perícia médica 178,9 mil pessoas que recebem auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Os exames integram o pente-fino nos benefícios por incapacidade pagos pelo governo federal. Conforme o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), pasta a qual o INSS é vinculado, os convocados para a reavaliação médica, obrigatória por lei, devem agendar o exame até 13 de agosto pela Central de Atendimento da Previdência Social, no telefone 135. Foram convocados pelo edital, de acordo com a pasta: 168.523 beneficiários da aposentadoria por invalidez; 10.412 beneficiários do auxílio-doença. O governo iniciou em agosto de 2016 o pente-fino nos benefícios por incapacidade pagos pelo INSS ao cidadão incapacitado de trabalhar. O exame atesta se o segurando continua sem condições de retornar ao trabalho. No pente-fino, o INSS tem publicado ao longo do ano editais como o deste sexta para notificar os segurados da necessidade da perícia, explicou ao G1 o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame. Segundo ele, quem não agendar a perícia até 13 de agosto terá o pagamento do benefício bloqueado até regularizar a situação. "Este é o maior edital de convocação do processo de revisão de perícias", disse o ministro. "Foram convocados os beneficiários de aposentadoria por invalidez e auxílio-doença que não foram localizados por causa de endereço desatualizado ou errado, e que não realizaram o agendamento da perícia ou apresentaram informações incompletas", completou. De acordo com as regras do pente-fino, o INSS envia carta para cada pessoa que precisa passar pela perícia. Depois de receber a carta, o beneficiário tem até cinco dias úteis para agendar a perícia pelo 135. Caso a consulta não seja agendada, o pagamento fica suspenso até o convocado regularizar sua situação. A partir da suspensão, o beneficiário tem até 60 dias para marcar o exame. Se não procurar o INSS neste prazo, o benefício será cancelado. Balanço Segundo o MDS, de agosto de 2016 até 30 de junho deste ano foram realizadas 791,4 mil perícias no país, com 450,2 mil auxílios-doença ou aposentadorias por invalidez cancelados. Ou seja, pouco mais da metade (56,9%) das perícias realizadas resultaram no cancelamento do benefício. Auxílio-doença Perícias realizadas: 431.582 Benefícios cancelados: 341.746 Aposentadoria por invalidez Perícias realizadas: 359.889 Benefícios cancelados: 108.512 Beltrame afirmou que o pente-fino gerou economia de R$ 9,6 bilhões apenas com as revisões de auxílio-doença. A previsão do governo federal é realizar até o fim do ano 1,5 milhão de perícias. No caso do auxílio-doença, é convocado quem recebe o benefício e há mais de dois anos não passa pela revisão médica obrigatório do INSS. Devem passar pela perícia da aposentadoria por invalidez beneficiários com menos de 60 anos de idade que estão há dois anos ou mais sem realizar perícia. Ficam de fora as pessoas com mais de 60 anos e quem tiver 55 anos com benefício há pelo menos 15 anos.
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20/07 - Ação da Microsoft atinge recorde depois de resultado acima do esperado
Papéis da companhia subiram cerca de 5% nesta sexta, o que adicionou mais de US$ 30 bilhões ao valor de mercado da empresa. Logo da Microsoft em Cambridge, em foto de arquivo Reuters/Brian Snyder As ações da Microsoft atingiram recorde histórico nesta sexta-feira (20), com investidores comemorando mais um resultado trimestral acima do esperado pela companhia, apoiado em crescimento da empresa em serviços de computação em nuvem e em vendas de software. As ações de uma das companhias de tecnologia mais antigas e mais conhecidas do mundo subiram cerca de 5%, para US$ 108,20, o que adicionou mais de US$ 30 bilhões ao valor de mercado da empresa, que já estava em US$ 802 bilhões. Pelo menos seis corretoras aumentaram suas expectativas de preço para as ações nos próximos meses, depois dos resultados divulgados na noite da véspera. Apoiada por uma expansão na demanda por computação em nuvem, a Microsoft mais que dobrou de valor desde que Satya Nadella assumiu a presidência-executiva em 2014 e mudou o foco da companhia para novos negócios. Enquanto a unidade de produtividade e processos de negócios, que inclui o pacote de programas Office 365, teve crescimento de 13,1% na receita, para US$ 9,67 bilhões, o faturamento da área de computação em nuvem Azure disparou 89%. "Com base nos resultados, eles conseguiram superar todas as principais métricas em que as pessoas prestam atenção. Eu não vejo nada que deveria levantar alguma preocupação", disse Daniel Morgan, gestor de portfólio na Synovus Trust, acionista da Microsoft. De 35 analistas que acompanham a Microsoft, 31 recomendam a compra de ações da empresa, três têm indicação para "manter" o papel e apenas um defende a venda. Valor de mercado da Amazon supera US$ 900 bilhões, e empresa se aproxima da Apple
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20/07 - Whatsapp anuncia teste para limitar mensagens encaminhadas a várias pessoas
Na Índia, onde pessoas foram mortas após boatos de fake news, companhia vai testar um limite de cinco conversas e vai retirar o botão próximo às mensagens de mídia. Ícone do WhatsApp ao lado do Messenger; ambos são apps do Facebook. Reuters O aplicativo de conversas Whatsapp anunciou nesta sexta-feira (20) que lançou testes para limitar o encaminhamento a 20 mensagens para várias pessoas ao mesmo tempo. A regra será aplicada a todos os países do mundo, com exceção da Índia, onde o limite será de cinco mensagens. A medida foi anunciada em meio a tentativas de evitar a disseminação de fake news, depois que pessoas foram mortas por linchamento na Índia após acusações falsas circularem pelo aplicativo de mensagens. Depois dos incidentes, a ferramenta de aviso de encaminhamento já vinha sendo testada. WhatsApp vai testar ferramenta contra boatos após linchamentos na Índia Os incidentes tiveram um impacto tão grande na população que o governo indiano ameaçou, na semana passada, processar o aplicativo, de propriedade do Facebook, considerando que a disseminação de notícias falsas também era "sua responsabilidade", destaca a BBC. O país, que segundo a companhia é campeão no encaminhamento de mensagens, fotos e vídeos, o Whatsapp vai além de testar um limite de cinco conversas de uma vez e vai retirar o botão de encaminhamento próximo às mensagens de mídia. "Nós acreditamos que essas mudanças, que vão continuar a evoluir, ajudarão o Whatsapp na forma como ele foi projetado para ser: um aplicativo de mensagens privadas. A empresa declarou ainda que está "profundamente comprometida com a segurança e a privacidade das criptografias das conversas. Aviso de mensagem encaminhada Há dez dias, o Whatsapp anunciou que todos os usuários do aplicativo terão acesso ao recurso que avisa quando uma mensagem recebida foi encaminhada de outra conversa. Segundo o Whatsapp, a indicação de que uma mensagem foi encaminhada “ajudará a determinar se um amigo ou familiar realmente escreveu a mensagem que enviou ou se a mesma veio originalmente de outra pessoa”. Whatsapp passa a avisar o usuário se a mensagem recebida foi encaminhada de outra conversa Reprodução
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20/07 - Marca de luxo Burberry queima roupas, perfumes e acessórios no valor de R$ 141 milhões
Decisão de incinerar mercadorias pela empresa de moda visa a reduzir estoques e impedir que produtos sejam vendidos em promoções, segundo especialistas. Mulher passa por loja da Burberry em Hong Kong, em imagem de arquivo Philippe Lopez/AFP A Burberry, famosa marca de moda de luxo britânica, incinerou roupas, acessórios e perfumes não vendidos no valor de 28,6 milhões de libras - o equivalente a R$ 141,7 milhões - no ano passado para preservar a marca. Nos últimos cinco anos, o valor total de produtos destruídos pela Burberry ultrapassa 90 milhões de libras - R$ 446 milhões. Empresas de moda costumam destruir mercadorias encalhadas para impedir que sejam furtadas ou vendidas por baixo preço. A Burberry diz que o gás carbônico emitido com a queima dos produtos foi compensado, tornando a ação "ambientalmente sustentável". Desperdícios na moda de luxo "A Burberry tem procedimentos cuidadosos para minimizar o excesso de estoque que produzimos. Nas ocasiões em que o descarte de produtos é necessário, fazemos isso de maneira responsável e continuamos a buscar formas de reduzir e revalorizar nosso lixo", disse um porta-voz da companhia. A empresa afirmou que o ano passado foi atípico, pois teve de destruir uma grande quantidade de perfumes após assinar um contrato com a companhia americana Coty. Como a Coty produziu novos estoques, a Burberry resolveu descartar 10 milhões de libras em produtos velhos - principalmente perfumes. Nos últimos anos, a Burberry tem se esforçado para tornar a marca exclusiva outra vez após um período em que falsificadores "colocavam a etiqueta da Burberry em tudo o que podiam", disse Maria Malone, que dá aulas sobre a indústria da moda na Manchester Metropolitan University. E destruir produtos indesejados é parte desse processo, segundo ela. "Eles estão fazendo isso para que o mercado não seja inundado por promoções. Eles não querem que os produtos da Burberry caiam nas mãos de quem possa vendê-los com desconto e desvalorizem a marca", disse Malone. Custos ambientais da indústria da moda A Burberry não é a única empresa a lidar com excesso de estoques de luxo. A Richemont, dona das marcas Cartier e Montblanc, teve de recomprar relógios no valor de 480 milhões de euros (R$ 2,1 bilhões) nos últimos dois anos. Analistas dizem que parte dos relógios seria reciclada - e o restante, jogado fora. Ambientalistas reclamam do lixo gerado. "Apesar de seus altos preços, a Burberry não demonstra respeito por seus próprios produtos, pelo trabalho duro e pelos recursos naturais usados para fabricá-los", diz Lu Yen Roloff, do Greenpeace. "A crescente quantidade de estoques excedentes indica que há sobreprodução, e, em vez de diminuir sua produção, eles queimam roupas e produtos em condições perfeitas." "É um segredo sujo da indústria da moda. A Burberry é só a ponta do iceberg", ela diz. Dilema das marcas de luxo Tim Jackson, diretor da Escola Britânica de Moda no câmpus de Londres da Glasgow Caledonian University, diz que marcas de moda como a Burberry vivem um paradoxo. Para satisfazer acionistas, elas devem continuar expandindo, mesmo sob o risco de "diluir sua identidade e criar excesso de estoque", disse Jackson. "Elas nunca terão como solucionar esse problema." Em novembro, a Burberry anunciou uma ação para "reenergizar" seus produtos. Isso inclui elevar o status da marca, fechar lojas que não estivessem em locais "estratégicos" e criar um centro de excelência para itens de couro de luxo. A empresa também cortou gastos, o que ajudou a aumentar os lucros. Em seu último ano fiscal, encerrado em 31 de março, a companhia reportou uma alta de 5% nos lucros, que chegaram a 414 milhões de libras (R$ 2 bilhões), com as vendas atingindo 2,7 bilhões de libras (R$ 13,3 bilhões).
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20/07 - Conselho da BRF elege 3 novos executivos; Manzaro volta como vice-presidente para Brasil
Mudanças no comando começaram com a escolha de Pedro Parente, ex-Petrobras, para presidir a companhia.  O conselho de administração da BRF aprovou três novos vice-presidentes, dando continuidade às mudanças no comando da companhia de alimentos que culminou com a escolha de Pedro Parente para a presidência-executiva em junho. O conselho, também presisido por Parente, escolheu para a vice-presidência de mercado Brasil o executivo Sidney Manzaro, que atuou em diversas posições na área comercial da empresa entre 2005 e 2015. Ele assumirá o cargo em 13 de agosto, em substituição a Alexandre Almeida, que deixa a companhia. Para a vice-presidência de operações, o conselho escolheu Vinícius Guimarães Barbosa, que deixa o vice-presidência industrial e de logística para a América do Norte da Anheuser-Busch Inbev, onde atuou por 25 anos. O advogado Bruno Ferla, consultor da diretoria jurídica da companhia, foi alçado a vice-presidente institucional, jurídico e de compliance. Às 11h56, as ações da empresa subiam 1,13% na bolsa paulista, a R$ 23,66.
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20/07 - Rede atacadista abre 200 oportunidades de emprego para nova unidade em Piracicaba
Previsão é oferecer, ainda, outras 50 vagas indiretas. Confira a lista de cargos. 'Blitz do emprego' traz 200 vagas de emprego em Piracicaba Uma rede atacadista está com 200 vagas de emprego abertas em Piracicaba (SP). A inauguração da loja está prevista para a primeira quinzena de outubro. A unidade ficará na Avenida Rio das Pedras, no bairro Pompeia. As vagas buscadas são para açougue, padaria, frios, depósito, mercearia, operadores de caixa, balconistas, repositores de FLV, ajudantes, conferentes, empilhadeirista e repositores. Além das vagas diretas, serão abertas cerca de 50 vagas indiretas, segundo a assessoria de imprensa. Interessados devem enviar currículo pelo site da empresa Valdecir Galor/SMCS Para se candidatar, os interessados devem enviar o currículo pelo site recrutamento.arena@svicente.com.br. A loja terá área total de 21 mil metros quadrados, sendo 7 mil m² de área construída e 3,9 mil m² de área de venda. O estacionamento terá 400 vagas entre carros e motos. Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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20/07 - 'Oi, sou uma soja': na guerra comercial, China usa desenho para atingir produtores dos EUA
Soja foi a maior exportação agrícola dos Estados Unidos para a China no ano passado e passou a ter sobretaxa em retaliação à imposição de tarifas pelo governo Trump. Governo da China lança desenho animado para tentar minar o apoio à disputa comercial por parte dos produtores norte-americanos de soja Reprodução Em meio a uma tensa guerra comercial com os Estados Unidos, o governo da China adotou uma arma improvável: uma soja em desenho animado. "Oi, pessoal. Eu sou uma soja. Pode não parecer tanto, mas sou muito importante", diz o personagem animado em um vídeo postado nesta sexta-feira no site da China Global Television Network (CGTN), a rede internacional de notícias da estatal China Central Television. O pequeno vídeo em inglês com legendas em chinês parece destinado a minar o apoio à disputa comercial por parte dos produtores norte-americanos, que figuram como grandes defensores do presidente Donald Trump. O material destaca os impactos negativos que as tarifas poderiam ter sobre as exportações norte-americanas de soja. Seu lançamento se segue à imposição, em 6 de julho, de tarifas sobre US$ 34 bilhões em importações chinesas pelos Estados Unidos. Em troca, a China cobrou impostos sobre o mesmo valor de produtos dos EUA, incluindo a soja. Trump também ameaçou mais tarifas de US$ 200 bilhões em produtos chineses. Trump diz estar pronto para impor tarifas sobre US$ 500 bi em importações chinesas O vídeo também evidencia os esforços do Partido Comunista da China para recorrer a atores estrangeiros, cartoons e até rap como meio para passar suas mensagens em formatos mais leves. A opção pelo narrador incomum ilustra como Pequim vê a soja como uma ferramenta poderosa na batalha com seu principal parceiro comercial. A soja foi a maior exportação agrícola dos Estados Unidos para a China, no valor de US$ 12 bilhões no ano passado. O vídeo é em parte educacional, mas destina-se principalmente a transmitir uma mensagem política. 5 fatos sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China Depois de destacar os principais usos da soja, do tofu à ração animal, a oleaginosa do vídeo chinês volta o foco para seu papel central na guerra comercial. A China pode optar por comprar seus grãos de outros exportadores, como Argentina e Brasil, se os preços se tornarem muito caros, diz a soja no vídeo. Mas a queda nos preços e o recuo nas vendas prejudicariam os produtores de soja dos EUA, ela alerta, apontando que os preços nos EUA caíram 18% de maio até o início de julho, para o menor nível registrado neste ano. Nove dos dez maiores Estados produtores de soja votaram em Trump nas eleições presidenciais de 2016, segundo o vídeo. "E então, os eleitores vão apoiar Trump e os republicanos quando sentirem os impactos em seus bolsos?", pergunta a soja na animação. O desenho não menciona que os preços do farelo de soja na China estão subindo, provocando temores de inflação de alimentos. O produto é um ingrediente crucial para ração animal para produtores de suínos, e o país é o maior consumidor de carne suína do mundo. Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências
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20/07 - Iuan cai ao menor valor em mais de 1 ano e reduz impacto da guerra comercial
Moeda chinesa chegou ao nível mais baixo desde 27 de junho de 2017 nesta sexta-feira (20); desvalorização elevou as ações da China. Notas de dólar e iuan em Banco de Seul. Lee Jae-won/Reuters A moeda chinesa iuan caiu ao seu ponto mais baixo em mais de um ano nesta sexta-feira (20), depois de mais uma semana de turbulência causada pelos contínuos temores de guerra comercial e um dólar cada vez mais forte. A melhora das exportações na China também impulsiona a desvalorização. Trump diz que 'não está feliz' com aumento dos juros nos EUA Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências A queda da moeda levou a rumores sobre a intervenção do banco central da China, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levantou preocupações com declarações sobre a trajetória da taxa de juros dos EUA. Ele disse na véspera que "não está muito feliz" com a decisão do Federal Reserve de elevar os juros. Depois de se recuperar no início das negociações, o iuan caiu novamente mais de 0,5% no mercado externo, para 6,8358 por dólar, seu menor nível desde 27 de junho de 2017. O iuan fechou a sexta semana consecutiva de queda em relação ao dólar, ampliando as perdas nos últimos meses para quase 8%. Desde abril, a moeda desvalorizou 10% em relação ao dólar. Benefício às exportações Essa queda beneficia as exportações de produtos chineses no mercado americano, embora aconteça no mesmo momento em que Washington impôs tarifas nas importações procedentes da China. O retrocesso do valor do iuane permitirá "compensar os exportadores chineses da perda de competitividade experimentada pelo aumento das tarifas americanas", afirmou à AFP Rajiv Biswas, economista da IHS Markit. Em 6 de julho passado, os Estados Unidos estabeleceram taxas de 25% sobre produtos importados da China, em um montante avaliado em US$ 34 bilhões. O governo chinês reagiu na mesma moeda. Agora, Washington ameaça sobretaxar todas as importações chinesas, avaliadas em cerca de US$ 500 bilhões. "Estou pronto para chegar a 500", garantiu, em entrevista à emissora de televisão americana CNBC, referindo-se ao total de US$ 505,5 bilhões em importações da China registrados em 2017. "Não estou fazendo isso por política. Estou fazendo isso para fazer a coisa certa para o nosso país", frisou. O presidente americano reitera suas acusações de concorrência desleal chinesa e denuncia o déficit comercial de US$ 375 bilhões que os Estados Unidos tiveram no ano passado em relação ao gigante asiático. Ontem, Trump também criticou sua política monetária, que favorece um aumento excessivo do valor do dólar frente ao iuane - "em queda livre", segundo o presidente americano. Isso prejudicaria as exportações das empresas americanas. Mercados asiáticos em alta O declínio do iuan também ajudou a elevar as ações na China, interrompendo uma série de cinco dias de perdas, enquanto o índice de referência dos mercados emergentes do MSCI registrou a maior alta em 11 dias, embora como parte de sua quinta queda semanal nas últimas seis semanas. Outras moedas de mercados emergentes estavam na linha de fogo após as críticas sem precedentes de Trump à política do Federal Reserve chocarem os mercados, interromperam o rali do dólar. Ainda assim, os emergentes, incluindo o rand da África do Sul, o peso mexicano e o rublo russo estavam de perdas semanais, com a lira da Turquia sendo a única exceção. A lira deve apresentar um pequeno ganho semana em meio às crescentes expectativas de que o banco central turco será forçado a aumentar os juros na próxima semana e após queda de quase 6% na semana passada.
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20/07 - CPAT oferece 49 vagas de emprego, com destaque para garçom; salários chegam a R$ 1,8 mil
Do número total de vagas, pelo menos três são direcionadas a pessoas com deficiência (PCD). Candidato procura vaga de emprego em posto de atendimento ao trabalhador, em Campinas Reprodução/EPTV O Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT) de Campinas (SP) divulga, nesta sexta-feira (20), 49 vagas de emprego na cidade. Os salários partem de R$1,1 mil e podem chegar a R$ 1,8 mil, com vagas para candidatos que tenham níveis de instrução de ensino fundamental, médio e superior. A maior parte das oportunidades exige, no mínimo, seis meses de experiência prévia no cargo. Pelo menos três vagas são direcionadas a pessoas com deficiência (PCD). O CPAT informa, ainda, que as vagas são online e podem ser alteradas no decorrer do dia. Para se candidatar, os interessados devem ir pessoalmente até uma das três unidades do CPAT na cidade levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Os endereços podem ser consultados abaixo. Para mais especificações sobre cada vaga e outras informações, acesse a página do órgão na internet. Veja vagas disponíveis Atendente de loja - 1 vaga Auxiliar de linha de produção - 3 vagas Auxiliar de manutençãopredial - 1 vaga Auxiliar de PCP - 1 vaga Costureira de máquina overloque- 1 vaga Costureira de máquina reta industrial - 3 vagas Digitador - 2 vagas Garçom - 30 vagas Motorista - 1 vaga Operador de máquina copiadora - 1 vaga Recepcionista de Hotel - 5 vagas Serviço Unidade Centro Avenida Campos Sales, 427 – Centro, Campinas, SP De 2ª. a 6ª. feira - Das 8h às 18h Obs.: O atendimento na última 6ª. feira do mês é encerrado às 12h Unidade Ouro Verde Rua Armando Frederico Renganeschi, 197, Jd. Cristina (Em frente ao Banco do Brasil) De 2ª. a 6ª. feira - Das 8h às 16h Obs.: O atendimento na última 6ª. feira do mês é encerrado às 11h Unidade Campo Grande Rua Manoel Machado Pereira, 902 (em frente à Praça da Concórdia) De 2ª. a 6ª. feira - Das 8h às 16h Obs.: O atendimento na última 6ª. feira do mês é encerrado às 11h Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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20/07 - Bovespa fecha em alta com cena eleitoral no radar
Investidores acompanharam de perto as articulações no cenário político para potenciais coligações antes da disputa eleitoral. O principal índice de ações da bolsa brasileira (B3) fechou em alta nesta sexta-feira (20), apoiando-se nas ações de bancos, enquanto os investidores acompanharam de perto as articulações no cenário político local para potenciais coligações antes da disputa eleitoral, destacou a Reuters. O Ibovespa subiu 1,4%, a 78.571 pontos. Veja mais cotações. Na mínima do dia, a bolsa de valores foi a 77.499 pontos e, na máxima, chegou a 79.488 pontos. Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 2,61%. No Brasil, começaram nesta sexta-feira as convenções para definição das chapas que concorrerão à presidência. O mercado monitora a candidatura de políticos considerados mais comprometidos com as reformas econômicas. Além dos desdobramentos no cenário político-eleitoral brasileiro, as atenções ainda se dividiram entre os balanços corporativos do segundo trimestre e a agenda de indicadores macroeconômicos. Nesta manhã, o IBGE informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), uma prévia da inflação oficial do país, voltou a ficar acima do centro da meta do governo em julho pela primeira vez em mais de um ano, subindo 0,64% em julho, após a alta de 1,11% no mês anterior, lembrou a Reuters. Segundo operadores, o noticiário doméstico ofuscou o viés mais negativo dos mercados no exterior, onde se intensificaram as preocupações sobre a tensão comercial dos Estados Unidos com a China e também a União Europeia. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta estar pronto para taxar US$ 500 bilhões em produtos importados da China. "O quadro no exterior não é tão desfavorável para ativos de risco como aparente à primeira vista; e o noticiário político, aqui no Brasil, tem se tornado mais positivo aos olhos dos investidores", escreveu a Guide Investimentos em comentários a clientes. Destaques A Gol PN subiu 5,12%, entre as maiores altas dentro do Ibovespa, em meio à influência positiva do câmbio. Agentes do mercado observaram que boa parte dos custos da companhia aérea é dolarizada, assim a empresa se beneficia da queda do dólar ante o real. Bradesco PN ganhou 3,47%, Banco do Brasil subiu 5,30% e Itaú PN teve alta de 2,84%, ajudando a sustentar o Ibovespa no azul devido ao grande peso que têm na composição do índice. Petrobras PN também subiu 4,84% enquanto Petrobras ON teve valorização de 2,54%, em linha com o avanço dos preços internacionais do petróleo e após notícia de que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) descartou impor frequência de reajuste aos preços do diesel e da gasolina. Vale caiu 1,44%, seguindo na contramão dos preços do minério de ferro na China.
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20/07 - Prévia da confiança da indústria indica queda em julho, mostra FGV
Indicador mostra que nível é o mais fraco desde janeiro; na véspera, CNI também apontou baixa na confiança do setor. A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) do Brasil mostrou deterioração das expectativas em julho e indicou queda para o nível mais baixo desde janeiro, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Indústria segue com confiança baixa em julho, aponta CNI Greve dos caminhoneiros provoca estragos na economia e deve dificultar retomada A prévia do ICI apontou queda de 0,5 ponto em julho na comparação com junho, chegando a 99,6 pontos. A piora é resultado da queda de 4,3 pontos do Índice de Expectativas (IE), que chegaria a 100,7 pontos em julho. Isso compensaria o avanço de 3,4 pontos do Índice da Situação Atual (ISA), para 98,5 pontos. A preliminar do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria mostrou o segundo recuo consecutivo, de 0,3 ponto percentual, para 75,%. Forte contração em maio Em maio, a produção da indústria brasileira despencou 10,9%, ritmo mais forte de contração em quase uma década, como consequência da greve dos caminhoneiros que prejudicou a economia do país no segundo trimestre. Indicadores econômicos de maio afetados pela greve dos caminhoneiros. Karina Almeida/G1
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20/07 - Foco da Microsoft em nuvem e parcerias gera resultados para a companhia
Trabalho com a Thyssenkrupp ilustra o sucesso em mudar o modelo de licenciamento tradicional para ênfase na computação em nuvem baseada em assinaturas. Na indústria de elevadores, as panes são ruins para os negócios. Assim, quando a Thyssenkrupp North America precisou de ajuda para prever quando fazer a manutenção de seus elevadores, procurou a Microsoft, em uma parceria que ilustra como o executivo-chefe da empresa de software, Satya Nadella, alavancou a computação em nuvem para desenvolver seu próprio negócio. Logo da Microsoft em Cambridge, em foto de arquivo. Reuters/Brian Snyder Um encontro de 2014 entre a liderança das operações norte-americanas da alemã Thyssenkrupp e o recém-empossado Nadella levou ao MAX, um serviço de manutenção preditivo construído no Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft, usada desde então para conectar à nuvem elevadores de 41 mil clientes da Thyssenkrupp. Microsoft tem lucro acima do esperado, impulsionado por computação em nuvem Antes dessa reunião, o relacionamento da empresa com a Microsoft consistia em grande parte na renovação de sua licença para o software Windows. Desde então, os gastos da Thyssenkrupp na América do Norte com a Microsoft mais que dobraram, disse o presidente-executivo Patrick Bass à Reuters. "Nossos gastos em TI como um todo estão diminuindo e, ainda assim, nossas capacidades e nosso gasto total com a Microsoft aumentaram substancialmente." Aproveitar a nuvem para ampliar seu relacionamento com clientes como a Thyssenkrupp tem sido chave para a estratégia de Nadella, e valeu a pena: as ações da Microsoft subiram 180% desde que ele assumiu o comando da empresa, cujo valor de mercado superou US$ 800 bilhões pela primeira vez no início deste mês. Seu trabalho com a Thyssenkrupp ilustra o sucesso que a Microsoft teve em mudar seu modelo de licenciamento tradicional para ênfase em parcerias e produtos e serviços de computação em nuvem baseados em assinaturas. A Thyssenkrupp "passou de produtora de coisas e de prestadora de serviços a vender coisas como um serviço", disse Sam George, diretor de engenharia da internet das coisas (IoT) do Azure. "Eles passaram por uma grande transformação". George disse que acompanhou Nadella em várias visitas a clientes. A Microsoft entrou em parcerias semelhantes com empresas como a Kroger, a Starbucks, a Chevron e o Adobe Systems. A companhia disse que 75% das empresas da lista Fortune 500 possuem pelo menos três serviços corporativos na nuvem da Microsoft, ante 70% com pelo menos dois serviços em 2015. Produtividade em alta Desde que mudou a forma como reporta receita no final de 2015 para enfatizar serviços em nuvem, a Microsoft viu seu segmento de Produtividade e Processos de Negócios, que inclui o Office 365, passar de queda de 3% na comparação anual no primeiro trimestre do ano fiscal de 2016 para crescimento de 28% no primeiro trimestre de 2018. A taxa de expansão do Intelligent Cloud da empresa, que inclui o Azure, passou de 8% no primeiro trimestre de 2016 para 14% no mesmo período deste ano. Mais recentemente, a Thyssenkrupp North America introduziu o conjunto de produtividade Office 365 em todos os seus negócios, enquanto incentivou os funcionários a usar o software de colaboração Teams da Microsoft. A empresa também está usando o Dynamics 365 como o software de gerenciamento de relacionamento com o cliente preferido. Bass disse que sua empresa não usa mais data centers privados e está avançando para eliminar os servidores locais de computadores. Até agora, 50 por cento da computação e do armazenamento da Thyssenkrupp North America estão no Azure, e espera-se que cresça para mais de dois terços nos próximos 12 meses. "Vamos alavancar os serviços da plataforma de nuvem do Azure ao máximo", disse Bass.
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20/07 - Dólar fecha abaixo de R$ 3,80, sob influência externa e política local
Nesta sexta-feira começaram as convenções para definição das chapas que concorrerão à presidência. O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (20) acompanhando o cenário internacional e de olho na cena política no Brasil. A moeda norte-americana caiu 1,85%, a R$ 3,7743 na venda. Na mínima do dia, chegou a R$ 3,7586. Veja mais cotações. Já o dólar turismo foi vendido perto de R$ 3,93, sem considerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Na semana, o dólar acumulou queda de 1,96%. No Brasil, começaram nesta sexta-feira as convenções para definição das chapas que concorrerão à presidência. O mercado tem monitorado a candidatura de políticos considerados mais comprometidos com as reformas econômicas. O recuo do dólar em relação a outras moedas no mercado internacional foi outro fator que contribuiu para a tendência de queda no Brasil. O dólar tinha forte baixa sobre várias moedas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressar preocupação com uma moeda mais forte. Trump declarou estar pronto para taxar US$ 500 bilhões em produtos importados da China, em mais um capítulo das tensões comerciais entre as duas potências e voltou a criticar a política do Federal Reserve (Fed) de aumentar a taxa de juros, dizendo que reduz a vantagem competitiva dos Estados Unidos, assim como um dólar forte. No Twitter, o presidente dos EUA acusou a China e a União Europeia de "manipular suas moedas e taxas de juros para baixo, enquanto os EUA estão aumentando as taxas e enquanto o dólar se fortalece a cada dia". "[Estão] tirando nossa vantagem competitiva. Como de costume, não há iguladade de condições", escreveu. Initial plugin text Na véspera, o dólar subiu 0,15%, a R$ 3,8453 na venda. Na máxima do dia, chegou a R$ 3,8924. Intervenção do BC O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando US$ 9,8 bilhões do total de US$ 14,023 bilhões dos contratos que vencem em agosto. Saiba como funciona as compras com cartão de crédito em dólar? Mais VÍDEOS: Veja como é definido o valor do dólar e como o câmbio influencia sua vida
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20/07 - Petrobras entrega à ANP declarações de comercialidade de Entorno de Sapinhoá
Estatal é operadora do consórcio responsável por explorar a área. A Petrobras apresentou na véspera à ANP as declarações de comercialidade das acumulações de petróleo em áreas adjacentes ao campo de Sapinhoá, no pré-sal da Bacia de Santos, informou nesta sexta-feira (20) a estatal, que é operadora do consórcio responsável por explorar a área. Leilão de venda de petróleo da União exclui produto de Tartaruga Verde Pré-Sal Petróleo marca novo leilão de petróleo da União para 31 de agosto A região do Entorno de Sapinhoá foi adquirida em 2017, na 2ª Rodada de Licitações sob o regime de partilha da produção. Segundo a Petrobras, nas declarações encaminhadas ao órgão regulador, as denominações sugeridas para os novos campos foram Nordeste de Sapinhoá, Noroeste de Sapinhoá e Sudoeste de Sapinhoá. Conforme a petroleira, os novos campos deverão ser unitizados ao campo de Sapinhoá, localizado a cerca de 300 quilômetros da costa, em águas ultraprofundas e com produção atual de 250 mil barris de petróleo por dia.
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20/07 - Prévia da inflação oficial desacelera em julho, mas é a maior para o mês desde 2004
IPCA-15 ficou em 0,64% em julho. No acumulado em 12 meses, índice subiu para 4,53%, levemente acima do centro da meta do Banco Central. Preço da energia foi o que mais pesou no IPCA-15 de julho, segundo o IBGE, com impacto de 0,25 p.p. no índice do mês. Assessoria/Divulgação O índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, desacelerou de 1,11% em junho para 0,64% em julho, conforme divulgou nesta sexta-feira (20) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). IPCA-15 de julho fecha em 0,64% Apesar da desaceleração, essa foi a maior taxa para o mês de julho desde 2004 (0,93%), impactada sobretudo pela alta dos preços de alimentos, transportes e habitação. No acumulado em 2018, o avanço é de 3%. No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 acelerou para 4,53%, acima dos 3,68% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores e levemente acima do centro da meta de inflação do Banco Central para o ano, que é de 4,5%. Vale destacar, entretanto, que a referência para o cumprimento da meta é o IPCA do fim do ano. O IPCA-15 mediu a variação dos preços no período de 14 de junho a 12 de julho. Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta de 0,75% para o indicador. A disparada de preços registrada no mês passado (1,11%) foi a maior variação para um mês de junho desde 1995, e aconteceu na esteira da greve dos caminhoneiros, que paralisou o país no final de maio, e que provocou o aumento nos preços de alimentos, da energia elétrica e dos combustíveis. O que mais pesou Apesar da desaceleração de junho para julho, os preços dos alimentos e bebidas subiram em média 0,61%, ainda refletindo os prejuízos provocados pela greve dos caminhoneiros em algumas cadeias de produção. Entre as maiores altas, destaque para o leite longa vida (18,30%), o frango inteiro (6,69%), o frango em pedaços (4,11%), o arroz (3,15%), o pão francês (2,58%) e a carne (1,10%). Já alimentação fora ficou 0,38% mais cara em julho. Já as maiores quedas foram observadas nos preços da batata-inglesa (-24,80%), tomate (-23,57%), cebola (-21,37%), hortaliças (-7,63%) e frutas (-5,24%). No grupo transportes, a alta em julho foi puxada pelo item passagem aérea (45,05%) e pelas passagens de ônibus interestadual (4,6%). Por outro lado, houve deflação de 0,57% nos combustíveis, por conta da redução nos preços médios do óleo diesel (-6,29%), do etanol (-0,78%) e da gasolina (-0,37%). No grupo habitação, o que mais pesou na inflação foi o item energia elétrica (6,77%) – maior impacto individual no índice do mês, 0,25 p.p., em razão de reajustes ocorridos nas tarifas em parte do país. Destaque também para o gás de botijão (1,36%). Veja as variações dos grupos pesquisados: Alimentação e Bebidas: 0,61% Habitação: 1,99% Transportes: 0,79% Artigos de Residência: 0,36% Vestuário: -0,14% Saúde e Cuidados Pessoais: -0,08% Despesas Pessoais: 0,34% Educação: -0,06% Comunicação: 0,05% Educação Financeira: quais são os índices de inflação do Brasil Meta de inflação Após greve dos caminhoneiros, o mercado tem elevado as expectativas de inflação e baixado as previsões de alta do PIB para este ano. A previsão dos analistas aponta para uma inflação de 4,15% em 2018, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Ainda assim, o percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta de inflação que o Banco Central precisa perseguir neste ano, que é de 4,5% e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema – a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%. Para o resultado do PIB em 2018, os economistas dos bancos baixaram a previsão de crescimento de 1,53% para 1,50% na semana passada. Antes da greve dos caminhoneiros, a estimativa de crescimento ainda estava ao redor de 2,5%. Metodologia Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 14 de junho a 12 de julho e comparados com aqueles vigentes de 16 de maio a 13 de junho de 2018 . O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.
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20/07 - Trump diz estar pronto para impor tarifas sobre US$ 500 bilhões em importações chinesas
Montante representou todas as importações da China para os EUA em 2017; presidente dos EUA afirmou em entrevista que o país está 'em tremenda desvantagem'. Contêineres com produtos para exportação em porto de Xangai, na China. Reuters/Aly Song O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (20) que está pronto para impor tarifas sobre US$ 500 bilhões em produtos importados da China, ameaçando em entrevista à CNBC intensificar a atual disputa comercial com o país asiático. Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências "Estamos em tremenda desvantagem", disse Trump na entrevista gravada na quinta-feira, sobre os desequilíbrios comerciais com a China. "Estou pronto ir a 500". As importações de produtos da China somaram US$ 505,5 bilhões em 2017, praticamente a totalidade das tarifas que Trump ameaçou sobretaxar. Os EUA impuseram tarifas sobre uma nova lista de produtos importados da China, no valor de US$ 200 bilhões. A alíquota de 10% entraria em vigor em pelo menos dois meses e inclui uma série de bens, entre eles soja, aço, alumínio, produtos químicos e alimentícios. Os US$ 200 bilhões superam de longe o valor total de bens que a China importa dos EUA, o que significa que Pequim pode precisar pensar em maneiras criativas de responder a tais medidas dos EUA. O montante corresponde a 40% das vendas chinesas anuais para os EUA. Entenda a tensão entre EUA e China Há anos, os EUA reclamam de um considerável déficit comercial (que é a diferença do volume exportado entre os dois países) com a China. A meta de Trump era reduzir em pelo menos US$ 100 bilhões o rombo com a China. Os EUA defendem que o país asiático rouba propriedade intelectual, especialmente no setor de tecnologia, além de violar segredos comerciais de empresas americanas, gerando uma concorrência desleal com o resto do mundo. Por isso, o combate aos produtos "made in China" é uma bandeira de campanha de Trump que recebeu o apoio de vários países. O tiro inicial foi dado em abril, quando os EUA anunciaram tarifas de US$ 50 bilhões sobre 1,3 mil produtos chineses, alegando violação de propriedade intelectual. Em resposta, a China impôs tarifas de 25% sobre 128 produtos dos EUA, como soja, carros, aviões, carne e produtos químicos. Produtos importados dos EUA em um mercado de Pequim, China. AP Photo/Andy Wong Desde então, os dois países não pararam de trocar novas ameaças e agravaram a guerra comercial. Guerras comerciais começam quando um país impõe tarifas comerciais à importação de outro, que responde sobretaxando os produtos do concorrente. Na semana passada, Washington impôs tarifas de 25% sobre US$ 34 bilhões em importações chinesas, somando 818 produtos. As taxas miram em produtos chineses que, para o governo de Trump, são comercializados de forma injusta, como veículos de passageiros, transmissores de rádio, peças para aviões e discos rígidos para computadores. Uma segunda parte dos bens, avaliada em US$ 16 bilhões, será analisada após um processo de revisão e observação do público.
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20/07 - Americana devolve US$ 1 milhão que banco depositou por engano em sua conta
'Você tem que aproveitar cada oportunidade que a vida oferece. Mas isso parecia uma oportunidade que podia me levar para a prisão federal', disse a mulher. Initial plugin text Uma mulher de Boston, nos Estados Unidos, devolveu mais de US$ 1 milhão que o banco TD Ameritrade depositou por erro em sua conta ao confundi-la com outra cliente com o seu mesmo nome, informou a imprensa local. A mulher, identificada como Ellen Fleming, ficou surpresa na quarta-feira à tarde quando percebeu que na sua conta tinha US$ 1.101.740,75, quando seu balanço anterior era de pouco mais de US$ 50. "Você tem que aproveitar cada oportunidade que a vida oferece. Mas isso parecia uma oportunidade que podia me levar para a prisão federal, por isso que não valia a pena", explicou Fleming, de 26 anos, ao jornal local "The Boston Globe". A voz da consciência foi mais forte que a tentação e, poucos minutos depois de receber o depósito, a mulher entrou em contato com o TD Ameritrade para comunicar o erro. Fleming descreveu a conversa como "extremamente incômoda", tendo em vista a quantidade que ia devolver. O representante bancário lhe explicou então que o depósito era para uma Ellen Fleming que vive na Flórida. Initial plugin text Uma vez resolvido o mal-entendido, Fleming fez uma brincadeira na sua conta do Twitter sobre sua condição fugaz de milionária. "Fui rica durante dez minutos, a vida foi de fato melhor. Agora me sinto humilhada por perder todo meu dinheiro", escreveu a mulher. "Por favor, coloquem em meu obituário: 'Ellen Fleming, foi uma vez milionária'", concluiu.
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20/07 - Conselho da TIM elege Sami Foguel como novo presidente-executivo
Italiano Stefano De Angelis renunciou ao posto devido ao término de seu contrato de 2 anos, informou a companhia. O conselho de administração da TIM Participações elegeu o executivo Sami Foguel como novo presidente-executivo da empresa, em substituição ao italiano Stefano De Angelis que renunciou ao posto devido ao término de seu contrato, informou a empresa em fato relevante na noite de quinta-feira (19). Sami Foguel, engenheiro graduado pela Unicamp e com MBA pela Universidade de Michigan, deixa a vice-presidência de Operações da TAP Air Portugal para assumir o comando da operadora de telefonia brasileira no dia 23 de julho. O executivo também exerceu vários cargos de comando na Azul Airlines, no banco HSBC no Brasil e na McKinsey & Company. De Angelis renunciou ao cargo em função do término do seu contrato de expatriado de dois anos, disse a companhia. "De Angelis manterá sua posição como membro do conselho de administração com o objetivo garantir uma efetiva transferência de responsabilidades e suportar uma consistente execução dos objetivos estratégicos da TIM", disse a empresa.
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20/07 - Prorrogado prazo para saques do PIS/Pasep ano-base 2016
Quase 2 milhões de trabalhadores não sacaram o benefício; valor disponível chega a R$ 1,44 bilhão e poderá ser retirado de 26 de julho até 30 de dezembro. Prorrogado prazo para saques do PIS/Pasep ano-base 2016 Reprodução/TV Fronteira O governo decidiu prorrogar o período para saques do abono salarial PIS/Pasep ano-base 2016. O prazo havia terminado no dia 29 de junho. Segundo o Ministério do Trabalho, quase 2 milhões de trabalhadores não sacaram o benefício, o que corresponde a 7,97% do total de pessoas com direito ao recurso. O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) autorizou a prorrogação do período de pagamento do abono salarial. Com isso, os trabalhadores poderão retirar o dinheiro a partir de 26 de julho até 30 de dezembro. O valor ainda disponível chega a R$ 1,44 bilhão. Este é o terceiro ano consecutivo em que ocorre prorrogação. Segundo o governo, a nova prorrogação atende pedido dos representantes dos trabalhadores no Codefat. No dia 26 de julho também começará a ser pago o benefício referente ao ano-base 2017. Veja calendário. A estimativa é de que sejam destinados R$ 18,1 bilhões a 23,5 milhões de trabalhadores. Educação financeira: saiba o que é PIS/PASEP Quem tem direito Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2016. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2016. O valor que cada trabalhador tem para sacar depende de quanto tempo ele trabalhou formalmente em 2016. Quem trabalhou o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é R$ 80. Se não for sacado, o valor retornará para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para pagamento de seguro-desemprego e do abono salarial do próximo ano. Como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil. Saques do PIS/Pasep vão injetar R$ 39,3 bi na economia Fundos PIS/Pasep Já a liberação dos saques dos recursos do Fundo PIS-Pasep para quem tem a partir de 57 anos será retomado em agosto. Têm direito a esse dinheiro os trabalhadores de organizações públicas e privadas que contribuíram para o PIS ou para o Pasep até 4 de outubro de 1988 e que não tenham resgatado todo o saldo. Quem passou a contribuir após essa data não tem saldos para resgate. A partir de 8 de agosto, recebem o dinheiro em conta os correntistas de todas as idades da Caixa e BB, no total de R$ 5 bilhões. E a partir do dia 14 de agosto, estão liberados os saques para os cotistas de todas as idades, incluindo os que não realizarem o saque na primeira etapa. Todos esses beneficiários com menos de 60 anos terão até o dia 28 de setembro para sacar o dinheiro. Quem deixar para sacar as cotas do Fundo PIS-Pasep a partir de agosto terá os saldos das contas corrigidos com base no rendimento obtido nos últimos 12 meses pelo fundo, e a estimativa é de um aumento entre 8% e 10%. VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNDO PIS-PASEP
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20/07 - Lucro da TIM sobe 53% no 2º trimestre e atinge R$ 335 milhões
Receita líquida cresceu 5,8%, para R$ 4,171 bilhões. Lucro da TIM sobe 53% no 2º trimestre e atinge R$ 335 milhões Divulgação O lucro líquido da TIM Participações subiu 53,2% no segundo trimestre na comparação anual, para 335 milhões de reais, informou a empresa de telecomunicações na noite de quinta-feira (19). Já a receita líquida cresceu 5,8%, para R$ 4,171 bilhões na comparação com o 2º trimestre do ano passado. Conselho da TIM elege Sami Foguel como novo presidente-executivo O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado subiu 12,7%, para R$ 1,567 bilhão na mesma comparação. No semestre, o lucro líquido alcançou R$ 585 milhões, o que representa uma alta de 66,7% na comparação anual. Ao final de junho, a TIM fechou uma base de linhas ativas de 56,6 milhões. No pós-pago, a base de clientes cresceu 20,5% sobre o 2º trimestre do ano passado, totalizando 19,1 milhões. Já a base da TIM Live, no segmento fixo, totalizou 423 mil clientes em junho, alta de 21,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. As provisões para calotes de clientes avançaram 56% no trimestre. A empresa disse que o aumento da base de receita exposta à inadimplência, juntamente com o crescimento da base pós-paga de 20,5% levam a uma tendência natural de expansão das provisões. A TIM investiu um total de R$ 1,018 bilhão no segundo trimestre, 25,8% acima do registrado no mesmo período do ano passado, com a maior parte dos investimentos destinados à infraestrutura (85%), principalmente a projetos de rede transporte, tecnologia 4G e TI. A dívida líquida da empresa caiu R$ 1,17 bilhão em relação a junho do ano passado, para R$ 3,23 bilhões em junho deste ano. Distribuição de R$ 240 milhões a acionistas A TIM também anunciou a distribuição de R$ 240 milhões a título de juros sobre capital próprio, tendo como base o exercício encerrado em 30 de junho. O pagamento será feito a partir de 13 de novembro, com base na posição dos acionistas no dia 25 de julho.
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20/07 - O que é melhor: amortizar parcelas de financiamento ou fazer aplicação?
Pergunta: "Recebi de uma ação trabalhista o valor de R$ 20 mil. Estou pagando meu apartamento financiado. O valor da parcela é de R$ 1.129. No banco, me explicaram que, após uma amortização, as parcelas ficariam em R$ 923,91. Vale mais a pena diminuir o valor das parcelas ou fazer uma aplicação?" O que é melhor: amortizar parcelas de financiamento ou fazer aplicação?
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20/07 - Feira em Curitiba vai ofertar mais de 3,5 mil vagas de trabalho, diz instituição
Evento de empregos e profissões da Uninter será no sábado (21), no Expo Renault Barigui, entre 9h e 19h; entrada é gratuita. Conforme a organização, haverá vagas para todos os níveis de qualificação e idades, pessoas com deficiência, além de profissionais que queiram trabalhar como autônomos Rodrigo Leal/Divulgação Mais de 3,5 mil vagas de trabalho serão ofertadas na Feira de Empregos e Profissões da Uninter, que será realizada no sábado (21), no Expo Renault Barigui, em Curitiba, entre 9h e 19h, de acordo com a própria instituição. As oportunidades serão para a capital paranaenses e municípios da região. Conforme a organização, haverá vagas para todos os níveis de qualificação e idades, pessoas com deficiência, além de profissionais que queiram trabalhar como autônomos. Os salários vão de R$ 1,2 mil a R$ 12 mil, segundo a instituição. No total, mais de 40 empresas de recursos humanos farão triagens e agendamento de entrevistas no local, informou a organização. De acordo com o organizador da feira de vice-reitor da Uninter, Jorge Bernardi, na edição anterior houve a participação de 14 mil pessoas. "Certamente, muitos candidatos que deixaram seus currículos ainda estão colhendo os frutos dos contatos feitos no evento”, diz. Além do recrutamento de profissionais, a feita contará com palestras - com emissão de certificado - e informações sobre cursos de graduação, pós-graduação e mestrado repassadas por professores. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
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20/07 - INSS cobra segurados que receberam a desaposentação
STF barrou a correção dos benefícios em 2016, mas ainda não decidiu sobre a devolução de dos valores já pagos; parte dos segurados perdeu o reajuste e outros já tiveram descontos na aposentadoria. Advocacia Geral da União entrou com recursos para pedir o ressarcimento dos que obtiveram o benefício maior. Reprodução EPTV Quase dois anos após o Supremo barrar a desaposentação, o INSS passou a cobrar a devolução da diferença paga a quem obteve um benefício maior. Uma pequena parte dos segurados conseguiu impedir a cobrança, mas outra parcela já voltou a receber a antiga aposentadoria, enquanto outros também tiveram os valores descontados. A desaposentação (ou desaposentadoria) foi um direito reconhecido por alguns tribunais em melhorar o valor do benefício por quem continuou a contribuir depois de aposentado. Mas em 2016, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu rejeitar essa possibilidade. Na época, cerca de 182 mil processos que não haviam sido julgados perderam o direito ao novo benefício. Com a decisão, o governo calculou que iria economizar R$ 7,7 bilhões por ano em despesas. Por que o INSS está cobrando a devolução? O governo alega que, mesmo ganhando a ação no STF, a desaposentação gerou gastos. Isso porque parte dos segurados já estava recebendo o reajuste por sentenças definitivas ou pela chamada tutela antecipada, um recurso que permitiu adiantar os valores antes mesmo do julgamento das ações. Com isso, a Advocacia Geral da União (AGU), que representa o INSS na esfera judicial, entrou com recursos para pedir o ressarcimento dos que obtiveram essa tutela antecipada. A cobrança tem respaldo jurídico? O assunto tem gerado controvérsia porque o próprio STF ainda não decidiu se quem já recebeu os reajustes terá que devolver o dinheiro ao INSS. Enquanto isso, permitiu que a cobrança fosse questionada por embargos de declaração. Mas alguns juízes têm seguido o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que é possível devolver os valores se a antecipação de tutela for cassada, explica a presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Adriane Bramante. "Se o segurado recorrer, pode impedir a devolução. Vai depender de cada juiz", diz. O que diz o INSS? Procurada pelo G1, a AGU disse que uma portaria conjunta da Procuradoria-Geral Federal e do INSS permite cobrar os valores recebidos pela tutela antecipada. “Se cobranças estiverem ocorrendo certamente se darão através do processo judicial ou por determinação das unidades da PGF, já que para cobrança se faz necessária a reversão judicial da medida que determinou a desaposentação", informou. Segundo a AGU, o INSS não faz e não pode fazer a cobrança de ofício [por iniciativa própria e sem a determinação da Justiça]. De acordo com a AGU, os valores recebidos por tutela devem ser devolvidos, posteriormente, caso da decisão seja reformada e a regra é prevista no Código de Processo Civil brasileiro. Governo cobra os benefícios ganhos com a desaposentação Segundo Adriane, do IBDP, não existe um entendimento único sobre a questão. "Vai depender de cada caso. Mesmo após o juiz determinar a devolução, ainda cabe recurso, porque já houve embargos de declaração [espécie de recurso que questiona uma decisão anterior] no STF, que entendeu que quem recebeu a tutela não teria que devolver o dinheiro”. Poucos conseguiram barrar a cobrança A presidente do IBDP diz que o INSS já vem descontando o valor do pagamento mensal de parte dos aposentados. “O benefício volta ao valor originário antes da desaposentação e eles descontam até 30% da dívida que seria cabível ao INSS”, afirma. O advogado do escritório Alves & letelier, Jean Letelier Ribeiro Pereira, que atua no Rio Grande do Norte, conta que alguns clientes já voltaram a ter o benefício antigo, enquanto outros, além dessa redução estão tendo parte da dívida abatida da aposentadoria. De mais de 100 casos de segurados que foram desaposentados pelo escritório de Ribeiro, somente dois conseguiram manter o benefício após a decisão do STF. “Nestes casos o INSS perdeu o prazo para recorrer e os clientes não perderam o benefício”, diz. A aposentada Maria do Socorro Almeida, de Natal, está entre os que perderam a correção dos valores logo após a decisão do STF. "Recebi o valor corrigido por dois ou três meses, mas voltaram atrás e voltei a receber o que recebia antes. Minha sensação? Indignação", diz a aposentada. Recursos contra a devolução A advogada Adriane Bramante orienta quem recebeu a cobrança do INSS a procurar o advogado ou defensor público que cuidou do caso na justiça, para saber em que situação está o processo. Quem entrou com ação sem advogado precisará de um representante se quiser recorrer. "Pode ser que o juiz tenha determinado a cassação da tutela e não tenha falado nada em relação à devolução. Se o INSS também ficou calado, o processo é arquivado e não haverá obrigação em devolver nada", explica. "Se o processo ainda estiver em andamento e o juiz determinar a devolução, cabe ao advogado entrar com recurso", acrescenta Bramante. Segundo a presidente do IBDP, dependendo da fase da ação, não cabe mais recurso e o segurado terá que devolver o dinheiro. "Mas como ainda não foi publicada a decisão dos embargos de declaração sobre essa devolução, caberia recurso dentro do prazo cabível", explica.
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20/07 - Microsoft tem lucro acima do esperado, impulsionado por computação em nuvem
A companhia teve alta de 89% na receita de computação em nuvem. A Microsoft teve lucro líquido e receita acima do esperado pelo mercado, apoiada em crescimento nos clientes dos serviços de computação em nuvem da companhia e nas assinaturas do pacote de aplicativos Office. A companhia teve alta de 89% na receita de computação em nuvem no quarto trimestre fiscal encerrado em 30 de junho. O crescimento na computação em nuvem tem sido motivado por companhias que estão cortando custos com armazenagem de dados e software. O produto de computação em nuvem da Microsoft, Azure, conseguiu uma fatia de 16% do mercado global, a segunda maior participação depois da Amazon Web Services, segundo estimativas de abril da empresa de pesquisa Canalys. A receita da unidade de produtividade e processos de negócios, que inclui o Office 365, subiu 13,1%, para US$ 9,67 bilhões, praticamente em linha com a expectativa de analistas, de US$ 9,65 bilhões, conforme a Thomson Reuters I/B/E/S. No geral, a receita da Microsoft subiu 17,5%, para US$ 30,09 bilhões, ante expectativa de US$ 29,21 bilhões, segundo média de previsões de analistas. O lucro líquido subiu para US$ 8,87 bilhões, ou US$ 1,14 por ação, no quarto trimestre fiscal, ante US$ 8,07 bilhões, ou US$ 1,03 por papel, um ano antes. Em termos ajustados, o lucro da Microsoft foi de US$ 1,13 por ação ante expectativa média do mercado de US$ 1,08. Logo da Microsoft em Cambridge, em foto de arquivo Reuters/Brian Snyder
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20/07 - Boeing vence disputa de encomendas em feira de aviação britânica
A maior fabricante de aviões do mundo afirmou que obteve 528 encomendas e compromissos de compra em Farnborough, enquanto a Airbus registrou 431 pedidos. A Boeing venceu a briga por encomendas na feira britânica de aviação de Farnborough, superando a Airbus. Ambas as empresas repetiram resultado do ano passado, com pedidos de cerca de 900 aeronaves, apoiadas pela indústria de leasing. A maior fabricante de aviões do mundo afirmou que obteve 528 encomendas e compromissos de compra em Farnborough, enquanto a Airbus registrou 431 pedidos. Mas a conta foi ofuscada por cerca de 400 encomendas que não tiveram o nome dos compradores revelados, algo incomum em um evento projetado para atrair publicidade. A Airbus responsabilizou o sigilo em torno do nome dos compradores à guerra comercial que deixou algumas companhias nervosas sobre terem suas marcas associadas aos Estados Unidos ou a outras potências econômicas. "O fato de que o mundo está acordando para ver qual tuíte atingiu que parte do mundo realmente não ajuda", disse o diretor comercial da Airbus, Eric Schulz, em uma aparente referência ao presidente dos EUA, Donald Trump, que frequentemente usa o Twitter para fazer anúncios sobre suas políticas de governo. Uma das companhias aéreas que frequentemente têm destaque em eventos de aviação foi a AirAsia, que atravessa forte expansão e cujos co-fundadores anunciaram um pedido adicional à Airbus envolvendo 34 A330neo, expandindo a encomenda total para 100 unidades. Mas não sem ameaçarem antes trocar parte da encomenda total por modelos da Boeing. A feira também foi um teste para outros fabricantes de aviões que estão sendo engolidos por Airbus e Boeing. A Airbus recentemente completou a compra do programa da aeronave CSeries, da canadense Bombardier, e a Boeing tenta avançar na compra da principal divisão da Embraer. A Airbus vendeu 60 jatos A220, novo nome do CSeries, e a Embraer conseguiu pedidos e intenções de compra envolvendo 300 jatos, em um total de US$ 15 bilhões.
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