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18/09 - ANP aprova pagamentos de R$ 877,9 milhões de subvenções ao diesel
Do total aprovado, a Petrobras terá a maior fatia e receberá R$ 871,5 milhões. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou nesta terça-feira (18) o pagamento de R$ 877,9 milhões referentes ao programa de subvenção ao diesel a três empresas, sendo a maior parte para a Petrobras , informou a autarquia em um comunicado. Bombas de gasolina em posto na zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 Do total aprovado, a Petrobras receberá R$ 871,5 milhões, enquanto a Petro Energia receberá R$ 6,2 milhões e a Dax Oil R$ 191,6 mil, destacou a Reuters. O valor repassado para a Petrobras é apenas uma parcela dos até R$ 2,5 bilhões que a petroleira de controle estatal espera receber ao longo das próximas duas semanas devido ao programa, segundo o diretor-executivo financeiro e de relacionamento com investidores da estatal, Rafael Grisolia. A subvenção atende a exigências dos caminhoneiros que protestaram contra a alta do combustível e tem por objetivo viabilizar reajustes mensais do produto sem que isso represente perda para a Petrobras ou companhias importadoras. No fim do mês passado, a ANP publicou os novos preços de referência para comercialização do diesel. Os preços subiram até 14,4%. A nova metodologia vale até o fim do ano, quando termina o prazo previsto em lei para a concessão da subvenção ao diesel. O governo prevê gastar R$ 9,58 bilhões até o final do ano com o subsídio ao diesel.
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18/09 - Cade investiga bancos por supostamente prejudicarem corretoras de criptomoedas
Segundo o órgão, bancos podem estar impondo restrições ou proibindo o acesso de corretoras de criptomoedas ao sistema financeiro. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu nesta terça-feira (18) inquérito contra grandes bancos do país e outras instituições por supostamente abusarem de seu poder de mercado para prejudicar a atuação de corretoras de criptomoedas. A investigação, iniciada a pedido da Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB), vai apurar a atuação de Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco, Santander Brasil, Banco Inter e Sicredi em relação às corretoras. Segundo a superintendência do Cade os bancos podem estar "impondo restrições ou mesmo proibindo... o acesso de corretoras de criptomoedas ao sistema financeiro, o que, de fato, pode trazer prejuízos às corretoras", diz trecho da nota técnica. Cade Rede Globo O caso promete levar bancos e corretoras de criptomoedas a um embate sobre os limites concorrenciais de atuação. Os bancos já enfrentam no Judiciário questionamentos das corretoras pelo encerramento de contas. Elas alegam que os bancos prejudicam a ordem econômica ao encerrarem contas sem explicação. Por isso pediram ao Cade uma medida cautelar que obrigasse os bancos a manter ou abrir novas contas de corretoras de criptomoedas, mas a agência não viu motivos para tomar a decisão neste momento. A denúncia foi feita pela associação em junho, após o fechamento da conta da Atlas Tecnologia pelo Banco do Brasil e de outras corretoras por outros bancos. Em resposta ao Cade, os bancos informaram que as contas foram fechadas pela ausência de dados básicos sobre os clientes, exigidos pela legislação de prevenção à lavagem de dinheiro. Para técnicos da agência antitruste, porém, os bancos poderiam ser mais criteriosos na análise das contas de corretoras. Reservadamente, fontes ligadas aos bancos argumentam que atualmente não há garantias de que as corretoras de criptomoedas no país sigam procedimentos confiáveis de prevenção à lavagem de dinheiro. Por isso, preferem enfrentar eventuais contestações concorrenciais do que ficarem vulneráveis a sanções do BC por participarem de operações que venham ser consideradas ilícitas. "De fato, atividades ilícitas devem ser evitadas e os bancos devem tomar medidas restritivas quando há indícios de prática de crimes por parte de seus correntistas", afirmaram os técnicos. "Contudo, não parece razoável que os bancos apliquem medidas restritivas a priori de forma linear a todas as empresas de criptomoedas, sem analisar o nível de compliance e as medidas antifraude adotadas por cada corretora individualmente conferindo um tratamento de ilegalidade per se à atividade de corretagem de criptomoedas." Durante o inquérito, o Cade pode pedir novos documentos e trocar impressões com o Banco Central sobre o segmento, antes de decidir se o caso vai se tornar processo administrativo --ao fim do qual o conselho pode aplicar multas e outras penalidades. Procurados, Bradesco e Banco Inter afirmaram que não comentariam o assunto. O Sicredi e o Santander Brasil não se pronunciaram até a publicação desta reportagem. Em nota, o BB afirmou que prestou as informações pedidas pelo Cade e que tem compromisso com "práticas concorrenciais com base na ética e no respeito à livre competição". Também em nota, o Itaú Unibanco afirmou que colaborará com o Cade e que está "confiante que suas condutas serão consideradas legitimas".
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18/09 - Plantio de soja avança com tempo favorável no Brasil
No Paraná, 2º maior produtor do país, plantio avançou para 9% do total projetado na temporada 2018/19.  Soja: produtores no estado de Mato Grosso, o maior produtor de oleaginosa do país, estão iniciando os trabalhos de plantio Aprosoja-MS/Divulgação Os produtores brasileiros estão acelerando o plantio de soja e milho da nova safra do país nesta semana, com as condições do tempo favoráveis e uma projeção positiva do mercado, apesar da queda acentuada dos futuros da soja em Chicago nesta terça-feira (18). O plantio de soja do Paraná, segundo maior produtor do Brasil, avançou para 9% do total projetado na temporada 2018/19, ante apenas 1% em igual período do ano passado, com a boa umidade do solo permitindo um início rápido dos trabalhos no campo. Os produtores no estado de Mato Grosso, o maior produtor de oleaginosa do país, também estão iniciando os trabalhos, uma vez que o período de vazio sanitário – uma medida adotada todo ano para reduzir focos de ferrugem de soja – terminou em 15 de setembro, de acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Os dois estados estão reportando condições favoráveis, apesar de parte dos agricultores de Mato Grosso estar esperando ainda por níveis mais elevados de umidade do solo para começar a plantar, disse Daniel Latorraca, superintendente do Imea. "Nós tivemos mais chuvas neste ano do que na última temporada neste momento", afirmou. Ele disse que os produtores que planejam plantar algodão logo depois de colherem a soja foram os primeiros a começar o plantio da oleaginosa no Mato Grosso. O primeiro relatório do Imea sobre o estágio da semeadura será publicado na sexta-feira. No Paraná, onde a proibição de plantio termina mais cedo, os trabalhos avançaram oito pontos percentuais em relação à semana anterior. Milho também acelera O Departamento de Economia Rural (Deral) também disse que o plantio da primeira safra de milho alcançou 37% da área projetada, também acima do visto em igual época no ano passado, quando os produtores haviam semeado apenas 12%. Vários Estados tiveram atrasos no plantio na temporada passada, em decorrência das chuvas insuficientes. Esse atraso resultou em um intervalo mais arriscado para o plantio da segunda safra de milho, que geralmente segue imediatamente a colheita de soja, levando a perdas na produção total do cereal no Brasil. Neste ano, os agricultores provavelmente estão ansiosos para plantar e colher o quanto antes, com as negociações de soja brasileiras com prêmios recordes sobre os preços de Chicago, graças à forte demanda da China, que está procurando fontes alternativas para evitar as tarifas adicionais sobre a oleaginosa dos Estados Unidos. As chuvas devem continuar no Mato Grosso nos próximos 10 dias, chegando a cerca de 20 milímetros de precipitações, de acordo com o Thomson Reuters Agriculture Dashboard. O Paraná irá receber ainda mais chuva no período, cerca de 115 milímetros. A Reuters informou na semana passada que o Paraná, segundo produtor da oleaginosa do Brasil, está tendo o plantio mais precoce de soja em pelo menos cinco anos.
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18/09 - Grupo Renault Nissan terá sistema operacional Android em seus carros
Fabricantes disseram que modelos poderão integrar aplicativos e serviços do Google. Grupo Renault Nissan Mitsubishi acerta parceria com a Google Divulgação A aliança de montadoras Renault, Nissan e Mitsubishi informou nesta terça-feira (18) que vai adotar o sistema operacional Google Android, da Alphabet, em uma vitória para a gigante norte-americana de tecnologia que busca uma participação maior no mercado de infoentretenimento. Renault, Nissan e Mitsubishi, com vendas combinadas de 10,6 milhões de veículos no ano passado, disseram que os futuros modelos vão "integrar aplicativos e serviços Google", incluindo Maps e o Google Assistant comandando por voz. A medida inclina-se mais fortemente para grandes empresas de tecnologia do que as montadoras rivais grandes ou de luxo até agora estavam dispostas a fazer. Muitos temem perder o controle de relacionamento com clientes, dados e, potencialmente, significativa receita futura de serviços conectados. Outras fabricantes, como a Volvo decidiram embutir o Android Auto em seus veículos. No entanto, a escala da mudança pela Renault-Nissan-Mitsubishi pode levar a uma mudança mais ampla de pensamento sobre caras estratégicas tecnológicas independentes. "Grandes montadores anteriormente eram relutantes a fazer negócios com o Google, mas isso agora mudou", disse Jauke de Jong, analista da AFS Group, em Amsterdã. "Mais montadoras podem seguir o caminho e fechar parceria com o Google." Até agora, montadoras têm amplamente escolhido software Linux, Microsoft ou QNX para abastecer o infoentretenimento. Isso gera plataformas mais ousadas que eles podem controlar, mas que oferecem pouco espaço para adicionar novos aplicativos ou funcionalidades. A decisão pode causar problemas para algumas fornecedoras de tecnologia para setor automotivo como a especialista em mapeamento TomTom, que conta com a Renault entre seus clientes. As ações da empresa holandesa caíam mais de 26% após o anúncio. Em troca de entregar ao Google as chaves do infoentretenimento, a aliança vai levar a influência total dos milhares de aplicativos do Android para os modelos de suas marcas - o que inclui um contingente grande de modelos com preços acessíveis para mercados emergentes.
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18/09 - Twitter dará a opção de voltar a ver as mensagens na ordem cronológica
Opção será oferecida a partir das próximas semanas, informou a rede social. O Twitter esta disposto a recuar depois de provocar o descontentamento de seus usuários há dois anos, quando mudou seu algoritmo para que vissem as mensagens mais destacadas em sua timeline, rompendo a ordem cronológica em que aparecia antes. A rede social de mensagens de até 280 caracteres "trabalha em novas formas de dar a vocês mais controle sobre sua timeline", informou a empresa a seus usuários em uma série de mensagens na segunda-feira à noite. Símbolo do Twitter na sede da empresa na Califórnia (EUA). Divulgação/Twitter Agora o Twitter deixará que seus usuários vejam sua timeline de acordo com suas preferências: as mensagens poderão ser mostradas por ordem estritamente cronológica, ou por meio do algoritmo que seleciona e põe em destaque os "melhores" tuítes, seguindo o modelo do Facebook. Esta opção será oferecida a partir das próximas semanas, informou a rede social. A novidade introduzida há dois anos permitiu ao Twitter ser "mais pertinente e prático", afirmou a empresa, com sede em San Francisco. A rede social apontou, no entanto, que também leva em conta "as reações dos usuários" adeptos ao antigo modo de funcionamento cronológico.
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18/09 - BNDES lança edital para fundo de R$ 500 milhões em infraestrutura
Fundo vai garantir o benefício fiscal destes papéis a investidores pessoa física, informou o banco. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou nesta terça-feira (17), em seu site, edital para criação de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) que investirá em debêntures incentivadas de projetos de infraestrutura que estão em carteira do banco. O fundo vai garantir o benefício fiscal oferecido por esses papéis aos investidores pessoa física. Debêntures são títulos de renda fixa emitidos por empresas para financiar seus investimentos. Quem financia estes papéis recebe juros como recompensa. Sede do BNDES no centro do Rio de Janeiro. REUTERS/Sergio Moraes Com patrimônio de aproximadamente R$ 500 milhões, o fundo terá gestor privado, a ser escolhido por meio de chamada pública. As propostas deverão ser protocoladas até o próximo dia 9 de outubro, e o processo de seleção do gestor deverá ser concluído até novembro de 2018. Debêntures O FIDC parte de um portfólio já existente com ativos que atualmente compõem a carteira de debêntures de projeto do BNDES. Com essa iniciativa, além de criar mais uma fonte de financiamento a projetos de infraestrutura, o BNDES espera aumentar a base de investidores e incrementar a liquidez de títulos de infraestrutura, bem como securitizar parte de sua carteira, alienando ativos nos quais entende que já cumpriu sua missão institucional. “A estratégia do BNDES visa contribuir para o desenvolvimento do mercado de capitais de renda fixa e financiamento privado de longo prazo, viabilizando o funding e a implementação dos projetos que reduzem gargalos e geram empregos em infraestrutura”, disse o banco em nota.
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18/09 - 434 mil temporários devem ser contratados até o fim do ano; demanda é puxada pela indústria
Segundo entidade do setor, crescimento deve ser de 10% em relação ao mesmo período de 2017; já confederação do comércio prevê recuo de 1,7% nas vagas diante do cenário de incertezas no país. CNC prevê queda na contratação de temporários para o varejo este ano Iryá Rodrigues/G1 Dados da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem) e Caixa Econômica Federal mostram que devem ser abertas 434,4 mil vagas temporárias entre setembro e dezembro, nos setores da indústria, comércio e serviços, em decorrência do aumento das vendas para o Dia das Crianças, Natal e Ano Novo. O crescimento deve ser de 10% em relação ao mesmo período de 2017, quando foram abertas 394,9 mil vagas. A alta, segundo a entidade, é puxada pela indústria, em especial dos segmentos farmacêutico, alimentar, químico e agroindustrial. Em relação a 2016, o número previsto para contratações temporárias é 22% maior. Mas é distante do registrado em 2014, quando 490.435 vagas foram abertas, antes de a crise econômica se intensificar e levar ao aumento da taxa de desemprego. Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê a contratação de 72,7 mil trabalhadores temporários para o varejo, recuo de 1,7% em relação aos 73,9 mil postos criados no ano passado. De acordo com a CNC, a desaceleração da economia diante do cenário de incertezas do segundo semestre deverá levar ao crescimento menor das vendas no Natal, de 2,3%. Em 2017, a alta foi de 3,9% em relação a 2016. A maior parte das vagas são para trabalhadores com nível médio de escolaridade. Abertura de vagas temporárias nos três setores O trabalho temporário é considerado uma oportunidade de recolocação profissional mais rápida no mercado de trabalho formal, além de porta de entrada para o emprego efetivo. Para este ano, a previsão da Asserttem é que 8% dos temporários sejam efetivados no emprego. A associação não forneceu dados sobre efetivação de anos anteriores. Para a CNC, a taxa de absorção dos trabalhadores temporários será de 19,8%, menor em relação a 2017, quando 23,1% dos contratados em regime temporário foram efetivados nos meses seguintes ao Natal, devido à lentidão da retomada econômica e das incertezas em relação às condições de consumo no início de 2019. Contratações por setores O Natal é a principal data para o comércio, e o pico de contratações temporárias no setor ocorre em novembro e dezembro. Já na indústria, as contratações são feitas principalmente em setembro, segundo a Asserttem. Veja os dados da entidade abaixo: De setembro a novembro Indústria – 65% das contratações (212.708 vagas) Serviços - 20% (65.448 vagas) Comércio - 15% (49.086 vagas) Dezembro Serviços - 45% (48.233 vagas) Comércio - 30% (32.155 vagas) Indústria - 25% (26.796 vagas) Segundo a CNC, assim como nos Natais de 2015 a 2017, a temporada de contratações no comércio deverá se estender até o mês de dezembro. Antes da crise, mais de 20% das vagas eram preenchidas até outubro. Nos três últimos anos, esse percentual não passou dos 15%. Os maiores volumes de contratação deverão se concentrar no segmento de vestuário (47,9 mil vagas), hiper e supermercados (11,5 mil vagas). Os segmentos são, segundo a CNC, os grandes empregadores do varejo, pois representam 42% da força de trabalho e respondem, em média, por 60% das vendas natalinas. Em terceiro lugar no ranking de contratações está o segmento de artigos de uso pessoal e doméstico (8,8 mil vagas). Os demais são móveis e eletrodomésticos (3 mil) e informática, comunicação, livrarias, papelarias, farmácias e perfumarias (1,4 mil). Salários A CNC prevê que o salário de admissão deverá alcançar R$ 1.230, registrando avanço de 3,9% na comparação com 2017. O maior salário de admissão deverá ocorrer no ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.500), seguido pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.431). No entanto, esses segmentos deverão ofertar apenas 1,5% das vagas totais a serem criadas no varejo. Ranking por estados De acordo com a Asserttem, entre os estados com mais postos de trabalho temporário para o período São Paulo lidera o ranking, concentrando 67,27% das vagas estimadas para o fim do ano, ou seja, 292.230 mil vagas, ante 265.664 registradas em 2017. Na sequência, aparece o Paraná, com 7,41% dos postos de trabalho, (32.172). Depois, o Rio de Janeiro, que deve ofertar 25.597 novas vagas, o que representa 5,89% no total previsto para o país. Todos registraram aumento em comparação com o mesmo período de 2017. Ranking dos estados com mais vagas Nova lei ampliou prazo de contrato Segundo a presidente da Asserttem, Michelle Karine, com a lei 6019/74, em vigor desde abril de 2017, houve um crescimento na geração dessa modalidade de vagas, já que foi ampliado o prazo do contrato temporário, de 90 para até 180 dias, podendo ser prorrogado por mais até 90 dias em caso de necessidade. Michelle Karine explica que, em momentos de incerteza econômica, a contratação temporária representa uma alternativa viável às empresas, que precisam ter condições de atender à demanda aquecida, seja no comércio ou na indústria. "Nesses momentos, fica difícil para as empresas investirem em despesas fixas, diante de receitas flutuantes. Nesse sentido, o trabalho temporário é o mais viável para atender à demanda de flexibilidade e de rápida mobilização de mão de obra. E esse tipo de admissão se destaca nesse contexto, pois é a única modalidade de contratação com prazo flexível na legislação trabalhista brasileira, atendendo às necessidades transitórias com maior eficiência", afirma. Direitos trabalhistas O trabalhador temporário tem quase os mesmos direitos do efetivo, como remuneração equivalente, recebimento de horas extras de acordo com a categoria da empresa onde estiver prestando o trabalho, adicional por trabalho noturno, repouso semanal remunerado, férias proporcionais, 13º salário, FGTS e proteção previdenciária. De acordo com Michelle, o registro é feito na página Anotações Gerais da Carteira de Trabalho, na condição de trabalhador temporário, e o contrato de trabalho deve ser feito por uma agência de trabalho temporário devidamente autorizada e registrada no Ministério do Trabalho. Agência prevê aumento de 30% A agência de empregos Luandre, uma das maiores do país, estima crescimento de 30% no número de vagas temporárias na comparação com 2017 para as áreas de indústria, logística e varejo, em razão das festas de fim de ano. Segundo Fernando Medina, diretor de Operações da Luandre, com o aumento de produção na indústria, o setor de logística também é acionado. "Um terço das nossas vagas no momento são para estes setores e visam à chegada do Natal, que é a principal data comemorativa do ano em termos econômicos. Entre outubro e novembro, a entrada de vagas para o varejo é muito expressiva, esperamos 30% a mais que no restante do ano", explica. Segundo Medina, o trabalho temporário é muito vantajoso para empresa contratante, pois consegue adequar seu quadro de colaboradores às altas demandas, com uma resposta mais rápida. "Para o profissional temporário também é interessante, pois estudos mostram que mais de 40% desses colaboradores que entram como temporários são efetivados pelas empresas, ou seja, é uma excelente porta de entrada". Veja dicas da presidente da Asserttem para ser efetivado no trabalho temporário Tenha em mente que o trabalho não é um bico, pois trata-se de emprego formal e profissional; Mantenha um bom relacionamento no ambiente de trabalho; Mostre que você tem bastante experiência e que pode ajudar a empresa a crescer; Seja comprometido. Veja dicas para se destacar na seleção da vaga temporária Cabe ao candidato saber se apresentar corretamente. Escreva tudo o que puder para se descrever da melhor maneira possível, com dados relevantes e que demonstrem por quê você é a pessoa indicada para a vaga; A pretensão salarial é o tipo de pergunta que deixa muita gente sem resposta, já que não existe uma resposta padrão. O que existe é pesquisa. É preciso descobrir e pesquisar o quanto o mercado está oferecendo para vagas como a que você está concorrendo. Ao informar sua pretensão, deixe claro que está aberto a negociações; Ao se candidatar a uma vaga, seja sincero em seu currículo e na entrevista, ao informar seus conhecimentos e competências. A sinceridade fará diferença durante o processo seletivo; Por que devo escolher você? Esta é uma pergunta muito comum, mas que de modo geral sempre causa dúvidas e insegurança. Lembre-se que os demais candidatos devem ter o currículo muito parecido com o seu, então a resposta será certamente algo que não estará no seu currículo, mas que faz parte do que você é.
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18/09 - Presidente do BNDES diz que empréstimos para Cuba e Venezuela foram erro
Banco discute dívidas com governo cubano; volume não é preocupante, diz presidente do banco. Dyogo Oliveira, presidente do BNDES, em imagem de arquivo. GloboNews O presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, afirmou nesta terça-feira (18) que foi um erro o banco ter concedido empréstimos a Cuba e à Venezuela no passado, pois hoje está claro que esses países não tinham condições de honrar seus compromissos. O saldo devedor dos empréstimos somam cerca de US$ 1 bilhão , e os dois países estão com prestações em atraso, segundo Oliveira. "Há uma crítica a esses empréstimos e até diria que, olhando hoje, que fica claro que eles não tinham condição de pagar. Provavelmente não deveriam ter sido feitos e agora temos que ir atrás do dinheiro para receber“, declarou Oliveira a jornalistas, após participar de evento no Rio nesta terça-feira. Nesta semana, Dyogo Oliveira teve reuniões com representantes do governo cubano para tratar do tema. Segundo ele, Cuba tem três parcelas em aberto com o BNDES que juntas somam US$ 17,5 milhões. O saldo devedor cubano é de aproximadamente US$ 600 milhões. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social frisou que a solução para a volta da adimplência de Cuba não passa obrigatoriamente pela reestruturação da dívida. "Eles tem se mostrado solícitos e adeptos a buscar soluções, mas alegam que por conta de questões climáticas e financeiras não têm tido capacidade de honrar totalmente os pagamentos, eles têm feito são pagamentos parciais”, disse ele a jornalistas em evento da Associação Brasileira da Indústria de Química Final (Abifina). “Discutimos alternativas que ainda não podemos revelar”, adicionou A carteira de exportação do BNDES totaliza aproximadamente US$ 10 bilhões e a indadimplência Cuba e Venezuela não preocupa para os resultado do banco, frisou Dyogo Oliveira. "O volume disso em relação a carteira do banco é pequeno e não é preocupante”, destacou.
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18/09 - Número de inadimplentes no país recua em agosto para 61,5 milhões, aponta Serasa
Trata-se do 2º recuo consecutivo após o recorde da série, registrado em junho, quando o número de brasileiros com dívidas atrasadas chegou a 61,8 milhões. O número de consumidores inadimplentes no Brasil totalizou 61,5 milhões em agosto, uma queda de 0,16% em relação ao consolidado de julho, de 61,6 milhões, diz a Serasa Experian. Trata-se do segundo recuo consecutivo após o recorde da série, registrado em junho, quando chegou a 61,8 milhões de inadimplentes. Já na comparação com os 60,4 milhões de agosto de 2017, o aumento foi de 1,82%. O montante de dívidas em agosto atingiu R$ 274 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.453 por pessoa. Bancos e cartões de crédito seguiram com a maior participação no total de dívidas atrasadas em agosto, mas registraram a maior queda, de 1,6 ponto percentual, em relação ao apurado no mês correspondente de 2017. Já contas de energia elétrica, gás e água se destacaram como a maior alta observada entre os segmentos, de 2,1 pontos percentuais em comparação a agosto de 2017. Levantamento aponta os principais motivos que levam o brasileiro à inadimplência
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18/09 - A disputa das empresas de tecnologia pelo país com maior 'população offline' do mundo
Com menos de um terço do país conectado, a Índia tem um mercado potencial grande para as empresas de tecnologia. A corrida começou há muito tempo, mas ainda não há um vencedor claro. Quase metade dos usuários da internet no mundo está concentrada em dois países - que, paradoxalmente, também contabilizam o maior número de pessoas sem acesso à rede. Segundo as Nações Unidas, a China e a Índia são "os maiores mercados de internet do mundo". Com quase 1,4 bilhão de habitantes, o primeiro tem 721 milhões de usuários e é o país que mais produz smartphones. Não por acaso, empresas chinesas como Huawei e Xiaomi estão entre as maiores fabricantes de celulares do mundo. Apesar de grande, esse é um mercado difícil de penetrar - a censura forte do governo à rede complica a entrada de grandes multinacionais de tecnologia. Empresas como Google e Facebook, às vezes sem sucesso, tentam operar no país - ainda assim, o Baidu continua sendo um dos principais sites de busca para os chineses e o WeChat, o aplicativo de troca de mensagens mais usado. A Índia, por sua vez, tem cerca de 400 milhões de usuários de internet. O número parece grande, mas não chega a um terço dos mais de 1,3 bilhões que vivem no país. O resto não consegue se conectar. É a maior população offline do mundo, segundo dados de 2016 do Banco Mundial. Essa acaba sendo uma boa notícia para as empresas de tecnologia, que veem na Índia um campo imenso para crescer: espera-se que, até 2021, a população com acesso à rede ultrapasse 630 milhões de usuários. "A Índia é um mercado emergente, e é por isso que muitos gigantes da tecnologia estão desenvolvendo projetos para levar a internet ao país", disse à BBC Francisco Jeronimo, pesquisador chefe da consultoria IDC para comunicações móveis. Facebook, Google, Samsung e Microsoft são algumas das empresas que estão de olho na Índia. A corrida começou há muito tempo, mas ainda não há um vencedor claro. Na verdade, alguns ficaram para trás cedo. O projeto fracassado do Facebook Segundo Jeronimo, um dos primeiros projetos para levar internet à Índia foi liderado pelo Facebook. Trata-se do Free Basics (antes conhecido como Internet.org), um plano em colaboração com operadoras de telefonia através da qual a rede social oferece acesso gratuito a vários sites através de um aplicativo. "A maior parte do mundo não tem acesso à internet, e essa iniciativa liderada pelo Facebook visava levar a rede e os benefícios da conectividade a partes do planeta que não os tinham", diz o site. O projeto foi lançado em 2013 e implementado com sucesso em mais de 40 países em todo o mundo, incluindo a República Dominicana, Honduras, Panamá, México e Peru. Mas em outros lugares, como Egito, Mianmar ou Índia, a iniciativa não foi bem-sucedida e acabou sendo alvo de fortes críticas. "O Free Basics deveria ser proibido em todo o mundo", afirmou o ativista digital indiano Nikhil Pahwa, uma das pessoas que advogou pela proibição da ferramenta no país, acatada por um órgão regulador em 2016. Outros, como o ativista Ellery Biddle, da Global Voices, chamam este tipo de inicativa de "colonialismo digital". Mark Zuckerberg, o fundador e diretor do Facebook, defendeu a iniciativa. "Todos no mundo deveriam ter acesso à internet", escreveu ele na rede social. O Facebook segue com o objetivo de expandir a internet na Índia, agora com um novo projeto, batizado de "Express Wi-Fi", ainda em desenvolvimento. Internet sem fio do Google O sucesso do projeto Loon, do Google, que levou internet a Porto Rico por meio de balões de ar, motivou a empresa a planejar uma estratégia similar na Índia. A companhia já chegou a um acordo com o governo para construir uma rede de pontos de banda larga do tipo FSOC - uma abreviação para Free Space Optical Communications (em tradução livre, comunicações ópticas em espaço aberto). Além disso, acaba de lançar uma rede social local, a Neighbourly, pensada como uma ferramenta para aproximar vizinhos e membros de uma mesma comunidade. A ideia é competir com seu rival, o Facebook, que está ganhando terreno com o WhatsApp. A Índia é o maior mercado para a plataforma de mensagens, onde tem 200 milhões de usuários. O sonho dos fabricantes de smartphones A Índia é também o segundo maior mercado de smartphones do mundo, depois da China. E é o único país do mundo em que a venda de "celulares básicos" continua a crescer - telefones sem muita tecnologia, com conexão limitada à internet e uso prioritário de chamadas e mensagens de texto. "Em mercados específicos, como a Índia, os smartphones de última geração estão fora do alcance de muitos, razão pela qual as vendas de celulares básicos estão aumentando", disse à BBC Linda Sui, diretora de estratégia para smartphones da Strategy Analytics. Mas os celulares de alta tecnologia também têm o seu lugar. Talvez por isso, a Samsung acaba de inaugurar na Índia "a maior fábrica de celulares do mundo". A empresa sul-coreana espera que a unidade produza até 120 milhões de dispositivos por ano até 2020. "A Índia é um país que oferece novas oportunidades para os fabricantes, cujas vendas de telefones celulares em lugares onde as pessoas já têm smartphones começarão a estagnar", acrescenta Sui.
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18/09 - China retalia e anuncia que vai sobretaxar US$ 60 bilhões em produtos dos EUA
Na véspera, Trump anunciou tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. China impõe tarifas sobre produtos americanos O Ministério de Comércio de China anunciou nesta terça-feira (17) a imposição de novas tarifas às exportações americanas no valor de US$ 60 bilhões, em represália pelas tarifas de US$ 200 bilhões que os EUA determinaram um dia antes para as exportações chinesas. "Apesar da decidida oposição da China e da apresentação de queixas formais, os EUA insistiram em adotar uma postura errônea, violando as normas da Organização Mundial do Comércio", segundo comunicado divulgado pelas autoridades chinesas, que já tinham ameaçado impor esta medida se Washington adotasse novas tarifas. Segundo a agência EFE, a China irá impor sobretaxas de entre 5% e 10% a 4 mil tipos de produtos. EUA anunciam tarifas de 10% sobre 200 bilhões em exportações da China A imposição mútua de tarifas agrava a guerra comercial entre as duas principais economias mundiais, iniciada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusar a China de manter um excessivo superávit comercial com EUA e pressionar para reduzi-lo de forma acelerada. A China também anunciou que apresentou na Organização Mundial do Comércio (OMC) uma queixa contra as tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos. EUA ameaçam sobretaxas adicionais Na véspera, os Estados Unidos anunciaram a cobrança de novas tarifas para importação de produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. A Casa Branca informou que EUA vão impor sobretaxa de 10% sobre cerca de US$ 200 bilhões em importações da China. A cobrança de tarifas para importação terá início em 24 de setembro, e a taxa aumentará para 25% no fim de 2018. Trump ameaçou ainda com tarifas adicionais sobre mais US$ 267 bilhões se a China retaliar. Trump considera que o déficit comercial dos EUA no comércio com a China, de US$ 376 bilhões anuais, é inaceitável e tem que ser redimensionado. O presidente dos EUA alertou na segunda-feira que se a China adotar medidas retaliatórias contra as indústrias ou os agricultores norte-americanos "vamos buscar imediatamente a fase três, que trata-se de tarifas sobre aproximadamente US$ 267 bilhões em importações adicionais". EUA poupam aparelhos da Apple em novas tarifas A escalada das tarifas de Trump sobre a China ocorre após negociações entre as duas maiores economias do mundo para resolver diferenças comerciais não produzirem resultados. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, convidou na semana passada altos funcionários chineses para uma nova rodada de negociações, mas até agora nada foi marcado. Esse conflito parece, até o momento, ter pouco efeito na primeira economia mundial, embora as medidas de represália sejam sentidas em algumas regiões e setores de atividade. O Tesouro americano advertiu em várias ocasiões que a maior ameaça para o crescimento econômico americano era uma guerra comercial. A Câmara de Comércio dos EUA na China (AmCham China) criticou as novas tarifas e afirmou que as empresas americanas que operam no gigante asiático serão prejudicadas. Economista fala sobre os reflexos da disputa comercial entre EUA e China no Brasil Escalada da tensão comercial O governo dos Estados Unidos tem adotado uma série de medidas conta produtos chineses e de outras economias. Até então, a administração Trump tinha anunciado tarifas sobre US$ 50 bilhões de importações da China. Desse montante, US$ 34 bilhões estavam sobretaxados desde julho. Os outros US$ 16 bilhões começaram a ser sobretaxados em agosto. As ações dos EUA tentam pressionar a China a fazer mudanças radicais na sua política comercial, na transferência de tecnologia e em subsídios industriais para o setor de alta tecnologia. O governo chinês tem adotado represálias ao movimento dos EUA. Em agosto, Pequim também adotou tarifas de 25% para US$ 16 bilhões de produtos americanos. Desde agosto, as tarifas de importação adotadas mutuamente por Estados Unidos e China já alcançavam US$ 100 bilhões de dólares. Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências 5 fatos sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China
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18/09 - Número de greves no Brasil caiu 25% em 2017, aponta Dieese
No ano passado, foram realizadas 1.566 paralisações no país, sendo que 16% delas duraram mais de 10 dias. Em 2017, foram registradas 1.566 greves no país, o que representa uma queda de 25% na comparação com 2016, segundo balanço anual divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo o levantamento, das 1.566 greves ocorridas no ano passado, 814 foram promovidas por trabalhadores do setor público e 746 por trabalhadores da esfera privada. Em tempo de duração, 54% das greves (839) foram encerradas no mesmo dia em que foram deflagradas e cerca de 16% (244) alongaram-se por mais de 10 dias. Segundo o Dieese, 81% das greves realizadas em 2017 incluíam itens de caráter defensivo na pauta de reivindicações, sendo que mais da metade (56%) referia-se a descumprimento de direitos. A exigência de regularização de vencimentos em atraso (salários, férias, 13º ou vale salarial) esteve presente na pauta de 44% e foi a principal reivindicação. Na sequência, aparece o pedido de reajuste de salários e pisos, presente em 32% das paralisações. Greve dos Correios em 2017 durou 17 dias Tatyana Jorge/G1 De 570 greves (36% do total anual) sobre as quais o Dieese conseguiu reunir informações sobre o desfecho, 78% tiveram algum êxito no atendimento às suas reivindicações, segundo o balanço. Apesar da queda do número de greves no ano passado, o Dieese destaca que o número ainda é bastante superior aos registrados antes de 2013, quando o patamar variava ao redor de 500 greves por ano. "Os reveses no mercado de trabalho, com o aumento do desemprego e o recuo nos números do trabalho formalizado, certamente têm impacto negativo na disposição do trabalhador para a greve, especialmente na esfera privada. Entre os servidores públicos, por outro lado, a crise fiscal do Estado tem funcionado como um incentivo à deflagração de greves", afirma o Dieese no relatório. 63% dos reajustes salariais em 2017 foram acima da inflação, diz Dieese
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18/09 - Conab eleva previsão de safra de café para recorde de 59,9 milhões de sacas
Boas condições climáticas e avanço da tecnologia elevaram rendimento por hectare plantado, segundo o órgão. Café: Minas Gerais, maior produtor do produto no Brasil, teve colheita estimada em 31,9 milhões de sacas Ely Venâncio/EPTV A safra de café do Brasil em 2018 foi estimada nesta terça-feira (18) em recorde de 59,9 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 3,2% na comparação com o número apurado no levantamento anterior, divulgado em maio pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O terceiro levantamento oficial de safra de café do maior produtor e exportador global da commodity apontou um aumento de 33,2% na colheita ante 2017, com a Conab citando boas condições climáticas e bienalidade positiva do arábica em 2018. "Soma-se a isto, o avanço da tecnologia neste setor, sobretudo no tocante à produtividade", afirmou a Conab em relatório, destacando que o rendimento agrícola por hectare foi recorde. A colheita supera com folga o último ano de bienalidade positiva do Brasil, em 2016, quando a colheita total somou 51,37 milhões de sacas. A produção de café arábica do Brasil, que representa a maior parte do total, foi projetada em 2018 em 45,9 milhões de sacas, ante 44,33 milhões na previsão de maio. Na comparação com 2017 (ano de baixa produtividade do arábica), o aumento é de 34,1%. A produção de café robusta (conilon) do país em 2018 foi estimada em cerca de 14 milhões de sacas, ante 13,7 milhões na previsão anterior. A Conab apontou um aumento de 30% ante o ano passado, quando as lavouras ainda se recuperavam de uma seca. A produtividade média do arábica na atual safra foi estimada em 30,74 sacas por hectare, um recorde histórico, sendo 33% maior do que aquela obtida em 2017. Já a produtividade média brasileira do robusta foi estimada em 38 sacas/hectare, um incremento de 35,3% em relação a 2017, também um recorde histórico. Minas Gerais, maior produtor de café do Brasil, teve colheita estimada em 31,9 milhões de sacas, sendo 31,6 milhões do arábica. "O aumento estimado para essa safra é em razão do aumento da produtividade, decorrente das boas condições climáticas, além do uso de irrigação e da bienalidade positiva." No Espírito Santo, a produção estimada chegou a 13,5 milhões de sacas, com 8,8 milhões para conilon e 4,7 milhões para arábica. Em São Paulo, a produção é exclusivamente de café arábica e a quantidade chegou a 6,2 milhões de sacas. Outro Estado que apresentou bons resultados foi a Bahia, com produção de 2,9 milhões do conilon e 1,9 milhão do arábica, segundo a Conab. Em Rondônia, a produção deve somar 1,9 milhão de sacas, devido ao maior investimento na cultura, com a produtividade aumentando significativamente nos últimos seis anos, passando de 10,8 sacas por hectare em 2012 para 30,9 sacas na safra atual. A área total de cafezais em formação e em produção em todo o país deve alcançar 2,16 milhões de hectares, sendo 1,86 milhão de hectares em produção. A Conab apontou redução de área total na ordem de 2,3% ante 2017. Quando a Conab realizou o levantamento, em agosto, o Brasil já havia colhido grande parte da safra. Na semana passada, em sua última estimativa, o órgão divulgou que a produção de grãos no Brasil somou 228,3 milhões de toneladas, a segunda maior da história do país, atrás apenas da temporada anterior.
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18/09 - Tarifas de energia de Alagoas terão reajuste médio de 6,68%
Novas tarifas podem ser aplicadas a partir do dia 28 de setembro. Reajuste para os consumidores residenciais será de 6,6% e, para os industriais, de 6,89% . A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (18) um reajuste médio de 6,68% para as tarifas de energia da Companhia Energética de Alagoas (Ceal). O reajuste pode ser aplicado a partir do dia 28 de setembro de 2018. Pela proposta da Aneel, o reajuste médio para os consumidores de alta tensão, compostos principalmente por indústrias, será de 6,89%, e para os consumidores atendidos em baixa tensão – residenciais e comerciais – será de 6,6%. A Ceal atende 1,8 milhão de unidades consumidoras no estado de Alagoas. A Ceal é uma das distribuidoras que pertenciam à Eletrobras e que o governo pretende privatizar. Quatro das seis distribuidoras já foram vendidas. Ainda aguardam o leilão a Amazonas Energia e a Ceal. No caso da companhia de Alagoas, o leilão está suspenso por uma decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF). Em julho o governo vendeu a Companhia Energética do Piauí (Cepisa) e no dia 30 de agosto a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e Boa Vista Energia, de Roraima.
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18/09 - Mato Grosso lidera exportações de grãos no primeiro semestre de 2018
Para os produtores, o desempenho do país atualmente só não é melhor porque o país não conseguiu avançar em melhores de estradas e ferrovias. Estado é o maior produtor de soja do país REUTERS/Andres Stapff Mato Grosso liderou o ranking de exportações no primeiro semestre deste ano. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o estado exportou 10 milhões de toneladas e dessa quantidade cerca de 80% são de produtos derivados da soja. Foi responsável por 17,30% da soja vendida para países como a China e a União Europeia. O principal produto vendido pelo estado foi a soja, sendo que o estado é o maior produtor do grão. Depois de Mato Grosso, São Paulo foi o estado maior exportador de produtos agrícolas (16,85%), seguido do Paraná (14,12%) e do Rio Grande do Sul (11,79%). Para os produtores, o desempenho do país atualmente só não é melhor porque o país não conseguiu avançar em melhores de estradas e ferrovias. Mato Grosso é o campeão nas exportações Uma indústria instalada em Várzea Grande, região metropolitana, esmaga os grãos da soja para produzir farelo e óleo. Cerca de 76 mil toneladas foram compradas dos produtores somente neste ano. A empresa não exportava há cinco anos. Segundo o gerente da indústria, Carlos Eduardo Atkinson, a empresa tem planos planos para a produção da safra de soja para 2019. "Estamos investindo para que ano que vem, possamos esmagar mais soja e exportar mais", disse. Esse ano as exportações brasileiras do agronegócio chegaram a R$ 60 bilhões de dólares. De acordo com o vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja), Zildo Donadello, explicou que a alta do dólar e a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos da América, colaboraram para o aumento das vendas. "Essa guerra comercial que existe no momento está sendo boa. Mas não sabemos até que ponto irá durar", afirmou. Ele contou que o desempenho não foi melhor devido à falta de avanço nas melhorias das estradas e ferrovias. "O que nos limita hoje é a logística, porque o governo não está investindo em melhorias", disse Zildo.
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18/09 - Ministro da Fazenda diz que é preciso pensar em 'soluções estruturais' para o preço do diesel
Segundo ele, é necessário pensar em 'soluções alternativas', que podem passar por uma maior competição no setor de refino ou um tributo para absorver a variação no preço internacional. O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia Gustavo Raniere/Ministério da Fazenda O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse nesta terça-feira (18), em evento sobre o setor de energia, que é preciso pensar em "soluções mais estruturais" para o preço do diesel. Segundo o ministro, as soluções passam por uma maior competição no setor de refino ou um tributo que possa absorver a variação no preço internacional. Em maio deste ano, a subida no preço do diesel, acompanhando as cotações internacionais do barril do petróleo e a alta do dólar, repassadas aos consumidores por meio da política de preços da Petrobras, culminou na greve dos caminhoneiros, gerando desabastecimento generalizado de produtos pelo país – com reflexos na economia e na inflação. "Precisamos pensar soluções mais estruturais para esse problema, que não está o programa de subsídios, pois é temporário. A redução de impostos é permanente, que foi compensada na LRF. Precisamos pensar em soluções alternativas, que podem passar por uma maior competição no setor de refino, ou um tributo como um 'buffer' [colchão] para absorver variações de preço internacional que exigirão mudanças na lei [LRF]", afirmou o ministro da Fazenda. Ele lembrou que a solução para reduzir o preço do diesel em R$ 0,46 até o fim deste ano passou por subsídios para compensar a redução de R$ 0,30 (que terminam no fim de 2018) e uma redução de tributos para compensar os outros R$ 0,16 por meio do fim de benefícios (como a desoneração da folha de pagamentos). Deste modo, a redução de R$ 0,16 é permanente, afirmou o ministro. "A saída foi um sistema de subsídios para lidar com a greve dos caminhoneiros. Foi uma situação emergencial que foi criada. Não aguentaríamos mais uma semana de greve. Uma situação transitória que não transferiu custos ao próximo governo", afirmou o ministro da Fazenda durante palestra em Brasília.
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18/09 - EUA poupam aparelhos da Apple em novas tarifas sobre produtos chineses
Apple Watch e fones sem fio AirPods foram deixados de fora da lista; produtos que ajudam a operação de redes de computadores, como roteadores, serão afetados. Jeff Williams, diretor de operações da Apple, durante apresentação do novo Apple Watch Series 4. Stephen Lam/Reuters Os Estados Unidos pouparão os relógios da Apple e alguns outros aparelhos pessoais da mais recente rodada de tarifas impostas sobre bens chineses, de acordo com uma lista de produtos divulgada segunda-feira (17) pelo Representante do Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês). No entanto, partes para servidores de computadores e equipamento de rede usados em centros de dados em nuvem e serviços de internet agora enfrentam um encargo, assim como algumas peças para máquinas usadas na fabricação de semicondutores. O presidente dos EUA, Donald Trump, ampliou sua guerra comercial com a China segunda-feira, impondo 10% sobre o equivalente a US$ 200 bilhões em importações chinesas e alertou que se a China tomar medidas de retaliação contra os setores agrícola e industrial dos EUA, "nós vamos imediatamente avançar para a fase três, que envolve tarifas sobre aproximadamente US$ 267 bilhões de importações adicionais". A proposta da administração levou a protestos de empresas de tecnologia anteriormente neste ano, mas a lista final de equipamentos tarifados pelo USTR evita muitos grandes nomes de marcas de consumo e produtos. O iPhone não estava entre a ampla lista de produtos que a Apple disse a reguladores que seriam atingidos pela rodada de tarifas sobre bens equivalentes a US$ 200 bilhões em uma carta de 5 de setembro para autoridades comerciais. A Apple temia por seu Apple Watch e seus fones sem fio AirPods, mas ambos foram deixados de fora da lista anunciada segunda-feira. A nova rodada de tarifas entra em vigor em 24 de setembro com um encargo de 10%, que sobe para 25% em 1º de janeiro de 2019. China anuncia que irá retaliar novas tarifas dos EUA Entretanto, se Trump expandir as tarifas para um adicional de bens equivalentes a US$ 267 bilhões, quase toda a importação chinesa seria afetada, incluindo o iPhone, assim como todos outros smartphones. As ações da Apple caíram 0,7%, a US$ 216,29 no after market da véspera. China promete reagir às novas tarifas de importação dos Estados Unidos As ações de fornecedores da Apple em Taiwan e na China caíram nesta terça-feira. Os papéis da Foxconn, uma fabricante de Taiwan formalmente conhecida como Hon Hai Precision Industry, caíram 2,6%, enquanto as ações da Pegatron recuaram 1,37%. A fabricante de lentes para câmeras Largan Precision despencaram quase 10%. Apesar das exclusões, alguns produtos que ajudam a operação de redes de computadores, como roteadores, vão permanecer na nova lista, disse a autoridade. Isso pode afetar empresas menores de tecnologia, como Eero, uma startup que fabrica roteadores de uso doméstico e que havia pedido para ser excluída das tarifas. Juntando tudo, cerca de 300 categorias de produtos foram deixadas de fora, incluindo alguns aparelhos pessoais fora do setor de tecnologia, como capacetes para bicicletas e cadeiras para transportar crianças em carros. A Apple não respondeu ao pedido da Reuters por comentário e a Eero se recusou a comentar. O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, teve um jantar com o presidente dos EUA no mês passado, mas nenhum detalhe das discussões foi divulgado.
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18/09 - Bovespa fecha em alta nesta terça com cenário internacional mais positivo
Investidores também seguiram atentos ao noticiário político local. Sede da Bovespa, no Centro de São Paulo Miguel Schincariol/AFP/Arquivo O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em alta nesta terça-feira (18), com o cenário internacional relativamente positivo, apesar do anúncio de novas tarifas dos Estados Unidos sobre produtos chineses. Os investidores também monitoraram a cena política local. O Ibovespa subiu 1,99%, a 78.313 pontos. Veja mais cotações. Na mínima da sessão, o índice marcou 76.676 pontos. Na máxima, foi a 78.454 pontos. As ações da Petrobras, Vale e Banco do Brasil avançaram mais de 3%. No exterior, o embate comercial entre Estados Unidos e China repercutiu, com o presidente norte-americano anunciando na véspera que irá impor tarifas de 10% sobre cerca de US$ 200 bilhões em produtos chineses. China retalia e anuncia que vai sobretaxar US$ 60 bilhões em produtos dos EUA A notícia não foi vista de forma positiva por analistas e a China já anunciou novas tarifas também, mas, como destacou a equipe da Ágora, os investidores já tinham precificado o anúncio norte-americano. Cenário político No Brasil, os investidores continuam monitorando o cenário eleitoral, de olho em pesquisas de intenção de voto. A principal incerteza está em como o próximo presidente vai conduzir o ajuste das contas públicas. Última sessão Na véspera, a bolsa fechou em alta 1,80%, a 76.788 pontos.
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18/09 - China diz que apresentou queixa à OMC contra últimas tarifas dos EUA
EUA anunciaram tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos da China, que prometeu retaliar. O Ministério do Comércio da China informou nesta terça-feira (18) que apresentou na Organização Mundial do Comércio (OMC) uma queixa contra as tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses, informou a agência Reuters. O governo norte-americano anunciou na segunda-feira que vai impor tarifas de 10% sobre os produtos chineses a partir de 24 de setembro, marcando a mais recente intensificação em uma disputa comercial cada vez mais longa entre as duas maiores economias do mundo. A China disse nesta terça-feira que vai retaliar, mas ainda não especificou quais medidas irá adotar, aumentando o risco de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa em breve adotar taxas sobre praticamente todos produtos chineses que o país compra. China promete reagir às novas tarifas de importação dos Estados Unidos "Para proteger seus direitos e interesses legítimos, assim como a ordem mundial do livre comércio, a China se verá obrigada a adotar medidas de represália de maneira recíproca", afirmou o Ministério do Comércio chinês. Através de um comunicado, o ministério afirmou que a China lamenta "profundamente" a decisão dos EUA e afirmou que a medida trará "novas incertezas" para as negociações comerciais em curso entre os dois países. "A China sempre enfatizou que a única maneira correta de resolver a questão comercial entre China e EUA é através de negociações e consultas realizadas em uma base de respeito igual, sincero e mútuo. Mas nesse momento, tudo que os EUA fazem não dá a impressão de sinceridade ou boa vontade", acrescentou o governo chinês. EUA ameaçam sobretaxas adicionais Na véspera, os Estados Unidos anunciaram a cobrança de novas tarifas para importação de produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. A Casa Branca informou que EUA vão impor sobretaxa de 10% sobre cerca de US$ 200 bilhões em importações da China. A cobrança de tarifas para importação terá início em 24 de setembro, e a taxa aumentará para 25% no fim de 2018. Trump ameaçou ainda com tarifas adicionais sobre mais US$ 267 bilhões se a China retaliar. Economista fala sobre os reflexos da disputa comercial entre EUA e China no Brasil Trump considera que o déficit comercial dos EUA no comércio com a China, de US$ 376 bilhões anuais, é inaceitável e tem que ser redimensionado. O presidente dos EUA alertou na segunda-feira que se a China adotar medidas retaliatórias contra as indústrias ou os agricultores norte-americanos "vamos buscar imediatamente a fase três, que trata-se de tarifas sobre aproximadamente US$ 267 bilhões em importações adicionais". A escalada das tarifas de Trump sobre a China ocorre após negociações entre as duas maiores economias do mundo para resolver diferenças comerciais não produzirem resultados. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, convidou na semana passada altos funcionários chineses para uma nova rodada de negociações, mas até agora nada foi marcado. Esse conflito parece, até o momento, ter pouco efeito na primeira economia mundial, embora as medidas de represália sejam sentidas em algumas regiões e setores de atividade. O Tesouro americano advertiu em várias ocasiões que a maior ameaça para o crescimento econômico americano era uma guerra comercial. A Câmara de Comércio dos EUA na China (AmCham China) criticou as novas tarifas e afirmou que as empresas americanas que operam no gigante asiático serão prejudicadas. Escalada da tensão comercial O governo dos Estados Unidos tem adotado uma série de medidas conta produtos chineses e de outras economias. Até então, a administração Trump tinha anunciado tarifas sobre US$ 50 bilhões de importações da China. Desse montante, US$ 34 bilhões estavam sobretaxados desde julho. Os outros US$ 16 bilhões começaram a ser sobretaxados em agosto. As ações dos EUA tentam pressionar a China a fazer mudanças radicais na sua política comercial, na transferência de tecnologia e em subsídios industriais para o setor de alta tecnologia. O governo chinês tem adotado represálias ao movimento dos EUA. Em agosto, Pequim também adotou tarifas de 25% para US$ 16 bilhões de produtos americanos. Desde agosto, as tarifas de importação adotadas mutuamente por Estados Unidos e China já alcançavam US$ 100 bilhões de dólares. Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências 5 fatos sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China
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18/09 - Publicado edital de concurso para seis vagas de professor da UFPB
Duas das vagas já estão com inscrições abertas. Salários chegam a R$ 9,6 mil. Reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Krystine Carneiro/G1 Foi divulgado nesta terça-feira (18) um edital de concurso para seis vagas de professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com remunerações que chegam à R$ 9,6 mil. As vagas exigem curso superior e doutorado na área escolhida. O edital foi divulgado no Diário Oficial da União. Veja edital de concurso para professor da UFPB Das seis vagas, duas já estão com inscrições abertas até o dia 18 de outubro. Uma é para o departamento de medicina interna e outra para o departamento de administração. Ambas são com dedicação exclusiva. No dia 24 de setembro, abrem as inscrições para professor no departamento de promoção e saúde, com duas vagas, sendo uma no regime T-20 e outra com dedicação exclusiva, e uma vaga para o departamento de metodologia da educação, em dedicação exclusiva. Já entre 1º e 30 de outubro, estão abertas as inscrições para a vaga de professor no departamento de finanças e contabilidade, que exige dedicação exclusiva. Conforme o edital, as inscrições para o regime T-20 custam R$ 69 e a remuneração bruta é de R$ 3.449,83. Já para o regime de dedicação exclusiva, a remuneração é de R$ 9.600,92 e a inscrição custa R$ 192. As provas variam de acordo com cada concurso e os candidatos vão ser informados pelo departamento responsável acerca da data. As inscrições devem ser feitas nos departamentos escolhidos. O concurso tem validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período. Concurso para professores da UFPB Vagas: 6 (em áreas variáveis) Nível: superior (exige doutorado) Salários: R$ 3.449,83 e R$ 9.600,92 Prazo de inscrição: variável de acordo com a área Local de inscrição: secretarias dos departamentos responsáveis Taxas de inscrição: R$ 69 (regime T-20) e R$ 192 (dedicação exclusiva) Provas: variáveis de acordo com a área Edital do concurso para professores da UFPB
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18/09 - 99 testa monitoramento por câmeras em viagens de SP em meio à pressão por segurança
Controladora chinesa da 99 reformula procedimentos de segurança. O aplicativo de transporte urbano por aplicativo, 99, inicia testes com câmeras de monitoramento em veículos do serviço em São Paulo nesta terça-feira (18).A empresa espera inibir eventuais incidentes com a medida, que ajude o aplicativo a identificar situações de risco e pessoas que cometam infrações, disse a 99 em comunicado. Carros com câmeras serão identificados para que passageiros saibam que estão sendo filmados 99 POP/Divulgação O movimento acontece enquanto a chinesa Didi Chuxing, que comprou o controle da 99 em janeiro, reformula procedimentos de segurança após uma passageira ser estuprada e assassinada por seu motorista na China. "A tecnologia vai operar aliada à inteligência artificial da 99, que monitora o perfil de todas as chamadas. Assim, o aplicativo pode identificar situações de risco e tomar as medidas cabíveis", disse a 99 em comunicado. As câmeras serão instaladas inicialmente em alguns carros do serviço de viagens compartilhadas e táxis que atendem pelo aplicativo, disse a empresa, acrescentando que os carros serão identificados para que os passageiros saibam que estão sendo filmados, e os motoristas assinaram termos de conformidade. Em alguns meses, a 99 quer ampliar o monitoramento de vídeo para outras cidades do país e instalar equipamentos de visão noturna e lentes "olho de peixe", que criam um ângulo maior de gravação nos veículos do aplicativo. As imagens, que podem ser acessadas em tempo real pela empresa, serão armazenadas na central de segurança da 99 e monitoradas por uma equipe incluindo ex-militares, engenheiros de dados e psicólogos. A equipe trabalhará 24 horas por dia e pode ajudar passageiros e motoristas caso necessário.
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18/09 - Dona das redes Viena e Frango Assado rescinde acordo de fusão com a Sapore
Segundo IMC, decisão ocorreu após realização de auditoria prevista no acordo e falta de consenso com os representantes da Sapore. O conselho de administração da International Meal Company Alimentação (IMC), dona das redes Frango Assado e Viena, decidiu rescindir acordo de associação com a Sapore, empresa de refeições corporativas, de acordo com fato relevante divulgado na noite de segunda-feira. A decisão de cancelar o acordo de fusão, anunciado em junho, ocorreu após realização de auditoria prevista no acordo, quando, segundo a IMC, as condições suspensivas previstas no acordo não foram implementadas. "Diante disso, e considerando que não houve consenso com os representantes da Sapore quanto a certas questões identificadas na auditoria, o conselho de administração da IMC, visando a preservar o interesse da companhia e de seus acionistas, se reuniu nesta data e deliberou rescindir o acordo de associação nos termos ali previstos", disse a IMC em fato relevante. As duas empresas anunciaram em junho um acordo de fusão, que previa uma oferta pública de aquisição de até 24% das ações da IMC, de modo que os acionistas da Sapore seriam detentores de 41,79% do capital social da IMC. O acordo de fusão entre a IMC e a Sapore já havia sido aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em julho. A Sapore e sua controladora Abanzai disseram que foram surpreendidas pela decisão, sem qualquer aviso prévio, e que vão "buscar todas as medidas cabíveis para defender nossos interesses e resguardar os direitos previstos no Acordo de Associação". Segundo a Sapore, a decisão da IMC foi tomada a despeito de o acordo prever "mecanismo próprio para a definição por terceiro de entendimentos divergentes entre as partes a respeito de valores", e que foram realizadas apenas duas reuniões entre as partes sobre os resultados parciais das auditorias e não houve qualquer desdobramento ou negociações efetivas a cerca dos itens identificados na auditoria. A IMC disse que seguirá trabalhando para geração de valor para acionistas e que não deixará de avaliar futuras novas oportunidades, inclusive com a própria Sapore. O conselho de administração da IMC também aprovou um programa de recompra de 13 milhões de ações ordinárias, correspondentes a 7,98% dos papéis em circulação, por prazo de um ano, e a redução do capital social da companhia no valor de R$ 100 milhões.
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18/09 - Dólar fecha em alta, a R$ 4,14, de olho no exterior e cena eleitoral
Moeda dos EUA avançou 0,38% nesta terça-feira (18), após EUA anunciarem nova rodada de tarifas contra produtos chineses. Dólar Reprodução/TV Globo O dólar fechou em alta nesta terça-feira (18), em meio às expectativas de mais uma rodada de pesquisa de intenção de votos para a eleição presidencial e após os Estados Unidos anunciarem novas tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos importados da China. A moeda norte-americana avançou 0,38%, vendida a R$ 4,1417. Na máxima do dia chegou a R$ 4,1503. Já o dólar turismo era negociado a R$ 4,32, sem considerar a cobrança de tributo (IOF). Veja mais cotações. Na véspera, o dólar fechou em queda de 0,98%, a R$ 4,1261. No mês até o pregão anterior, a moeda acumula alta de 1,33% e, no ano, tem valorização de 24,62%. 6 pontos para entender por que o dólar está subindo tanto Além da pesquisa Ibope prevista para a noite desta terça-feira, a semana ainda inclui levantamento Datafolha, destaca a Reuters. Enquanto os números não vêm, o cenário externo também foi acompanhado nesta sessão, após os Estados Unidos elevarem as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos da China a partir de 24 de setembro, de 10%, alíquota que subirá a 25% no final do ano. As medidas entretanto, já eram esperadas e, desta forma, as moedas de países emergentes, se fortaleciam ante o dólar, enquanto a moeda norte-americana tinha leve baixa ante a cesta de divisas mais fortes. O Banco Central ofertou e vendeu integralmente 10,9 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando US$ 5,995 bilhões do total de US$ 9,801 bilhões que vencem em outubro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral. Novo patamar e perspectivas A recente disparada do dólar acontece em meio a incertezas sobre o cenário eleitoral e também ao cenário externo mais turbulento, o que faz aumentar a procura por proteção em dólar. Investidores têm comprado dólares em resposta a pesquisas que mostram intenção de voto mais baixa para candidatos considerados mais pró-mercado. Na avaliação do mercado, os candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto são menos comprometidos com determinados modelos de reformas econômicas considerados fundamentais para o ajuste das contas públicas. Podcast do G1: Onde o dólar vai parar? Dólar mais caro tem impacto sobre preços de carnes, massas e importados Na prática, as flutuações atuais ocorrem principalmente conforme cresce a procura pelo dólar: se os investidores veem um futuro mais incerto ou arriscado, buscam comprar dólares como um investimento considerado seguro. E quanto mais interessados no dólar, mais caro ele fica. Outro fator que pressiona o câmbio é a elevação das taxas básicas de juros nas economias avançadas como Estados Unidos e União Europeia, o que incentiva a retirada de dólares dos países emergentes. O mercado tem monitorado ainda a guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais e a crise em países como Argentina e Turquia. A visão dos analistas é de que o nervosismo tende a continuar até que se tenha uma maior definição da corrida eleitoral. A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,80 para R$ 3,83 por dólar, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Para o fechamento de 2019, avançou de R$ 3,70 para R$ 3,75 por dólar. Saiba como proteger as compras do cartão de crédito das fortes oscilações do dólar
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18/09 - Hopi Hari dobra limite de público e eleva atrações um ano após reabrir, mas dívidas com maiores credores seguem abertas
Parque de diversões em Vinhedo (SP) passou a receber, em agosto, até 10 mil visitantes por dia. Presidente afirma que estrutura trabalha para acertar débitos com órgãos públicos. Roda-gigante no parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo Luciano Calafiori/G1 O Hopi Hari, em Vinhedo (SP), completou um ano de reabertura com limite de 10 mil visitantes por dia, o dobro do estipulado quando as atividades foram retomadas, e alta no índice de atrações disponíveis ao público, segundo o presidente, José David Xavier. Por outro lado, as dívidas com os maiores credores, excluídos do plano de recuperação judicial, e com a Prefeitura seguem abertas. Após permanecer fechado por 84 dias durante 2017, o parque reabriu com capacidade para receber até 5 mil visitantes e com venda de ingressos somente pela internet. Desde então, explica Xavier, houve crescimento gradativo para garantir segurança aos visitantes: alcançou 7,5 mil em março e chegou ao número atual em agosto, quando a reabertura completou um ano. "Nosso alvará de operação é de até 26 mil pessoas, o público máximo pode variar em dias de shows", menciona o presidente ao lembrar que o parque está em dia com alvarás e autos de vistoria do Corpo de Bombeiros. Segundo ele, não há necessidade de agendamento, mas está mantida recomendação para que as compras sejam antecipadas pelos canais de venda. Público no Hopi Hari, em Vinhedo, após a reabertura em agosto de 2017. Felipe Koharo/Hopi Hari Atrações abertas Neste período, o índice de atrações abertas passou de 85% para 95%, de acordo com o Hopi Hari. O plano do parque é reabrir três brinquedos antes de reativar o brinque La Tour Eiffel (elevador), fechado desde a morte da adolescente Gabriela Nichimura, em 2012, quando teve início a fase mais crítica do parque. Antes disso, a previsão era de volta do funcionamento até dezembro deste ano. "Nossos engenheiros estão trabalhando para reativação das três atrações restantes do quadro. [...] Após a conclusão deste escopo, poderemos informar com mais precisão a previsão de reativação [do elevador]", explicou Xavier. Reveja 12 momentos que marcaram a trajetória do Hopi Hari Brinquedo onde houve acidente segue fechado desde 2012. Patrícia Teixeira/G1 Em relação ao número de funcionários, o presidente cita que também houve aumento no período comparado. "Na reabertura contávamos com 168 habitaris [colaboradores]. Hoje contamos com 630 colaboradores diretos", destaca o presidente. À época da reabertura ao público, entretanto, o parque de diversões indicava já contar com aproximadamente 400 trabalhadores. O presidente do Hopi Hari, José David Xavier Patrícia Teixeira/G1 Recuperação judicial A 1ª Vara de Vinhedo aprovou, em abril, a proposta de recuperação judicial apresentada pelo Hopi Hari que contempla pagamentos para fornecedores, prestadores de serviços, ex-colaboradores e funcionários, mas excluiu os quatro maiores credores do empreendimento, incluindo o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), que reivindica montante estimado em R$ 229,4 milhões. O advogado do parque no processo, Sérgio Emerenciano, explica que desde então já foram pagos pelo menos 200 credores desde o acordo e que a dívida está sendo "reduzida consideravelmente" por causa do plano e discussões judiciais autônomas em andamento. À época da assinatura, o total de débitos estava estimado em pelo menos R$ 400 milhões, mas o defensor não citou valores. Sobre a contestação dos credores excluídos, ele alegou que elas "são naturais" em planos de recuperação judicial, e eles podem aderir ao formato de pagamento estipulado no processo. O grupo contemplado na proposta homologada pela Justiça representa 10% do total da dívida do parque. Pelo plano, quem tem créditos de até R$ 1 milhão receberá 53% do valor em 48 parcelas iguais; enquanto as dívidas superiores a R$ 1 milhão serão parceladas em até 21 anos. Com relação aos processos trabalhistas, a proposta aprovada prevê o pagamento das dívidas em até 12 meses, com descontos que variam de 20% a 60% dependendo do tempo da ação. Acionistas e credores do Hopi Hari no teatro do parque temático, em Vinhedo Patrícia Teixeira/G1 Dívidas com Prefeitura A assessoria da administração municipal informou que o Hopi Hari deve R$ 43,1 milhões em taxas e Imposto Sobre Serviços (ISS) acumulados desde 2000, e mais R$ 22,8 milhões relativos ao Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) contabilizados desde 2003. O presidente do parque diz que o ISS voltou a ser recolhido desde junho deste ano, "o que não ocorrida desde 2012", e afirma que desde agosto houve recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Imposto de Renda e antecipação da primeira parcela do 13º salário. "Nessa próxima fase trabalharemos para recompor os débitos perante todos os órgãos públicos". Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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18/09 - Intenção de investimento da indústria no Brasil cai no 3º tri para menor nível em 1 ano, diz FGV
Indicador reforça leitura de perda de fôlego da recuperação da economia em 2018. A intenção de investimentos da indústria no Brasil voltou a cair no terceiro trimestre e atingiu o nível mais baixo em um ano, devido ao quadro de incertezas e fraco crescimento econômico, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (18). O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria recuou para 113,0 pontos no terceiro trimestre, queda de 3,1 pontos sobre os três meses anteriores, de acordo com a FGV, no nível mais baixo desde o terceiro trimestre do ano passado (105,1 pontos). O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas. "A redução do ímpeto de investimentos industriais no terceiro trimestre é mais um sinal de perda de fôlego da economia em 2018. A contínua elevação das incertezas e o baixo crescimento da economia continuarão contendo uma retomada mais firme dos investimentos até o final deste ano", afirmou, em nota, o superintendente de estatísticas públicas da FGV IBRE, Aloisio Campelo Jr. Mas embora tenha sofrido a segunda queda seguida, o indicador de intenção de investimentos permanece acima de 100 pontos, nível em que a proporção de empresas que prevê aumentar o volume de investimentos produtivos nos 12 meses seguintes é superior à das que projetam reduzir os investimentos, destacou a FGV. No terceiro trimestre, a proporção de empresas que estavam certas quanto à execução do plano de investimentos era de 27,5%, ante 31,9% de empresas incertas. A economia brasileira vem mostrando um ritmo lento de crescimento, com avanço do Produto Interno Bruto (PIB) de apenas 0,2 por cento no segundo trimestre sobre o período anterior, segundo dados do IBGE, em meio ao desemprego ainda alto e às incertezas às vésperas da eleição presidencial de outubro. Para este ano, os economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central vêm reduzindo suas projeções para o PIB, e preveem agora um crescimento de 1,36 por cento.
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18/09 - Brasil Pharma inclui venda de Drogarias Farmais em plano de recuperação judicial
Credores voltam a se reunir no dia 27 de setembro para apreciar o plano de recuperação revisado. O conselho de administração da Brasil Pharma se manifestou favoravelmente ao plano de recuperação revisado da companhia, que contempla a possibilidade de venda da rede de Drogarias Farmais, informou a empresa em comunicado na noite segunda-feira (17). A inclusão da possibilidade de venda da Farmais foi apresentada por credores em reunião realizada no último dia 6 de setembro e aceita pelo conselho em reunião na segunda-feira. Além da venda da rede Farmais, o plano de recuperação revisado também prevê foco na manutenção da operação de franquias de varejo farmacêutico, dada sua baixa necessidade de capital de giro e reduzido custo de expansão, para desenvolver operações nas regiões Norte e Nordeste, por meio de franquias das bandeiras Farmácias Santana e Drogarias Big Benn, cujas marcas têm grande força regional, disse a empresa. Os credores voltam a se reunir no dia 27 de setembro para apreciar o plano de recuperação revisado. Com dívidas de mais de R$ 1 bilhão, a Brasil Pharma estáem recuperaçã o judicial desde janeiro. O grupo afirma possuir 288 lojas espalhadas por todo o país, 430 franquias e mais de 4.500 funcionários.
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18/09 - China anuncia que irá retaliar novas tarifas dos EUA
Na véspera, Trump anunciou tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. China promete reagir às novas tarifas de importação dos Estados Unidos A China informou nesta terça-feira (18) que vai adotar "represálias" após o anúncio dos Estados Unidos de impor novas tarifas sobe US$ 200 bilhões em produtos chineses, aumentando o risco de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa em breve adotar taxas sobre praticamente todos produtos chineses que o país compra. "Para proteger seus direitos e interesses legítimos, assim como a ordem mundial do livre comércio, a China se verá obrigada a adotar medidas de represália de maneira recíproca", afirmou o Ministério do Comércio. Através de um comunicado, o ministério afirmou que a China lamenta "profundamente" a decisão dos EUA e afirmou que a medida trará "novas incertezas" para as negociações comerciais em curso entre os dois países. "A China sempre enfatizou que a única maneira correta de resolver a questão comercial entre China e EUA é através de negociações e consultas realizadas em uma base de respeito igual, sincero e mútuo. Mas nesse momento, tudo que os EUA fazem não dá a impressão de sinceridade ou boa vontade", acrescentou o governo chinês. Os índices acionários se recuperar à tarde e fecharam em alta depois que Pequim prometeu revidar. Os ganhos nos papéis de infraestrutura sustentaram o mercado, com alguns investidores apostando que a China aumentará o investimento em estradas e pontes para compensar o impacto da última rodada de tarifas de Trump, grande parte da qual já foi precificada pelos mercados. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 2%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,82%. Trump anuncia novas tarifas sobre produtos chineses EUA ameaçam sobretaxas adicionais Na véspera, os Estados Unidos anunciaram a cobrança de novas tarifas para importação de produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. A Casa Branca informou que EUA vão impor sobretaxa de 10% sobre cerca de US$ 200 bilhões em importações da China. A cobrança de tarifas para importação terá início em 24 de setembro, e a taxa aumentará para 25% no fim de 2018. Trump ameaçou ainda com tarifas adicionais sobre mais US$ 267 bilhões se a China retaliar. Trump considera que o déficit comercial dos EUA no comércio com a China, de US$ 376 bilhões anuais, é inaceitável e tem que ser redimensionado. Trump alertou na segunda-feira que se a China adotar medidas retaliatórias contra as indústrias ou os agricultores norte-americanos "vamos buscar imediatamente a fase três, que trata-se de tarifas sobre aproximadamente US$ 267 bilhões em importações adicionais". A escalada das tarifas de Trump sobre a China ocorre após negociações entre as duas maiores economias do mundo para resolver diferenças comerciais não produzirem resultados. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, convidou na semana passada altos funcionários chineses para uma nova rodada de negociações, mas até agora nada foi marcado. Esse conflito parece, até o momento, ter pouco efeito na primeira economia mundial, embora as medidas de represália sejam sentidas em algumas regiões e setores de atividade. O Tesouro americano advertiu em várias ocasiões que a maior ameaça para o crescimento econômico americano era uma guerra comercial. A Câmara de Comércio dos EUA na China (AmCham China) criticou as novas tarifas e afirmou que as empresas americanas que operam no gigante asiático serão prejudicadas. Economista fala sobre os reflexos da disputa comercial entre EUA e China no Brasil Escalada da tensão comercial O governo dos Estados Unidos tem adotado uma série de medidas conta produtos chineses e de outras economias. Até então, a administração Trump tinha anunciado tarifas sobre US$ 50 bilhões de importações da China. Desse montante, US$ 34 bilhões estavam sobretaxados desde julho. Os outros US$ 16 bilhões começaram a ser sobretaxados em agosto. As ações dos EUA tentam pressionar a China a fazer mudanças radicais na sua política comercial, na transferência de tecnologia e em subsídios industriais para o setor de alta tecnologia. O governo chinês tem adotado represálias ao movimento dos EUA. Em agosto, Pequim também adotou tarifas de 25% para US$ 16 bilhões de produtos americanos. Desde agosto, as tarifas de importação adotadas mutuamente por Estados Unidos e China já alcançavam US$ 100 bilhões de dólares. Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências 5 fatos sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China
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18/09 - Qual a melhor opção para financiar compra de terras?
Pergunta: “Qual a melhor opção para fazer um financiamento para compra de terras?”. Samy Dana responde sobre financiamento para compra de terras
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18/09 - A curiosa razão por que o relógio sempre marca 9:41 nos anúncios da Apple
Tudo na empresa da maçã tem uma razão de ser, até mesmo os detalhes mais insignificantes que aparecem nas imagens de promoção de seus dispositivos. O horário é um deles. Produtos da Apple Site da Apple Na Apple, nada é por acaso, nem mesmo o que aparece nas telas dos dispositivos de suas imagens publicitárias. Está lá, na página oficial da companhia - e não é a maçãzinha que simboliza a marca. Todo aparelho traz no relógio o horário 9h41. Sempre. Esse é o número que aparece também nos comerciais da empresa, tanto online quanto nos jornais e na televisão. O motivo foi revelado recentemente por um antigo desenvolvedor do sistema iOS da Apple, Scott Forstall, a Jon Manning, outro desenvolvedor que trabalha para a empresa Secret Lab, na Austrália. Tudo planejado "Planejamos as apresentações de novos produtos para que a grande revelação ocorra aos 40 minutos", disse Forstall. "Quando aparece a imagem grande do aparelho na tela, queremos que o tempo marcado lá seja o mesmo do relógio do público. Mas sabemos que não acertaremos exatamente 40 minutos." Por exemplo, na apresentação dos primeiros iPhones, a hora que aparecia nas imagens de promoção era 9h42, porque o anúncio foi feito 42 minutos depois de o evento ter começado, e não 40, como estava previsto. A hora mudou para as 9h41 quando, em 2010, foram apresentados os primeiros iPads, e o nome do primeiro tablet foi revelado nesse horário. É a que permanece até hoje. Nem todas as apresentações da Apple são feitas às 9h, por isso, nem todas as suas novidades são anunciadas às 9h41. Na verdade, na última, em que foi apresentado o novo iPhone XS e o iWatch, a imprensa havia sido chamada às 10h. O anúncio foi, portanto, às 10h41, e não às 9h41. Mas esse horário especial também tem sua razão de ser. Foi às 9h de 9 de janeiro de 2007 que Steve Jobs apresentou um produto inovador que daria um novo impulso à empresa da maçã. "Hoje a Apple vai reinventar o futuro do telefone", disse Jobs, mostrando pela primeira vez o primeiro iPhone da história, alguns segundos depois das 9h40.
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18/09 - 9 em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental
Levantamento da Page Personnel aponta que 90% dos colaboradores são desligados das empresas por conduta inesperada ou inapropriada; veja alertas que devem ser considerados quando houver problemas desencadeados pelo lado comportamental. Inteligência emocional tem peso decisivo na manutenção do emprego, mostra pesquisa Freepik Nove em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental. É o que aponta o levantamento da Page Personnel, consultoria global de recrutamento para cargos de nível técnico e suporte à gestão. O estudo leva em conta as respostas de 1.400 executivos de recursos humanos de janeiro até agosto, de empresas dos setores de varejo, vendas, TI, propriedade e construção, marketing, finanças, engenharia e RH. De acordo com Renato Trindade, gerente da Page Personnel, há muitos profissionais qualificados tecnicamente, com um currículo repleto de bons cursos e atividades complementares, mas tanto repertório não é suficiente para conquistar uma boa vaga. "O profissional precisa ter uma forte inteligência emocional e buscar novas habilidades, como trabalhar em equipe, respeito ao próximo, inspirar e desenvolver pessoas. Muitos executivos acabam sendo atropelados pelo próprio ego e pagando um preço alto, muitas vezes acarretando em demissão”, explica. Renato Trindade elenca 5 alertas que os profissionais devem considerar quando houver problemas desencadeados pelo lado comportamental: Curva de aprendizado em declínio (alerta: baixo desenvolvimento) Quando foi a última vez que você adquiriu uma nova habilidade? Ou que enfrentou um desafio real? Se você não tem se sentido estimulado ultimamente, talvez seja melhor começar a pensar em um novo rumo para a carreira. Aprender com o trabalho é extremamente importante. Chances de promoção fora do radar (alerta: estagnação) Permanecer estagnado na mesma posição por muito tempo pode afetar a satisfação e até a performance no emprego. Quando não há chance de promoção, as pessoas tendem a ficar desmotivadas. Quando isso acontece, o trabalho se torna uma obrigação. Trabalho é sempre trabalho, mas é possível e importante gostar daquilo que se faz. Caso isso não seja uma opção, é outro sinal para sair de onde está. Dificuldades para ser autêntico (alerta: adaptação inviável) Você evita falar o que pensa no trabalho? O ambiente é tão engessado que você não consegue nem ter uma conversa relaxada com seus companheiros de equipe? Suas ideias sempre são imediatamente descartadas? Então, provavelmente, você já começou a se autossabotar. Quando paramos de ser autênticos, os problemas vão começar a surgir. Quando não há liberdade para expressar minimamente as verdades, é muito difícil que haja uma boa combinação até mesmo com a cultura da companhia. No longo prazo, as chances de a companhia buscar alguém com perfil mais bem adaptado à realidade imposta é muito grande. Falta de autenticidade prejudica inclusive o potencial de liderança. Problemas de saúde com frequência (alerta: estresse e somatização) Em casos mais sérios, o estresse ocasionado pelo trabalho pode ser o gatilho para vários tipos de complicações de saúde. Desde problemas de pressão até ataques de pânico e ansiedade, afetando de forma realmente negativa o cotidiano. O estresse pode ser considerado como elemento comum de qualquer rotina, até mesmo quando chega a níveis mais alarmantes. Porém, quando ataques de pânico e ansiedade se tornam comuns, infelizmente é sinal de que não há outra alternativa. Não cabe julgamento, mas vale pensar em mudança. Saúde é prioridade. E outro detalhe: sem saúde mental e física, não existe alta produtividade. Quando as pressões externas refletem no corpo, ocorre o processo de somatização, um vilão para a vitalidade. Dificuldades para se desligar dos problemas (alerta: riscos à reputação) Falar apenas sobre o trabalho pode ser um sinal de problema. O equilíbrio entre vida profissional e pessoal está cada vez mais em foco no mundo corporativo, e com um bom motivo. Se você não consegue tirar sua cabeça do local de trabalho, é provável que ele esteja demandando muito de você. Todos falam sobre a carreira com amigos e família, mas há sempre outros tópicos de conversa. Além disso, uma pessoa que não está conseguindo se livrar dos problemas pode estar queimando a reputação perante colegas e gestores. Um profissional de alto nível pode se tornar aos olhos mais próximos alguém com baixa capacidade de lidar com crises. A reputação é um valor intangível, porém, crucial numa troca de trabalho. Não existe networking sem boa dose de reputação.
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18/09 - Proposta dos economistas dos presidenciáveis para 5 temas: Previdência
Assessores econômicos responderam sobre idade mínima, homens e mulheres, servidores e regime geral; G1 publica série sobre propostas das campanhas para a economia. Eleições 2018 Arte G1 No começo do ano, o governo Temer desistiu da reforma da Previdência que havia apresentado ao Congresso, deixando o assunto pendente para o próximo presidente. O G1 ouviu as opiniões dos assessores econômicos dos candidatos à presidência sobre esse tema (veja mais abaixo). Três perguntas sobre previdência A Previdência Social deve terminar 2018 com um rombo de R$ 291 bilhões, segundo as previsões oficiais. A reformulação do sistema de aposentadorias e pensões fazia parte do ciclo de reformas da equipe econômica de Michel Temer, mas enfrentou resistência no Congresso durante meses até ter sua tramitação oficialmente suspensa. Isso aconteceu após a intervenção federal no Rio de Janeiro, em fevereiro. A legislação proíbe, durante vigência de intervenção federal, a aprovação de emendas à Constituição. Conheça o cenário econômico que o futuro presidente da República encontrará As despesas previdenciárias estão entre as classificadas como "obrigatórias", ou seja, o governo não tem a opção de cortá-las. Para alterar esses gastos, é preciso mudar a legislação. O gasto com a Previdência vem exercendo forte pressão sobre o orçamento público, com temores sobre a capacidade do governo de cumprir a regra do teto de gastos. Entrevistas O G1 publica ao longo desta semana uma série de reportagens sobre as propostas eleitorais em relação aos principais temas econômicos. Foram consultados os assessores econômicos dos cinco candidatos mais bem posicionados nas pesquisas. Assim como os demais partidos, a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) foi procurada com 2 semanas de antecedência, mas não aceitou conceder entrevista no prazo proposto pelo G1. As opiniões sobre os temas, são as que constam do programa de governo do candidato e as expressadas pelo economista do partido em entrevista à Globonews. A série de reportagens vai abordar os seguintes temas: 17/09 - Contas públicas 18//09 - Previdência 19/09 - Desemprego 20/09 - Fraco crescimento econômico 21/09 - Reforma trabalhista. Veja abaixo a avaliação e propostas dos economistas (em ordem alfabética): Guilherme Mello, assessor econômico de Fernando Haddad (PT) Central das Eleições entrevistou o economista Guilherme Mello (PT) GloboNews/Reprodução “Quem só acha a Previdência um grande problema do Brasil não vê o benefício que ela gera. No meio de uma crise deste tamanho, você só segura as pessoas para fora da linha da pobreza porque alguém da família recebe uma aposentadoria. A gente acha necessário mexer em alguns aspectos. Tem que atacar o foco do problema, e não fazer um ataque geral. Não vai mexer em Benefício de Prestação Continuada, na aposentadoria dos mais pobres e na aposentadoria rural. O setor público mantém privilégios dada a existência de diversos regimes próprios. Se o foco for no combate ao privilégio que está na mão de uma pequena minoria, já terá resolvido em grande medida o problema da Previdência.” Idade mínima “No Brasil, 80% já se aposentam por idade. A parcela que não se aposenta por idade vai estar sujeita à regra 85/95, que vai subindo ano a ano e que na prática vai estabelecer uma idade mínima” Aposentadoria de homens e mulheres “A diferença entre homens e mulheres tem a ver com a realidade. Claro que eu gostaria que não houvesse diferença, mas na prática tem. A mulher tem a dupla, tripla jornada.” Setor público e privado “A ideia é aproximar ao máximo os dois regimes. É evidente que algumas profissões têm tratamento diferenciado. Mas são exceções. Militares têm alguma coisa diferente, professores são exceções. A regra é que todos se aposentem pelo mesmo regime.” Marco Bonomo, assessor econômico de Marina Silva (Rede) O economista Marco Bonomo Reprodução / site do economista “Os gastos primários vêm crescendo de forma explosiva. E uma das fontes desse aumento é o gasto previdenciário. O Brasil gasta hoje 13% do PIB em Previdência e estamos num processo demográfico em que está havendo uma transição muito rápida. O Brasil faz em 10 anos a transição demográfica que a França fez em 50 anos.” Idade mínima “A idade de aposentadoria é um fator fundamental. É preciso ter uma idade mínima que seja indexada com a expectativa de vida para que a gente não tenha mais adiante o mesmo problema. A população vai continuar envelhecendo, mais adiante vai ter que fazer uma outra reforma da Previdência de novo. É melhor fazer uma reforma que equacione o longo prazo o problema.” Aposentadoria de homens e mulheres “A Marina é muito preocupada com a situação das mulheres pela dupla jornada de trabalho. Esses problemas de desigualdade têm de ser atacados em paralelo. A ideia é que não haja, num primeiro momento, uma igualdade entre homem e mulher, mas que a gente caminhe gradualmente para isso conforme o outro lado social, o lado das condições entre homens e mulheres, vá se tornando mais igual.” Setor público e privado “Funcionários públicos e do setor privado terão o mesmo tratamento, com uma transição. A Previdência é desigual, certas categorias têm benefícios maiores do que outras. É preciso tratar as pessoas com igualdade.” Nelson Marconi, assessor econômico de Ciro Gomes (PDT) Economista Nelson Marconi Divulgação/FGV “A reforma da Previdência é essencial. Ela deve ter alguns pilares. Um deles é o de renda mínima. Todas as pessoas que estão aposentadas ou que vão se aposentar pelo regime rural, quem está no Loas, ou seja, todo esse grupo que não tem condição de contribuir tem de ter uma renda mínima. Além disso, uma parcela das pessoas vai estar sujeita ao regime de repartição e outra ao regime de capitalização. Vai depender da renda. Se ela tiver uma renda que não é elevada, vai ficar só no regime repartição. Um regime que é somente de repartição tende a se mostrar inviável. Precisa ter uma combinação entre as duas coisas. ” Idade mínima “Queremos aumentar a idade mínima. Deve chegar perto dos 65 anos, mas devemos preservar algumas categorias. Algumas categorias de trabalho têm um esforço físico maior e muitas não conseguem chegar até os 65 anos com o mesmo desempenho.” Aposentadoria de homens e mulheres “A tendência é aproximar (a idade de aposentadoria).” Setor público e privado “A ideia da nossa proposta é igualar funcionários do setor público com o do setor privado." Paulo Guedes, assessor econômico de Jair Bolsonado (PSL) Paulo Guedes (Gnews) Reprodução GloboNews “A Previdência brasileira está condenada. Ela está destruída. Antes de o Brasil envelhecer, ela quebrou. E ela tem pelo menos 5 ou 6 bombas-relógio dentro dela. A primeira, que todo mundo está falando, é a bomba demográfica, o tempo. (...) A segunda bomba mistura, bota junto, a assistência social com a Previdência. (...) Aí tem a terceira bomba-relógio, essa é uma arma de destruição em massa de empregos, é um crime contra a população brasileira. A população economicamente ativa são 96 milhões de brasileiros. Para você ter 40 milhões com carteira assinada, você tem 56 sem carteira. Eles vão envelhecer, eles vão se aposentar e eles não contribuem. Isso é um crime, porque para dar um emprego para um, você deixa o outro desempregado, porque custa 2. Os encargos custam quase 100%. (...) Eu quero fazer a reforma paramétrica. Vamos parametrizar isso, vamos trabalhar isso aí, vamos ver como a gente torna isso mais republicano, faz essa convergência”, disse Guedes à Globonews. No programa de governo, o partido defende: “Há de se considerar aqui a necessidade de distinguir o modelo de previdência tradicional, por repartição, do modelo de capitalização, que se pretende introduzir paulatinamente no país. E reformas serão necessárias tanto para aperfeiçoar o modelo atual como para introduzir um novo modelo. A grande novidade será a introdução de um sistema com contas individuais de capitalização. Novos participantes terão a possibilidade de optar entre os sistemas novo e velho. E aqueles que optarem pela capitalização merecerão o benefício da redução dos encargos trabalhistas. Obviamente, a transição de um regime para o outro gera um problema de insuficiência de recursos na medida em que os aposentados deixam de contar com a contribuição dos optantes pela capitalização. Para isto será criado um fundo para reforçar o financiamento da previdência e compensar a redução de contribuições previdenciárias no sistema antigo.” Idade mínima, aposentadoria de homens e mulheres e setor público e privado Os assuntos não são mencionados na proposta de governo e não foram comentados por Guedes na entrevista à Globonews. Pérsio Arida, assessor econômico de Geraldo Alckmin (PSDB) Persio Arida (Gnews) Reprodução GloboNews “Se nós tivéssemos no mundo ideal, eu gostaria muito de ter um sistema misto de repartição e capitalização porque é um sistema que protege os mais pobres da sociedade, ao mesmo tempo que preserva o essencial para os demais, que é a responsabilidade do indivíduo de formar sua própria poupança para sua velhice. Essa é a vantagem de ter um sistema híbrido. No entanto, hoje, nós temos um déficit de tal ordem que qualquer conversa de capitalização, por mais atrativa e sedutora que seja, leva a aumentar o déficit público no curto prazo, e nós temos um problema emergencial. (...). Em algum momento nós vamos ter um superávit fiscal tão grande que será suficiente para pagar o custo de transição para o sistema de capitalização. Mas eu não vejo isso acontecer nos próximos 4 anos.” Idade mínima “O princípio da idade mínima é fundamental, porque ele é imposto pela demografia, das mudanças demográficas que o Brasil teve – que foram para o bem, vive-se hoje muito mais. Só que isso gera um desequilíbrio no sistema previdenciário enorme. Então, idade mínima é fundamental para todos os brasileiros. É claro que militares têm regime diferenciado de previdência em quase todo o mundo, cabe uma discussão sobre mulheres e homens com a mesma idade, mas como norma a idade de 65 anos me parece uma idade boa.” Aposentadoria de homens e mulheres “Nós vamos analisar. Estamos vendo ainda exatamente isso. Isso é uma construção social. (...) A sociedade entende que as mulheres devem ter aposentadoria mais cedo por uma série de motivos. Nós não temos nenhum problema com a aposentadoria mais cedo para as mulheres, aposentadoria diferenciada para os militares. O que nós temos que ter é o conceito. E o conceito tem que ser um conceito bem firmado, que é o conceito da idade mínima de referência.” Setor público e privado “O nosso objetivo é um único regime de previdência para todos os brasileiros. (...) Hoje nós temos dois sistemas diferentes, um sistema de funcionários públicos e um sistema do setor privado, o regime geral. As injustiças sociais estão fortemente concentradas nos funcionários públicos. A dinâmica de gastos, a dinâmica é realmente explosiva muito mais no sistema geral do que no dos funcionários públicos. Então isso exige, conceitualmente, que lidemos com a questão de forma separada. A ideia de ter uma solução única para todos não é uma boa ideia, são problemas diferentes.” Funciona Assim: Eleições 2018 – Como pesquisar e escolher um candidato?
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17/09 - EUA anunciam tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses
Cobrança de tarifas terá início em 24 de setembro; taxa aumentará para 25% no fim deste ano. Governo dos EUA anuncia novas taxas sobre produtos chineses Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (17) tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. A cobrança de tarifas para importação terá início em 24 de setembro, e a taxa aumentará para 25% no fim de 2018. Em comunicado, o presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que, se a China adotar medidas de retaliação contra os agricultores ou produtores indústrias dos EUA, "nós iremos imediatamente buscar a fase três, que é de aproximadamente US$ 267 bilhões de importações adicionais". Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências O anúncio ocorreu depois que as negociações entre as duas maiores economias do mundo para resolver suas diferenças comerciais não avançaram. Na semana passada, o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, convidou altos funcionários chineses para uma nova rodada de negociações, mas até agora nada foi marcado. O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, durante evento com empresários no Grande Salão do Povo, em Pequim Nicolas ASFOURI / AFP Photo Mais cedo, nesta segunda, o principal assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, já havia sinalizado o percentual de 10% para produtos chineses importados. Trump considera que o déficit comercial dos EUA no comércio com a China, de US$ 376 bilhões anuais, é inaceitável e tem que ser redimensionado. "Com sorte, este problema comercial será resolvido. Em último caso, por mim e pelo presidente da China, Xi Jinping, por quem tenho grande respeito e afeto", afirmou Trump em seu comunicado desta segunda-feira. Uma ampla categoria de dispositivos conectados à internet de US$ 23 bilhões seguirá sujeita a tarifas, mas alguns produtos foram removidos da lista final. As novas tarifas deixaram de fora os relógios inteligentes da Apple e outros produtos como capacetes de bicicleta e cadeirinhas infantis para automóveis. Também foram poupados das tarifas os insumos chineses para os produtos químicos produzidos nos EUA usados na manufatura, têxteis e agricultura. A retirada desses produtos da lista, no entanto, não foi suficiente para conter a insatisfação de representantes dos setores de tecnologia e varejo. Na avaliação deles, a imposição de novas tarifas deve afetar duramente os consumidores. "A decisão do presidente Trump de impor mais US$ 200 bilhões é imprudente e vai causar danos duradouros", disse o presidente do Conselho da Indústria de Tecnologia da Informação, Dean Garfield, para a agência Reuters. O conselho representa as principais empresas de tecnologia. US$ 100 bilhões em guerra comercial O governo dos Estados Unidos tem adotado uma série de medidas conta produtos chineses e de outras economias. Até agora, a administração Trump anunciou tarifas sobre US$ 50 bilhões de importações da China. Desse montante, US$ 34 bilhões estavam sobretaxados desde julho. Os outros US$ 16 bilhões começaram a ser sobretaxados em agosto. Produtos importados dos EUA em um mercado de Pequim, China. AP Photo/Andy Wong As ações dos EUA tentam pressionar a China a fazer mudanças radicais na sua política comercial, na transferência de tecnologia e em subsídios industriais para o setor de alta tecnologia. O governo chinês tem adotado represálias ao movimento dos EUA. Em agosto, Pequim também adotou tarifas de 25% para US$ 16 bilhões de produtos americanos. Até o anúncio desta segunda-feira, a guerra comercial entre os dois países já alcançou US$ 100 bilhões em produtos.
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17/09 - Coca-Cola está de olho em mercado de bebidas com infusão de maconha
Potencial parceria poderia ajudar os esforços da empresa para superar a fraca demanda por refrigerantes com alto teor de açúcar. A Coca-Cola informou nesta segunda-feira (17) que monitora de perto o crescimento do mercado de bebidas com infusão de maconha, respondendo a informações na mídia de que a maior fabricante de bebidas do mundo estava em conversas com a canadense Aurora Cannabis. Garrafas de Coca-Cola em prateleira de supermercado. Reuters/Regis Duvignau Os produtos da potencial parceria, relatada pela emissora financeira canadense BNN Bloomberg, poderiam ajudar os esforços da Coca-Cola para superar a fraca demanda por refrigerantes com alto teor de açúcar, diversificando-se para bebidas saudáveis e a base de café. Mercado legal de maconha eleva arrecadação em Estados americanos Grandes nomes corporativos têm entrado na indústria da maconha desde que o Canadá aprovou o uso recreativo, vendo o país como uma base de testes e produção até que ocorram mudanças na Lei Federal dos Estados Unidos. "Embora existam oportunidades em certos Estados dos EUA para a Coca-Cola desenvolver e vender um produto, isso colocaria em risco suas relações bancárias", disse Bruce Campbell, gerente de portfólio na Stonecastle Investiment Management, que investe em produtos de maconha. "A entrada em um mercado canadense legalizado permite que as empresas desenvolvam e construam uma marca sem infringir nenhuma lei", acrescentou Campbell. Interesse em mercado de canabidiol Em declarações separadas, a Coca-Cola e a Aurora disseram que estavam interessadas em bebidas com infusão de canabidiol, mas não comentariam nenhuma especulação de mercado. As empresas provavelmente desenvolveriam bebidas que aliviam inflamações, dores e cólicas, disse a BNN, citando pessoas familiarizadas com o assunto. O movimento tornaria Coca-Cola a primeira grande fabricante de bebidas não alcoólicas a entrar no mercado de produtos a base de cannabis, após anúncios da Constellation Brands, fabricante da cerveja Corona, e da Molson Coors Brewing. A maior fabricante de bebidas alcoólicas do mundo, a Diageo, também está negociando com pelo menos três produtores canadenses de cannabis, considerando um possível investimento. Mercado bilionário As vendas em mercados legalizados dos Estados Unidos devem quase triplicar para US$ 16 bilhões até 2020, ante US$ 5,4 bilhões em 2015, de acordo com a pesquisadora de mercado Euromonitor International, e a Constellation disse que a cannabis poderia gerar globalmente US$ 200 bilhões em 15 anos.
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17/09 - Petrobras aguarda receber até R$ 2,5 bilhões da subvenção ao diesel
Maioria dos concorrentes no setor reduz importações do combustível para não incorrer em perdas. Passados mais de três meses do início do programa de subsídio ao diesel, a Petrobras ainda não recebeu um centavo dos valores prometidos pelo governo federal, enquanto aguarda até R$ 2,5 bilhões em subvenções que já teria direito, ao passo que a maioria de suas concorrentes no setor reduz importações do combustível para não incorrer em perdas. Nesse cenário, a Petrobras precisou ainda elevar a produção de diesel e já responde por mais de 90% das importações do combustível, uma vez que precisa garantir o abastecimento interno, enquanto importadoras privadas cortam suas operações, alegando que não compensa comprar o derivado de petróleo no exterior com a atual metodologia de cálculo das subvenções. Funcionários da Petrobras trabalham em um tanque de empresa em Brasília. A empresa anunciou que iria aumentar o preço da gasolina em 6% e do diesel em 4% nas refinarias do país. A mudança entra em vigor nesta quarta-feira (30) Ueslei Marcelino/Reuters A Petrobras espera receber de R$ 2 bilhões a R$ 2,5 bilhões de subsídios da reguladora de petróleo do país, a ANP, dentro de duas semanas, para compensar o fato de estar segurando as cotações nas refinarias, disse diretor-executivo financeiro e de relacionamento com investidores da estatal, Rafael Grisolia, em entrevista à Reuters publicada nesta segunda-feira (17). Ele não entrou em detalhes sobre possíveis perdas sofridas pela empresa no período pelo atraso nos pagamentos, enquanto a ANP diz que a demora para quitar as subvenções se deve ao grande número de notas fiscais que têm de passar por checagens – o governo separou no orçamento R$ 9,5 bilhões para subsídios ao diesel até o fim do ano, quando termina o programa. Concorrentes menos atuantes Se enfrenta uma demora no recebimento dos subsídios, a Petrobras verificou um ganho de mercado no Brasil, na medida em que suas concorrentes privadas estão menos atuantes. Redução do preço do diesel foi uma das reivindicações da greve dos caminhoneiros TV TEM / Reprodução Uma fonte de uma empresa do setor de combustíveis afirmou à Reuters que o programa está prejudicando a competição no país e afastando os necessários investimentos para ampliação da oferta. "O programa de subvenção, do jeito que está, está acabando com a competição na importação. Colocando todo o mercado somente na Petrobras, e a própria Petrobras não está tendo lucratividade... a culpa é da morosidade... se os pagamentos estivessem sendo feitos, você tornaria o cenário menos incerto", afirmou a fonte, na condição de anonimato. "Tudo isso vai trazer preço mais caro na bomba, risco de desabastecimento, incerteza... não consigo enxergar quem está se beneficiando nessa história." Programa de subvenção O programa prevê que produtoras e importadoras de diesel reduzam preços de venda em troca de serem ressarcidas pelo governo em até R$ 0,30 por litro, uma resposta à histórica greve de caminhoneiros em maio contra os altos preços do diesel. Contudo, após uma mudança no preço de referência do programa de subsídio ao final de agosto, houve uma alta média de 13% no combustível na refinaria da Petrobras, e nas bombas a cotação da última semana já alcançou R$ 3,638, valor acima até da média registrada antes da greve dos caminhoneiros, de R$ 3,595 por litro, mesmo com o programa de subsídios. Além da Petrobras, que detém quase 100% da capacidade de refino do Brasil, algumas empresas importadoras e pequenas refinarias aderiram ao programa no início. Até o momento, no entanto, a ANP realizou pagamentos pequenos, de R$ 185.749. A Petrobras vem afirmando que permanece com as margens de lucro preservadas na área de abastecimento. No entanto, também reconhece que vem precisando aumentar a oferta do combustível no país devido a uma debandada de concorrentes que não conseguem mais obter rentabilidade desde o lançamento do programa. "As margens de lucro da Petrobras nas importações estão preservadas, na medida em que a companhia aplica preços para o diesel alinhados à paridade internacional, conforme dispõe sua política de preços para o derivado", disse a empresa em resposta a perguntas da Reuters. Ao contrário de suas concorrentes, a petroleira defende que o programa "gera resultados aderentes ao esperado pela política de preços da Petrobras vigente". "Vale destacar que a companhia possui infraestrutura logística eficiente, que permite ser mais competitiva que eventuais concorrentes", disse a Petrobras. Prejuízos da importação Mas a fórmula da ANP não permite que as empresas sejam devidamente remuneradas, disse o presidente da associação que representa as distribuidoras de combustíveis Plural, Leonardo Gadotti. "A conta não fecha. A fórmula (da ANP) foi atualizada de acordo com o que se pedia, que era que se considerassem os custos de logística e internação... atualizaram a fórmula só que os valores... estão abaixo do que na prática se paga pelo mercado. Então... isso está inibindo as importações", disse. "É lógico que vai chegar um momento em que vai ter que existir uma saída para isso, porque o Brasil não produz 100% do diesel que consome", acrescentou Gadotti. O presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), que representa nove importadoras, Sérgio Araújo, afirmou que a expectativa agora é zerar as importações. "Não tem como importar", ressaltou. Prova desse cenário, as importações de diesel pelo Brasil caíram 42% desde o início do programa de subsídio ao combustível, em junho, até o mês passado, ante igual período do ano anterior. Não ficou clara a participação da Petrobras nessas compras. A fonte do setor de combustíveis disse também que, diante da dificuldade de importar, distribuidoras estão precisando demandar volumes adicionais à Petrobras, que tem atendido aos pedidos, mas "já com alguma dificuldade". Questionada sobre o crescimento da responsabilidade da Petrobras, a ANP afirmou que "não há qualquer risco de desabastecimento de diesel". O movimento vai na contramão do que defendia o ex-presidente da Petrobras Pedro Parente, que buscou até seu último dia reduzir a responsabilidade da petroleira estatal em garantir o suprimento de combustíveis no país. Ele renunciou logo após o governo lançar o programa de subvenção, em meio a uma série de pressões políticas. "A intervenção que foi feita no caso do diesel é da pior qualidade, técnica e política. Além disso você não estruturou uma saída desse problema", disse o ex-diretor da ANP Helder Queiroz, para quem a Petrobras, como monopolista, segue como responsável em última instância pela garantia da segurança do abastecimento. Diante de preços mais altos do petróleo, um novo governo pode voltar a enfrentar os desafios de reajustes expressivos no diesel, uma vez que o programa se encerra ao final de 2018.
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17/09 - Suspeita de fraude faz governo de SP bloquear prêmio de R$ 500 mil sorteado para consumidora de Indaiatuba
Fazenda afirma que 'quase todas' as compras feitas por contribuinte, com registro do CPF dela, eram de uma rede de combustíveis e foram feitas em sequência. Prazo de apuração não foi confirmado. Prêmio de R$ 500 mil foi bloqueado pelo governo de SP Reprodução / Fazenda de SP A Secretaria da Fazenda de São Paulo bloqueou um prêmio de R$ 500 mil, sorteado no Prêmio da Nota Fiscal Paulista para uma consumidora de Indaiatuba (SP), por suspeita de irregularidade. Segundo a assessoria da pasta, quase todas as compras em que a contribuinte registrou CPF dela eram na verdade de uma rede de postos de combustíveis. Além disso, foram feitas em sequência, o que pode indicar tipo de fraude. "É necessário indicar o CPF em suas compras próprias", diz nota divulgada na tarde desta segunda-feira (17). A contribuinte participou do sorteio com 63 bilhetes. A assessoria do governo não confirmou quanto tempo deve durar a auditoria e quantas compras foram feitas, mas destacou que o prêmio só pode ser liberado após término do procedimento. "Os demais ganhadores do sorteio de setembro não foram prejudicados. Os outros de R$ 500 mil saíram para moradores de Bauru, Jundiaí, e Santos", informa texto. O sorteio número 118 ocorreu na sexta-feira e o prêmio de R$ 1 milhão foi sorteado para um morador do bairro Parque Fernanda, na zona sul da capital paulista. Uma entidade de Americana (SP) também ficou com um dos principais prêmios de setembro, de R$ 100 mil. Veja lista abaixo. Resultados Mais detalhes do sorteio estão disponíveis no site da Secretaria da Fazenda. Para verificar, o consumidor deve acessar o sistema com o CPF, senha cadastrada e fazer o seguinte caminho: "sorteios", "visualizar sorteios" e "sorteio nº 118", informou a assessoria da pasta. Prêmios principais do 118º sorteio Bairro/Município R$ 1 milhão - Parque Fernanda, São Paulo R$ 500 mil - Boqueirão, Santos R$ 500 mil - Jardim Terra Branca, Bauru R$ 500 mil - Jardim das Samambaias, Jundiaí R$ 100 mil - Cond. Granja Olga, Sorocaba R$ 100 mil - Jardim Anchieta, Mauá R$ 100 mil - Pirituba, São Paulo R$ 100 mil - Vila Liberdade, Presidente Prudente R$ 100 mil - Pinheiros, São Paulo R$ 100 mil - Jardim Aurélio, São Paulo R$ 100 mil - Palmital, Marília R$ 100 mil - Vila Clementino, São Paulo R$ 100 mil - Brooklin Paulista, São Paulo R$ 100 mil - Jardim Santo Antônio, Mogi Guaçu Entidade Bairro/Município R$ 100 mil - Nova Araçoiaba, Araçoiaba da Serra R$ 100 mil - Vila Maia, Guarujá R$ 100 mil - Distrito de Juruce, Jardinópolis R$ 100 mil - Campo Limpo, São Paulo R$ 100 mil - Jardim Ipiranga, Americana Para concorrer, o consumidor que pede Nota Fiscal Paulista deve fazer cadastro no site e aderir ao regulamento. As adesões até o dia 25 de cada mês permitem a participação no mês posterior. "Uma vez feito o aceite às regras dos sorteios, não há necessidade de repetir a adesão, que vale para todas as extrações. Cada R$ 100 em compras dá direito a um bilhete eletrônico para disputar aos prêmios", informa nota da assessoria da pasta. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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17/09 - Surto de febre suína na China  favorece criadores de frango 
Com carne de porco em falta, procura por frango aumentou, levando preços da carne às máximas em 2,5 anos.  Febre suína não tem cura e é muitas vezes fatal para os porcos Edgard Garrido/Reuters Um surto de febre suína africana na China está gerando uma vantagem inesperada para os produtores de carne de frango, ao levar os preços da segunda carne mais popular no país para as máximas em dois anos e meio. Com a carne suína em falta, na medida em que as autoridades tentam conter a doença altamente contagiosa, os consumidores se voltam para o frango como um substituo, com alguns clientes também preocupados sobre a segurança. A mudança é um impulso para os criadores do maior produtor de carne de frango no mundo, depois do crescimento tépido da demanda nos últimos anos após uma série de questões sobre segurança alimentar e gripe aviária. Os preços do frango na região de Shandong, maior produtor da China, atingiram os 9,7 iuans (1,41 dólar) por quilo mais cedo neste mês, sua máxima desde março de 2016. "Os recentes surtos de gripe suína africana alavancaram os preços de compra do frango em lanchonetes e restaurantes. Mais pessoas podem escolher frango agora, especialmente nas regiões infectadas com casos de gripe suína africana", disse Li Jinghui, diretor na China Poultry Association. Novos casos A febre suína não tem cura e é muitas vezes fatal para os porcos. Depois de mais de uma dúzia de surtos desde que o primeiro caso no país foi reportado no começo de agosto, Pequim abateu cerca de 40 mil porcos e proibiu o transporte de animais vivos de e pelas áreas infectadas. Nesta segunda (17), um novo surto da doença foi registrado em uma fazenda na região da Mongólia Interior, informou o Ministério da Agricultura chinês. Oito porcos morreram e 14 foram infectados na propriedade, que tem 159 animais. O surto é o 16º da China desde o início de agosto, e acontece apesar de uma série de novas e duras regras anunciadas por Pequim na semana passada para combater a disseminação da doença.
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17/09 - TrustHub libera crédito, com análise em até duas horas para empresas
Todos os procedimentos são realizados online, com agilidade e segurança, para valores de R$ 5 mil a R$200 mil As empresas no Brasil têm tido cada vez mais dificuldade de obter crédito para capital de giro. As pequenas e médias sofrem com a falta de garantias. As de maior porte perderam boa parte das linhas com o aperto de liquidez de 2016 para cá, com a concentração bancária e os prazos cada vez mais curtos para pagamento dos empréstimos. As fintechs têm ocupado esse espaço no mercado de crédito, mas as soluções oferecidas nem sempre satisfazem as necessidades das companhias, seus controles e processos internos. Depois de muito tempo em expansão, o crédito entrou numa rampa de desaceleração, em especial a partir de 2016. Fintechs mais estruturadas têm conseguido oferecer financiamento a empresas com toda segurança e dentro das mais rigorosas boas práticas de mercado. É assim que opera, por exemplo, a TrustHub, maior especialista do mercado B2B, que recebe pedidos, analisa risco e libera financiamento online em até duas horas. “Nosso objetivo é atender o empresário com agilidade e segurança, na hora em que ele quer equilibrar o caixa de sua empresa, precisa pagar uma despesa extraordinária ou investir para expandir seu negócio”, assinala Rodrigo Thedim, Diretor de Desenvolvimento de Produtos e Vendas da TrustHub. “Por isso, há diversas ferramentas que facilitam a operação, como um simulador online. Com ele, antes de pedir o financiamento, o empresário pode verificar as condições do empréstimo, quanto deverá pagar, em quantas parcelas e , assim, avaliar, o que pode ser mais adequado na sua situação”. A inteligência da plataforma da fintech permite uma análise de crédito personalizada, o que resulta em taxas mais justas e diferenciadas para cada perfil de cliente e numa aprovação livre de burocracias, totalmente online. Para isso, basta que a empresa se cadastre na plataforma (www.trusthub.com.br). Podem ser pedidos financiamentos de R$5mil a R$200 mil, pagáveis em até seis vezes. Para valores acima de R$ 50 mil, também é necessário acrescentar o comprovante de faturamento anual. Embora o mercado aposte que, com o tempo, haverá uma recuperação gradual do crédito bancário, essa trajetória tende a ser demorada, já que depende da evolução ainda muito lenta de três fatores: a queda da inadimplência, a recuperação da capacidade de endividamento das empresas e consumidores e a retomada da atividade econômica. De qualquer forma, a concessão de empréstimos continuará sendo tão burocrática quanto sempre foi, enquanto que a agilidade da TrutHub, apoiada numa robusta tecnologia, tende a descomplicar cada vez mais os processos de análise do crédito, elaboração da capacidade de crédito do cliente e configuração do perfil de risco de cada operação.
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17/09 - Assessor econômico de Trump diz que EUA querem negociações comerciais sérias com a China
Larry Kudlow confirmou que a Casa Branca tem a intenção de aplicar uma sobretaxa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses importados. Os Estados Unidos estão prontos para negociar um acordo comercial com a China tão logo Pequim esteja preparado para conversas sérias que levem a redução de tarifas e eliminem barreiras comerciais não-tarifárias, disse o principal assessor econômico da Casa branca, Larry Kudlow, nesta segunda-feira (17). Donald Trump conversa com jornalistas AP Photo/Evan Vucci "Estamos prontos para negociar e conversar com a China em qualquer momento em que eles estejam prontos para negociações sérias e relevantes em direção ao livre comércio para reduzir tarifas e barreiras não-tarifárias, para abrir mercados, para permitir que a economia mais competitiva do mundo, a nossa, exporte mais e mais produtos e serviços para a China", disse Kudlow ao Clube Econômico de Nova York. Kudlow também confirmou que a Casa Branca tem a intenção de aplicar uma sobretaxa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses importados. Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências O assessor também informou que o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, está em contato com o governo da China e que Trump não está satisfeito com as conversas. No entanto, Kudlow ressaltou que Washington se dispõe a dialogar quando Pequim quiser "negociações sérias e essenciais".
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17/09 - PAT de Hortolândia oferece 32 vagas de emprego; função de auxiliar de limpeza é destaque
Os interessados devem comparecer à unidade com carteira de trabalho, RG, CPF e número do PIS. PAT de Hortolândia (SP) oferece 32 vagas de emprego nesta segunda-feira (17). Reginaldo Prado/Divulgação O PAT de Hortolândia (SP) divulga 32 vagas de emprego nesta segunda-feira (17). Dessas, 20 são para a função de auxiliar de limpeza, que exige ensino fundamental completo. Veja a relação completa de oportunidades, abaixo. Atendente de lanchonete - 2 vagas Auxiliar de limpeza - 20 vagas Copeiro - 8 vagas Estoquista - 1 vaga Garçom - 1 vaga Para a vaga de garçom, o candidato deve ter concluído o ensino fundamental, ter experiência na função e CNH A ou B. O salário é de R$ 1.315. As vagas para ajudante de estoquista exigem ensino fundamental completo e experiência em pacote Office. O salário é de R$ 1.213. Para o cargo de atendente de lanchonete, o candidato deve ter concluído o ensino fundamental e ter experiência na função. O salário é de R$ 1.213. Candidatos às vagas de copeiro também devem ter concluído o ensino fundamental e ter experiência em copa de empresa. O salário é de R$ 1.271. Os interessados devem comparecer à unidade do PAT com Carteira de Trabalho, RG, CPF e número do PIS. O Posto fica na Rua Argolino de Moraes, nº 405, no Prédio do Hortofácil, na Vila São Francisco. O horário de funcionamento é das 9h às 17h. Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas
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17/09 - Superávit da balança comercial atinge marca de US$ 40 bilhões na parcial de 2018
Houve queda de 19,2% frente ao mesmo período do ano passado, quando saldo comercial positivo somou US$ 49,57 bilhões. Governo estima superávit na balança de R$ 50 bilhões para 2018. A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 40,038 bilhões na parcial de 2018, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta segunda-feira (17). Isso significa que, do início do ano até o último domingo (16), as exportações superaram as importações nesse valor. O resultado, porém, é 19,2% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo da balança foi de US$ 49,579 bilhões. No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 168,439 bilhões, com média diária de US$ 946 milhões (alta de 8,7% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, totalizaram US$ 128,400 bilhões, ou US$ 721 milhões por dia útil (aumento de 23,5% em relação ao mesmo período de 2017). Em todo ano passado, a balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado para um ano fechado desde o início da série histórica do ministério, em 1989. Mês de setembro Somente no mês de setembro, até domingo (16), as exportações superaram as importações em US$ 2,361 bilhões. Segundo o governo, as exportações somaram, na parcial deste mês, US$ 9,535 bilhões (crescimento de 13,6% na comparação com o mesmo período do ano passado) e, as importações, US$ 7,174 bilhões (alta de 18,2%). Nessa comparação, aumentaram as exportações das três categorias de produtos: semimanufaturados (+9,2%), manufaturados (+11,4%) e básicos (+18,9%). Do lado das importações, cresceram as compras de adubos e fertilizantes (+71,2%), combustíveis e lubrificantes (+51,1%), siderúrgicos (+50,1%), veículos automóveis e partes (+48,1%) e equipamentos eletroeletrônicos (+4,9%). Previsão para 2018 A expectativa do mercado financeiro para este ano é de piora do saldo comercial na comparação com 2017, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada. A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 55 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior para 2018. Para o Ministério da Indústria, o saldo positivo ficará na casa de US$ 50 bilhões neste ano. O Banco Central, por sua vez, prevê um superávit da balança comercial de US$ 61 bilhões para este ano, com exportações em US$ 228 bilhões e importações no valor de US$ 167 bilhões.
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