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28/05 - 7º dia de protesto de caminhoneiros
Presidente Michel Temer anunciou série de medidas após reunião com caminhoneiros. 7º dia de protesto de caminhoneiros Presidente Michel Temer anunciou série de medidas após reunião com caminhoneiros. Temer anunciou redução de R$ 0,46 no litro do diesel por 60 dias. Forças de segurança escoltam caminhões para combustível chegar aos postos . Medida provisória será editada para isentar pedágio de caminhões vazios. Várias universidades suspenderam aulas nesta segunda. Senado convoca sessão para votação de projeto sobre fretes
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27/05 - Caminhoneiros autônomos se reúnem com integrantes do governo no Planalto
Grupo não aceitou proposta de acordo apresentada na quinta-feira (24) e foi chamado a Brasília para negociar. Greve dos caminhoneiros chegou ao 7º dia neste domingo. Governo recebe representantes dos caminhoneiros no Palácio do Planalto Um grupo de representantes de caminhoneiros autônomos foi chamado na noite deste domingo (26) ao Palácio do Planalto para se reunir com integrantes do governo. Camarotti: Temer deve anunciar redução de R$ 0,46 no diesel por 60 dias Na última quinta (24), o governo e entidades da categoria apresentaram uma proposta de acordo para suspender a paralisação por 15 dias. O grupo chamado neste domingo participou das negociações, mas não assinou o texto apresentado e foi chamado de volta para uma nova conversa. Ao contrário das expectativas do governo, os caminhoneiros não deixaram as rodovias. Diante disso, o presidente Michel Temer autorizou o uso das Forças Armadas para desbloquear as estradas e editou um decreto permitindo ao governo assumir o controle de caminhões. A paralisação dos caminhoneiros chegou ao sétimo dia neste domingo, provocando uma crise de desabastecimento de combustível e alimentos. Caminhões parados no acostamento da Rodovia Régis Bittencourt, em São Paulo TV Globo/Reprodução Exigências Entre as exigências do grupo chamado ao Planalto neste domingo está a edição de uma medida provisória (MP) sobre o preço mínimo de frete. Há, atualmente, um projeto na pauta do Senado que trata deste assunto e pode ser votado esta semana. No entanto, os caminhoneiros exigem que o tema seja decidido por medida provisória, uma vez que, publicada no "Diário Oficial da União", a MP tem validade imediata de lei. O grupo também pede que as alíquota do PIS-Cofins e da Cide sejam zeradas. Demanda, ainda, que o preço do diesel volte ao valor de julho de 2017 e fique congelado por 90 dias. Um dos representantes do grupo, Gilson Baitaca (Movimento dos Transportadores de Grãos - Mato Grosso) afirmou que o acordo não terá validade se as medidas acertadas não estiverem no "Diário Oficial". "Nenhum acordo que nós firmarmos hoje terá nenhuma validade sem antes se tornar público nos meios oficiais do governo", afirmou. Acrescentou, ainda, que o setor "vive de promessas" e nunca foi atendido. "O setor vive de promessas há 19 anos, desde a greve de 1999 e o setor nunca foi atendido como deveria ter sido atendido. Vem pagando a conta junto com toda a sociedade. Porém, é o primeiro que sofre com o aumento dos combustíveis", afirmou. Baitaca diz que o grupo foi ignorado na última quinta, quando o governo anunciou a proposta de acordo. "Nós estávamos aqui na quinta-feira e fomos, vamos dizer assim, ignorados. Eu estava aqui na quinta-feira e fomos ignorados porque nós não aceitamos o acordo. Nós não fizemos acordo, nós não assinamos acordo", declarou. "Estamos lutando por um direito que há muito tempo vem sendo buscado e não é atendido", concluiu. Initial plugin text
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27/05 - O 7º dia de protestos dos caminhoneiros no país em mapas
Veja estados onde há pontos interditados e os impacto da greve dos caminhoneiros nos postos, Ceasas, no transporte público e nos aeroportos neste domingo (27). Mapa com os estados com falta de combustível Igor Estrella/G1 Mapa dos estados onde houve impacto no abastecimentos dos Ceasa Igor Estrella/G1 Aeroportos onde houve cancelamento de voos Igor Estrella/G1 Cidades com redução na frota Igor Estrella/G1
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27/05 - Greve dos caminhoneiros causa prejuízo de R$ 3 bilhões ao setor de proteína animal, diz entidade
Diretor da Associação Brasileira de Proteína Animal esteve no Palácio do Planalto neste domingo para reunião com representantes do governo. Greve dos caminhoneiros chegou ao 7º dia. Representantes do setor de proteína animal se reúnem com Eliseu Padilha O diretor-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, afirmou neste domingo (27) no Palácio do Planalto que o setor contabiliza R$ 3 bilhões em prejuízo em razão da greve dos caminhoneiros. Santin esteve no palácio com um grupo da entidade para entregar ao governo uma carta apontando a preocupação da associação com a situação do setor. A paralisação dos caminhoneiros chegou ao sétimo dia neste domingo. A categoria protesta contra o aumento no preço do óleo diesel. "Nós estamos aqui para pedir ação imediata, não queremos avaliar o que está sendo feito, mas precisamos salvar essas aves, esses suínos e, mais que tudo, prevenir problema ambiental e de saúde publica", afirmou Ricardo Santin. Na saída da reunião Santin falou novamente com a imprensa e disse ter sido recebido pelo presidente Michel Temer. Segundo ele, o presidente afirmou que o governo está empenhado em encontrar uma solução para a crise, mas não deu detalhes. Disse, ainda, que Temer comunicou que deverá um pronunciamento ainda neste domingo. Animais sacrificados Segundo a ABPA, 1 bilhão de aves e 20 milhões de suínos devem morrer nos próximos cinco dias se não receberem a alimentação adequada, transportada pelos caminhões atualmente paratos. Ainda de acordo com a associação, 64 milhões de aves já foram sacrificadas em razão dos impactos provocados pela greve. O diretor-executivo afirmou, ainda, que o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, esteve com o grupo na tarde deste domingo. No relato da ABPA, Marun demonstrou confiança nas negociações e ressaltou que elas continuam. Situação mais delicada Segundo Santin, a situação mais delicada é na região Sul, onde estão concentradas as maiores produções. Ele disse que o setor ainda não está à beira do colapso, mas que, em três dias, pode virar um “caos”. Santin alertou para o fato de não há espaço para colocar as aves mortas e que, por enquanto, estão sendo enterradas, uma vez que não tem caminhões para retirá-las do local. No entanto, segundo ele, se a mortandade subir, há risco de contaminação do lençol freático. “Onde você coloca 100 mil aves? Onde coloca 1 milhão de aves? Isso aí pode ir para o lençol freático, pode ir para os rios e pode, eles se apodrecendo, deteriorar e levar doenças de saúde pública”, afirmou. Initial plugin text
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27/05 - Abastecimento de carne de aves e suínos pode levar até 2 meses para voltar ao normal depois da greve, diz ABPA
Em meio à paralisação dos caminhoneiros, mais de 1 bilhão de animais não estão recebendo ração suficiente; 64 milhões de aves já foram mortas, e mais devem ser sacrificadas por risco de canibalização, diz associação que representa o setor. O abastecimento de carne de aves e suínos pode demorar até dois meses para se normalizar depois que for encerrada a greve dos caminhoneiros. A estimativa foi divulgada neste domingo pela entidade que representa o setor, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Segundo a associação, até agora 64 milhões de aves adultas e pintinhos já morreram. “A associação lamenta anunciar que a mortandade animal já é uma realidade devido à falta de condições minimamente aceitáveis de espaço e quantidade de ração”, disse em nota. O número de animais que não estão recebendo alimentação suficiente por falta de ração é de 1 bilhão de aves e 20 milhões de suínos. Com isso, há risco de canibalização entre os animais. Em várias cidades, já há relatos de dificuldades de abastecimento. Estoque de frios está no fim em supermercados de Maceió que recebem carregamento do Recife Cau Rodrigues/G1 A previsão é que uma grande quantidade de animais seja sacrificada, em cumprimento às recomendações da Organização Mundial de Saúde Animal e das normas sanitárias vigentes no Brasil. Milhares de frangos morreram em granjas na BA Divulgação/ABA Frigoríficos parados A greve levou à suspensão das atividades em 167 unidades de produção de carne suína e de aves. O número representa mais de 234 mil trabalhadores com suas atividades interrompidas. Além do mercado interno, há impacto ainda nas exportações de carne. Até agora, ainda de acordo com a ABPA, 100 mil toneladas de carne de aves e de suínos deixaram de ser exportadas. A entidade estima que o impacto seja de US$ 350 milhões. O diretor-executivo da ABPA, Ricardo Santin, afirmou neste domingo no Palácio do Planalto que o setor contabiliza R$ 3 bilhões em prejuízo em razão da greve, que chegou ao sétimo dia. Os caminhoneiros protestam contra o aumento no preço do diesel.
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27/05 - Concursos na Paraíba oferecem mais de 70 vagas de emprego entre os dias 28 de maio e 3 de junho
Prefeituras de Santo André e Serra Grande oferecem 72 vagas de emprego na Paraíba. Dois concursos na Paraíba, com vagas de emprego para as prefeituras de Serra Grande e Santo André, oferecem 72 oportunidades em cargos de todos os níveis de escolaridade entre esta segunda-feira (28) e o domingo (3). Confira. Concurso da prefeitura de Serra Grande O concurso da prefeitura de Serra Grande, no Sertão da Paraíba, oferece 42 vagas de emprego em cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior. Os salários base variam de R$ 954 a R$ 1.724,10, para cargos como professor e psicopedagogo. As inscrições começam seguem até o dia 7 de junho, no site da banca organizadora, a Conpass. O valor da taxa de inscrição é de R$ 70 para os cargos de nível superior, R$ 60 para os cargos de nível médio e técnico e de R$ 50 para nível fundamental. Veja o edital do concurso da prefeitura de Serra Grande Concurso da prefeitura de Santo André O concurso da prefeitura de Santo André, no Cariri da Paraíba, oferece 30 vagas de emprego em cargos de todos os níveis de escolaridade. As inscrições no concurso acontecem até 17 de junho, no site da organizadora. A taxa de inscrição custa R$ 80 para cargos de nível fundamental, R$ 100 para os níveis médio e técnico e R$ 120 para nível superior. Veja o edital do concurso da prefeitura de Santo André
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27/05 - Universidade Estadual do Piauí abre seleção para professor formador e assistente
São oferecidas 12 vagas para profissionais atuarem no curso de administração da UAPI. Inscrições seguem até o dia 2 de junho. Universidade Estadual do Piauí Catarina Costa/G1 O Núcleo de Educação a Distância da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) está com inscrições abertas para a seleção de professor formador e assistente. Serão selecionados 12 profissionais, que vão atuar no curso de bacharelado em administração do programa Universidade Aberta do Piauí (UAPI). As inscrições são feitas exclusivamente no site do Nead, até o dia 2 de junho. O processo seletivo contará com duas etapas: homologação das inscrições e análise curricular/prova de títulos. Para concorrer a vaga os professores podem ser vinculados ou não à Uespi, porém, devem atentar para as especificações no edital. Os profissionais aprovados podem receber de uma a seis bolsas, que variam entre R$ 1.100 e 1.300 cada uma, de acordo a carga horária. O resultado final deve ser divulgado no dia 12 de julho. O processo seletivo tem validade de seis meses, podendo ser prorrogado por igual período.
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27/05 - Android: esqueceu a senha do celular? Confira a dica sobre como desbloqueá-lo
(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Android Reprodução/G1 >>> Esqueci a senha do celular; e agora? Oi, Ronaldo! Eu presentei a minha mãe com um smartphone Motorola Moto G6. O problema é que ela esqueceu a senha de desbloqueio da tela. Como eu faço para desbloquear o aparelho? Gustavo Soares Olá, Gustavo! A remoção da senha de bloqueio da tela do celular pode ser feita, através da redefinição das configurações originais de fábrica. Para realizar esse procedimento, siga os passos descritos abaixo: Desligue o aparelho. Pressione simultaneamente o botão "Power" e a tecla de "Volume-". Pressione a tecla de "Volume-" e localize a opção "Recovery" e selecione usando a tecla "Volume+". Pressione a tecla de "Volume-" vá até a opção "wipe data/factory reset" e selecione com a tecla "Power". Confirme a redefinição das configurações de fábrica selecionando a opção "Yes — delete all user data". Selecione a opção "Wipe cache partition". Pressione a tecla "Power" e selecione a opção "Reboot System Now". Ao término do processo, o seu celular estará com as configurações originais de fábrica restauradas, e pronto para ser usado normalmente. Mas vale salientar que todas as informações armazenadas na memória do aparelho serão perdidas. >>> Indicação de aplicativo tradutor para Android Oi, Ronaldo! Você poderia indicar um aplicativo que traduzisse automaticamente mensagens do português para o inglês? O meu celular é um Samsung Galaxy J5. Janete Amorim Olá, Janete! Você pode usar o aplicativo oficial do Google para traduzir as suas mensagens. O Google Tradutor está disponível gratuitamente na Play Store, através do app é possível obter a tradução de mais de 103 idiomas. >>> Erro ao tentar habilitar a autenticação de dois fatores no Instagram Oi, Ronaldo! Eu recebi uma mensagem com um alerta de tentativa de acesso a minha conta no Instagram. Então para aumentar a segurança, tentei habilitar a autenticação de dois fatores, mas o número do meu celular não está sendo aceito. E agora? Manuela Olá, Manuela! Para inserir um número de celular nas configurações, é necessário informar os dados no padrão internacional +55 + DDD + número do celular. Vale salientar que a alteração só será salva, se todos os dados forem digitados corretamente.
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27/05 - Bitcoin Gold sofre 'ataque de 51%' e hacker pode ter roubado até 65 milhões
Ataques ocorreram entre os dias 16 e 19 de maio e as medidas de defesa exigiram aumentar o tempo de confirmação das transferências. Bitcoin Gold é moeda derivada do Bitcoin com modificações no processo de mineração Jack Guez/AFP A criptomoeda Bitcoin Gold, uma "vertente" baseada no Bitcoin original, sofreu um chamado ataque de "51%", em que uma única pessoa ou grupo adquire controle de mais de 51% do poder de processamento (ou "hash power") da rede e usa essa capacidade para gastar várias vezes as mesmas moedas. Não é possível determinar com exatidão o prejuízo causado pelo ataque, mas uma carteira virtual usada pelos criminosos detinha um saldo de US$ 18 milhões (cerca de R$ 65 milhões). As vítimas do ataque foram as chamadas "exchanges", serviços que trocam uma criptomoeda por outras criptomoedas ou por moedas fiduciárias, como o real e o dólar. Os ataques ocorreram entre os dias 16 e 19 de maio e as medidas de defesa exigiram aumentar o tempo de confirmação das transferências. Os golpistas fizeram depósitos de criptomoedas do Bitcoin Gold (BTG) em exchanges para, em seguida, invalidar os blocos que registraram essas transferências, podendo gastar as mesmas moedas de novo. Em operação normal, transferências de criptomoedas são irreversíveis. Como não havia forma de impedir o ataque, as exchanges passaram a aumentar o tempo de confirmação para as transações. O tempo chegou a exceder três horas. Essa medida tornou o ataque muito caro, o que reduziu o interesse dos golpistas em continuar a fraude. O Bitcoin Gold é um clone do Bitcoin que usa um processo de mineração diferente para reduzir a efetividade dos chamados ASIC, computadores criados especialmente para minerar Bitcoin. O Bitcoin Gold pode ser minerado com placas de vídeo, o que torna a moeda mais "democrática". O Bitcoin Gold já chegou a valer mais de US$ 400, mas seu valor atual é de aproximadamente US$ 40. Em valor total total de mercado, ela ainda é uma das 30 maiores criptomoedas do mundo: R$ 2,8 bilhões. Ataque de 51% O chamado "ataque de 51%" é a falha fundamental que existe no modelo de "blocos encadeados" ("blockchain") adotado pelas criptomoedas e ocorre quando um indivíduo ou grupo obtém mais de 51% de todo o poder de processamento disponível para a rede. Para evitar essa falha, é preciso que a moeda tenha um grande número dos chamados mineradores atuando de forma independente. As moedas adotam um mecanismo chamado "prova de trabalho" que exige a realização de um processamento complexo na criação desses blocos -- assim, ninguém pode simplesmente criar um bloco quando quer. As criptomoedas registram suas transferências ("A enviou moeda para B") em arquivos sequenciais que incluem também um registro criptográfico que relaciona o arquivo (chamado de "bloco") com o arquivo (bloco) anterior, de modo que seja possível verificar o encadeamento sequencial desses blocos. Começando pelo último bloco e checando relação de cada um com o seu antecessor, obtém-se todo o histórico de transferências de moedas. Embora o encadeamento permita identificar o bloco antecessor, nenhum bloco sabe nada sobre o bloco posterior. Por esse motivo, existem cenários em que dois blocos são criados ao mesmo tempo. Como a rede é programada para priorizar a sequência maior, a "disputa" entre os blocos é resolvida com a criação do bloco seguinte, que fará encadeamento com apenas um dos blocos concorrentes. O bloco ignorado é chamado de "órfão" e suas transferências precisam ser recolocadas em um novo bloco. Esse processo não leva mais do que 30 ou 40 minutos, e é por isso que as exchanges costumam impor um tempo de confirmação para depósitos em criptomoeda. No ataque de 51%, o golpista, por deter mais poder de processamento que todo o resto da rede, pode ignorar essa regra pela força bruta e voltar para qualquer bloco, desde que ele consiga criar uma nova sequência de tamanho maior para se sobrepor à cadeia principal. Dessa forma, ele pode desfazer transferências mesmo após elas já terem sido consideradas como "confirmadas". O hacker que detiver esse controle pode depositar uma moeda em uma exchange, comprar outras criptomoedas com o valor, e depois usar o ataque de 51% para ter de volta as moedas que depositou. Como os blocos encadeados de cada criptomoeda são separados, o hacker continuará em posse das outras moedas que comprou e também das moedas que havia gasto para comprá-las. Para evitarem o ataque, as exchanges de Bitcoin Gold adotaram tempos de espera de mais três horas, o que exigia que o atacante continuasse usando todo o seu poder de processamento por várias horas para substituir todos os blocos criados nesse período. Como o uso desse processamento custa energia elétrica, o ataque começa a ficar financeiramente inviável. Outros ataques Além do Bitcoin Gold, as moedas Monacoin e Verge também sofreram ataques semelhantes em maio. No caso da moeda Verge, a situação foi agravada por um erro de programação que permitiu que um atacante criasse diversos blocos em pouco tempo. Já no caso da Monacoin, o atacante criou diversos blocos e não os propagou para a rede. Quando ele liberou todos de uma só vez, ele inutilizou o trabalho de outros participantes e causou confusão, já que diversas transferências foram revertidas. Segundo relatos de sites especializados, exchanges interromperam operações com a Monacoin por causa do ocorrido. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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27/05 - Seleção para analista de sistemas da UEPB inscreve até este domingo
Processo seletivo oferece 20 vagas; taxa de inscrição custa R$ 40 e a data das provas foi redefinida para o dia 17 de junho. Campus da UEPB em Campina Grande Junot Lacet Filho/Jornal da Paraíba As inscrições do processo seletivo da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) para analistas desenvolvedores de sistemas, que foram reabertas na segunda-feira (21), terminam neste domingo (27). Ao todo, estão sendo ofertadas 20 vagas e as inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site da UEPB. O edital publicado no site da Comissão Permanente de Concursos da instituição (CPCon) prevê remuneração de R$ 3.362,80. Os interessados devem enviar o currículo com título “Vaga para Desenvolvedor” no assunto do e-mail para selecaosimplificadactic@uepb.edu.br. A taxa de inscrição custa R$ 40 e a data das provas foi redefinida para o dia 17 de junho. Veja o edital retificado da seleção de analistas de desenvolvedores de sistema da UEPB. De acordo com o edital, para concorrer ao cargo, o candidato precisa ter nível superior em ciências da computação ou áreas afins, além de um ano de experiência comprovada com desenvolvimento em JAVA2EE (Servlet, JSP, JSTL, JSF) ou frameworks baseados em Javascript. Além disso, é necessário conhecimento prático nas tecnologias React (javascript), Primefaces (JSF), Spring boot e Hibernate. Suspensão do edital pela Justiça Após solicitação da Defensoria Pública da Paraíba, a Justiça do Estado suspendeu o concurso. O edital retificado reserva agora 5% das vagas para portadores de deficiência (física, auditiva, visual, mental ou múltipla). A Reitoria da UEPB informou que autorizou a republicação do edital com as vagas reservadas antes mesmo da decisão judicial. A suspensão do concurso foi em relação a dois editais de seleções da UEPB - esse das 20 vagas para analistas de sistema e outro com 42 vagas para agente de portaria. Segundo o defensor Marcel Joffily, os editais não previam cotas raciais e, além disso, o de analista de sistema não tinha vagas reservadas para candidatos com deficiência física. Diante do questionamento da Defensoria sobre as cotas raciais, a UEPB decidiu inserir nos editais dos processos seletivos a reserva de cotas para pessoas autodeclaradas negras. A universidade reconheceu que os questionamentos formulados são “absolutamente procedentes”, pois estão fundamentados no que determina a legislação em vigor.
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27/05 - Forças de segurança escoltam caminhões para garantir abastecimento de combustível
Em ao menos 11 estados, polícia e exército atuaram para assegurar que veículos fizessem o transporte. Neste domingo (27), greve de caminhoneiros chega ao 7º dia.  Acompanhe os reflexos da greve dos caminhoneiros em todo o Brasil As forças de segurança fazem neste final de semana escolta de caminhões-tanque para garantir abastecimento de combustível em ao menos 11 estados, além do Distrito Federal. Neste domingo (27), pelo sétimo dia consecutivo, caminhoneiros fazem manifestações pelo país, dando continuidade à mobilização contra a disparada do preço do diesel, que faz parte da política de preços da Petrobras em vigor desde julho de 2017. Ainda na sexta-feira (25), o presidente Michel Temer afirmou ter acionado forças federais para desbloquear estradas ocupadas por caminhonheiros em greve. Neste sábado (26), aeroportos pelo Brasil começaram a receber novos estoques de combustível. Para chegar até o destino, caminhões-tanque precisaram ser escoltados por forças de segurança em pelo menos quatro estados. Veja abaixo onde houve escolta de forças de segurança para garantir transporte do combustível: Distrito Federal Polícia Militar escolta rua que dá acesso as distribuidoras de combustível no DF Polícia Militar/Reprodução Até as 11h30, 49 caminhões-tanque de combustível e 5 de gás de cozinha saíram das distribuidoras de combustíveis, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), para abastecer os postos do DF. Todos os veículos são escoltados por carros da Polícia Militar. Acre caminhoneiros liberam passagem de caminhões com combustíveis, gás e cargas perecíveis A pós um acordo com a Polícia Rodoviária Federal do Acre (PRF-AC), os caminhoneiros liberaram neste domingo (27) as carretas que estavam carregadas de combustíveis, gás de cozinha e os que têm produtos considerados perigosos, além das cargas perecíveis. O superintendente da Polícia Rodoviária Federal do Acre (PRF-AC), César Henrique, afirmou que a corporação está escoltando todos esses caminhões para os locais onde devem ser descarregadas as cargas. Ceará Caminhão sendo escoltado por agentes de segurança de Fortaleza. Reprodução/TV Verdes Mares Empresas de ônibus do transporte público de Fortaleza receberam combustível neste sábado (26) para garantir a operação dos coletivos pelos próximos dias. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) comunicou que caminhões-tanque foram levados com escolta policial para reabastecer os veículos. Espírito Santo Motoristas enfrentam fila para abastecer em um posto de combustível de Vitória Carlos Palito/ TV Gazeta De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado (Sesp), estão sendo escoltados caminhões-tanque com combustíveis que chegam aos postos e que servem à população. As operações de escolta foram finalizadas no final da noite deste sábado (26) e retomadas no início deste domingo (27). Mato Grosso PRF e Exército escoltaram 10 caminhões para abastecer postos em MT Luis Roberto Fileto/TVCA Sete postos de combustível na região de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, foram reabastecidos na manhã deste domingo (27) por caminhões carregados com o produto sob escolta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e militares do Exército Brasileiro. Policiais rodoviários, militares e civis se mobilizam na manhã deste domingo para escoltar os veículos para postos de combustível em Rondonópolis e cidades vizinhas. No entanto, o abastecimento será fornecido apenas para veículos de urgência e emergência, como as Polícias Militar, Civil e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Mato Grosso do Sul No Mato Grosso do Sul, diversas carretas saíram escoltadas de uma refinaria da Petrobrás para abastecer postos de Campo Grande, onde a maioria está sem combustível, Corumbá e Dourados. Muitos motoristas dorminaram na fila dos postos da capital do estado esperando o abastecimento. A escolta é usada para as acidades mais distantes. No caso de Corumbá, o os caminhões-tanque foram escoltados pela Polícia Rodoviária Federal. Paraná Ônibus vão rodar normalmente em Maringá na segunda-feira (28) Reprodução/RPC Os ônibus do transporte público de Maringá vão circular normalmente nesta segunda-feira (28). Segundo a empresa responsável pelo serviço, um caminhão carregado com combustível chegou na garagem da concessionária escoltado pela Polícia Militar e abasteceu a frota. Pernambuco Em Guararapes, na região metropolitana do Recife, caminhoneiros autônomos foram convocados para ir ao porto de Suape buscar combustível. Eles estão aguardando a escolta das forças de segurança. Há uma fila de caminhões que estão sem combustíveis e vão sair assim que a escolta se formar. Além disso, dez caminhões tanque chegaram ao porto conduzidos por militares do exército para pegar querosene de aviação. Rio de Janeiro Viaturas da Polícia do Exército chegam na Reduc Reprodução / Tv Globo Comboio de veículos do exército chegou à refinaria de Duque de Caxias (Reduc) para reforçar a segurança no local. O trânsito na Rodovia Washington Luís está livre e no local se concentram manifestantes. Santa Catarina Caminhão com produtos químicos para tratamento da água é escoltado pela polícia em SC Casan/Divulgação No estado, foram liberados, após negociação, 50 mil litros de combustível. Os caminhões-tanque vão sair escoltados de Biguaçu (SC), na região metropolitana de Florianópolis. Às 17h, devem sair outros caminhoes da refinaria para o transporte público que atende a capital do estado e cidades do entorno. Viaturas da Polícia Militar também vão ser atendidas. São Paulo PM escolta caminhão com diesel até empresa para abastecer ônibus em Ribeirão Preto Em Barueri, caminhões-tanque devem ser escoltados de uma distribuidora da Petrobras para levar combustível à capital e cidades da Grande São Paulo. Há diversas viaturas da PM esperando os caminhões serem carregados. Um batalhão de choque e motos da polícia est~]ao na porta do local. Além disso, em Ribeirão Preto, um caminhão com 44 mil litros de combustível foi escoltado pela PM até uma das empresas permissionárias do transporte público do município na tarde deste sábado (26). Apesar disso, a Transerp informou que os ônibus não vão circular neste domingo (27). O veículo deixou o terminal de petróleo no bairro Adelino Simioni, zona norte da cidade e foi escoltado por quatro viaturas da PM da Rodovia Alexandre Balbo (SP-328) até a garagem de uma das empresas do Consórcio PróUrbano. Na sexta-feira (25), a Transerp, empresa que gerencia o transito e o transporte público, obteve uma liminar para garantir o abastecimento da frota de ônibus em Ribeirão Preto. Apesar da entrega dos 44 mil litros de diesel, a Transerp informou em nota que a quantidade ainda não é suficiente para restabelecimento dos serviços e manteve a suspensão da frota neste domingo. Mato Grosso Dez caminhões carregados de combustíveis serão escoltados por forças de segurança e Exército em Rondonópolis Luis Roberto Fileto/TVCA
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27/05 - 10 aeroportos estão sem combustível neste domingo; veja lista
Situação é reflexo do sétimo dia consecutivo de paralisação dos caminhoneiros no país.  18h25: Aeroportos onde houve cancelamento de voos Igor Estrella/G1 Ao menos 10 aeroportos do Brasil estão sem combustível. Passageiros devem procurar a companhia aérea para confirmar os respectivos voos, informou a Infraero neste domingo (27). Nove deles são da Infraero, que divulgou balanço às 20h45. O outro é o de Ribeirão Preto, administrado pelo Daesp, do governo do estado. O aeroporto de Brasília chegou a ficar sem combustível, mas foi reabastecido. Em nota, a Infraero diz: "Os aeroportos estão abertos e têm condições de receber pousos e decolagens. Nos terminais em que o abastecimento está indisponível no momento, as aeronaves que chegarem só poderão decolar se tiverem combustível suficiente para a próxima etapa do voo". O comunicado completa: "A empresa alertou aos operadores de aeronaves que avaliem seus planejamentos de voos para que cada um possa definir sua melhor estratégia de abastecimento de acordo com o estoque disponível nos terminais de origem e destino". Houve cancelamentos de voos em todo o país. Veja os aeroportos sem combustível: Ribeirão Preto (SP) São José dos Campos (SP) Uberlândia (MG) Ilhéus (BA) Campina Grande (PB) Juazeiro do Norte (CE) Aracaju (SE) Maceió (AL) Joinville (SC) João Pessoa (PB) Initial plugin text
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27/05 - Pesquisa mostra as principais frustrações dos candidatos nos processos de seleção
Lentidão no retorno sobre o andamento do recrutamento, necessidade de várias entrevistas e a falta de comunicação estão entre principais causas. Candidatas durante processo de seleção para emprego Jomar Bellini / G1 Pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Robert Half mostra que a principal frustração dos candidatos a emprego é com a lentidão no retorno sobre o andamento do recrutamento. A necessidade de várias entrevistas e a falta de comunicação sobre o processo de seleção são as outras causas de frustração mais citadas pelos entrevistados. A pesquisa foi realizada com 9 mil profissionais de 11 países (Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, França, Alemanha, Hong Kong, Holanda, Singapura, Suíça e Reino Unido), sendo 1.000 deles brasileiros. Veja as frustrações dos candidatos brasileiros: 58,1%: retorno lento para informar o resultado no processo de recrutamento; 48,6%: fazer várias entrevistas com o mesmo empregador; 48,2%: falta de comunicação a respeito das etapas necessárias no processo; 41,7%: falta de transparência sobre benefícios e recompensas; 30,2%:demora na decisão; 29,1%: alterações das exigências do cargo; 25,2%: dificuldade para marcar entrevistas; 18,9%: decepção com os termos do contrato. Em relação à média global, a pesquisa revela que, para os entrevistados estrangeiros, a questão da demora na decisão tem maior peso que a falta de transparência sobre benefícios. Candidatos 'fominhas' De acordo com a pesquisa da Robert Half, quando estão buscando uma nova colocação, 63,4% dos profissionais brasileiros chegam a se candidatar a cerca de 10 oportunidades ou mais ao mesmo tempo. A pesquisa revela ainda que 99,5% dos entrevistados afirmaram já terem recebido mais de uma oferta enquanto buscavam novas oportunidades, com 51,2% deles recebendo mais de uma oferta “com frequência” ou “sempre”. Candidatos 'implacáveis' O estudo destaca ainda que 52,1% dos candidatos brasileiros afirmam que não recomendariam uma empresa com falhas no processo de seleção como possível empregadora, e 43,1% demonstram disposição em cancelar a candidatura caso não recebam um retorno em tempo hábil. “O processo de recrutamento de uma empresa precisa levar em conta as expectativas do atual perfil de candidatos", diz Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half. Ele recomenda que as organizações revisem seus processos de seleção, entendendo que simplificar não quer dizer pular etapas.
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27/05 - Granja no RJ cria galinhas livres de gaiolas e valoriza seu bem-estar
O bem-estar animal é uma ideia cada vez mais forte entre consumidores e criadores. Em uma granja em Paraíba do Sul, as galinhas poedeiras recebem um tratamento diferente do convencional.     Atualmente, cada vez mais consumidores topam pagar mais caro por um produto que respeita o bem-estar animal. É um mercado em crescimento, que também desperta o interesse dos criadores. Em Paraíba do Sulx, no Rio de Janeiro, há uma granja onde as galinhas poedeiras recebem um tratamento diferente do convencional. Lá, o conforto das aves é essencial para o sucesso do negócio. Mais de 100 semanas confinadas em gaiolas coletivas com 10, 12 aves, dependendo do sistema. Assim vive a maior parte das galinhas poedeiras nas criações convencionais. O espaço destinado a cada uma delas é bem pequeno e não dá para andar, ciscar. Basicamente, elas só fazem movimentos para comer e botar. O resultado são aves estressadas, que brigam, se bicam e adoecem. Por isso, elas recebem antibióticos preventivamente junto com a ração. O conceito do conforto animal não faz parte desse sistema. Um dia, a americana Adele Douglas visitou uma granja dessas. Ela ficou incomodada com o que viu e decidiu trabalhar para mudar o rumo das coisas: fundou uma organização não governamental, que estabeleceu regras para a criação de animais de um jeito mais humanizado e uma certificação, um selo, concedido para propriedades que adotam o sistema.  Assim, o consumidor pode escolher que tipo de ovo quer comprar. E deu certo: com a pressão do mercado, muitas granjas, no mundo todo, passaram a adotar a chamada produção “cage free”, expressão que em português significa “livre de gaiola”.   “Ela se baseou em um programa já existente na Grã-Bretanha, criou um comitê cientifico formado por 40 profissionais especialistas em bem-estar animal de vários países, inclusive brasileiros. E escreveu normas de bem-estar animal e aplicáveis a realidade”, explica Luiz Mazzon, diretor da filial brasileira da certificadora que concede o selo criado por Adele Douglas. A lista de normas é bem extensa. A primeira delas, claro, é eliminar as gaiolas e alojar as galinhas em galpões onde possam caminhar, ciscar e até estabelecer relações sociais, como dizem os técnicos. Também é obrigatório instalar poleiros, ninhos para postura e muito mais, como explica Luiz: “A granja precisa respeitar os critérios da Humane Farm Animal Care, que é um caderno de mais ou menos 30 páginas, que tem dezenas de exigências”. Tendência mundial Uma granja no município de Paraíba do Sul, no estado do Rio de Janeiro, é um bom exemplo de como funciona uma criação sem gaiolas. Ela pertence ao grupo Mantiqueira, um dos maiores produtores de ovos do mundo. O presidente, Leandro Pinto, conta que esta é a primeira deste tipo montada pela empresa e o plantel já tem 500 mil galinhas: “Isso aí é uma tendência que está acontecendo faz tempo nos países de primeiro mundo. Eu conheci essa avicultura de 2012 e tive coragem de encabeçar em escala em maio de 2017”. Além de muito amistosas e sociáveis, as galinhas criadas nesse sistema são bastante produtivas. A granja consegue uma postura de 85%, ou seja, de cada 100 galinhas, 85 produzem um ovo por dia. Mais do que nas unidades convencionais da empresa, onde a taxa média de desfrute é 80%. “Isso aí com certeza é resultado do bem-estar. Aqui, a lotação máxima que a gente pode ter, estipulada pelas normas da certificadora, é de sete aves por metro quadrado. Para não haver nenhuma competição indevida entre elas, competição por alimento, as aves têm que ter, no mínimo, cinco centímetros de cada lado do comedouro por ave”, explica o veterinário Márcio Carvalho, responsável pela granja. O espaço no poleiro também tem regra: pelo menos, 20 centímetros para cada ave. No sistema sem gaiolas, a quantidade de ninhos varia de acordo com o modelo. Para um dos tipos, tem que ter um ninho para cada cinco aves, que vão se revezando na postura ao longo do dia. E até a temperatura da água servida aos animais é controlada. “É estabelecido pela norma que a galinha sente dificuldade de ingerir essa água a partir do momento que ela passa de 36 graus. Se ela não beber água, ela não vai se alimentar direito e não se alimentando, não vai produzir”, explica Márcio. A qualidade do ar dentro da granja também é importante para o bem-estar das aves. E ela está diretamente relacionada com a chamada cama, o material que cobre o piso do galpão. O veterinário explica: “A gente tem que medir concentração de amônia no ar, que também está relacionado a qualidade da cama. Se a gente deixar a cama ficar úmida, a gente vai ter um aumento do nível de amônia no ar. Então, a gente se preocupa com a cama, se preocupa com a qualidade do ar e aí a gente tem o ambiente perfeito pra galinha”. Nesse sistema, é proibido alimentar as galinhas com ração que contenha proteína de origem animal, como farinha de peixe ou de osso, por exemplo. Antibióticos são permitidos, mas apenas para tratamentos. Nunca de forma preventiva. Vacinas são liberadas. “A gente não tem problema com doenças, não tivemos até agora e parece que não vamos ter. Aqui, a gente parte do princípio que a galinha recebendo uma ração de qualidade, estando bem nutrida, seguindo todos os parâmetros de bem-estar, a gente não tem problema de doença nessa criação”, garante Márcio. Para atender às normas e montar toda essa estrutura, a empresa gastou bastante: R$ 10 milhões, segundo o presidente Leandro Pinto. Segundo ele, esse valor é quase o dobro do que gastaria para implantar uma granja convencional. Hoje, essa unidade produz cerca de 425 mil ovos por dia, que também custam 35% mais caro, porque a produção por área é menor e a necessidade de mão de obra maior. O principal problema hoje é que a granja ainda não tem mercado para tanto ovo. Quase metade da produção é vendida como produto convencional. “Nós estamos criando o mercado, porque criou-se um produto, criou-se uma demanda que a gente, através de ONGs, de pessoas que querem cuidar do bem-estar animal, criamos uma produção e estamos correndo agora atrás da demanda. Mas quem vai fazer a grande transformação são as empresas e as indústrias que estão se comprometendo, a partir de 2025, a usar ovos 100% de galinhas soltas”, afirma Leandro. No mercado, ovo de galinha livre também custa mais caro que o convencional. Luiz Cláudio Hass, gerente comercial de uma rede nacional de supermercados, explica que, mesmo assim, o interesse por alimentos provenientes de criações que respeitam o bem-estar animal, está crescendo: “No caso dos ovos, a única opção que a gente tinha era dos ovos caipiras e dos ovos orgânicos, mas o custo desse produto é muito elevado. Este ovo livre de gaiola custa aproximadamente de 15% a 20% mais caro que um ovo tradicional, mas ele tem o benefício de ser 30% mais barato que um ovo de galinha caipira, que está em disponibilidade no mercado”. Os ovos de galinhas livres ainda representam apenas 5% das vendas da rede, mas Luiz Cláudio acredita que dá para melhorar muito nos próximos anos: “O nosso objetivo é chegar em 100% até 2025. O que falta para chegar nisso é, principalmente, que a gente tenha mais produtores. Com mais produção, o custo vai se tornar cada vez mais acessível e, além disso, o que a gente precisa é criar mais informação. Também da nossa parte levar até o consumidor a informação do benefício que esse produto tem, do cuidado da produção com as galinhas. A medida que o consumidor ganha esse conhecimento e essa informação, ele passa valorizar o produto e esse custo acima que ele tem hoje”. Para receber o selo da criação livre de gaiolas, o produtor também tem que respeitar as leis trabalhistas, ambientais, passar por fiscalizações periódicas da certificadora. O sistema dá bem-estar aos animais e ainda pode trazer vantagens em um mercado cada vez mais exigente. Vale reforçar: nos modelos de criação orgânico e caipira, as galinhas também não ficam em gaiolas e, muitas vezes, têm acesso a áreas externas de pastagem.
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27/05 - A informação pode alterar o lucro dos investimentos
ma fábrica de remédios anuncia uma nova droga que cura determinado tipo de câncer, como o mercado irá reagir? A Hipótese de Mercados Eficientes (HME) é base de vários modelos para determinar o preço de ativos. É uma teoria, no limite, apoiada na suposição de que toda informação está disponível para todos e incorporada aos ativos. Os preços refletiriam o que todo qualquer investidor sabe a respeito deles, sendo impossível alguém lucrar com uma informação exclusiva. Mas também é comum no mercado financeiro uma diferença, muitas vezes grande, entre os lucros de alguns investidores e dos demais. Se a informação é a mesma para todos, como é possível? É a contradição que levou Sanford Grossman e Joseph Stiglitz a questionar se os mercados são mesmo eficientes. Os dois são autores do estudo “A impossibilidade da eficiência informacional dos mercados”, que questiona a HME. Grossman é formado pela Universidade de Chicago, onde obteve seu doutorado, e desenvolveu estudos na área financeira. Já Stiglitz recebeu o prêmio Nobel de Economia em 2001 pelo artigo "Os fundamentos da teoria dos mercados com informações assimétricas", que também aborda a Hipótese de Mercados Eficientes. A ideia da eficiência dos mercados, argumentam os dois, não leva em conta que informações privadas influenciam os preços antes de virem a público. É a famosa “informação de dentro”. Há na verdade duas classes de investidores: os informados, que arcam com o custo de obter informações privadas e também lucram mais, e os desinformados, livres dos custos de informação, mas também em desvantagem em relação aos ganhos. Era o caso, por exemplo, da Variação dos Custos Médico-Hospitalares (VCMH). As consultorias privadas que prestavam o serviço de calcular o VCMH divulgavam os dados isoladamente e, por questões comerciais, não comparavam os resultados entre si. Os maiores beneficiados eram os investidores de grandes indústrias farmacêuticas, que obtinham as informações em privado com as consultorias e antecipavam o que viria nos balanços. Já os demais investidores contavam apenas com a informação pública. Ocorria uma assimetria informacional grave. No Brasil, por exemplo, o VCMH supera a inflação média em 2,8 vezes. Porém, de maneira inédita, um estudo foi produzido pelo Instituto de Estado de Saúde Suplementar (IESS) no mês de abril, comparando os custos sob uma perspectiva internacional. A ideia é ajudar a compreender a precificação dos tratamentos e trazer uma maior transparência ao serviço de saúde, ajudando a diminuir as atuais assimetrias de informação. Falhas de mercado como ausência de indicadores de qualidade, falta de transparência nas relações entre os agentes de mercado, a incorporação de novos procedimentos, medicamentos e tratamentos sem critérios de custo-efetividade potencializam o aumento da VCMH brasileira. Com o conhecimento destes custos, é possível a discussão sobre como aprimorar os gastos. A precisão das informações obtidas pelos investidores informados e o “ruído”, que atrapalha a disseminação da informação, são extremamente importantes para o modelo de Stiglitz e Grossman. Quanto maior a precisão, mais a informação fará parte dos preços. Quanto mais ruído, menos informativos são os preços. E quanto menos informativos os preços, maior o retorno para quem possui a informação. A solução é uma situação de ruído zero, na qual 100% da informação estejam disponíveis. Para existir equilíbrio, todos os investidores estarão informados. Neste caso, não haveria motivação para alguém buscar a informação privada, pois todas seriam públicas. A análise de Joseph Stiglitz e de Sanford Grossman não nega a validade da Hipótese dos Mercados Eficientes, apenas se propõe a redefini-la, ressaltando a assimetria entre os dois tipos de investidores. Por esta hipótese, os investidores informados decidem baseado no retorno daquele investimento enquanto os desinformados apenas conseguem observar o efeito das informações no preço do investimento. *Post em parceria com Arthur Sant’Anna, graduando em Direito, e José Vitor Guglielmi, graduando em Administração de Empresas, pela Fundação Getúlio Vargas. Ambos são consultores da Consultoria Júnior de Economia da EESP-FGV.
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27/05 - Bahia Farm Show movimenta o agronegócio do Nordeste
A feira, que acontece em Luís Eduardo Magalhães, começa na terça-feira (29) e deve faturar R$ 1,5 bilhão.     Na próxima terça-feira (29), começa a Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhãesx. A feira deve receber 75 mil visitantes. Máquinas chegando, estandes subindo... Muita gente trabalha para deixa tudo prontinho até terça-feira. A Bahia Farm Show é a maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste do país. Durante cinco dias, Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, se torna o ponto de encontro de agricultores, empresas e profissionais do agronegócio.   “O produtor está cada vez mais confiante e, principalmente, pra estar próximo dessa tecnologia, pra que ele possa cada vez mais estar trocando sua frota, aumentando sua capacidade de produção, com menor custo”, afirma Rosi Cerrato, coordenadora da feira. A feira acontece em um dos melhores momentos do agronegócio regional. O oeste da Bahia colheu este ano a sua melhor safra de soja: cerca de seis milhões de toneladas. Se no campo a produtividade bateu recorde, fora dele esse ritmo continua acelerado. Os organizadores do evento esperam superar a última edição em volume de negócios, com uma movimentação de mais de R$ 1,5 bilhão. A feira foi prorrogada por mais um dia, até domingo (3), porque a greve dos caminhoneiros provocou atraso na montagem de alguns estandes.
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27/05 - Greve de caminhoneiros chega ao 7º dia; forças de segurança escoltam veículos de reabastecimento
Ministro da Segurança Pública disse que PF instaurou 37 inquéritos para apurar 'apoio criminoso'. Segundo balanço, persistem 566 pontos de bloqueio em rodovias. Acompanhe os reflexos da greve dos caminhoneiros em todo o Brasil Pelo sétimo dia seguido, caminhoneiros fazem manifestações pelo país. Os atos deste domingo (27) dão continuidade à mobilização contra a disparada do preço do diesel, que faz parte da política de preços da Petrobras em vigor desde julho de 2017. O Palácio do Planalto passou o domingo em reunião. O presidente Michel Temer convocou alguns ministros, dentre eles Eliseu Padilha (Casa Civil), Raul Jungmann (Segurança Pública) e Segurança Institucional (Sérgio Etchegoyen), para a nova rodada de conversas. À noite, um grupo de representantes de caminhoneiros autônomos foi chamado ao Palácio do Planalto para se reunir com integrantes do governo. À tarde, o Senado convocou para esta segunda-feira (28) uma sessão extraordinária para tentar votar a urgência do projeto que cria preços mínimos para o frete. Acompanhe em tempo real Como é calculado o preço do diesel; ENTENDA O que levou à alta dos combustíveis? Combustíveis Em ao menos 11 estados (Alagoas, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo) e no Distrito Federal alguns postos foram reabastecidos. Em diversas cidades, motoristas têm de esperar em filas de veículos para colocar combustível. Além disso, as forças de segurança fizeram neste final de semana escolta de caminhões-tanque para garantir abastecimento de combustível em ao menos 11 estados, além do Distrito Federal. Em Santa Catarina, 254 dos 295 municípios relataram problemas de abastecimento de combustíveis, conforme dados do governo estadual divulgados na sexta. Em Florianópolis, não há mais combustíveis nos postos, assim como em Blumenau. Ao menos cinco postos de Salvador receberam gasolina e amanheceram com filas gigantes neste domingo. Apesar da chegada da gasolina, os postos não têm etanol, nem diesel. Os donos dos estabelecimentos não tem previsão de quanto a gasolina pode durar, porque isso depende da demanda. Eles também não têm detalhes de quando receberão a próxima carga, que desta vez foi escoltada pela polícia. O estoque de combustíveis nos postos de Alagoas deve ser normalizado em uma semana, de acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado (Sidicombustíveis-AL). Alguns começaram a ser abastecidos na noite de sábado (26), mas neste domingo (27) já havia relatos de baixo estoque novamente. No Pará, postos da região metropolitana estão sendo reabastecidos. Mas as regiões nordeste e sudeste do Estado ainda têm postos com estoque zerado. Com a liberação das estradas em Rondônia, os caminhões de combustível puderam abastecer os postos em diversas cidades, gerando filas ainda na noite do sábado. Desde sábado, o governador do Mato Grosso, Petro Taques (PSDB), decretou situação de emergência por causa do desabastecimento de combustível. Em Paulínia (SP), oito carretas com carga de querosene deixaram a refinaria Replan a caminho do Aeroporto de Viracopos, em Campinas. Também saíram da refinaria 12 carretas com gás de cozinha. Serviços essenciais Mesmo com bloqueios e protestos, operações estão sendo feitas no país para garantir o funcionamento de serviços essenciais. (Veja abaixo a situação de alguns serviços essenciais em alguns estados do país) Em Fortaleza, por exemplo, foi montada uma operação para reabastecer hospitais e postos. Em Rondônia, uma operação semelhante foi montada para garantir o reabastecimento em usinas e o transporte de materiais hospitalares. Aeroportos Ao menos 11 aeroportos estão sem combustível, segundo balanço da tarde deste domingo. São eles: Ribeirão Preto (SP) Pampulha (MG) São José dos Campos (SP) Uberlândia (MG) Ilhéus (BA) Campina Grande (PB) Juazeiro do Norte (CE) Aracaju (SE) Maceió (AL) Joinville (SC) João Pessoa (PB) As reservas de querosene do aeroporto de Brasília se esgotaram na tarde deste domingo. No fim da tarde, a operação ganhou fôlego na operação ao receber 550 mil litros de combustível. Com isso, o aeroporto saiu do zero e chegou a 18% das reservas. Alimentos Mapa dos estados onde houve impacto no abastecimentos dos Ceasa Igor Estrella/G1 O abastecimento de carne de aves e suínos pode demorar até dois meses para se normalizar depois que for encerrada a greve dos caminhoneiros. A estimativa foi divulgada pela entidade que representa o setor, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Por falta de ração e espaço para os animais, há risco de canibalização, e os animais devem ser sacrificados. 64 milhões de aves e pintinhos já morreram 1 bilhão de aves e 20 milhões de suínos estão sem ração 167 unidades de produção de carne estão com atividades suspensas 234 mil trabalhadores estão com atividades interrompida Estoque de frios está no fim em supermercados de Maceió que recebem carregamento do Recife Cau Rodrigues/G1 Continuam os relatos de escassez de produtos e alta de em supermercados. Em Maceió, por exemplo, o gerente de uma loja disse que a perda tem sido maior no setor de hortifrutigranjeiros, principalmente por causa do desabastecimento na Ceasa. As Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina (Ceasa-SC) dizem que há desabastecimento de aproximadamente 85%. A Associação Catarinense de Supermercados (Acats) informou que já há falta de vários produtos nos estabelecimentos. Sem produtos, a Ceasa de Joinville foi fechada. Inquéritos da Polícia Federal PF abre 37 inquéritos para investigar locaute na greve dos caminhoneiros Em entrevista coletiva na noite deste sábado (26), o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que a Polícia Federal instaurou 37 inquéritos em 25 estados para apurar prática de locaute durante a greve dos caminhoneiros. Locaute (termo originado a partir da palavra em inglês lock out) é o que acontece quando os patrões de um determinado setor impedem os trabalhadores de exercer a atividade. A prática é proibida por lei. Na entrevista – da qual participou o ministro da Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen –, Jungmann disse que houve "apoio criminoso" de empresas ao movimento, que, segundo ele, "irão pagar por isso". O ministro declarou que os responsáveis estão sendo convocados para prestar depoimento. "Temos comprovado, seguramente, que essa paralisação por caminhoneiros autônomos, em parte, teve desde seu início a promoção e o apoio criminoso de proprietários, patrões de empresas transportadoras e distribuidoras. E podem ter certeza que irão pagar por isso", declarou. De acordo com o ministro, mandados de prisão já foram expedidos, mas ele não soube informar se eles já tinham sido cumpridos. Jungmann afirmou que a Polícia Rodoviária Federal emitiu 400 autos de infração no valor total de R$ 2,03 milhões, sem incluir as multas de R$ 100 mil por hora determinadas em decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Fila de carros para abastecer em posto de combustível na Avenida Engenheiro Caetano Álvares, no bairro do Limão, na zona norte de São Paulo, que vende etanol a R$ 4,89 reais o litro Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo Ministro vai levar propostas a Temer O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse na noite deste sábado que vai levar para o presidente Michel Temer novas propostas para tentar encerrar o movimento dos caminhoneiros. Marun se reuniu no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, com o governador Márcio França (PSB) e lideranças do movimento dos caminhoneiros de São Paulo. Entre as propostas que serão levadas para Brasília, Marun destacou: garantia de que o desconto de 10% no valor do diesel vai chegar na bomba de forma efetiva; possibilidade de que a manutenção do preço seja ampliada de 30 para 60 dias; e o fim da suspensão da cobrança de tarifa de pedágio para eixo elevado dos caminhões para todo o país. Este último ponto já foi acertado pelo governo de São Paulo com os caminhoneiros. Temer assinou decreto Na noite desta quinta-feira (24), o governo federal e respresentantes de caminhoneiros haviam anunciado proposta para suspender a greve por 15 dias. Ainda assim, a paralisação continou. Já na tarde deste sábado (26), o presidente Michel Temer assinou um decreto que permite ao governo assumir o controle de caminhões para desobstruir as rodovias, uma medida chamada de "requisição de bens", anunciada já na sexta-feira (25). Em pronunciamento também na sexta, Temer havia dito que o governo acionou forças federais para desbloquear as estradas. No mesmo dia, o governo publicou um Decreto de Garantia da Lei e da Ordem que autoriza uso das Forças Armadas para liberar rodovias. Válido até 4 de junho, o decreto inclui: remoção ou a condução de veículos que estiverem obstruindo a via pública; escolta de veículos que prestem serviços essenciais ou transportem produtos considerados essenciais; garantia de acesso a locais de produção ou distribuição de produtos considerados essenciais; e medidas de proteção para infraestrutura considerada crítica. Veja os principais reflexos da paralisação pelo país: Transporte Governo de São Paulo informa que quase 80% dos bloqueios foram liberados nas rodovias do estado. Último balanço divulgado pelo governo mostra que ainda há 35 pontos de manifestação em rodovias estaduais e dois em rodovias federais. No sábado, eram 157 interrupções em rodovias estaduais e 15 em rodovias federais no estado. Neste domingo, dia de menor demanda, a frota do metrô e da CPTM opera normalmente, dentro dos padrões do final de semana. No aeroporto de Guarulhos, nenhum voo foi cancelado pela manhã deste domingo – entre as 6h e 7h, nenhum voo com mais de 30 minutos registrou atraso. Em Congonhas, até as 8h, dois voos haviam sido cancelados. O estado do Rio de Janeiro possui ainda 24 pontos de bloqueio nas estradas no começo da manhã deste domingo. A cidade do Rio segue em estado de atenção desde as 16h30 de sexta. O BRT, que havia voltado a funcionar às 17h de sábado após interromper os serviços por causa da falta de combustíveis, opera com 56 ônibus articulados (menos de 20% da frota). Rio Ônibus, sindicato que reúne as empresas de ônibus do município, informa que 13% da frota está circulando nas ruas da cidade do Rio neste domingo. Em Minas Gerais, há 57 pontos de paralisação, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ônibus não circulam em Belo Horizonte neste domingo, diz BHTrans Em Porto Alegre, vans escolares e táxis a R$ 6 são alternativas de transporte, já que a cidade está sem ônibus. Eles não vão circular neste domingo para poupar combustível para o dia seguinte. Em Florianópolis, o transporte coletivo no semana funciona com horário de domingo. Caminhoneiros liberaram a passagem de combustíveis para abastecer a frota da capital e das linhas intermunicipais da Grande Florianópolis. Nesta segunda-feira (28), a operação será com horários de sábado para o convencional, enquanto os executivos [amarelinhos] estarão suspensos. No Paraná, a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) informou que ainda há 50 pontos de bloqueio na região de Maringá, no norte do estado. Os bloqueios também continuam na BR-376 em Mandaguari, Mandaguaçu e Marialva, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A Infraero informou que as operações no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu estão normais neste domingo. Já foram realizadas três decolagens. Até a meia-noite, estão previstos 22 pousos e 21 decolagens na fronteira. Segundo a Infraero, não teve problema de abastecimento de aeronaves no Aeroporto de Foz até este momento. Em Goiás, havia 50 trechos bloqueados às 8h30 deste domingo (três a menos que o no dia anterior), informou a Polícia Rodoviária Estadual. Já a última atualização da Polícia Rodoviária Federal, apontou 22 pontos. Em Mato Grosso, pelo menos 12 pontos de bloqueio são registrados na manhã deste domingo. No Agreste e Sertão de Pernambuco, continuam interditados trechos das BRs 423, em Garanhuns e Iati; 424, em Caetés e Pedra; 316, em Floresta; 104 em Caruaru; e 232, em Caruaru, Sertânia, Belo Jardim e Pesqueira. Carros de passeio, veículos de emergência, motos e ônibus passam pelos locais, segundo a PRF. No Pará, a PRF informou que há 11 pontos de interdições parciais na manhã deste domingo. Na Paraíba, até a noite do sábado havia aproximadamente 25 pontos de interdições em rodovias, segundo a (PRF). O órgão não informou o número de rodovias interditadas neste domingo até as 9h. Em Rondônia, o último ponto de bloqueio na BR-364 foi desfeito na noite de sábado. Os manifestantes que estavam concentrados na rodovia próximo a Candeias do Jamari retiraram os caminhões da estrada, permanecendo nas margens da BR. Saúde Em São Paulo, as ambulâncias do Samu têm combustível para o atendimento até o fim de segunda-feira. Há ações no fim de semana para a recomposição dos estoques. A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que todas as unidades estão funcionando normalmente, com possibilidade de falhas pontuais por ausência de um ou outro funcionário. As cirurgias eletivas (agendadas) estão suspensas na rede estadual de Santa Catarina, que tem 13 hospitais próprios. Os procedimentos cirúrgicos serão reagendados. As cirurgias eletivas também foram suspensas em hospitais da rede estadual no Rio de Janeiro. Estoque de sangue está baixo, de acordo com o governo do estado. Coleta de lixo e serviços públicos Em São Paulo, não há coleta aos domingos. A prefeitura diz ter obtido combustível para seguir com o serviço nesta segunda. Já o serviço funerário funciona normalmente. Segundo a prefeitura, o estoque de combustível para o serviço de remoção de corpos é suficiente para garantir o serviço até a manhã deste domingo. Em Florianópolis, a coleta de lixo, que havia sido alterada, voltou a operar na noite de sexta, após negociação da prefeitura com caminhoneiros para liberação de combustíveis. Educação Aulas serão suspensas nesta segunda-feira (28) em parte de universidades do país e de escolas da rede estadual em razão da greve de caminhoneiros. Em ao menos 13 estados não haverá aula nas universidades federais: Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Não haverá aula na rede estadual de ensino em ao menos três estados (Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Sergipe) e também no Distrito Federal. Entre as capitais brasileiras, apenas a rede municipal do Rio de Janeiro não terá aulas nesta segunda. Em São Paulo, a USP, a Unesp e a Unicamp também tiveram as atividades letivas suspensas. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) suspendeu a segunda fase do XXV Exame de Ordem, que aconteceria em todo o país neste domingo, atribuindo a decisão aos reflexos da paralisação dos caminhoneiros. Energia e abastecimento A Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) emitiu comunicado na tarde de quinta para que a população que diminua o consumo de água tratada, porque o abastecimento dos produtos necessários para tratamento está comprometido. O estoque atual é suficiente para mais alguns dias. Em João Pessoa, começa a faltar gás. Segundo vendedores, são 600 pontos de revenda, mas boa parte já não tem mais o produto. Eles dizem que situação é de "colapso". Indústria A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) calcula que os prejuízos já passam dos R$ 200 milhões. Ainda não há estimativa total das perdas como um todo do setor produtivo. Veja a situação nos estados: Acre Alagoas Amapá Amazonas Alagoas Bahia Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso Mato Grosso do Sul Minas Gerais Pará Paraíba Paraná Pernambuco Piauí Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Rondônia Roraima Santa Catarina São Paulo Sergipe Tocantins Initial plugin text
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27/05 - Produtores de leite vivem drama com a paralisação dos caminhoneiros
Produto estraga com facilidade e depende de transporte rápido.     Os produtores de leite vivem um drama com a paralização dos caminhoneiros: o produto estraga com facilidade e depende de transporte rápido. Mais de 500 mil litros de leite foram jogados fora só na região de Passosx, no sul de Minas Gerais. “Isso é uma afronta para a gente que produz. É uma afronta para o consumidor que está assistindo. É uma afronta para o mundo. A que ponto chegamos”, diz Mauricio Coelho, gerente de uma fazenda.   Em Santa Catarina, o produtor de leite Felix Junior, de Chapecóx, bem que tentou fazer uma doação, mas não conseguiu: “Tentei falar com alguns hospitais do município, mas por questão de logística deles e questão de pasteurização do leite, eles acabaram recusando um pouco essa oferta, por avaliação da nutricionista deles”. Em São Paulo, a cena se repetiu em Taquaritubax, onde mais de cinco mil litros de leite foram para o ralo. No Paraná, a produtora  Margareth Coller revela a decepção com o que aconteceu na propriedade: “É triste porque você trabalha com leite de qualidade e produz e jogar assim fora”.
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27/05 - Paralisação de caminhoneiros gera reflexos no campo
Em granjas do PR, a alimentação das aves foi reduzida, já que a ração não chega. Também não há caminhões para retirar frangos prontos para o abate.       A greve dos caminhoneiros dominou a semana e trouxe impactos para a população. No campo, produtores, trabalhadores e rebanhos também foram afetados. Nas principais rodovias e estradas do país, a mesma imagem: filas e filas de caminhões parados nas faixas e no acostamento. Os reflexos no campo apareceram logo. Por falta de transporte, uma granja em Palotinax, no oeste do Paraná, recebeu pouca ração e o alimento dado aos pintinhos está no fim. São mais de 100 mil aves que podem ter o desenvolvimento prejudicado. O agricultor Gerson Araudi teme os prejuízos: “Falando só da remuneração que eu deixo de ter da integradora, seria algo em torno de R$ 100 mil, fora os meus custos da propriedade”. Em outra propriedade, mais problemas: o agricultor Ronaldo Vendrame não tem como transportar quase 150 mil aves já prontas para o abate. Ele teve que fracionar a ração dos frangos: “Dentro de uma normalidade, os frangos estariam se alimentando 16 horas por dia. Agora, com a restrição, apenas três horas. Então, o ganho de peso nesses dias é bastante baixo. É só pra manter o frango vivo”.   A ave que não sai do campo impacta os frigoríficos e cooperativas que fazem o abate e o processamento. No pátio de uma cooperativa, também em Palotina, mais de 50 caminhões carregados com carne de frango estão parados. Foi preciso ligar as carrocerias na tomada para refrigerar o ambiente e não perder a carga. O frigorífico, que é o maior em volume de produção do Brasil, com 530 mil frangos abatidos por dia, está vazio. Mais de cinco mil funcionários ficaram de braços cruzados. “Bate uma certa preocupação, porque não é só a empresa que está parada. Vários outros recursos que a gente depende também acabam sendo paralisados e acabam afetando a nossa vida lá fora”, diz Sirlene de Souza, funcionária da empresa. O prejuízo nesse frigorífico passa de R$ 7 milhões por dia. “O impacto é muito maior do que simplesmente não conseguir abater. A cadeia é muito extensa e os prejuízos estão pulverizados em todas as fases da cadeia produtiva”, afirma Neivaldo Burin, gerente da C.Vale. No Paraná, mais de 20 agroindústrias pararam a produção. Três milhões de frangos deixaram de  ser abatidos por dia no estado. Em outro frigorífico, em Cascavelx, são abatidos todos os dias 220 mil frangos. Cerca de 2400 funcionários trabalham de segunda a sexta-feira em dois turnos, mas nesta semana todos foram dispensados, porque a cooperativa suspendeu todas as atividades. Os estoques estão cheios e a produção não pôde ser escoada. “A situação agora está caótica, estamos caminhando para um momento de extrema dificuldade, não só não abater, mas também a falta de ração nas granjas”, afirma Dilvo Grollo, presidente da Coopavel. Acesso ao Porto de Santos fechado E não é só o mercado interno que está sendo afetado. O acesso ao porto de Santos, o maior do país, foi fechado pelo protesto. Uma parte dos caminhões não podia entrar e a outra sair. Muitos navios seguiram viagem sem carregar os conteineres com produtos brasileiros. Apenas nos três primeiros dias de manifestações, deixaram de ser exportadas 25 mil toneladas de carne de frango e de suínos. No mesmo período, mais de três mil conteineres com carne bovina não foram embarcados. Na câmara fria de uma das cooperativas estão armazenadas dezenas de caixas com carne destinada à exportação. Elas já deveriam ter seguido para o porto. “O cliente tem compromisso lá fora, ele não entende nosso problema aqui. Ele, com certeza, vai buscar outros fornecedores do mundo afora. E nós começamos a perder essas conquistas que o Brasil conseguiu ao longo dos anos, porque isso não é de uma hora pra outra, conquistar um cliente, um mercado, principalmente no mercado externo”, afirma Alfredo Lange, presidente da C. Vale.
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27/05 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 27/05/2018
Veja como obter informações sobre as empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Empresários falam dos prós e contras de oferecer Wi-Fi para os clientesKING OF THE FORK Rua Artur de Azevedo, 1317 – Pinheiros São Paulo/SP – CEP: 05404-013 Email: kof@kingofthefork.com.br Site: www.kingofthefork.com.br DAMP SORVETES ALPHAVILLE Calçada Régulo, 27, Centro de Apoio 2, Alphaville, Santana de Parnaíba – SP – CEP: 06541060 Telefone: (11) 4688-0363 E-mail: dampalphaville@terra.com.br Site: www.dampsorvetes.com.br Fanpage:  www.facebook.com.br/dampalphaville Instagram: @dampalphaville Veja a reportagem: Empresário cria opções de drinks que chamam a atenção pelo visualOLÍVIO - BAR E RESTAURANTE Rua Delfina, 196 - Vila Madalena São Paulo / SP - CEP: 05443-010 Telefone: (11) 2372-6477 Site: www.oliviobar.com.br Veja a reportagem: Donos de e-commerces apostam em outras opções de entregaABCOMM - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE COMÉRCIO ELETRÔNICO Endereço. Avenida Paulista, 171, 1o. Andar - Jardim Paulista São Paulo – SP – CEP: 01311-000 Telefone: (11) 3938-0678 Site: www.abcomm.org E-mail: imprensa@abcomm.com.br Fanpage: www.facebook.com/ABComm/ Veja a reportagem: Escritório de advocacia de São Paulo muda o padrão para atender startupsSBAC ADVOGADOS Av. Angélica, 2447, cjs 175 e 176 São Paulo /SP - CEP 01227-200 Telefone: (11) 2539-0766 Email: atendimento@sbac.com.br Site: http://www.sbac.com.br/pt/ Veja a reportagem: Empresária gaúcha lucra com aluguel de equipamentos de futebolhaSMILE FUTEBOLHA RS Telefones: (51) 98583-5332 / (51) 99600-3396 Site: www.smilefutebolhars.com Email smilefutebolhars@gmail.com Fanpage: Smile Futebolha RS Instagram: @smilefutebolhars
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27/05 - O que podemos aprender com o Vale do Silício – Parte II
Às vezes queremos tanto alcançar certos patamares que não nos atentamos ao óbvio. Vista de São Francisco (Foto: Juliana Munaro) Nas minhas férias esse ano resolvi realizar um sonho: percorrer a Highway 1, aquela estrada que cruza a Califórnia de norte a sul, acompanhando a costa do Pacífico. Ela está ali, ao lado do Vale do Silício, a meca da tecnologia e referência quando se fala em empreendedorismo inovador. Por isso, passei para visitar algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo e também marcos que contam a história desse lugar que virou inspiração mundial. A gente lê, ouve e fala muito sobre as diferenças entre os ecossistemas empreendedores e o que é possível apreender com o Vale do Silício. Eu mesma já fiz um artigo sobre o assunto. Minha proposta agora é esquecer essas listas por um tempo. Somos muito diferentes e seria muito difícil atingirmos qualquer meta querendo fazer o mesmo caminho. Não que não seja importante nos inspirarmos no que dá certo por lá. Porém, eu quero falar aqui de um ponto muito simples e que fez toda a diferença para que o Silicon Valey se tornasse o que é atualmente. Para isso, vou contar duas experiências que vivi em São Francisco, uma das cidades que compõem o Vale. Situações rotineiras mesmo, que não aconteceram em nenhum evento sobre empreendedorismo, muito menos em um local cheio de gênios da tecnologia.Situação número 1 Saímos de uma praça, onde ficam as Painted Ladies, casinhas com ares vitorianos que são um dos pontos turístico de São Francisco. Estávamos caminhando até uma loja e passamos por um bairro bem residencial. Na porta de uma casa, uma mulher montou uma banca para vender algodão doce. O objetivo era arrecadar dinheiro para pagar a cirurgia que o coelho, seu animal de estimação, precisava fazer. Então caiu a ficha de que empreender é algo cultural. Americanos são incentivados desde sempre a criar, vender, gerar renda. Mesmo que seja apenas um dinheiro extra para uma situação específica, como a cirurgia do pet. Não é à toa que a gente sempre vê nos filmes e séries de televisão aquelas crianças vendendo limonada para os vizinhos. É assim que o empreendedorismo é incentivado desde a infância. Não quero dizer que aqui em terras brasileiras não exista ninguém que tenha esse tipo de atitude. Sei que muita gente se vira nos trinta para ganhar a vida. Mas não é o mais comum e pouco vejo alguém incentivando crianças a ter essa mentalidade empreendedora. Apesar de haver algumas mudanças nos últimos anos, ainda estamos longe do ideal. Situação número 2 Em uma outra caminhada, longe do centro de São Francisco, mas em uma rua comercial de um bairro, demos de cara com uma loja de produtos tecnológicos de vários tipos. Era possível encontrar desde fones de ouvido com condução óssea, o que poupa os ouvidos de altos volumes, até anéis que monitoram deslocamento e batimentos cardíacos e equipamentos com projeção de telas que respondiam ao toque. No site da loja, que se chama b8ta, tem mais uma infinidade de produtos. É uma empresa com o objetivo de tornar o varejo acessível a qualquer fabricante de produtos inovadores e assim também permitir o acesso do consumidor. Sabe o mais bacana? Estava lotada! Tinha gente testando, clientes comprando e curiosos, como eu. Ver essa situação me fez notar que o consumidor por lá está disposto a testar e pagar por produtos novos, diferentes e nem sempre fabricados por marcas famosas. Dessa forma, o acesso a dinheiro por lá não é mais fácil só porque investidores estão mais dispostos a arriscar e colocar grana nas startups, mas também porque tem pessoas para consumir essa inovação. Minha conclusão Garagem da HP, berço do Vale do Silício (Foto: Juliana Munaro) Nas duas situações que descrevi o incentivo é o pano de fundo. As pessoas são incentivadas a empreender desde cedo e isso se fortalece na faculdade. Para quem não sabe, o marco da criação do Vale do Silício é a fundação da HP. A empresa surgiu por que Hewlett e Packard, estudantes em Stanford na época, foram incentivados pelo professor Fredereick Terman a abrir a própria empresa em vez de ir para o outro lado do país trabalhar para alguém. É também uma forma de incentivo o consumidor estar aberto a usar e pagar por novos produtos e serviços. Não olhar com desconfiança novas empresas e marcas que surgem é uma forma de ajudar no seu crescimento e assim na criação de empregos e até, pensando mais longe, no fortalecimento da economia.  Existem vários pontos que identificamos na mentalidade difundida no Valo do Silício e dizemos que precisam ser adotados por aqui. Falhar é positivo, somente a diversidade gera inovação de impacto, a forma de fazer networking e compartilhar ideias são alguns exemplos. Mas sabe uma coisa? De nada adianta nos preocuparmos com isso se não temos o ponto principal que fez o Vale do Silício surgir e se desenvolver: o incentivo. Por isso, não vire o nariz para a ideia de um jovem, fortaleça nos seus filhos a mentalidade empreendedora e ensine a seus alunos que empreender também é uma possibilidade de carreira. Empreendedorismo é uma forma de mudar o mundo e mudança é o que precisamos por aqui no Brasil.
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27/05 - Empresária gaúcha lucra com aluguel de equipamentos de futebolha
Pacotes custam a partir de R$ 370 por uma hora, para 12 jogadores. Por ano, a empresa faz 140 eventos e fatura R$ 70 mil.   O empresário que trabalha no setor de diversão tem que rebolar para conquistar a atenção do público. Uma empreendedora gaúcha entrou nesse campo com uma proposta bem diferente de se jogar futebol: o futebolha. Criatividade tem sempre oportunidade? “É sempre um bom negócio, produtos diferenciados no mercado, tu não oferecer os mesmos produtos que a concorrência, acho que esse é o principal”, afirma a empresária Joice Eccel. As bolhas com jeitão de alienígena surgiram na Dinamarca, em 2011 e logo conquistaram o planeta.  A Joice foi uma das primeiras pessoas a sentir que elas tinham faro pro gol e começou a alugar os equipamentos para eventos. “O mercado é bem abrangente, como nós somos pioneiros no estado a gente que abre caminho”, conta. Primeiro a empresária importou as bolhas, em 2015. Depois de seis meses de pesquisa, fez parceria com um fornecedor nacional, que desenvolveu o produto em PVC. A matéria-prima é o ar, envolvido num plástico super-resistente.  Os pacotes da empresa custam a partir de R$ 370 por uma hora, para 12 jogadores. Acompanham dois a cinco monitores. A empresária investiu R$ 60 mil em veículo e nas bolhas. A empresária pagou R$ 1.500 mil em cada bolha. Comprou 30. O investimento não é baixo, mas as bolhas já fizeram centenas de eventos, e continuam gerando lucro. Por ano, a empresa faz 140 eventos e fatura R$ 70 mil. As bolhas são transportadas vazias e dobradas pros eventos.  Enche na hora, em menos de cinco minutos. Então é fácil transportar, é só dobrar. É pesado, mas é fácil, cabe no carro. No último ano, o movimento da empresária mais que dobrou.  Ela quer comprar mais bolhas e também diversificar a atuação. “Imagino que ele vai cada vez mais crescer, porque o mercado está se abrindo, as pessoas estão conhecendo mais o esporte, acho que só tende a crescer”, diz Joice.SMILE FUTEBOLHA RS Telefones: (51) 98583-5332 / (51) 99600-3396www.smilefutebolhars.com Email smilefutebolhars@gmail.com Fanpage: Smile Futebolha RS Instagram: @smilefutebolhars
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27/05 - Bar em SP cria opções de drinks que chamam a atenção pelo visual
Uma bolsa de sangue, por exemplo, virou recipiente para uma das bebidas. O cliente gosta, posta e faz a propaganda do negócio nas redes sociais.   Sabe aquela história de divulgar um negócio pelo boca a boca? Na era digital, postar fotos em redes sociais pode ser usado como estratégia de vendas. Em São Paulo, um empresário sacou isso e criou produtos que chamam atenção pelo visual. O cliente gosta, clica, posta e faz a propaganda do negócio. Um bar em São Paulo oferece drinks diferenciados. A bolsa de sangue virou recipiente para um deles e foi criação do empresário João Paulo Warzée. “Eu vi em Paris, tem bar que serve tudo com seringa, e eu achei lugar para importar e está fazendo sucesso, lancei no Haloween e está fazendo sucesso”, conta o empresário. João adora viajar e nessas andanças pelo mundo percebeu que o consumidor quer mesmo é novidades. “Acho que as pessoas esperam experiência diferente. Elas esperam isso quanto mais coloca coisa diferente, atrai as pessoas”, diz. O público adorou. Tanto que o bar aberto por João e dois sócios em São Paulo tem fila de espera de até três horas – 55% do faturamento vem das bebidas. Num sábado são vendidos, em média, 700 drinks. Os preços variam de R$ 29 a R$ 37. Para divulgar a experiência, o empresário conta com uma importante aliada: a tecnologia. Em tempos de redes sociais, qualquer novidade é postada, os próprios clientes fazer a divulgação gratuita do negócio e quem sai ganhando é o empresário. A apresentação ajuda, mas as misturas que João inventa também. Ele é mixologista, profissional que usa técnicas de gastronomia para preparar as bebidas. Vinte e três pessoas trabalham no bar e para criar as peças que compõem a decoração de cada drink, o empresário conta com a ajuda de toda a equipe. Por enquanto são 22 opções.  Mas vem novidade por aí. “O mundo é muito grande vai pintar muita ideia nessa cabeça”, completa o empresário.OLÍVIO - BAR E RESTAURANTE Rua Delfina, 196 - Vila Madalena São Paulo / SP - CEP: 05443-010 Telefone: (11) 2372-6477www.oliviobar.com.br
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27/05 - Escritório de advocacia em São Paulo muda o padrão para atender startups
Lema é atender com transparência e falar a língua dessas empresas. Advogado especializado em startups dá dicas de segurança jurídica.   É preciso ter segurança jurídica para fazer os negócios do futuro dar certo. O PEGN conversou com um advogado especializado em startups para pegar umas dicas. Esqueça todos os conceitos sobre escritórios de advocacia. Para atender startup, os sócios de um escritório em São Paulo mudaram o padrão ou para falar a língua dessas empresas: foram disruptivos. A primeira mudança é no visual. “A gente não se veste assim [de camiseta] porque acha mais bonito do que se vestir de terno, mas é que quando a gente senta numa reunião com um rapaz de 18 anos, de tecnologia, você chega com dois advogados de terno e gravata, você meio que oprime a pessoa”, fala o advogado, Pedro Schaffaa. Não é só aparência.  O lema da empresa é atender com transparência. Confira as dicas jurídicas do Pedro: - É essencial ter um contrato social, feito por um advogado, registrado na Junta Comercial. É a certidão de nascimento da empresa. “Lá que você vai definir quem são os sócios qual a participação dele, quanto dinheiro vai ser colocado na empresa, qual o objetivo daquela empresa, qual é o nome.” - Ter acordo entre sócios, que determina as responsabilidades de cada um. “Considerando quatro pessoas, cada uma vai ter um quarto da empresa. Elas acham que todo mundo vai dedicar ¼ dos esforços e às vezes isso não acontece e as pessoas são obrigadas a excluírem uma, diminuir participação”. - Crie um contrato padrão. Se houve problema com o pagamento, por exemplo, é possível cobrar na justiça. - Sua empresa tem nome, certo? Então faça o registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. “É muito comum as empresas começarem a trabalhar se registrar aquela marca, sem registrar aquele logo e quando ficam famosas algum espertinho vai lá e registra”.SBAC ADVOGADOS Av. Angélica, 2447, cjs 175 e 176 São Paulo /SP - CEP 01227-200 Telefone: (11) 2539-0766 Email: atendimento@sbac.com.br Site: http://www.sbac.com.br/pt/
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27/05 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios - 27/05/2018
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27/05 - Donos de e-commerces apostam em outras opções de entrega
Quase metade dos e-commerces considera o serviço dos Correios ruim ou péssimo. Isso tem forçado o setor a procurar outras opções de logística.   O custo do frete e a demora na entrega tem preocupado os donos de pequenos e-commerces. Uma pesquisa feita em 2017 pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostrou que 92% dos e-commerces brasileiros usam o PAC – serviço de entrega econômica disponibilizado pelos Correios. Entretanto, de 2005 para cá, aumentou muito a insatisfação com os Correios – quase metade dos e-commerces considera o serviço ruim ou péssimo. Isso tem forçado o setor a procurar outras opções de logística. Uma delas é a retirada em pontos de entrega. O empresário Sven Milharcic é dono de um e-commerce especializado em banners. O produto é feito em uma fábrica em São Paulo. O cliente compra pela internet e deveria receber em casa. Mas nem sempre o prazo de entrega é cumprido. “O cliente fica bravo e acha que a culpa é nossa. Mas a culpa é dos Correios que atrasam, nós não interferimos”, explica. E esse não é um problema isolado. Segundo pesquisa feita pela ABComm o principal problema enfrentado por pequenos e-commerces no Brasil é o atraso na entrega. “O e-commerce tá fazendo a parte dele. O consumidor quer comprar e receber, o e-commerce paga impostos. Manda entregar o produto e quando entrega através do correio, ele decide que é área de risco e não vai entregar”, relata Carlos Alves, da ABComm. Por e-mail, os Correios disseram que adotam procedimentos diferenciados para entrega de encomendas e que também levam em conta o histórico de delitos cometidos contra os Correios naquela região. Quando os Correios consideram uma área de risco, o consumidor recebe uma notificação e tem que buscar a encomenda em uma agência. E-commerces grandes têm a opção de contratar uma transportadora. Para os pequenos, a saída é inovar. Uma alternativa é ter um ponto de retirada. Não precisa ser local próprio. Existem empresas que conectam lojas virtuais e lojas físicas que topam receber o produto e entregar para o consumidor. Você compra no e-commerce, pede para entregar na loja e só faz a retirada. Uma startup está por trás da ideia. Ela foi criada pelo empresário João Cristofolini e dois sócios para gerenciar pontos de retirada de produtos comprados em e-commerces. “Começamos a estudar esse sistema de entrega de logística e vimos que era muito comum em outros países modelo com pontos de retirada.” O e-commerce coloca o produto no site. O cliente compra e escolhe a forma de recebimento. Se for por ponto de entrega, ele digita o CEP de seu bairro e escolhe um ponto de retirada mais próximo. O e-commerce paga para a startup R$ 2,50 por produto entregue. O local de retirada fica com R$ 0,50 e uma boa propaganda do negócio. “Achei bacana a ideia deles, como meio de divulgação da loja, para clientes que moram no bairro e não conheciam a loja ainda. Aumentou o fluxo de 5% a 10%”, diz o dono da ótica João Fernandes Salves. A startup seleciona e treina os pontos de retirada, que precisam ter espaço para armazenar os produtos e também disponibiliza um programa de computador para o comerciante fazer o controle de entrada e saída de mercadoria. “A gente tem mais de 100 pontos ativos em São Paulo e Rio de Janeiro, mais de mil pontos comerciais em processo de ativação e-commerces iniciando. Temos desafio grande de criar mercado novo no Brasil. Estamos educando, conscientizando mercado dessa solução”, fala Cristofolini. A loja virtual se responsabiliza pelo envio da mercadoria até os pontos de venda. Sven, do e-commerce de banners, está usando a solução desde o início do ano. Resolveu o problema da entrega em São Paulo. “Uma das características do e-commerce é poder entregar para várias regiões, mas dependendo do produto no Brasil isso fica inviável. No caso do banner, por exemplo, um deles pode custar R$ 20. Se for entregar no Nordeste, o frete pode sair por R$ 90, um pouco desinteressante”, diz Sven. Para resolver esse outro problema, ele já tem uma solução. “Pensamos em produzir em outros locais, descentralizar a impressão, colocar em outros locais para que a gente possa não ter a dependência do frete e do tempo. A ideia é fazer Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador”, completa o empresário. Os Correios também disponibilizam para e-commerces o serviço ‘clique e retire’. O consumidor pega a encomenda em uma agência de fácil acesso para ele: é só apresentar o protocolo. ABCOMM - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE COMÉRCIO ELETRÔNICO Endereço. Avenida Paulista, 171, 1o. Andar - Jardim Paulista São Paulo – SP – CEP: 01311-000 Telefone: (11) 3938-0678www.abcomm.org E-mail: imprensa@abcomm.com.br
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27/05 - Empresários falam dos prós e contras de oferecer Wi-Fi para os clientes
Alguns clientes usam o serviço, mas não consomem. Manutenção ou não do Wi-Fi depende do relacionamento que o empreendedor tem com consumidores.   O dono de um comércio com Wi-Fi gratuito, toda vez que vai pagar a conta do serviço, no fim do mês, se pergunta: ter ou não ter Wi-Fi? O PEGN ouviu os dois lados dessa resposta.   Uma cafeteria em São Paulo abriu as portas em 2014, e oferece Wi-Fi grátis para os clientes.  Mas a conexão não foi muita boa. No começo, o serviço atraiu clientes e ajudou o negócio do Paulo Filho e da Camila Romano a ficar conhecido.  Mas depois a cafeteria de 32 lugares se transformou num escritório para muita gente e quem queria consumir, acabou ficando em pé. “Tinha gente que vinha aqui só para usar o Wi-Fi e estava ocupando esse espaço”, conta Paulo. Já para o empresário Ricardo Rondon, essa conexão funciona perfeitamente na sorveteria dele. “No último ano, de crise, crescemos 30%, uma representação muito grande no momento que vivemos”. Claro que o negócio também tem lá seus contratempos. “Nós temos pessoas que utilizam a casa como espaço para reunião externa ao seu escritório", fala Ricardo. No café, o Wi-Fi foi então limitado a algumas mesas. O desgaste foi maior e então, o serviço foi cortado de vez. “Talvez seja um pouco radical, acho que não, elas ainda podem usar o laptop nas áreas designadas, desde que elas estejam usando a própria internet, compartilhando do celular. Acho que a gente não é intolerante. A gente só criou algumas regras pro bom uso”, explica Paulo. A média de tempo das pessoas nas mesas caiu pela metade. Com isso, a rotatividade aumentou. "Se a pessoa que estava ocupando uma mesa por uma permanência longa sai e é substituída por pessoas que vão consumir mais rapidamente, com certeza a conta é fácil, aumentou o faturamento”, avisa a empresária Camila Romano. A sorveteria conseguiu driblar a situação. Os usuários do Wi-Fi são convencidos a experimentar, pelo menos, um sorvete. Apenas 10% das pessoas que utilizam o Wi-Fi acabam não consumindo numa primeira vez e com certeza ele volta para consumir. Ao acessar a internet gratuita, o cliente acaba fazendo propaganda da casa. “Isso seria o acesso à nossa rede através de um check-in, onde ele vai compartilhar que ele está logado na nossa empresa, na sorveteria. E as pessoas da sua rede vão enxergar que ele fez o check-in e acaba sendo um exponencial na divulgação da nossa marca”, afirma o empresário Ricardo Rondon. De curtida em curtida, a sorveteria recebe quatro mil clientes por mês. Mais de 60% deles usam o Wi-Fi. Já os clientes do café foram compreensivos. A resposta pela manutenção ou não do Wi-Fi vai depender muito do relacionamento que o empreendedor tem com seus consumidores.KING OF THE FORK Rua Artur de Azevedo, 1317 – Pinheiros São Paulo/SP – CEP: 05404-013 Email: kof@kingofthefork.com.brwww.kingofthefork.com.br DAMP SORVETES ALPHAVILLE Calçada Régulo, 27, Centro de Apoio 2, Alphaville, Santana de Parnaíba – SP – CEP: 06541060 Telefone: (11) 4688-0363 E-mail: dampalphaville@terra.com.brwww.dampsorvetes.com.br Fanpage: www.facebook.com.br/dampalphaville Instagram: @dampalphaville
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27/05 - Concursos: 8 órgãos abrem inscrições para mais de 500 vagas nesta segunda
Salários chegam a R$ 26 mil no TJMG e há 229 vagas na prefeitura de Bom Despacho (MG). Concursos: os prazos de inscrição terminam em junho Divulgação Ao menos oito órgãos abrem nesta segunda-feira (28) as inscrições de concursos públicos para mais de 500 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Só na prefeitura de Bom Despacho, Minas Gerais, são 229 vagas com salários de até R$ 2.138,73. Podem se inscrever profissionais com ensino médio e superior. No Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a remuneração chega a R$ 26.125,17 e há 120 vagas de nível superior. CONFIRA A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS Veja mais informações sobre as oportunidades: Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia (Agersa - BA) Veja o edital Prefeitura de Bom Despacho (MG) Veja o edital Prefeitura de Camaçari (BA) Veja o edital Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) Veja o edital Universidade do Estado de Santa Catarina Veja o edital Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Veja o edital Prefeitura de Piraí (RJ) Veja o edital Prefeitura de Guaxupé (MG) Veja o edital
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27/05 - PRF diz que estradas têm 554 pontos de bloqueio, mas 'sem prejuízo à livre circulação'
Balanço é referente até as 22h deste sábado (26). Greve dos caminhoneiros chegou ao sexto dia; categoria protesta contra aumento no preço do óleo diesel. Manifestantes liberam bloqueios, mas impedem passagem em vários pontos A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou na noite deste sábado (26) que, em razão da greve de caminhoneiros, havia 554 pontos de bloqueio nas estradas do país até as 22h. Segundo a PRF, contudo, a maior parte é de bloqueios parciais, "sem prejuízo à livre circulação". Também foram registrados 625 pontos desbloqueados. A greve dos caminhoneiros chegou ao sexto dia neste sábado. A categoria protesta contra o aumento no preço do óleo diesel. Pela manhã, o pontos bloqueados e os desbloqueados somavam 1.140. Agora, são 1.163. Os dados divulgados pela PRF diferem dos informados pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto. Na ocasião, Jungmann afirmou que eram 566 pontos de interdição, acrescentando que 524 haviam sido liberados, totalizando 1.090 pontos monitorados. Bloqueio nas rodovias federais Desbloqueio Nesta sexta (25), o presidente Michel Temer editou um decreto, publicado no "Diário Oficial da União", no qual autorizou o uso das Forças Armadas em todo o território nacional para desobstrução de vias públicas federais. O ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, já declarou que os militares atuarão de forma "enérgica" para desbloquear as estradas. Ainda nesta sexta, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou o uso de forças de segurança para o desbloqueio. Neste sábado, Temer editou um novo decreto, no qual permitiu ao governo assumir o controle de caminhões para desobstruir rodovias, a chamada "requisição de bens". Essa medida é amparada no artigo 5º da Constituição, inciso XXV, que prevê que "no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano". A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) já divulgou um comunicado pedindo à categoria que desbloqueie as rodovias. Initial plugin text
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26/05 - Escolta de forças de segurança assegura chegada de combustível a aeroportos
Exército, Força Nacional e a Polícia Rodoviária Federal fizeram a escolta de pelo menos 15 caminhões-tanque com querosene para abastecer aeroportos em pelo menos quatro estados neste sábado. Viatura escolta caminhão-tanque que deixa distribuidora na Zona Oeste de São Paulo TV Globo/Reprodução Aeroportos pelo Brasil começaram a receber novos estoques de combustível neste sábado (26), no sexto dia de greve dos caminhoneiros, que ainda promovem mais de 500 interdições em rodovias pelo país. Para chegar até o destino, caminhões-tanque precisaram ser escoltados por forças de segurança em pelo menos quatro estados. Na noite deste sábado, o general Sérgio Etchegoyen, ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, afirmou, em entrevista coletiva, Veja abaixo onde houve escolta do Exército, da Força Nacional ou das polícias para garantir o transporte do combustível: Distrito Federal Em Brasília, onde o aeroporto chegou a zerar o estoque de combustível na sexta-feira (25) e 57 voos foram cancelados no sábado, seis caminhões-tanque com querosene foram levados até o local sob a escolta da Força Nacional. Isso permitiu que o aeroporto saísse do combustível zero. Mais combustível também chegou por via aérea a Brasília neste sábado: a Latam, que responde por 40 dos 57 voos cancelados na cidade, decidiu enviar um Boeing 777, avião que faz voos transatlânticos, até a capital para transportar 385 passageiros até o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Na ida, a aeronave levou 40 toneladas de querosene para abastecer outros aviões da companhia. Caminhões-tanque com querosene para abastecer o Aeroporto de Brasília TV Globo/Reprodução Pernambuco O Exército Brasileiro chegou ao Complexo Portuário de Suape na tarde deste sábado para viabilizar a liberação de caminhões-tanque com combustível para o Aeroporto do Recife. São Paulo Em Campinas, o Exército recebeu no início da tarde deste sábado a ordem para desbloquear os acessos a refinarias e distribuidoras de combustíveis. Pelo menos 26 viaturas e ônibus da 11ª Brigada de Infantaria Leve deixaram a Vila Militar e foram em direção às rodovias. O foco da ação é a Replan, a maior refinaria da Petrobras, em Paulínia (SP), onde as viaturas começaram a chegar às 12h50 e às 13h40 bloquearam os portões de entrada da refinaria para garantir a segurança. Sete caminhões-tanque de Viracopos foram escoltados pelos militares do aeroporto até a refinaria durante a tarde para garantir o abastecimento dos aviões. Pouco depois das 17h30, as carretas carregadas com querosene deixaram a Replan rumo aos aeroporto, sob escolta. Na cidade de São Paulo, a escolta de caminhões pelas forças de segurança também está ocorrendo com frequência durante todo o sábado. Comboio com caminhões-tanque para abastecer aeronaves chega ao Aeroporto Internacional de Viracopos Johnny Inselsperger / EPTV Tocantins Um caminhão com 44 mil litros de combustível para aeronaves foi escoltado pela Polícia Rodoviária Federal de Gurupi até o aeroporto de Palmas no fim da tarde deste sábado. O veículo estava parado por causa do bloqueio de caminhoneiros na BR-153, mas conseguiu sair do local por volta das 18h. Caminhão com 44 mil litros de combustível é escoltado até aeroporto de Palmas Aeroportos sem combustível Às 16h30 deste sábado, o número de aeroportos sem combustível chegou a 14. Veja quais são: Aracaju (SE) Brasília (DF) Campina Grande (PB) Carajás (PA) Cuiabá (MT) Goiânia (GO) Ilhéus (BA) Juazeiro do Norte (CE) Maceió (AL) Palmas (TO) Recife (PE) São José dos Campos (SP) Uberlândia (MG) Vitória (ES) Initial plugin text
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26/05 - Empresas de distribuição de combustível cobram atuação das forças de segurança para permitir abastecimento de aeroportos
Há aeroportos sem combustível em razão da greve de caminhoneiros. Governo federal autorizou uso do Exército para desobstruir rodovias. Comboio com caminhões carregados de querosene começa a deixar a área da Replan rumo ao Aeroporto de Viracopos Helen Sacconi/EPTV Responsável por reabastecer os aeroportos, as empresas de distribuição de combustível cobraram neste sábado (26) uma ação das forças de segurança para liberar as rodovias. Em nota, a Plural, associação que representa as empresas do setor, informou ter planejamento e estoque de produtos para abastecimento imediato em todo o território nacional. "Contudo, em muitos locais não há um ambiente seguro o suficiente para que seja colocado em prática esse planejamento." Há ao menos 14 aeroportos sem combustível no país em razão da greve de caminhoneiros. A associação disse que, graças a escolta das forças de segurança, conseguiu reabastecer aeroportos de Brasília, Viracopos, Fortaleza, Porto Alegre e Congonhas. Mencionou também Belém, pelo mesmo motivo. Pelo sexto dia seguido, caminhoneiros fazem manifestações pelo país. Os atos deste sábado (26) dão continuidade à mobilização contra a disparada do preço do diesel, que faz parte da política de preços da Petrobras em vigor desde julho de 2017. Na sexta-feira (25), o presidente Michel Temer havia dito que o governo acionou forças federais para desbloquear as estradas. Até as 11h30, estradas registravam 596 pontos de bloqueio, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Desde sexta, 544 pontos foram desbloqueados. Leia a íntegra da nota: "A Plural, através de suas associadas, informa que está com planejamento e estoque de produtos para abastecimento imediato em todo o território nacional. Contudo, em muitos locais não há um ambiente seguro o suficiente para que seja colocado em prática esse planejamento. A exemplo de Belém, onde as forças de segurança já propiciam um ambiente adequado, as bases operam intensamente, espera-se que nas próximas horas a atuação das forças de segurança tenha o mesmo efeito nos demais centros de distribuição, visando regularizar a situação o mais brevemente possível. Com o apoio de escoltas especiais realizadas pelas forças de segurança, foi possível, durante o dia de hoje, ações pontuais para abastecer parcialmente algumas áreas consideradas prioritárias e serviços públicos essenciais à população, tais como: forças armadas; área de segurança e saúde pública; aeroportos de Brasília, Viracopos, Fortaleza, Porto Alegre e Congonhas. As distribuidoras de combustível vêm realizando todos os esforços dentro de seu alcance para atender com segurança seus clientes em todo o Brasil." Initial plugin text
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26/05 - Salto de extremo controle de preços para total liberalização impulsionou crise, diz professora de economia política
No governo Dilma Rousseff preços foram controlados a ponto de prejudicar o caixa da Petrobras. No governo Temer, a liberação total do preço dos combustíveis gerou revolta entre os caminhoneiros e uma greve que mobiliza o país. Para professora de economia política, Brasil deu salto de controle 'extremo de preços' para 'liberalização extrema' Joédson Alves No centro da crise gerada pela greve dos caminhoneiros no Brasil está a discussão sobre se a Petrobras deve liberar completamente os preços dos combustíveis, regular a velocidade com que esses valores são alterados ou exercer um controle artificial de preços em prol do consumidor. Para a professora de economia política da Fundação Getúlio Vargas, Daniela Campello, um fator que impulsionou a crise atual foi o salto abrupto, ao longo dos últimos quatro anos, do "extremo controle de preços para a extrema liberalização". Enquanto o governo Dilma Rousseff adotou uma política de maior intervenção na Petrobras, com contenção dos preços da gasolina e do diesel, o governo Michel Temer deu autonomia à estatal para reajustar os preços conforme as variações do dólar e do petróleo no mercado internacional - e permitiu que os reajustes acontecessem diariamente. O resultado foi um aumento grande de preços num curto espaço de tempo. "O que aconteceu na época do governo do PT foi uma segurada muito forte dos preços, porque a inflação estava começando a bater. Houve um prejuízo relevante para a Petrobras, com a defasagem entre o preço praticado aqui e o valor no mercado internacional. O que o governo Temer fez agora talvez tenha sido precipitado de deixar o preço subir tão rapidamente", opinou Daniela Campello à BBC Brasil. "O aumento dos preços foi muito repentino. Saímos de extrema contenção para extrema liberalização. Houve uma mudança de perspectiva muito brusca. Tudo o que não se quer em economia são mudanças muito bruscas." Campello afirma que é razoável que os preços sejam reajustados considerando a alta do petróleo no mercado internacional, mas esse aumento, segundo ela, deveria ser gradual e com controle sobre a volatilidade, para reduzir o efeito sobre o consumidor e os demais setores da economia que dependem de combustível para operar. "O preço básico do petróleo é uma questão importante para o país. A minha visão é que alguma preocupação com a volatilidade (dos preços) de curto prazo é preciso ter. Um preço completamente liberado causa problemas até de planejamento (para as outras empresas que dependem de combustível)." Economistas e cientistas políticos questionam reajuste diário no preço dos combustíveis. Para eles, Petrobras deve fixar período mais longo para os aumentos Fernando Bizerra Jr. O economista Roberto Ellery concorda que houve uma mudança "abrupta" na política de preços, mas avalia que essa era a solução existente para "salvar a Petrobras", com as contas deterioradas por ter de arcar com as diferenças de preços praticadas nos mercados doméstico e internacional. "A transição pode ter sido brusca, entre 2015 e 2016, porque a Petrobras não aguentava mais. Ela estava falida, quebrada. Estava tendo prejuízo. O governo não tinha dinheiro. A solução foi jogar a conta para os consumidores", disse. "É claro que a gente está vendo a reação forte da sociedade, porque a pancada foi forte. Por outro lado, é difícil saber como ela (a empresa) teria sobrevivido de outra forma." Volatilidade Na noite de quinta, o governo anunciou um acordo com representantes dos caminhoneiros para suspender, pelos próximos 15 dias, as manifestações e as greves da categoria. Mas a greve continuou e Temer pediu para as Forças Armadas atuar para desbloquear as rodovias. Entre as propostas do governo para a trégua na paralisação estava assegurar que os preços do óleo só seriam reajustados de 30 em 30 dias. Desde julho do ano passado uma resolução da Petrobras permite reajustes diários de preços, conforme a variação dos valores no mercado internacional. Nos seis primeiros meses após a adoção dessa medida, o preço da gasolina foi reajustada mais de 100 vezes. Para os economistas e cientistas políticos ouvidos pela BBC Brasil, a Petrobras precisar arcar com os custos da volatilidade e fixar um período mais longo para os reajustes. O professor José Luís Oreiro, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), defende que os preços sejam aumentados a cada três meses. "Esse acompanhamento pode ser com base na média do trimestre, ao contrário do que é hoje, que é diário. Transferir para o mercado interno a volatilidade não faz sentido, gera essa completa insatisfação", afirmou à BBC Brasil. "O caminhoneiro que pega carga em Porto Alegre para entregar em Recife não sabe qual vai ser o preço no meio do caminho. A própria base de cálculo do frete fica difícil de fixar." Roberto Ellery também defende controlar a volatilidade de preços e destaca que a Petrobras está hoje numa posição de quase monopólio na exploração de petróleo. Por isso, segundo ele, o custo não pode ser inteiramente jogado na conta do consumidor. "Essa questão da volatilidade talvez seja um ponto importante. Já fazemos isso com o setor de comunicações e de energia elétrica, por meio de regulação", afirmou. "Temos que permitir o reajuste de preços para garantir a rentabilidade da empresa. O que você não pode permitir é que a empresa se beneficie passando toda a conta do preço para o consumidor, inclusive a volatilidade." Uso da Petrobras como instrumento de política fiscal Outra discussão que surge em meio à greve dos caminhoneiros é se o governo deve ou não ter o direito de intervir nas decisões da Petrobras e se a estatal pode ser usada como instrumento da política macroeconômica. Ou seja, se é legítimo controlar preços para conter a inflação ou aumentar preços para aumentar a arrecadação do governo. No governo Dilma Rousseff, o Planalto tinha voz ativa na estatal, a ponto de a petista ser acusada de usar a empresa para controlar a inflação. Já o presidente Michel Temer indicou Pedro Parente para a diretoria da Petrobras com o discurso de "interferência zero". Assim como os governos Dilma e Temer adotaram visões opostas, os economistas e cientistas políticos também divergem. Para a professora Daniela Campello, "sempre existiu interferência do governo" na Petrobras. "É impossível numa empresa de petróleo nacional desconsiderar a interferência do governo. Não dá para fingir que o petróleo é um produto como qualquer outro", diz Campello. Segundo ela, enquanto no governo Dilma e Lula a Petrobras foi usada como instrumento de "política fiscal" na contenção da inflação, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), os preços praticados pela Petrobras foram reajustados para aumentar a arrecadação. "Nunca, jamais, em nenhum momento, a Petrobras foi desvinculada de política fiscal. Usa-se mais para uma coisa ou para outra (conforme a visão econômica do governo)", afirmou. Já o economista Roberto Ellery diz que é "radicalmente" contrário à ideia de que a Petrobras seja usada como política fiscal ou macroeconômica. Para ele, a empresa deve ser gerida como se fosse uma companhia privada, controlada apenas por agências reguladoras para evitar abusos ao consumidor. "Não pode ser como é hoje em que se coloca um presidente da Petrobras com uma agenda política, seja para controle de preço seja para fazer refinaria em área de interesse eleitoral. As decisões de preço, de onde vai investir, de quais empresas vai contratar, devem ser técnicas." Ele cita como exemplo a ser seguido pelo Brasil a Noruega, que também tem uma empresa estatal de petróleo. "Ela é administrada como uma empresa privada. O controle tem que ser feito via regulação como acontece em empresa privada", opina.
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26/05 - O que as imagens de mais sucesso no Instagram revelam sobre quem as publica
Sistema testado pela BBC aponta que as pessoas reagem bem às fotos com emoções positivas, como alegria ou felicidade; café da manhã é um dos temas de maior sucesso na rede social. O programa da BBC Tomorrow's World criou um robô conversacional (chatbot) capaz de analisar imagens e avaliar sua potencial influência no Instagram Getty Images Por que algumas publicações no Instagram têm muito mais impacto do que outras? Podemos aplicar uma fórmula que nos permita prever como reagiremos a diferentes imagens? Usando inteligência artificial, o programa da BBC Tomorrow's World criou um robô conversacional (chatbot) capaz de analisar imagens e avaliar sua potencial influência na rede social. A equipe descobriu que algumas características das fotografias têm um impacto direto sobre o quão influentes elas podem ser. A paleta de cores que elas usam, as emoções dos sujeitos que aparecem e os lugares onde foram tiradas podem fazer a diferença. Mas é possível determinar a partir disso a popularidade de uma imagem no Instagram? A resposta está no aprendizado automático. O chatbot da BBC funciona através da plataforma de mensagens Messenger, do Facebook, e tem sido alimentado com imagens publicadas no Instagram. O sistema "aprendeu" quais são os elementos que fazem uma imagem ter mais influência, depois de avaliar as interações recebidas, como o número de "curtidas" ou comentários. Depois de analisar essas imagens, o sistema é capaz de prever com um certo nível de segurança o quão influente será uma fotografia antes de ser publicada na rede social. A BBC Mundo fez o teste. Nós enviamos uma foto em primeiro plano de um homem de meia-idade. Ao analisar o resultado, o robô nos deu uma pista sobre o seu funcionamento: "As fotos com cores azuis evocam sentimentos de serenidade e tranquilidade. Já foi comprovado mais de uma vez que é a nossa cor favorita", garante. Logo depois, recebemos um vídeo com a "anatomia" da fotografia enviada. O chatbot analisou quatro aspectos: As cores: neste caso, predominam três – rosa, marrom e preto –, que somam 11 pontos de influência. Os elementos: o rosto da pessoa, mais 11 pontos. As emoções: a pessoa parece estar sorrindo e o robô detecta alegria, o que acrescenta mais 25 pontos. Locais de interesse: não aparece nenhum na imagem em questão, então nenhum ponto é adicionado. Em seguida, o sistema nos dá outra pista: as pessoas reagem bem às emoções positivas, como alegria ou felicidade, de modo que as imagens que evocam esses sentimentos terão mais sucesso. Por outro lado, acrescenta, as fotos tiradas em lugares famosos, como a Torre Eiffel, acrescentam pontos de popularidade, pois são facilmente reconhecíveis por muitos. Embora o tema por excelência na rede social - além das viagens - seja o café da manhã, observa o chatbot. Então, se você postar uma foto do seu café da manhã em Paris, se possível em frente ao Louvre ou outro monumento conhecido, é mais provável que você receba mais curtidas. Ao mesmo tempo, alguns psicólogos definiram até seis perfis de usuários da rede social, baseados em traços de personalidade. São os seguintes: O pesado (histriônico): muitas publicações, a maioria sem conteúdo relevante, na academia ou mostrando o que come. Grande instabilidade emocional. O egocêntrico: busca de atenção constante e publica muitas selfies. Perfil narcisista. O grupal ou "nunca sozinho": sempre aparece com os amigos. Geralmente é inseguro, com grande receio de abandono. O "amante": geralmente publica fotos com seu parceiro o tempo todo, por mais íntima que seja. Expressivo e dependente. O ausente ou solitário: fotografias estranhas, introvertidas, de paisagens, nas quais ele nunca aparece. Denota sensibilidade e certo medo de rejeição. O "sigo de volta": seu único objetivo é ter seguidores para silenciar suas inseguranças. E você? Se reconhece em algum deles?
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26/05 - Três perguntas para entender a ‘intervenção militar’ de Temer contra os caminhoneiros
Operações de Garantia da Lei e Ordem (GLO) são comuns no país, mas esta é a primeira com abrangência nacional. Exército terá poder de polícia até o dia 4 de junho. Trecho da Via Dutra estava parado nesta sexta-feira, mesmo após acordo dos caminhoneiros com o governo Tânia Rego/Agência Brasil "Costuma-se dizer que onde tem Brasil, tem Forças Armadas". A fala é do general Joaquim Silva e Luna, atual ministro da Defesa, numa entrevista a jornalistas no fim da tarde desta sexta-feira, no Palácio do Planalto. Para Silva e Luna, a população brasileira já está acostumada com o uso das Forças Armadas nas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), e o Exército está em condições de ajudar o governo a desbaratar a greve dos caminhoneiros por ter estruturas e efetivos espalhados por todo o país. Mas ao contrário do que sugere a fala do ministro, a medida anunciada por ele e pelos colegas Eliseu Padilha (Casa Civil), Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), Raul Jungmann (Segurança Pública) e Carlos Marun (Secretaria Geral) é extraordinária: esta é a primeira vez que o governo decreta uma operação GLO em todo o território nacional (e não em Estados ou municípios definidos). O decreto – publicado depois das 21h de ontem – dá poder de polícia para as Forças Armadas em todo o país, até o dia 4 de junho. O uso da força também tem respaldo do Judiciário: no começo da noite, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União e autorizou o governo a remover manifestantes que estejam bloqueando vias ou estejam protestando nos acostamentos das pistas. A decisão de Moraes – publicada às 19h de ontem – é inclusive mencionada no decreto de Temer. Moraes também autorizou o governo a multar em até R$ 10 mil reais os caminhoneiros que bloqueiem vias, e R$ 100 mil as entidades que organizem bloqueios. A BBC Brasil traz algumas respostas sobre o tema: O que acontece agora? O Ministério da Defesa deve designar um militar para atuar como comandante da operação - ele ficará encarregado de coordenar o trabalho de homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica que atuarão no caso. Em seguida, este comandante estabelecerá um Gabinete de Crise para acompanhar a evolução da situação – neste caso, o gabinete terá representantes do Ministério da Defesa e da Segurança Pública. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Força Nacional (FN) também atuarão em apoio ao Exército. Os procedimentos de uma operação GLO estão definidos em um manual do Ministério da Defesa, publicado em 2013. Quando a intervenção ocorre em um único Estado (a pedido de um governador, por exemplo), o militar designado para a operação também assume temporariamente o comando das forças de segurança locais e da Força Nacional. O próprio manual do Ministério da Defesa diz que o uso das Forças Armadas nas GLOs deve ser "episódico, em área previamente definida e ter a menor duração possível". Segundo o ministro Carlos Marun, o governo pretende ter a situação normalizada muito antes do fim do decreto – a expectativa do Planalto é que os grevistas sejam totalmente desmobilizados ao longo deste sábado. O que os militares podem fazer? Com a GLO, os militares passam a ter as mesmas funções que os policiais – o chamado "poder de polícia". De acordo com o texto do decreto (leia a íntegra), as Forças Armadas estão autorizadas a agir para desbloquear rodovias federais em todo o país. Poderão também atuar em estradas estaduais e municipais, desde que haja pedido do respectivo governador ou prefeito. Em nota, o Ministério da Defesa disse que as Forças Armadas só atuariam para garantir a "distribuição de combustíveis nos pontos críticos", fazer a "escolta de comboios", proteger "infraestruturas críticas" e desobstruir as vias próximas a refinarias de petróleo e centros de distribuição de combustíveis. "O emprego das Forças Armadas será realizado de forma rápida, enérgica e integrada", dizia o texto. Durante a entrevista, porém, os ministros afirmaram que a ação pode ir ainda mais longe: o governo pode "requisitar" temporariamente os caminhões que estejam parados nas pistas; e colocar integrantes das Forças Armadas ou da Polícia Rodoviária Federal (PRF) atrás do volante para levar os veículos até a garagem dos donos ou ao destino da carga. "A requisição de bens é um item do número de opções que o governo tem em qualquer circunstância. O que o governo está querendo dizer é que, se não conseguirmos garantir o abastecimento necessário e isso coloque em risco a saúde, por exemplo, haverá requisição. E se as coisas chegarem ao extremo da radicalização, o governo vai usar os instrumentos que tem", disse o general Etchegoyen. Esta medida, porém, não faz parte do decreto de GLO publicado ontem. O que é a GLO e qual é a diferença para a intervenção no Rio? As operações de Garantia da Lei e da Ordem, tal como existem hoje, foram criadas por uma lei de 1999, editada durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Segundo a lei, cabe ao presidente da República decretar a operação, sempre que estiverem "esgotados os instrumentos (polícia, bombeiros etc) destinados à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio". Antes disso, militares já eram usados esporadicamente para fazer a segurança interna em situações excepcionais - é o caso da chamada "Operação Rio", realizada naquele Estado no ano de 1994. A GLO é um instrumento legal diferente da intervenção federal que está em curso no Rio de Janeiro desde fevereiro deste ano. No caso da GLO, o governo federal simplesmente autoriza o uso das Forças Armadas para atividades de segurança interna – todas as ações são controladas diretamente de Brasília. No caso do Rio de Janeiro, Michel Temer indicou um militar – o general Walter Souza Braga Netto - para comandar a Segurança Pública do Estado. De 2010 até 2017, a GLO foi usada 29 vezes em todo o país – alguns exemplos recentes são a greve de policiais no Espírito Santo em fevereiro passado, e eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de de 2016 no Rio de Janeiro, e os protestos de rua em junho de 2013. Manual do Ministério da Defesa de 2013 diz que GLO tem que ter área determinada Reprodução/Ministério da Defesa
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26/05 - Governadores reclamam de pedido de Michel Temer aos estados para renúncia de ICMS sobre diesel
Propostas do governo federal aos estados foram apresentadas em reunião do Confaz nesta sexta (25). Segundo o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, estados não são obrigados a adotar medidas. Governadores de estados do Nordeste e Minas Gerais divulgaram carta neste sábado (26) com críticas ao pedido do governo federal aos estados para que avaliem ajustes no ICMS ( Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ) e, assim, "contribuir", pelo fim da paralisação de caminhoneiros contra a alta do diesel. Na carta, os governadores criticam, ainda, política de reajuste de preço dos combustíveis. A paralisação dos caminhoneiros chegou ao sexto dia. "Neste grave momento, quando irrompe um movimento radical que – justificado pela desenfreada escalada de reajustes – bloqueia os canais de distribuição de combustíveis e coloca em risco a mobilidade, a saúde, a segurança e a integridade física de milhões de brasileiros, o Governo Federal tenta fugir às suas responsabilidades convocando os governos estaduais – já tão sacrificados pela injusta concentração de recursos na União – a renunciar às suas receitas do ICMS, supostamente para atender demandas dos representantes dos transportadores participantes da paralização", afirmam os governadores. O ICMS é um imposto estadual sobre mercadorias e serviços e tem uma base variável, ou seja, um percentual sobre o preço cobrado. Com isso, se o produto ou serviço fica mais caro, também sobe o valor pago com o imposto. Na sexta-feira (25), em encontro de secretários estaduais de Fazenda e representantes do governo, o presidente Michel Temer fez um apelo aos estados sobre a possibilidade de rever o imposto. "Eu devo até dizer que no dia de ontem eu estive no Rio de Janeiro a tardezinha, e o governador Pezão já reduziu o valor. Sequentemente estive em Minas Gerais, conversei com o governador Pimentel, e quando falei da necessidade de reduzir ICMS, houve aplauso de mais de 2 mil integrantes dessa solenidade. Então aquilo que o senhores puderem fazer estão fazendo pelo Brasil – em uma ação federativa conjungada, entre União e estados", disse o presidente Michel Temer. Na terça-feira (29), haverá reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para que os estados votem as propostas feitas pelo governo federal aos estados. Segundo o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, só vão adotar a medida os estados que quiserem, não é uma imposição. Umas das propostas do governo, prevê a incorporação imediata, na base de cálculo do ICMS, da redução de 10% (cerca de R$ 0,25 na bomba) no preço do diesel anunciada pela Petrobras. A segunda é que o reajuste da base de cálculo do ICMS serei feita somente a cada 30 dias e não mais 15, como determina a lei atual. “É uma alternativa que se coloca aos estados. Então os estados, se não quiserem aderir, eles podem permanecer na situação atual. O que está sendo proposto não é uma imposição aos estados. Nós estamos dando uma alternativa aos estados que concordarem com esses dois movimentos”, declarou o ministro nesta sexta-feira (25). Política de preços Na carta divulgada, os governadores da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe e Minas Gerais também criticaram a política de reajuste de preços praticada pela Petrobras. “Essa política de preços [da Petrobras] foi elevando, de forma assustadora, os preços de insumos básicos para a população, como o gás de cozinha, a gasolina e o óleo diesel, cujo custo repercute, diretamente, sobre todos os preços da economia, a começar por itens de consumo básico, como os alimentos, que exercem forte impacto sobre o orçamento das famílias mais pobres”, diz a carta dos governadores. "Diante disso, nós – Governadores dos Estados integrantes da Sudene – consideramos absolutamente inaceitável a tentativa do Governo Federal de transferir para os Estados a responsabilidade pela solução de uma crise que foi provocada pela União, através de uma política de preços de combustíveis absurda, perversa e irresponsável. Colocar sobre os Estados Federados o ônus de qualquer redução da alíquota sobre os combustíveis - além de ser desrespeitoso - é atitude inconsequente e, por isso mesmo, inaceitável", afirmam os governadores. Nesta sexta, governadores de Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Tocantins, Maranhão e Distrito Federal também divulgaram carta com críticas à política de preços dos combustíveis. Paralisação A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou no início da tarde deste sábado (26) que, por causa da greve de caminhoneiros, até 11h30 havia 596 pontos de bloqueios nas estradas do país. Segundo a corporação, são bloqueios parciais que não "interferem na movimentação de veículos". Neste sábado (26), o presidente Michel Temer e ministros se reuniram no Palácio do Planalto para um encontro do gabinete criado pelo governo federal para monitorar a greve dos caminhoneiros. Após o encontro, o ministro Carlos Marun, da Secretaria de Governo, afirmou que a Polícia Federal já fez pedidos de prisão para empresários que, segundo a corporação, estão por trás de um locaute na paralisação de caminhoneiros. Ministros se reúnem no Planalto para avaliar a paralisação dos caminhoneiros
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26/05 - O 6º dia de protestos dos caminhoneiros no país em mapas
Veja estados onde há pontos interditados e os impacto da greve dos caminhoneiros nos postos, Ceasas, no transporte público e nos aeroportos neste sábado (26). Mapa com os estados com falta de combustível Igor Estrella/G1 Aeroportos onde houve cancelamento de voos Igor Estrella/G1 Cidades com redução na frota Igor Estrella/G1 Mapa dos estados onde houve impacto no abastecimentos dos Ceasa Igor Estrella/G1 Mapas de interdições das rodovias Igor Estrella/G1 Initial plugin text
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26/05 - Em vídeo investigado pelo Cade, federação de empresas de transporte fala em 'sumir com caminhões' e em 'caos para todo lado'
Federação de Empresas de Transporte de Carga de SP divulgou vídeo institucional no último dia 11. Conselho vê indícios de ação premeditada. Entidade diz que vídeo foi para valorizar caminhoneiro. Vídeo da Federação das Empresas de Transporte de Carga de SP investigado pelo Cade O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está investigando a Federação de Empresas de Transporte de Carga do Estado de São Paulo após a divulgação de um vídeo no último dia 11. Nesse vídeo, a federação fala em “sumir com caminhões” e em “caos para todo lado” , narrando em detalhes as consequências de uma paralisação de caminhoneiros durante cinco dias. Cerca de 20 pessoas físicas e associações estão sendo investigadas pelo Cade por suposta ação coordenada entre competidores e concorrentes para prejudicar a livre concorrência . Em nota, o presidente da federação, Flavio Benatti, afirmou que a intenção "clara" do vídeo é a "conscientização da população sobre a importância do transporte rodoviário de cargas" (leia íntegra da nota ao final desta reportagem). Neste sábado, o movimento de paralisação dos caminhoneiros entrou no sexto dia. O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou, após reunião de avaliação com o presidente Michel Temer e com outros ministros do gabinete de crise, que a Polícia Federal já fez pedidos de prisão de empresários. Segundo o ministro, esses empresários estariam por trás de um locaute na paralisação de caminhoneiros. O vídeo Um dos trechos do vídeo diz: “Então, os caminhões são o problema? Vamos sumir com eles por apenas cinco dias!" Em seguida, o locutor narra as consequências de um período de cinco dias sem caminhões circulando: "Já no primeiro dia, você vai perceber que não foi uma boa ideia . Alimentos frescos, essenciais, esgotam nos mercados. Cartas se acumulam." No segundo dia, de acordo com o vídeo, "restaurantes reduzem seus menus, obras param por falta de materiais e as farmácias ficam sem medicamentos". O vídeo diz que no terceiro dia "postos de gasolina já não têm combustível para vender. No campo, as produções estão estragando porque não há transporte". No quarto dia, afirma o locutor, "os aeroportos são fechados pois, sem combustível, os aviões não podem decolar. Lixo se acumula por toda a cidade, indústrias de vários segmentos não conseguem produzir por falta de insumos”. O narrador do vídeo então relata a situação no que seria o último dos cinco dias sem caminhões: “Agora, no quinto dia sem caminhões, o caos está por todo lado. A sociedade entra em colapso, não há transporte público, hospitais e escolas . As pessoas não conseguem seguir sua rotina”. Ao final, o vídeo destaca a importância do transporte de carga: "Muitas vezes reclamamos dos veículos de carga nas estradas e nas cidades mas esquecemos que eles são as células que transportam tudo que é vital para termos a vida com que estamos acostumados – tecnologia, saúde, alimentos e tudo mais que você possa pensar em algum momento precisará ser transportado por nossas cidades e rodovias". Segundo o narrador, "estudos logísicos definem qual a maneira mais eficiente de fazer o transporte de cada item para que o serviço de entrega atenda às necessidades da sociedade". "Acredito que você nunca tinha parado para pensar na importância que o transporte de cargas tinha na sua vida, não é mesmo? Então, lembre-se sempre: tudo passa pelo transporte de cargas", diz o texto. Nota da federação Leia abaixo a íntegra de nota divulgada pela Federação de Empresas de Transporte de Carga do Estado de São Paulo: NOTA À IMPRENSA A FETCESP esclarece que não apoia e tampouco incentiva qualquer tipo de paralisação das atividades de transporte rodoviário de cargas. A notícia da abertura de investigação da FETCESP pelo CADE em virtude de vídeo divulgado pela entidade, mostra apenas parte do vídeo o que distorce o sentido da mensagem nele contida e que se pretende passar ao público em geral. Esclarece que iniciou no ano passado uma campanha com o objetivo único de valorizar a imagem do transporte rodoviário de carga, que é a mensagem final do vídeo divulgado e omitida no noticiário. A intenção clara no vídeo é a de conscientização da população sobre importância do transporte rodoviário de cargas e de amenizar a rejeição ao caminhão. Este foi o primeiro vídeo da campanha que se justifica em razão das restrições ao tráfego de caminhão. Daí a importância de mostrar o seu papel relevante no abastecimento das cidades. A FETCESP entende que a manifestação em curso no País não contribui com a valorização da imagem do transporte e atua no sentido de que seja restabelecida a normalidade e as empresas, que são inquestionavelmente prejudicadas com a paralisação, possam livremente desenvolver seu trabalho e sua atividade de escoamento da produção e o abastecimento de todo o mercado. Flavio Benatti, Presidente da Fetcesp Camila Bomfim Editoria de Arte/G1 Initial plugin text
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26/05 - Artistas cancelam shows por causa da paralisação de caminhoneiros
Anitta, Daniel, Seu Jorge, além dos participantes do Festival Tim Music, estão entre os cantores que precisaram cancelar os eventos ou adiar as datas de apresentações. Devoto de Nossa Senhora Aparecida, cantor Daniel integra time que participa da nova versão Carlos Santos/ G1 Anitta, Daniel, Seu Jorge e Maria Rita foram alguns dos artistas que precisaram cancelar ou adiar os shows que fariam neste final de semana por conta da greve dos caminhoneiros. A mobilização começou na terça-feira (22) e é contra a disparada do preço do diesel, que faz parte da política de preços da Petrobras em vigor desde julho de 2017. Na tarde deste sábado (26), Anitta divulgou um comunicado em seus perfis oficiais nas redes sociais anunciando que o show programado para este domingo (27) em Belém foi cancelado. "Apesar de todos os esforços para a realização do evento, infelizmente toda a logística do show ficou comprometida por conta da paralisação", afirmou a empresa responsável pelo evento, no comunicado. Anitta cancela show em Belém por dificuldades de transporte em meio à greve dos caminhoneiros Reprodução/Facebook Em seu Instagram, Daniel explicou que as apresentações que feria nesta sexta-feira (25) e sábado (26) foram adiadas. “Atenção ao público dos shows de Ponta Grossa/PR (25/05) e São José dos Campos/SP (26/05). Em função dos acontecimentos recentes em nosso País, não será possível a realização dos eventos deste final de semana, pois a logística de transporte foi comprometida. Porém informamos que os dois shows já têm nova data para acontecer: Ponta Grossa/PR – 9 de junho (sábado) e São José dos Campos/SP – 8 de julho (domingo). Os ingressos serão mantidos e para qualquer informação adicional, os organizadores dos shows estarão à disposição", explicou a produção do cantor. Initial plugin text Maria Rita comunicou seus fãs pelo Twitter sobre o cancelamento do show que faria em Vila Velha. “Devido à greve dos caminhoneiros, as carretas que transportam os equipamentos, instrumentos musicais e cenários do show ‘Amor e Música’ não chegarão a tempo da apresentação deste fim de semana em Vila Velha, impossibilitando a sua realização. O show foi transferido para o dia 14 de setembro (sexta-feira) e os ingressos previamente adquiridos permanecem válidos para a nova data”. Initial plugin text O show de Seu Jorge, marcado para acontecer nesta sexta-feira (25), também foi adiado. A data foi alterada para 9 de junho. “Com muito pesar que venho comunicar que não vou poder fazer o concerto que já havia marcado pra fazer em Recife em função da crise que estamos atravessando, a greve dos caminhoneiros. Nosso caminhão com um monte de equipamento está preso no bloqueio, infelizmente não vai conseguir chegar. Tentamos algumas alternativas aqui de fazer com equipamento local, mas descobrimos que seria impossível, porque também estamos com problemas de voo e gasolina e tudo mais, que o Brasil está sentido muito. Lamento muito. A data será adiada, não cancelada”, explicou o cantor em vídeo. Initial plugin text Initial plugin text A dupla sertaneja Conrado e Aleksandro, que se apresentaria em Canoinhas, Santa Catarina, também teve a data de seu show alterada. Initial plugin text A cantora Wanderlea também cancelou a apresentação que faria com seu musical “60! Década de Arromba”, que seria apresentado em Vila Velha, Espírito Santos, na sexta-feira (25) e no domingo (27). “Devido à greve dos caminhões e a falta de combustível, não conseguimos chegar com a produção em tempo hábil de montar e realizar as apresentações”. Initial plugin text O festival Tim Music, que aconteceria neste sábado (26), em São Paulo, foi cancelado. No evento, se apresentariam as duplas Simone & Simaria, Matheus & Kauan, os cantores Bell Marques e Felipe Araújo e os DJs Bruno Martini e a dupla Jetlag. “Devido à greve e paralisação dos caminhoneiros que traz graves impactos para todo o país, a TIM, Universal Music e D&M Promoções e Eventos foram obrigados a cancelar o FESTIVAL TIM MUSIC, que seria realizado amanhã (26/05) na Arena Anhembi em São Paulo. A decisão foi tomada levando em consideração, sobretudo, a segurança do público que estaria presente, além da logística terrestre das equipes técnicas, e deslocamento aéreo dos artistas”. Initial plugin text
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26/05 - Novo balanço aponta que 14 aeroportos continuam sem combustível neste sábado; veja lista
Os 14 são da Infraero. Aeroportos não receberam querosene de aviação devido à greve dos caminhoneiros. Falta combustível em 14 aeroportos do país, segundo Infraero e concessionárias Ao menos 14 aeroportos do Brasil estão sem combustível. Todos são da Infraero. Passageiros devem procurar a companhia aérea para confirmar os respectivos voos, informou a estatal em balanço das 19h30. Esses aeroportos permanecem funcionando, mas os aviões só têm autorização para pousar se tiverem combustível suficiente para seguir viagem sem necessidade de reabastecimento. Antes sem combustível, o aeroporto de Brasília passou a receber querosene de aviação, de acordo com a Inframerica, empresa que administra o terminal, e às 18h, estava com 5% da capacidade. Confins está com combustível mínimo, segundo a concessionária BH Airport. Aeroportos onde houve cancelamento de voos Igor Estrella/G1 O combustível não chegou aos aeroportos por causa da greve dos caminhoneiros que obstruem rodovias em todo país há seis dias. Nesta sexta-feira (25), o presidente Michel Temer determinou o emprego de forças federais para desobstruir as rodovias. As empresas de combustível cobraram neste sábado (26) a atuação das força de segurança para retomar o abastecimento normal. Aeroportos sem combustível até o momento Carajás (PA) São José dos Campos (SP) Uberlândia (MG) Ilhéus (BA) Palmas (TO) Goiânia (GO) Campina Grande (PB) Juazeiro do Norte (CE) Recife (PE) Maceió (AL) Aracaju (SE) Vitória (ES) Petrolina (PE) Joinville (SC) Aeroporto com possibilidade de esgotamento de combustível Brasília (DF) Navegantes (SC) Viracopos (SP) Confins (MG) Congonhas (SP) A Infraero recomenda às empresas aéreas que verifiquem a disponibilidade de combustível nos aeroportos antes de fazer a viagem. Também recomenda aos passageiros que procurem suas companhias para consultar a situação de seus voos. A estatal informa, ainda, que aguarda a chegada de carretas de combustível. Nesta sexta-feira (25), 10 aeroportos administrados pela estatal já estavam sem combustível. Em Brasília, não houve registro de chegada de caminhões de abastecimento no terminal brasiliense até as 7h deste sábado (26). Por isso, 40 voos foram cancelados até as 9h – nove que vinham para a capital e 31 que sairiam do DF. Devido ao estado crítico do aeroporto, só estão autorizadas a pousar no DF as aeronaves com combustível suficiente para decolar de volta. Desabastecimento Ainda na noite desta sexta foi publicado em edição extra do "Diário Oficial da União", o decreto do governo federal que autoriza o uso das Forças Armadas em todo o território nacional, para desobstrução de vias públicas federais. Logo após a assiantura do decreto, o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, afirmou que a prioridade das Forças Armadas nas ações relacionadas à greve dos caminhoneiros serão as refinarias e os aeroportos. Initial plugin text
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