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14/11 - Preços do petróleo se recuperam com expectativa de corte na produção
Na terça-feira, preços recuaram 7% com preocupação sobre enfraquecimento da demanda. Os preços do petróleo subiram nesta quarta-feira (14), recuperando parte das perdas do dia anterior, em meio à perspectiva de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados cortem a produção em uma reunião no mês que vem, para dar suporte ao mercado. Os futuros do petróleo Brent ganharam US$ 0,65, ou 1%, a US$ 66,12 por barril, após tocar uma máxima na sessão, a US$ 67,63. Os futuros do petróleo dos EUA (WTI) subiram US$ 0,56, ou 1,01%, para US$ 56,25 o barril, depois de recuar na terça-feira por 12 sessões seguidas para sua mínima desde novembro de 2017. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters O preço da referência global Brent caiu mais de 20% desde o começo de outubro, por receios sobre um excesso de oferta e diminuição da demanda, um dos maiores declínios desde o colapso dos preços em 2014.
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14/11 - Exportação recorde de soja do Brasil à China pode ser ainda maior, diz secretário
Disputa comercial do país asiático com os Estados Unidos impulsiona a demanda chinesa pelo produto brasileiro. Ministério da Agricultura espera que a alta demanda abrirá o mercado chinês também para o farelo de soja brasileiro Reprodução/TV Morena O recorde de exportações de soja do Brasil à China pode aumentar ainda mais, disse um agente do Ministério da Agricultura à Reuters nesta quarta-feira (14), conforme a disputa comercial do país asiático com os Estados Unidos impulsiona a demanda chinesa pelo produto brasileiro. O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio da pasta, Odilson Ribeiro e Silva, viajou à China neste mês e disse ter esperança de que a alta demanda abrirá o mercado do país também para o farelo de soja brasileiro. As exportações brasileiras da oleaginosa tiveram um salto depois que a China impôs uma tarifa de 25% sobre a soja norte-americana em julho, em resposta às taxas de Washington sobre bilhões de dólares em produtos chineses. O Brasil embarcou quase 80% das exportações de soja com destino à China neste ano, com a trading de grãos Agribrasil prevendo um recorde de 83 milhões de toneladas. "Pode subir mais, mas a gente gostaria que não fosse só grão, que fosse farelo também", disse Silva à Reuters em entrevista. Importação de soja pela China deve cair diante de disputa com EUA, prevê consultoria O Brasil enviou uma lista de produtores de farelo de soja para a China autorizar a exportação no ano passado, mas é incerto se eles responderão, ele disse. A China diminuiu o ritmo de aprovações para sementes de soja geneticamente modificada, ele disse, e não há sinais de que voltará a acelerar. Alguns produtos transgênicos aprovados há cinco anos no Brasil ainda não foram liberados pela China, evitando a disseminação do uso e os ganhos de produtividade que eles trariam, disse Silva. Novo governo Durante a expedição comercial à China e aos Emirados Árabes Unidos, que terminou no dia 8 de novembro, surgiram questionamentos sobre se o comércio poderia sofrer no governo de Jair Bolsonaro, disse o secretário. O presidente eleito criticou os investimentos chineses no Brasil e aborreceu muitos países muçulmanos com a sugestão de mudar a embaixada do país em Israel para Jerusalém, enquanto as suas propostas ambientais também incitam temores de que elas afetariam a percepção internacional sobre os produtos brasileiros. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, procurou reafirmar aos chineses e árabes que os agricultores apoiam Bolsonaro, que por sua vez tem respeito pelas leis e não fará nada para prejudicar o comércio brasileiro, disse Silva. Bolsonaro poderia, na verdade, beneficiar o comércio, abrindo a economia a importações, um passo necessário para fazer com que parceiros do Brasil aceitem mais envios do país, ele disse. O Brasil também está procurando aumentar os embarques de carne para a China, que atualmente é o principal destino das exportações de carne bovina e de frango. Uma delegação chinesa chegará ao Brasil no domingo para inspecionar unidades processadoras de bovinos e frangos, visando aprovar mais unidades para exportação ao gigante asiático, acrescentou.
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14/11 - China busca diversificar compra de grãos com 'nova Rota da Seda'
Plano visa conectar a China a países do Sudeste Asiático, Ásia Central, Oriente Médio, Europa e África. Guerra comercial com os EUA alterou fluxos comerciais internacionais de soja e outros. A China quer aumentar as importações de grãos de países ligados ao projeto do presidente Xi Jinping de criar uma nova Rota da Seda, procurando diversificar os fornecedores de grãos em meio à guerra comercial com os Estados Unidos, disse um importante pesquisador do gabinete nesta quarta-feira (14). Com o aumento da demanda, os países inclusos na ambiciosa iniciativa de Xi têm um forte potencial para exportar "produtos agrícolas com uso intensivo de terras", disse Ye Xingqing, diretor do departamento de Economia Rural no Centro de Desenvolvimento de Pesquisas, um centro de estudos administrado pelo Conselho Estatal chinês. O plano, anunciado em 2013, visa conectar a China por terra e pelo mar ao Sudeste Asiático, à Ásia Central, ao Oriente Médio, à Europa e África. A China prometeu destinar US$ 126 bilhões à iniciativa, em grande parte em investimentos em infraestrutura. Nova Rota da Seda Roberta Jaworski/G1 "Será altamente possível que esses países recebam mais compras da China de produtos agrícolas de uso intensivo de terras", disse Ye, referindo-se a grãos que exigem uma grande área para o cultivo, em discurso dado em uma conferência da indústria em Guangzhou. Os comentários acontecem meses depois do começo da guerra comercial entre Pequim e Washington, que alterou significativamente os fluxos comerciais internacionais da soja e de outras commodities agrícolas.
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14/11 - Gilmar Mendes suspende até fevereiro de 2020 pagamento de perdas do Plano Collor 2
Ministro do STF aceitou pedido do Banco do Brasil e da Advocacia-Geral da União (AGU) que alegam baixa adesão a acordo que uniformiza pagamento de perdas inflacionárias. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, até fevereiro de 2020, pagamentos de valores devidos a pessoas prejudicadas por perdas inflacionárias decorrentes da implementação do Plano Collor 2, em 1991. A decisão vale para decisões judiciais individuais e coletivas e atende pedido do Banco do Brasil e da Advocacia-Geral da União (AGU), que alegam baixa adesão ao acordo firmado no fim do ano passado, que fixou condições e percentuais uniformes para os pagamentos. Na decisão, o ministro disse que os milhares de pagamentos obtidos em decisões judiciais de pessoas que não aderiram ao acordo têm “prejudicado a adesão ou ao menos o livre convencimento dos particulares sobre o acordo em questão”. “O acordo tem como objetivo maior garantir o equilíbrio do Sistema Financeiro Nacional, tendo em vista o imenso número de ações a respeito do tema, bem como resguardar o interesse dos particulares envolvidos ao recebimento célere dos valores devidos”, escreveu Gilmar Mendes em decisão proferida em 31 de outubro. Em fevereiro, a exemplo de outros colegas do STF, Gilmar Mendes homologou (validou) acordos entre poupadores e bancos para recompor as perdas com valores bloqueados das contas no Plano Collor 1 e por perdas com inflação geradas no Plano Collor 2. Na decisão, ele abriu um prazo de dois anos para que outros interessados, ainda não contemplados nas ações, pudessem aderir aos acordos, negociados pela AGU – braço jurídico do governo,– com associações de poupadores e entidades representativas do setor financeiro. A decisão de outubro suspende pagamentos obtidos por fora do acordo somente nas ações relacionadas ao Plano Collor 2, desde a data de homologação, em 5 de fevereiro.
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14/11 - Investimento cresce 9,6% no terceiro trimestre ante o segundo, diz Ipea
Avanço foi puxado pelo aumento das importações de plataformas de petróleo. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), medida do que se investe no país em máquinas, equipamentos e pesquisa, disparou 9,6% no terceiro trimestre sobre o segundo, feito o ajuste sazonal, de acordo com cálculo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Essa alta forte foi puxada pelas importações de plataformas de petróleo, que influenciaram um aumento de 27,7% no consumo aparente de máquinas e equipamentos no período. Indicador de construção civil registrou alta de 3,5% ante o segundo trimestre Divulgação Na comparação com o mesmo intervalo do ano passado, o investimento cresceu 13,1%. Sem as plataformas, a FBCF aumentou 3,2% no terceiro trimestre sobre o segundo e 4,4% sobre o mesmo período do ano passado. O consumo aparente corresponde à produção doméstica líquida das exportações acrescida das importações. Dentre seus componentes, enquanto a produção interna de bens de capital líquida de exportações registrou crescimento de 1,2%, a importação de bens de capital aumentou expressivos 104,5% sobre o segundo trimestre. O indicador de construção civil, por sua vez, registrou alta de 3,5% frente ao segundo trimestre, e subiu 0,9% sobre o mesmo trimestre do ano anterior. O componente “outros” da FBCF ficou estável em relação ao trimestre anterior e aumentou 2% sobre o intervalo de julho a setembro do ano passado. De acordo com o Ipea, o novo regime aduaneiro especial para bens empregados nas atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e de gás natural (Repetro-Sped) influenciou significativamente o cálculo da FBCF e da balança comercial brasileira.
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14/11 - Maior criadora de porcos da China usará ração com menos proteína para reduzir consumo de soja
Medida segue diretriz definida pelo governo chinês para baixar uso de farelo de soja diante da guerra comercial com os Estados Unidos, até então maior exportador do produto para o país. Porcos em fazenda em Harbin, na China Hallie Gu/Reuters A maior empresa criadora de porcos da China, a Wens Foodstuffs Group irá seguir as diretrizes governamentais de menores volumes de proteína na ração, disse um executivo da companhia, acrescentando que qualquer que seja o impacto nas suas operações será mínimo. A Associação da Indústria de Ração da China aprovou no mês passado novos padrões para a ração de suínos e de frangos, com menores níveis de proteína, já que Pequim está tentando reduzir o seu consumo de farelo de soja em meio à guerra comercial com os Estados Unidos, que costumavam ser seu maior fornecedor de soja. Importação de soja pela China deve cair diante de disputa com EUA, prevê consultoria China reduz previsão de importação de soja diante de guerra comercial com EUA A Wens seguirá as recomendações, disse Yang Junpeng, vice-diretor geral de compras durante um evento da indústria nesta quarta-feira. Porém ele acrescentou que o impacto seria pequeno sobre a empresa, já que as fórmulas que ela utiliza já são muito próximas das novas regras. As diretrizes não terão efeito nas rações para frangos da companhia e exigirão mudanças nas rações de porcos que pesam mais de 75 quilos, disse Yang.
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14/11 - Governo dos EUA está investigando o IPO do Snapchat
Empresa teria apresentado informações confusas sobre o impacto que concorrentes como o Instagram teriam no crescimento do negócio. Banner do Snapchat em frente à Bolsa de Valores de Nova York Brendan McDermid/Reuters A Snap está na berlinda. O governo americano está investigando se a companhia, que controla a rede social Snapchat, manipulou de alguma maneira sua própria oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), que levantou 3,4 bilhões de dólares em março do ano passado. A empresa revelou nesta quarta-feira (14) que o Departamento de Justiça e a SEC — comissão que supervisiona os mercados financeiros nos Estados Unidos — convocaram executivos a depor sobre se a empresa teria feito afirmações que levaram investidores à confusão, durante o processo de IPO. Os órgãos querem saber se a Snap teria diminuído o impacto que competidores, como o Instagram, tiveram no crescimento do Snapchat. O processo também questiona uma falta da empresa, que não teria comunicado propriamente a demissão de Anthony Pompliano, encarregado de supervisionar o crescimento da empresa após o IPO, demitido depois de apenas 3 semanas no cargo. Ele teria apontando problemas com as métricas de crescimento do Snapchat. “Nós continuamos a acreditar que esse processo não tem mérito e que nossas declarações durante o IPO foram certeiras e completas. Pretendemos continuar a cooperar com esses reguladores nos pedidos de depoimentos e informações”, disse a Snap em nota. A investigação é o mais novo revés para a Snap, que tem enfrentado dificuldades para crescer sua base de usuários e anunciou internamente um redesenho do aplicativo. O número de usuários ativos diários no Snapchat caiu no terceiro trimestre de 2018, para 186 milhões, ante 188 milhões registrados 3 meses antes. Foi o segundo trimestre consecutivo de queda. O Instagram, em comparação, tem 400 milhões de pessoas utilizando o recurso Stories, que copia a função de vídeos curtos do Snapchat.
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14/11 - Como as 'fake news' de WhatsApp levaram um povoado a linchar e queimar dois homens inocentes
Em uma pequena cidade no México, notícias falsas sobre sequestros de crianças resultaram em um crime bárbaro. Jose Gil, vice-ministro de Informações e Inteligência Cibernética na Cidade do México, supervisiona sua equipe BBC Boatos sobre sequestros de crianças se espalharam pelo WhatsApp em uma pequena cidade no México. A notícia era falsa, mas uma multidão espancou e queimou vivos dois homens antes de alguém checar sua veracidade. Em 29 de agosto, pouco depois do meio-dia, Maura Cordero, dona de uma loja de artesanato na pequena cidade de Acatlán, no estado de Puebla, no México, reparou que havia uma aglomeração incomum em frente à delegacia, próxima a seu estabelecimento. Cordero, de 75 anos, foi até a porta da loja para espiar. Dezenas de pessoas estavam do lado de fora da delegacia na rua Reforma, principal via da cidade, e não parava de chegar gente. Logo, haveria mais de cem pessoas. Cordero não se lembrava de ter visto uma aglomeração assim em Acatlán, a não ser em ocasiões festivas. Enquanto observava, um carro da polícia passou pela loja levando dois homens. Alguns moradores seguiam o veículo, enquanto gritos ecoavam da multidão acusando os dois de serem sequestradores de crianças. De trás do estreito portão de metal na entrada da delegacia, a polícia respondeu que eles não eram sequestradores, mas delinquentes. "Eles são pequenos infratores", repetiam os policiais, à medida que a multidão aumentava. Dentro da delegacia, estavam Ricardo Flores, de 21 anos, que havia sido criado nos arredores de Acatlán, mas se mudou para Xalapa, a 250 quilômetros a nordeste, para estudar direito, e seu tio Alberto Flores, agricultor de 43 anos que viveu por décadas em uma pequena comunidade nas cercanias de Acatlán. Início da tragédia Ricardo havia retornado recentemente à cidade para visitar a família. Os parentes contam que ele e o tio foram ao centro naquele dia comprar material de construção para concluir uma obra em um poço. E a polícia diz que não há provas de que eles tenham cometido qualquer crime e que foram levados para a delegacia por "perturbar a paz" após terem sido abordados por moradores locais. Mas a multidão do lado de fora da delegacia estava sob efeito de uma versão diferente dos fatos, uma história suscitada em algum lugar desconhecido e propagada pelo WhatsApp. "Por favor, estejam todos atentos porque uma praga de sequestradores de crianças entrou no país", dizia a mensagem compartilhada. "Parece que esses criminosos estão envolvidos com o tráfico de órgãos. Nos últimos dias, crianças de quatro, oito e 14 anos desapareceram e algumas foram encontradas mortas com sinais de que seus órgãos foram removidos." Avistados perto de uma escola primária em uma comunidade próxima chamada San Vicente Boqueron, Ricardo e Alberto foram rotulados como sequestradores de crianças pelo medo coletivo, e a notícia da prisão deles se espalhou exatamente da mesma forma que os boatos das crianças sequestradas. A multidão que estava na porta da delegacia foi instigada em parte por Francisco Martinez, um antigo morador de Acatlán, conhecido como "El Tecuanito". Segundo a polícia, Martinez estava entre aqueles que compartilharam mensagens no Facebook e no Whatsapp acusando Ricardo e Alberto. Fora da delegacia, ele usou o celular para fazer uma transmissão ao vivo pelo Facebook. "Povo de Acatlán de Osorio, Puebla, por favor, venha dar seu apoio, mostre seu apoio", dizia ele para a câmera. "Acreditem em mim, os sequestradores estão aqui agora." Enquanto Martinez tentava mobilizar a cidade, outro homem, identificado pela polícia apenas como Manuel, subiu no telhado do prédio da prefeitura, ao lado da delegacia, e tocou os sinos para alertar os moradores de que a polícia planejava libertar Ricardo e Alberto. Um terceiro homem, Petronilo Castelan, "El Paisa", usou um alto-falante para pedir aos moradores uma contribuição para comprar gasolina com o objetivo de atear fogo nos dois homens, e caminhou no meio da multidão para coletar o dinheiro. Linchamento filmado por celulares De dentro da loja, Maura Cordero observava assustada, até que ouviu alguém dizer que deveria correr porque a multidão incendiaria os homens. "Meu Deus", ela pensou, "isso não é possível". Momentos depois, o grupo se uniu em torno de um único objetivo. O estreito portão da entrada da delegacia se abriu, e Ricardo e Alberto foram arrastados para fora. Enquanto as pessoas levantavam seus telefones para filmar, os dois foram jogados nos degraus de pedra e espancados violentamente. Em seguida, a gasolina comprada mais cedo foi derramada sobre eles. Testemunhas acreditam que Ricardo já estava morto por causa da agressão, mas seu tio Alberto ainda estava vivo quando o fogo foi aceso. Imagens de vídeo mostram seus membros se movendo lentamente enquanto as labaredas subiam ao seu redor. Os corpos carbonizados permaneceram no local por duas horas após serem queimados, enquanto os promotores públicos se dirigiram para Acatlán, e o cheiro de gasolina continuou no ar. Petra Elia Garcia, avó de Ricardo, foi chamada para identificar os corpos. "Olhem o que vocês fizeram com eles!", gritou para o resto da multidão, que começara a se dispersar. "Foi uma das coisas mais terríveis que já aconteceram em Acatlán", disse Carlos Fuentes, motorista que trabalha em um ponto de táxi perto da delegacia. "As colunas de fumaça podiam ser vistas de todos os pontos da cidade." A maioria das famílias em Acatlán depende do dinheiro enviado por parentes que migraram para os Estados Unidos. Como em muitas outras cidades no México, milhares de cidadãos seguem para o norte em busca de melhores oportunidades. Entre os emigrantes no início dos anos 2000, estavam Maria del Rosario Rodriguez e Jose Guadalupe Flores, que se mudaram para os EUA na esperança de proporcionar melhores condições de vida para seus dois filhos, José Guadalupe Jr. e seu irmão mais novo, Ricardo, que permaneceram no México. Os dois meninos, com sete e três anos na época, ficaram com a avó, Petra Elia Garcia, em Xalapa, no Estado de Veracruz. Maria e Jose Guadalupe se mudaram diversas vezes pelo território americano antes de fixarem moradia na cidade de Baltimore, na costa leste. Maria virou trabalhadora doméstica e Jose, operário da construção civil. Eles tiveram mais uma filha, chamada Kimberley. E mantinham contato constante com os outros dois filhos pelo Facebook. Desespero no Facebook Então, em 29 de agosto, Maria recebeu uma série de mensagens no Facebook que pareciam um pesadelo. Um amigo próximo em Acatlán contou que Ricardo tinha sido preso por suspeita de sequestrar crianças. Foi um mal entendido, ela pensou. Ricardo nunca estaria envolvido com algo assim. Mas as mensagens continuavam chegando. De repente, apareceu um link para uma transmissão ao vivo no Facebook, e quando ela clicou, se deparou com a aglomeração - e seu filho e cunhado sendo espancados. Em vão, ela postou um comentário. "Por favor, não machuquem eles, não os matem, eles não são sequestradores de crianças", recorda-se de ter escrito. Mas a mensagem não surtiu efeito, e ela observou horrorizada os dois serem encharcados de gasolina. A mesma tecnologia que permitiu a um homem em Acatlán mobilizar uma multidão para matar seu filho, permitiu que ela o visse morrer. Naquele mesmo dia, Maria, Jose Guadalupe e Kimberley voltaram a Acatlán pela primeira vez em mais de uma década. Lá eles conheceram Jazmin Sanchez, viúva de Alberto, que também assistiu à tragédia pelo Facebook. Durante décadas, Jazmin e Alberto viveram a apenas 14 quilômetros de Acatlán, em Xayacatlan de Bravo. Todos os dias, Alberto ia trabalhar nos campos de milho na terra que comprara na vizinha Tianguistengo. Quando morreu, deixou para trás uma casa pequena em construção na propriedade, assim como a esposa e três filhas para quem estava construindo a moradia. "Ele era um homem bom, não merecia morrer dessa forma", disse Jazmin, segurando um boné, um cinto e uma carteira que pertenciam ao marido. Maria e Jose Guadalupe voltaram, por sua vez, para outra casa pequena em Tianguistengo, que deixaram para os filhos quando foram para os EUA. De pé nos fundos da residência, Maria se recorda do filho. Ele gostava de borboletas e de correr pelos campos de milho. Saiu para estudar direito porque queria defender as pessoas de injustiças. "Eles o tiraram de nós, e ele nem chegou a deixar um filho para cuidar da gente", disse ela. Em Acatlán, a família foi recebida com silêncio. Com exceção de Maura Cordero, os lojistas da rua Reforma disseram que estavam fora da cidade quando a barbárie aconteceu, ou que fecharam suas lojas e fugiram, ou ainda que nem chegaram a abrir as portas naquele dia, que não era feriado. "Ninguém quer falar sobre isso", disse Fuentes, o taxista. "E as pessoas que estavam diretamente envolvidas já foram embora." De acordo com as autoridades, cinco pessoas foram acusadas de incitação ao crime e outras quatro de assassinato. Martinez, que transmitiu o evento ao vivo no Facebook, Castelan, que pediu dinheiro para gasolina, e o homem identificado como Manuel, que tocou os sinos, estavam entre os cinco. Mas os outros dois supostos incitadores e os quatro acusados ​​de assassinato estavam foragidos, segundo a polícia. No dia seguinte à morte de Ricardo e Alberto, seus corpos foram velados em Acatlán. Maria acredita que havia testemunhas do crime entre os presentes na missa. "Vejam como vocês mataram eles! Vocês todos têm filhos! Eu quero justiça para os meus entes queridos!", gritou enquanto as lágrimas rolavam e as câmeras das redes de televisão locais e nacionais filmavam. Agora, a família vive com medo em Acatlán, diz Maria. Eles têm receio até de ir ao mercado. "Perdi meu neto que era como meu filho", disse a avó de Ricardo. "Eles os acusaram de serem criminosos, sem provas". Maria ainda não consegue entender por que a multidão foi levada por uma mentira. "Por que eles não checaram? Nenhuma criança foi sequestrada, ninguém apresentou uma queixa formal. Foi uma notícia falsa", afirmou. Onda de violência causada por boatos As mortes de Ricardo e Alberto Flores no México não são casos isolados. Boatos e notícias falsas no Facebook e no WhatsApp fomentaram episódios de violência com morte na Índia, em Myanmar e no Sri Lanka, para citar apenas três. Na Índia, como no México, o WhatsApp ressuscitou rumores antigos sobre sequestros, permitindo que se espalhassem mais rápido - e com menos responsabilidade. O WhatsApp, que foi comprado pelo Facebook por US$ 19 bilhões em 2014, tem sido associado a uma onda de linchamentos em toda a Índia, muitas vezes alimentada por histórias falsas de crianças sequestradas. No Estado de Assam, em junho, Abhijit Nath e Nilotpal Das foram espancados até a morte por um grupo de 200 pessoas, em um incidente assustadoramente semelhante ao de Acatlán. Tanto o WhatsApp quanto o Facebook são amplamente utilizados para o consumo de notícias no México, segundo consta em um relatório de 2018 do Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo. De acordo com o levantamento, 63% dos usuários de internet no México dizem que estão muito preocupados ou extremamente preocupados com a disseminação de notícias falsas. "As plataformas digitais servem como veículos instantâneos para canalizar o melhor e o pior de nós, incluindo nossos medos e preconceitos", disse Manuel Guerrero, diretor da Escola de Comunicação da Universidade Iberoamericana do México. "E isso fica mais evidente na ausência de autoridades efetivas que possam garantir nossa segurança", completou. Em 30 de agosto, no dia seguinte ao que Ricardo e Alberto foram mortos em Acatlán, moradores da cidade de San Martin Tilcajete, no sul de Oaxaca, tentaram linchar um grupo de sete pintores de casas, falsamente acusados ​​de serem sequestradores infantis. Naquele dia, os policiais conseguiram resgatar as vítimas. Mas no mesmo dia, em Tula, no Estado de Hidalgo, a cena assustadora de Acatlán se repetiu, quando dois homens inocentes acusados ​​de raptar crianças foram espancados e queimados até a morte. No Equador, em 16 de outubro, dois homens e uma mulher presos por suspeita de roubar US$ 200 foram mortos por uma multidão após serem falsamente acusados em boatos que circularam pelo Whatsapp de sequestrar crianças. E em 26 de outubro, em Bogotá, na Colômbia, um grupo matou um homem pelo mesmo motivo. Como as mensagens do WhatsApp são criptografadas, é impossível rastrear a origem de qualquer conteúdo compartilhado no aplicativo. A empresa se recusou a atender aos pedidos do governo indiano em julho para quebrar a criptografia e permitir que as autoridades rastreassem as mensagens. Combate pouco eficaz O WhatsApp anunciou medidas para tentar conter a disseminação de notícias falsas, identificando claramente as mensagens que são encaminhadas e limitando o número de destinatários para repassar mensagens a 20 grupos por vez - e a cinco na Índia. "Acreditamos que o desafio da onda de violência exige uma ação das empresas de tecnologia, da sociedade civil e dos governos", disse a empresa à BBC. "Nós intensificamos a educação do usuário sobre desinformação e fornecemos treinamento sobre como usar o WhatsApp como um recurso nas comunidades." Um porta-voz do Facebook disse à BBC que a plataforma "não queria que seus serviços fossem usados ​​para incitar a violência". "No início deste ano, identificamos e removemos vídeos mostrando violência em massa no Estado mexicano de Puebla, e atualizamos nossas políticas para remover conteúdos que poderiam levar a danos no mundo real", disse o porta-voz. "Continuaremos a trabalhar com empresas de tecnologia, a sociedade civil e os governos para combater a disseminação de conteúdo com potencial para causar danos". Pelo menos 10 governos estaduais no México, incluindo o de Puebla, lançaram campanhas informativas alertando os cidadãos sobre a onda de mensagens falsas nas redes sociais sobre sequestros de crianças. Os policiais que investigam crimes cibernéticos criaram grupos de discussão no WhatsApp para permitir a comunicação direta com os moradores de 300 bairros em toda a capital. Os cidadãos pedem à polícia, por meio dos grupos, que verifiquem histórias, enquanto os policiais coletam evidências contra aqueles que espalham notícias falsas. Também estão na mira da equipe outros crimes: falsidade ideológica, tentativas de extorsão e tráfico de seres humanos. "Acreditamos que, de cada dez crimes, a tecnologia é usada em nove", diz Jose Gil, vice-ministro de Informações e Inteligência Cibernética da Cidade do México. "As redes sociais podem realmente afetar uma comunidade por meio da disseminação de informações falsas que muitos de nós percebem como verdadeiras, porque são enviadas por pessoas em quem confiamos", completa. "A sociedade precisa realmente avaliar o que é verdadeiro e o que é falso, e decidir o que é confiável e o que não é." A falta de policiamento efetivo e a cultura de impunidade no México fizeram com que os rumores incitassem a violência como "dinamite", afirma a deputada Tatiana Clouthier. Segundo ela, no caso do linchamento em Acatlán, a privacidade e a liberdade de expressão tiveram um custo terrível. "Mas damos prioridade para quê? Temos que dar prioridade à liberdade de expressão, mas onde está o limite? Esse é um debate em que nenhum de nós quer entrar porque ninguém quer restringir a liberdade de expressão, mas não podemos permitir a desinformação. A situação que estamos enfrentando é muito perigosa." Na tarde do dia 24 de outubro, um grupo de cerca de 30 parentes de Ricardo e Alberto se reuniram na Igreja do Calvário em Acatlán para uma missa em sua memória. O padre rezou por ambas as famílias e abençoou duas cruzes de metal levadas por eles. A celebração durou uma hora e, em seguida, as famílias andaram meio quilômetro carregando as cruzes até o lugar que haviam evitado nos últimos dois meses. O pai de Ricardo, Jose Guadalupe, colocou as cruzes nos degraus de pedra em que Ricardo e Alberto foram mortos, e o grupo permaneceu por um tempo em silêncio. "Foi muito doloroso estar no mesmo lugar em que os corpos foram carbonizados", afirmou Maria, mãe de Ricardo, mais tarde. "Tudo isso aconteceu por causa dos rumores e porque as pessoas foram levadas por esses rumores." Esses boatos ainda aparecem no telefone de Maria - e provavelmente no de outros moradores da cidade -, mas ela não suporta mais vê-los ou mostrá-los a quem quer que seja. No dia da missa, ela prometeu junto a Jazmin, viúva de Alberto, visitar o local do linchamento uma vez por semana e repor as velas que deixaram ao lado das cruzes. "As cruzes devem permanecer lá para sempre", diz ela, "para que o povo de Acatlán possa ver e se lembrar do que fez".
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14/11 - B3 vai registrar letras imobiliárias garantidas a partir de 21 de novembro
Investimento foi criado para ampliar as fontes de recursos para o setor imobiliário. A B3 anunciou nesta quarta-feira (14) que começará a registrar Letras Imobiliárias Garantidas (LIG) a partir de 21 de novembro, instrumento de mercado criado para ampliar as fontes de recursos para o setor imobiliário. A LIG é isenta de cobrança de Imposto de Renda para pessoas físicas e investidores estrangeiros. O título pode ter sua rentabilidade atrelada à variação cambial, além da referência a taxas de juros e índices de preços. BC conclui regulamentação e bancos podem emitir Letras Imobiliárias Garantidas O instrumento também dispõe da garantia dupla. Na prática, em caso de falha no pagamento pela instituição emissora, o agente fiduciário assume o controle dos ativos. A LIG é inspirada nos covered bonds, ativos muito usados na Europa para financiamento imobiliário. Além dos bancos, poderão emitir LIG: sociedades de crédito, financiamento ou investimento, companhias hipotecárias e associações de poupança e empréstimo. Criada como alternativa a recursos como caderneta de poupança e letras de crédito imobiliário, a LIG foi regulamentada no fim de 2017 pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas ainda não houve emissões do título.
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14/11 - Como uma assistente virtual pode servir de testemunha em um caso de assassinato nos EUA
Aparelho teria gravado momento em que duas mulheres foram esfaqueadas na cozinha de uma casa. Juiz mandou recolher gravações. Echo Plus, conectado à Alexa, gerencia casas inteligentes por comando de voz. Divulgação/Amazon Uma assistente virtual eletrônica da Amazon, a Alexa, pode servir de testemunha em um caso de duplo homicídio nos Estados Unidos. A polícia de Farmington, cidade com cerca de 7 mil habitantes no estado de New Hampshire, acredita que o aparelho tenha "ouvido" a morte de Christine Sullivan e Jenna Pellegrini. As informações são do jornal "The Washington Post". As duas mulheres morreram esfaqueadas na cozinha da casa de Christine, em janeiro de 2017. Os promotores responsáveis pelo caso dizem que o aparelho ficou no local durante o crime. O dispositivo da Amazon, parecido com um auto-falante, funciona com reconhecimento de voz para executar tarefas como ligar e desligar eletrodomésticos, dar informações sobre previsão do tempo e tocar música. Por isso, um juiz ordenou que a Amazon repasse todas as gravações obtidas pelo aparelho entre 27 e 29 de janeiro do ano passado. O período inclui a data do assassinato até o dia em que as duas mulheres foram encontradas mortas pela polícia. Família descobre que Alexa grava conversas e manda para outras pessoas O assustador riso da Alexa, que a Amazon promete consertar A Amazon, no entanto, disse à agência Associated Press que não repassaria nenhum dado "sem um mandado legal válido e vinculante". Segundo a revista "Time", a empresa concordou em fornecer informações em um caso semelhante em 2017, mas apenas depois de o acusado consentir em entregar as gravações. Não é certeza, porém, que a Alexa tenha gravado os detalhes do crime. Para o dispositivo ser ativado, o dono precisa dizer palavras-chave que iniciam a gravação. O crime Aparelho conectado à Alexa, da Amazon Amazon O acusado de ter esfaqueado Christine e Jenna se chama Timothy Verrill e vai a julgamento em maio de 2019. Ele alega inocência. Verrill chegou a morar na casa onde as duas mulheres morreram. No momento do crime, viviam lá Christine e o então namorado, Dean Smoronk. O acusado do assassinato se tornou amigo do casal. Os investigadores suspeitam que os três – o casal e o acusado de assassinato – tinham envolvimento com tráfico de drogas. Segundo o jornal local "Forster's Daily Democrat", Smoronk recebeu um telefonema de Verrill pouco antes do assassinato. Verrill acreditava que Jenna era uma "informante do esquema". O "Washington Post" também narra que câmeras de segurança registraram o momento em que Verrill chegava na casa. Em 20 minutos, diz o jornal, ele tentou obstruir as três câmeras até, finalmente, desligar o circuito de TV. De acordo com a imprensa local, o acusado comprou produtos de limpeza considerados suspeitos, como sal e amônia – material encontrado na cena do crime. Segundo a promotoria, Verrill foi parar no hospital duas vezes por causa de "colapsos". Ele foi preso em Massachussets 10 dias depois dos assassinatos, enquanto procurava por tratamento para vício em drogas.
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14/11 - Eunício diz que governo Bolsonaro aceitou dividir cessão onerosa com estados e municípios
Presidente do Senado disse que estimativa é de que transferência dos direitos de exploração do petróleo da camada pré-sal renda entre R$ 120 bilhões e R$ 130 bilhões. Eunício diz que Paulo Guedes aceitou dividir cessão onerosa com estados e municípios O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou nesta quarta-feira (14), após participar em Brasília da reunião de Jair Bolsonaro com governadores, que o presidente eleito e o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, aceitaram repassar parte dos valores obtidos no leilão da transferência dos direitos de exploração do petróleo da camada pré-sal – a chamada cessão onerosa – para estados e municípios. Segundo o emedebista, o percentual que será repassado ainda não está definido, mas deve seguir a regra de divisão do fundo de participação dos municípios. Eunício disse que a estimativa é de que o leilão pode gerar para a União entre R$ 120 bilhões e R$ 130 bilhões. Na última quarta-feira (7), o Senado aprovou pedido de urgência para a votação do projeto que permite à Petrobras transferir, para outras empresas, até 70% dos direitos de exploração de 5 bilhões de barris de petróleo por meio do chamado acordo de cessão onerosa. A cessão onerosa foi um acordo fechado, em 2010 entre a União e a Petrobras que permitiu à estatal do petróleo explorar, sem licitação, 5 bilhões de barris de petróleo em campos do pré-sal na Bacia de Santos. Em troca do direito de exploração, a estatal pagou R$ 74,8 bilhões à União. Nos anos seguintes, porém, a cotação do barril de petróleo caiu muito, motivada por tensões geopolíticas e preocupações quanto ao desempenho da economia, entre outros fatores. A Petrobras alega que pagou à União um valor muito alto no acordo de 2010 e avalia que tem direito de ser ressarcida. Esse é um dos pontos da discussão. "O valor [até R$ 130 bilhões] não está fechado, mas há um entendimento de que pode chegar a isso. O valor que chegar, um percentual iria para estados e municípios. Guedes concorda com isso e conduziu a conversa para a defesa da federação verdadeira, que são os estados e municípios brasileiros", declarou o presidente do Senado ao final do encontro com Bolsonaro e os governadores, em Brasília. Outro ponto da negociação envolvendo a transferência dos direitos de exploração do pré-sal trata do excedente de petróleo existente nessas áreas exploradas pela Petrobras. Avalia-se que há nessas áreas muito mais do que os 5 bilhões de barrís que o contrato garantiu à estatal. Uma parte desse excedente o governo pode repassar à Petrobras para cobrir o ressarcimento a que a empresa diz ter direito. O restante será ofertado em um megaleilão de petróleo que pode render mais de R$ 100 bilhões à União.
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14/11 - Lucro do BNDES recua no terceiro trimestre, para R$ 1,6 bilhão
Nos nove primeiros meses do ano, banco lucrou R$ 6,36 bilhões, um aumento de 98,7% frente ao mesmo período do ano passado. Sede do BNDES no centro do Rio de Janeiro REUTERS/Sergio Moraes O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) obteve lucro líquido de R$ 1,03 bilhão, 15,8% abaixo do mesmo trimestre do ano passado, quando foi de R$ 1,857 bilhão. As demonstrações financeiras do banco de fomento foram divulgadas na tarde desta quarta-feira (14). Sobre o lucro menor, o diretor do banco de fomento, Ricardo Ramos, disse que essa diferença é irrelevante estatisticamente. "São R$ 200 milhões a menos, claro, mas estatisticamente é irrelevante”, afirmou. BNDES empresta 13% a menos no acumulado no ano até setembro Nos nove primeiros meses do ano, o banco obteve lucro líquido de R$ 6,36 bilhões, o que equivale a um aumento de 98,7% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o diretor do banco, o resultado supera o lucro líquido anual obtido nos últimos três anos, sempre na casa de R$ 6 bilhões. “Fizemos um ano em apenas nove meses", comemorou. Segundo o superintendente da área de integridade, conformidade e gestão do banco, Carlos Frederico Rangel, o lucro foi influenciado pelo melhor resultado com participações societárias, que foi de R$ 2,87 bilhões, um aumento de 99,4% em relação ao mesmo período de 2017. Esse aumento, segundo o banco, “refletiu o crescimento de R$ 1,98 bilhão do resultado de alienações de investimentos, com destaque para a venda de ações da Petrobras, Eletropaulo e Vale”. Até dezembro do ano passado, o BNDES tinha 16,54% de participação na Petrobras. Esse percentual caiu para 15,24% no fechamento de setembro. Levy na presidência Ramos sugeriu que o nome do ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, como presidente do BNDES na gestão do presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi recebido com otimismo pela atual pela atual diretoria. “O que conseguimos depreender do pensamento no novo presidente [do BNDES] é que ele está aderente ao que o banco vem fazendo. Ele vem de uma instituição similar e vai encontrar o BNDES preparado para a missão que o traz”, disse o diretor do banco. Ramos acrescentou, sem detalhar, que “2019 será um ano muito bom e o banco vai executar "tudo que planejamos”. Questionado se já há uma equipe de transição formada, Ramos disse não saber. Consultas têm primeira alta em seis anos O diretor do BNDES Ricardo Ramos destacou que as consultas nos primeiros noves meses aumentaram pela primeira vez desde 2012. “Isso já reflete um pouco a retomada da economia, ainda que lenta e gradual”. Desembolsos O BNDES liberou 13% a menos em crédito entre janeiro e setembro de 2018, na comparação com o mesmo período do ano passado. O total de desembolsos nos 9 primeiros meses do ano somou R$ 43,6 bilhões, ante R$ 49,9 bilhões nos 3 primeiros trimestres de 2017. Questionado sobre os desembolsos do banco, Ramos disse que o volume “vem num ritmo melhor do que as operações”. Ele disse haver expectativa de que este volume aumente até o final do ano, embora destaque que não é o resultado mais importante. “O que estamos perseguindo e que a gente acha que consegue que no ano seja ligeiramente superior ao ano passado. Mas, de fato, o impacto de desembolsos no último trimestre é residual. O que é relevante para o banco é a carteira de crédito em si”, disse Ramos . Redução de ativos O ativo do BNDES teve queda de 5,2% no trimestre, o que corresponde a R$ 42,98 bilhões, fechando setembro com um total de R$ 791,48 bilhões. A redução, segundo o banco, se deu em função da antecipação do pagamento de R$ 70 bilhões em dívidas ao Tesouro Nacional. Inadimplência A inadimplência acima de 90 dias apresentou aumento no trimestre, passando de 1,45% em junho para 2,94% em setembro. Desconsiderando o Rio de Janeiro, porém, cujas operações estão sendo honradas pela União devido ao regime de recuperação fiscal, o índice de inadimplência teria sido de 1,67%.
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14/11 - Importação de soja pela China deve cair diante de disputa com EUA, prevê consultoria 
País compra 60% de toda a soja comercializada no mundo. Em briga com EUA, importação de soja americana foi sobretaxada em 25%, reduzindo contratos.  Expectativa é de que exportação de soja brasileira cresça diante de impasse entre EUA e China Reprodução/TV Morena As importações de soja pela China em 2018/19 devem cair para 91 milhões de toneladas, ante 94 milhões de toneladas na temporada anterior, em meio a uma disputa comercial com os EUA, afirmou um analista da Informa Economics nesta quarta-feira (14). A China, que compra 60% da soja comercializada no mundo, está envolvida em uma amarga guerra comercial com os Estados Unidos. O país restringiu as compras de grãos dos EUA. Pequim impôs uma tarifa de 25% em uma lista de produtos dos EUA, incluindo soja, em 6 de julho, em resposta a medidas semelhantes aplicadas pelos norte-americanos sobre produtos chineses. China substituirá soja dos EUA por produto do Brasil e outros países, diz indústria China reduz previsão de importação de soja diante de guerra comercial com EUA Neste contexto, a previsão é de que a produção e as exportações brasileiras de soja aumentem, disse Peter Rohde, vice-presidente da Informa Economics, em uma conferência do setor em Guangzhou. Ele projetou as exportações brasileiras de soja em um recorde de 80 milhões de toneladas em 2019/20, em comparação com 79,3 milhões de toneladas no ano anterior.
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14/11 - Qual o melhor tipo de investimento no Tesouro Direto?
O título mais simples do Tesouro Direto e com menos risco é o "Tesouro Selic" (LFT - Letra Financeira do Tesouro), que tem o rendimento atrelado à variação da taxa Selic. Lembrando que quando mais tempo você esperar para vender, menos imposto de renda será pago. Veja essa e outras respostas no vídeo do SP1: As dicas do economista Samy Dana
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14/11 - Cloudflare: serviço que aumenta a privacidade durante a navegação na internet está disponível oficialmente para celulares
Aplicação apaga rastros de navegação após 24 horas e aumenta a privacidade. Meses após o lançamento do serviço de DNS que oferece mais privacidade ao internauta, conectar os dispositivos móveis aos servidores do Cloudflare ficou mais simples, podendo ser habilitado através um único toque no botão ligar/desligar. A escolha de serviços DNS melhora o carregamento de sites, mas Cloudflare também apaga os rastros de navegação após 24 horas. Reprodução/G1 Geralmente os provedores de acesso à internet oferecem um DNS (Domain Name System) privado aos seus assinantes, mas isso não significa que não seja possível alterar essa configuração e utilizar servidores com melhor desempenho. Aqui no blog já foi demonstrado como identificar os servidores de DNS com melhor desempenho. A escolha desse tipo de serviço melhora significativamente o carregamento de sites, mas o diferencial oferecido pelo Cloudflare consiste em apagar os rastros de navegação após 24 horas para aumentar a privacidade - esse mecanismo evita que os dados do internauta sejam vendidos a terceiros. Enquanto os registros são mantidos, eles ficam inacessíveis e protegidos por criptografia. Neste link foi apresentado um guia detalhado sobre como configurar o Cloudflare no PC. O procedimento também poderia ser seguido para realizar a configuração em dispositivos móveis. Mas agora esse ajuste no celular ficou mais simples, podendo ser ativado e desativado através de um botão de controle. O aplicativo do Cloudflare está disponível gratuitamente para download nas lojas oficiais para o iOS e Android. Como funciona Após instalar o aplicativo do Cloudflare é preciso executá-lo para ativar o gerenciador de acesso ao serviço de DNS; Na tela inicial do aplicativo é exibido o botão de controle, deslize lateralmente para ligar a proteção das consultas de DNS. Com essa opção habilitada, os dados estarão protegidos e o carregamento das páginas será acelerado; Quando o acesso ao serviço estiver ativo, será exibido um ícone em formato de "chave", que indica a navegação segura; Recorrer a ferramentas para proteger o histórico de navegação é uma excelente maneira para tentar reduzir o acesso indevido aos dados pessoais, a solução oferecida pelo Cloudflare não protege completamente, mas é a melhor alternativa disponível no mercado.
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14/11 - Produção de açúcar da Índia ficará abaixo do previsto, diz indústria
Produtividade caiu por conta de infestação de larvas nas lavouras de cana. Antes, analistas chegaram a prever que o Brasil iria perder posto de maior produtor global de açúcar para o país.  Trabalhadores carregam caminhão com sacos de açúcar em Kolkata, na Índia Rupak De Chowdhuri/Reuters A Índia deve produzir 7,4% menos de açúcar do que o previsto anteriormente, já que as usinas estão reportando uma queda acentuada na produtividade da cana, devido a uma seca e infestação de larvas brancas em importantes áreas de cultivo, disse um representante da indústria à Reuters. A queda reduzirá as exportações do açúcar do país e provavelmente ajudará a apoiar os preços globais, que caíram 17% até agora em 2018. "Quase todas as usinas começaram as operações e estão reportando rendimentos mais baixos de cana", disse B.B. Thombare, presidente da Western India Sugar Mills Association. "Assim, temos que revisar nossas estimativas de produção." A produção de açúcar da Índia pode cair para 30 milhões de toneladas no ano comercial de 2018/19, iniciado em 1º de outubro, ante uma estimativa anterior de 32,4 milhões de toneladas e produção do ano anterior de 32,5 milhões de toneladas, disse Thombare. Outras associações reduziram as estimativas de produção para entre 32 milhões e 32,4 milhões de toneladas no mês passado, muito abaixo das primeiras estimativas, de cerca de 35,5 milhões de toneladas. Com tal produção, analistas chegaram a afirmar no início de setembro que o Brasil poderia perder o posto de maior produtor global de açúcar para a Índia em 2018/19, safra que começou em outubro. Essas avaliações foram feitas antes do problema resultante da infestação de larvas. Fazendeiro mostra larvas brancas que atacam lavouras de cana de açúcar em fazenda no estado de Maharashtra, na Índia Rajendra Jadhav/Reuters Safra Embora a safra comece em outubro, a maioria das usinas indianas inicia suas operações em novembro. "Nós irrigamos a tempo, aplicamos fertilizantes como no ano passado, mas o rendimento ainda foi 30% menor este ano, já que escassas chuvas atingiram a produtividade", disse Dnyaneshwar Bagal, agricultor do Estado de Maharashtra, cuja cana foi colhida no início deste mês. Maharashtra, o segundo maior produtor de açúcar da Índia, recebeu 23% menos chuvas do que o normal este ano durante a temporada de monções de junho a setembro, segundo dados do governo do Estado. Alguns campos também foram atingidos por infestações de larvas brancas que se espalharam rapidamente devido às chuvas mais fracas, disse Balasaheb Patil, presidente da cooperativa produtora de açúcar Sahyadri, em Maharashtra. Consultoria prevê déficit global de açúcar na safra 2018/19 "As larvas estavam comendo raízes de cana. Portanto, a produtividade até mesmo da safra soca será menor no ano que vem", disse Patil. A safra soca ocorre nas áreas em que houve uma primeira colheita, da cana que geralmente permanece no solo para uma segunda colheita. Os rendimentos de cana são menores mesmo no Estado de Uttar Pradesh, no norte do país, o maior produtor de açúcar da Índia, disse uma autoridade de uma usina privada de açúcar. Em Uttar Pradesh, a produção de cana por hectare é menor, e a cana também contém menos açúcar do que no ano passado, disse o funcionário, que não estava autorizado a falar com a mídia. Trabalhador rural mostra lavoura de cana de açúcar infestada por larvas brancas no estado de Maharashtra, na Índia Rajendra Jadhav/Reuters Exportações As preocupações com a produção de açúcar têm levado algumas usinas a desacelerar exportações. A Índia pediu anteriormente às usinas de açúcar para exportar 5 milhões de toneladas para reduzir estoques e também anunciou incentivos à exportação. "Nos últimos dias, as usinas relutaram em assinar novos acordos de exportação. Eles esperam uma melhora nos preços locais", disse um comerciante de Mumbai com uma trading global.
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14/11 - Verizon planeja expandir oferta de banda larga 5G doméstica
Operadora já havia anunciado operação em 5G em quatro cidades nos Estados Unidos. A Verizon planeja atingir um público mais amplo para seu novo produto de banda larga doméstico 5G, após a adoção de padrões globais para a tecnologia, disse o vice-presidente financeiro, Matthew Ellis, nesta quarta-feira (14). A maior operadora de telefonia móvel dos Estados Unidos lançou banda larga doméstica de 5G em quatro cidades que fornecem conexões de alta velocidade sem ter que estabelecer uma conexão a cabo, usando padrões acordados com um grupo de operadores e fornecedores. "Estamos muito empolgados com os resultados obtidos", disse Ellis sobre o lançamento limitado durante conferência promovida pelo banco Morgan Stanley em Barcelona. A Verizon lançará aparelhos habilitados para 5G no primeiro semestre de 2019 e ampliará sua oferta de banda larga 5G com base no padrão global que foi adotado em junho. "Nós vemos linhas para chegar a 30 milhões de domicílios nos próximos anos", disse Ellis. Ele acrescentou que o 5G começaria a ter impacto sobre as finanças da Verizon em 2020.
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14/11 - Cotado para BC é neto de ex-ministro e abraçou a campanha Bolsonaro desde o início
Economista do Santander, Roberto Campos Neto pode presidir a autoridade monetária caso Ilan Goldfajn decida não permanecer no cargo. Cotado para assumir o Banco Central – ou outro cargo na área econômica –, o economista Roberto Campos Neto, como o nome sugere, é neto do ex-ministro e economista Roberto Campos, que ocupou o Planejamento no governo Castelo Branco e foi um dos maiores representantes do pensamento liberal no país. Campos Neto é executivo do Banco Santander e próximo a Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, Planejamento e Indústria e Comércio, com quem se reuniu na terça-feira (13). No Santander, ele opera como tesoureiro para as Américas. Colegas disseram ao blog que é alguém competente e que foi entusiasta da campanha de Jair Bolsonaro desde o início. Em reuniões com parceiros no mercado financeiro, ele já mostrava admiração por Bolsonaro, quando parte significativa do mercado flertava com o tucano Geraldo Alckmin. Ele trabalhou no banco de investimento Bozano Simonsen, do qual Guedes foi acionista, entre 1996 e 1999. O atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, pode continuar no cargo, mas a equipe de transição trabalha com um plano B, já que ele não deu ainda uma resposta e emitiu sinais de que não está tão envolvido com a possibilidade de continuar no BC. Além de questões pessoais pesando, Goldajn também quer a aprovação da autonomia do Banco Central ainda neste ano para ficar na presidência da instituição, o que depende da aprovação de uma lei complementar (um dos pontos da agenda econômica do futuro governo que podem ser aprovados em 2018). Roberto Campos foi um dos idealizadores do BNDES e é conhecido por ser um dos pais da economia liberal no país. É autor de "A Lanterna na Popa", seu livro de memórias que, com mais de mil páginas, é considerado por muitos uma obra fundamental para entender o país. Se, de fato, ingressar no novo governo, Campos Neto tenderá a seguir o avô e será mais um economista com viés liberal no time de Bolsonaro-Guedes. Parte da nova equipe econômica passou pela Universidade de Chicago, formadora de economistas com uma visão mais ortodoxa e liberal, que no Brasil faz um contraponto à escola de economia da Unicamp, de onde partiram nomes ligados ao PT, como Luciano Coutinho e Marcio Pochmann. Guedes, Joaquim Levy, que irá para o BNDES, e Roberto Castello Branco, da equipe de transição, por exemplo, são formados pela Universidade de Chicago. Já Campos Neto tem passagem pela Ucla (Universidade da Califórnia). No mercado financeiro, há quem ache que Roberto Campos Neto, pela inexperiência no setor público, deveria ocupar uma diretoria, como a política monetária, em vez de a presidência do Banco Central. A indicação de alguem sem experiência para o Banco Central pode ainda sinalizar uma tendência a deixar o BC sob a influência ainda maior de Guedes. “Se o Paulo Guedes é o posto Ipiranga, o Ilan é o posto Petrobras”, disse uma fonte da área econômica sobre o fato de o atual presidente do BC ser alguém com credencial compatível (ou até maior) que a do futuro ministro." Editoria de Arte/G1
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14/11 - Demanda do consumidor por crédito avança 5,8% em outubro, aponta Serasa
No acumulado do ano, alta chega a 8,3% perante os primeiros dez meses do ano passado. A quantidade de pessoas que buscou crédito avançou 5,8% em outubro em relação ao mês imediatamente anterior, segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado nesta quarta-feira (14). Na comparação com outubro do ano passado, houve alta de 5,7% na procura por crédito pelo consumidor. Assim, no acumulado do ano até outubro, a busca do consumidor por crédito cresceu 8,3% perante os primeiros dez meses do ano passado. O crescimento da demanda dos consumidores por crédito em outubro ocorreu em todas as classes de renda. Para os que ganham até R$ 500, foi de 7,5%. Para os consumidores com renda mensal entre R$ 500 e R$ 1.000, foi de 5,9%. Para a renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2.000, foi de 5,4% - mesmo percentual de alta observado entreos consumidores com renda mensal entre R$ 2.000 e R$ 5.000. Para os que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês, o avanço foi de 4,8% e, por fim, para a renda mensal maior que R$ 10.000, a alta na procura por crédito foi de 5,3%. Dez primeiros meses No acumulado do ano até outubro, na comparação com o mesmo período do ano passado, a procura do consumidor por crédito apresentou variações positivas em todas as faixas de renda: alta de 25,5% para quem recebe até R$ 500 por mês; de 6,6% para quem ganha entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais; e de 6,7% para os que recebem entre R$ 1.000 e R$ 2.000 por mês. Já nas rendas mais altas, os avanços na procura por crédito no acumulado do ano até outubro foram: 5,2% para a faixa de renda entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais; 4,1% para o consumidor com renda entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês, e de 4,6% para quem ganha mais de R$ 10.000. Na comparação contra o acumulado dos primeiros dez meses do ano passado, houve avanços da demanda por crédito em todas as regiões: no Centro-Oeste (15,1%); Nordeste (15,3%); Norte (11,0%); Sudeste (5,4%); e no Sul (5,3%).
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14/11 - ‘Caixa resolveu seu problema de capital e não precisa mais de aportes’, diz presidente do banco
Após resultado do terceiro trimestre, não há mais temores de que o banco descumpra as exigências do setor bancário, afirmou Nelson de Souza. Nelson de Souza, presidente da Caixa Pamela Kometani/G1 O presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson de Souza, informou nesta quarta-feira (14) que o problema de capital do banco está resolvido e “não há mais necessidade de aportes” e devolução de dividendos para cumprir as regras do setor bancário. O índice de Basileia da Caixa atingiu 19,8% no terceiro trimestre, um crescimento de 4,6 pontos percentuais em 12 meses. “Hoje, esse nível é o melhor de todos os grandes bancos brasileiros”, afirmou Souza. Em 2016, a Caixa havia atingido um índice de 13,54%, que subiu para 17% ao final de 2017. Esse índice mede quanto um banco é capaz de emprestar sem comprometer seu capital. Pela regra, todos os bancos devem reservar uma parcela para cobrir o risco de perdas. O mínimo exigido no Brasil é de 11%. Ou seja, para cada R$ 100 emprestados, o banco deve ter pelo menos R$ 11 em recursos. Entre 2016 e 2017, a Caixa passou por restrições de capital e havia temores de que não conseguiria cumprir as exigências do setor. Na época, o banco enfrentou queda na rentabilidade e chegou a negociar um empréstimo de R$ 10 bilhões junto ao FGTS. Com ativos mais arriscados, o banco ficou mais criterioso na concessão dos financiamentos imobiliários para melhorar a qualidade de sua carteira e reduzir o perfil de risco, à medida que a recessão aumentou e foi preciso elevar provisões (reservas contra perdas). Em 2017, a Caixa surpreendeu o mercado ao tomar uma série de medidas que restringiram o acesso aos financiamentos da casa própria, inclusive com recursos subsidiados (a juros mais baixos). Entre as medidas, o banco chegou a adotar limites mensais para o crédito, reduziu o teto de imóveis usados para 50% e demorou a cortar os juros da casa própria em relação a outros bancos. O banco chegou a perder a liderança no crédito imobiliário com recursos da poupança. “Havia muitas dúvidas se a Caixa conseguiria superar sua restrição de capital há dois anos, mas o banco conseguiu gerar recursos sem recorrer a capitalizações do Tesouro, só com resultados”, disse Arno Meyer, vice-presidente de finanças e controladoria da Caixa. Em agosto, o banco anunciou a redução nas taxas de juros do crédito imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e aumentou o percentual do valor para financiar imóveis usados. Nesta semana, a Caixa suspendeu, por falta de recursos, a contratação de novas unidades do programa Minha Casa Minha Vida na faixa 1,5, que enquadra famílias com renda mensal de até R$ 2,6 mil. A Caixa Econômica Federal divulgou nesta quarta-feira (14) que teve um lucro líquido de R$ 4,8 bilhões no 3º trimestre deste ano. O resultado é 122% maior que em igual período de 2017.
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14/11 - Três cidades da região de Presidente Prudente seguem recebendo inscrições para selecionar professores
Em Adamantina e Ouro Verde interessados poderão se cadastrar para realizar as provas até o dia 19 deste mês. Em Paulicéia, o prazo final é 25 de novembro. Três concursos seguem com inscrições abertas para selecionar profissionais de educação em três cidades da região de Presidente Prudente. Há vagas em Adamantina, Ouro Verde e Paulicéia. A Prefeitura de Adamantina vai realizar processo seletivo para formação de cadastro reserva para os cargos de educador de Emei, professor de Educação do Ensino Fundamental, professor de Educação Infantil, professor de Educação Artística, professor de Educação Especial, professor de Educação Física, professor de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e professor de Inglês. Os contratados, que serão temporários, vão cumprir jornada de 23h a 40h semanais, com salários que variam de R$ 1.639,92 a R$ 2.715,28. Os interessados devem se inscrever, por meio da internet, até o dia 19 de novembro. A taxa de inscrição é de R$ 13,89. A aplicação da prova está prevista para o dia 2 de dezembro de 2018. Mais informações no edital. A Prefeitura de Ouro Verde tem duas seleções. O concurso vai oferecer uma vaga para professor educador e duas oportunidades para professor de ensino fundamental I. A taxa de inscrição é de R$ 35. As inscrições serão feitas apenas na internet até o dia 19 de novembro. As provas objetivas serão realizadas em Ouro Verde no dia 2 de dezembro. A carga horária será de 30h por semana, e a remuneração, R$ 12,30 a hora/aula. Mais informações podem ser conferidas no edital. O outro processo seletivo, em Ouro Verde, vai selecionar professores para cadastro de reserva. A taxa de inscrição é de R$ 30. Interessados podem se inscrever até o dia 19 de novembro. Mais informações podem ser obtidas no edital. As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet. As provas acontecem no dia 2 de dezembro. A remuneração será de até R$ 14,48 hora/aula. A Prefeitura de Paulicéia também tem concurso público com inscrições abertas. O processo visa preencher oito vagas para professores I e II, e a formação de cadastro reserva nas funções de professor de música, professor de educação física, professor de atendimento especializado e professor adjunto. As inscrições devem ser feitas até o dia 25 de novembro, pela internet, mediante ao pagamento da taxa de R$ 30. A aplicação das provas objetivas está prevista para o dia 9 de dezembro, em locais a serem divulgados. Mais informações podem ser consultadas no edital.
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14/11 - Futuro governo 'estuda' privatizar a BR Distribuidora, diz Mourão
Vice-presidente eleito deu a informação a investidores reunidos no EUA. Nesta quarta-feira (14), ele reforçou a possibilidade de venda da distribuidora, controlada pela Petrobras. O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão Mauro Pimentel/AFP O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, afirmou nesta quarta-feira (14) em publicação no Twitter que o governo de Jair Bolsonaro "estuda a possibilidade" de privatizar a BR Distribuidora, que é controlada pela Petrobras. Ele também falou sobre a intenção do futuro governo na terça-feira (13), durante videoconferência com investidores americanos. "Esclarecendo qualquer possível dúvida quanto ao publicado pela imprensa hoje: em videoconferência com investidores reunidos ontem nos EUA informei que o futuro governo estuda a possibilidade de privatizar a BR Distribuidora", escreveu o general. Mourão ainda registrou que considera a Petrobras um "patrimônio do Brasil". Initial plugin text A BR Distribuidora concorre com a Ipiranga e Raízen, da marca Shell. A companhia é líder de distribuição de combustível no Brasil, com cerca de 8 mil postos em todo o país. No ano passado, a BR Distribuidora levantou cerca de R$ 5 bilhões com sua abertura de capital e começou a operar na bolsa de valores. Mourão voltou a comentar o estudo para venda da BR Distribuidora em entrevista nesta quarta à Rádio Eldorado. Ele elogiou a possibilidade de privatização.
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14/11 - Febraban vai apresentar proposta para redução de juros a Bolsonaro, diz presidente do Bradesco
Segundo Lazari, propostas vão incluir reformulação da lei de falências e a redução dos serviços obrigatórios de cartórios que elevam os custos de crédito. Octavio de Lazari Junior é nomeado presidente do Bradesco Paulo Whitaker/Reuters A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) vai apresentar ao presidente eleito Jair Bolsonaro, quando ele assumir em janeiro, propostas visando reduzir as taxas de juros de empréstimos, disse o presidente-executivo do Bradesco, Octavio de Lazari, em entrevista à Reuters. Lazari afirmou, em entrevista na terça-feira à margem de um evento organizado pelo banco em Nova York, que as propostas da Febraban vão incluir reformulação da lei de falências e a redução dos serviços obrigatórios de cartórios que elevam os custos de crédito. O movimento ocorre no momento em que o Banco Central está procurando maneiras de cortar as taxas de juros ao consumidor, que são em média de 260% ao ano para linhas de crédito rotativo, segundo dados do BC. Isso se compara com 6,5% da taxa Selic de referência do país. Lazari disse que o banco espera que sua carteira de empréstimos cresça em um ritmo mais rápido em 2019 do que este ano, à medida que a economia brasileira acelera. Sua carteira de empréstimos corporativos deve crescer perto de 10% em 2019, e o crédito para pessoas físicas pode crescer a taxas ainda mais altas, disse ele. O Bradesco espera fechar 150 agências neste ano e outras 150 agências no próximo ano, disse Lazari. Lazari disse que o Bradesco espera que seu banco digital alcance o ponto de equilíbrio até junho. O banco apenas digital tem 500 mil clientes, uma fração dos 24 milhões de correntistas do Bradesco.
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14/11 - Após tombo na véspera, barril de petróleo é negociado em alta
Desde meados de outubro, preços do Brent caíram 17,5% em meio a preocupações com o excesso de oferta e a desaceleração da demanda. Maquinário inoperante para extração de petróleo é visto perto de Atapirire William Urdaneta/Reuters Os contratos futuros do petróleo Brent subiram para cerca de US$ 67 dólares o barril nesta quarta-feira (14), recuperando parte das perdas da sessão anterior, com a crescente perspectiva da Opep e aliados de cortarem a produção em uma reunião no próximo mês para sustentar o mercado. O petróleo Brent subia 0,15 dólar, ou 0,23%, a US$ 65,62 por barril, às 9h42 (horário de Brasília). Mais cedo, aproximou-se de 67 dólares o barril. Já o petróleo dos Estados Unidos caía 0,09 dólar, ou 0,16%, a US$ 55,6 por barril. O petróleo se recuperava em meio a rumores de que a Opep e seus parceiros estão discutindo uma proposta para cortar a produção em até 1,4 milhão de barris por dia (bpd), um número maior do que as autoridades mencionaram anteriormente. Na véspera, os preços do petróleo caíram 7% e atingiram o patamar mais baixo em um ano, afetando o câmbio e a Bolsa no Brasil. Desde meados de outubro, os preços do Brent caíram 17,5%, à medida que as preocupações com o excesso de oferta e a desaceleração da demanda cresceram, o que se tornou uma das maiores quedas desde o colapso dos preços em 2014. "Futuros do petróleo sucumbiram a uma pressão baixista", disse Benjamin Lu, analista da corretora Phillip Futures. Os mercados de petróleo estão sendo pressionados de dois lados: um aumento na oferta da Opep, Rússia e outros produtores, e a elevação das preocupações sobre uma desaceleração econômica global que pode afetar a demanda. Em relatório mensal, a Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) informou que a demanda mundial por petróleo em 2019 aumentará em 1,29 milhão de barris por dia, 70 mil barris por dia abaixo do previsto no mês passado. Foi o quarto corte consecutivo na previsão.
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14/11 - PIB de zona do euro cresce 0,2% no 3º trimestre
Já no conjunto de todos os países da União Europeia, crescimento foi de 0,3%, avanço mais baixo desde 2016. Nova nota de 50 euros Associated Press O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,2% na zona do euro entre julho e setembro em comparação com o trimestre anterior, o que representa seu menor aumento trimestral desde 2014, de acordo com o escritório de estatística da União Europeia (UE), o Eurostat. Já no conjunto de todos os países da UE, o crescimento do PIB foi de 0,3%, o aumento mais baixo desde 2016. Os números divulgados hoje confirmam o arrefecimento do crescimento no terceiro trimestre do ano tanto nos países da moeda única como no conjunto dos 28 integrantes da UE, já que o PIB tinha aumentado 0,4% e 0,5%, respectivamente, entre março e junho. Em comparação com o terceiro trimestre de 2017, o PIB ajustado sazonalmente cresceu 1,7% na zona do euro e 1,9% na União Europeia entre julho e setembro, um aumento anualizado também inferior ao do trimestre anterior (2,2% e 2,1%, respectivamente). Em relação às grandes economias da zona do euro, o PIB caiu 0,2% na Alemanha e ficou estagnado na Itália, enquanto na França subiu 0,4% e na Holanda 0,2%. O Eurostat também incluiu, a título de comparação, os dados de crescimento dos Estados Unidos, que entre julho e setembro registrou um aumento do PIB de 0,9% em comparação com o trimestre anterior, ligeiramente inferior ao 1% registrado no segundo trimestre. Na comparação anualizada, o PIB americano cresceu 3% entre julho e setembro, um décimo a menos que no trimestre anterior. Os números para os países da zona do euro e da UE revisados e divulgados nesta quarta confirmam a primeira estimativa emitida pelo Eurostat, que agora efetuará uma última revisão e publicará os números definitivos do PIB e seus principais agregados em 7 de dezembro.
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14/11 - Governador eleito de SP defende novo 'pacto federativo' para que estados tenham mais recursos
João Doria participa de reunião de governadores em Brasília nesta quarta. Paulo Guedes, futuro ministro da Economia do governo Jair Bolsonaro, também deve participar do encontro. O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), diz que estados vão firmar novo pacto federativo O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou nesta quarta-feira (14), ao chegar para fórum de governadores em Brasília, que estados e União devem discutir um novo "pacto federativo". Os futuros ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, do governo Jair Bolsonaro devem participar do encontro. Segundo ele, essa proposta para um novo relacionamento entre os governos estaduais e o federal, a ser apresentado pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, contempla recursos para que os governadores tomem suas decisões com relação a investimentos na saúde, educação, infraestrutura, obras, serviços sociais, transportes públicos e segurança. "Com os recursos do pacto federativo, cada governador em seu estado poderá fazer a sua política com agilidade e capilaridade, apoiando os municípios, onde vivem as pessoas", declarou Doria a jornalistas. Levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional, divulgado nesta semana, mostra que 14 estados da federação superaram em 2017 o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de 60% da receita corrente líquida em gastos com pessoal, incluindo ativos a aposentados. Por conta disso, o Tesouro Nacional avaliou, recentemente, que essa tendência de crescimento de gastos com pessoal "tende a prejudicar o funcionamento dos serviços básicos dos governos estaduais". De acordo com Doria, a discussão sobre o novo pacto federativo "aglutina as verbas federais que já estão previstas em orçamento", mas também deverá envolver novos recursos. "Esses recursos já existem [que já estão no orçamento]. Não dependerão de novas emendas, ou novos recursos, ou do orçamento. À parte disso, os demais recursos que poderão ser avaliados, definidos com um pouco mais de tempo. O pacto federativo, a ideia é que seja praticado o mais rápido possível e vamos ouvir o que tem a dizer o futuro ministro da Economia", acrescentou ele. O governador eleito de São Paulo também afirmou que, além do novo pacto federativo, devem ser tratados outros temas no encontro desta quarta, como a reforma da Previdência e a governabilidade. "Os governadores vão precisar de muito apoio nesse início para que possam fazer governos produtivos e atender as necessidades da população", concluiu. Governadores eleitos durante fórum em Brasília nesta quarta-feira (14) Alexandro Martello/G1 Pará Para o governador eleito do Pará, Helder Barbalho (MDB-PA), os Estado devem fazer seu "dever de casa" para justificar o auxílio financeiro da União. "É necessário que os estados possam ser mais eficientes nos gastos públicos. Possam compreender o fortalecimento do desenvolvimento das suas economias para ampliar a sua receita e a sua capacidade de investimento e otimizar a mão de obra para não inchar a folha. Isso deve ser visto de forma paralela com o pacto federativo", disse o governador. “Todos devem trabalhar de forma conjunta. Se o Brasil não der certo, os estados não darão certo. Se os estados não tiverem capacidade de enfrentar os seus desafios a sobrecarga acabará recaindo sobre o governo federal. Portanto é a hora de buscarmos caminhos conjuntos. Dissociar o governo federal dos governos estaduais é absolutamente um equívoco”, afirmou. Piauí O governador reeleito do Piauí Wellington Dias (PT-PI) afirmou que colocará a segurança pública em pauta. O governador disse que defenderá uma política industrial focada no desenvolvimento regional. “O objetivo é de tratar em primeiro lugar o tema da segurança. O Nordeste hoje responde por pouco mais de 40% dos homicídios no Brasil, ou seja, é uma situação muito grava para o Brasil e de modo especial para a nossa região”, declarou. “São medidas tanto para segurança, quanto para o crescimento da economia. A retomada das obras, a garantia de uma política de credito interno e externo. As condições para um política industrial focada no desenvolvimento regional”, afirmou o governador. Carta a Bolsonaro Wellington Dias (PT-PI) levou uma carta à reunião em nome dos governadores do Nordeste. Ele foi escolhido porta-voz do grupo. O documento, que será entregue ao presidente eleito Jair Bolsonaro, pede cooperação da União para reduzir os índices de homicídios na região. “Destacamos, inicialmente, a importância do trabalho em conjunto para a superação dos altos índices de violência registrados no Nordeste, ponto essencial para a melhoria da qualidade de vida. Do total de assassinatos registrados no Brasil, o Nordeste concentra 40,5% dos casos, em sua maioria, provocados por arma de fogo”, diz o documento. Na carta, os governadores cobram a criação do Fundo Nacional de Segurança, que receberia recursos da União assim como SUS e o Fundeb. O objetivo é financiar políticas de segurança pública e administração penitenciária. A carta cita ainda a necessidade de se reduzir o déficit da Previdência de uma forma que não penalize os mais pobres e as mulheres. Dívida dos estados é principal assunto discutido em encontro de governadores eleitos
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14/11 - Prejuízo da Oi dispara para R$ 1,335 bilhão no 3º trimestre
Resultado é cerca de 25 vezes maior que o prejuízo de R$ 19 milhões um ano antes, reflexo do forte resultado financeiro negativo e piora operacional. Sede administrativa da Oi funciona no Leblon, Zona Sul do Rio Marcos Serra Lima/G1 O grupo de telecomunicações em recuperação judicial Oi teve prejuízo líquido de R$ 1,335 bilhão no terceiro trimestre, cerca de 25 vezes maior que o prejuízo de R$ 19 milhões um ano antes, reflexo do forte resultado financeiro negativo e piora operacional. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, ou de rotina, somou R$ 1,459 bilhão, queda de 9,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ajustada, na mesma comparação, caiu 0,3 ponto percentual, para 26,6%. A receita líquida total recuou 8,1%, para R$ 5,481 bilhões, com a receita no Brasil registrando queda de 8,2% na mesma comparação. De acordo com a empresa, o recuo da receita na comparação anual reflete o impacto do reajuste das tarifas concedido em julho de 2017, mas que a tendência é de melhora na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao segundo trimestre, a receita líquida total da Oi recuou 1,2%. "A comparação sequencial mostra uma melhoria de tendência, com desaceleração de queda, principalmente em função da boa performance da mobilidade, que apresentou o maior crescimento sequencial de receita líquida de clientes do mercado", disse a Oi. Os custos e as despesas operacionais recuaram 7,7%, para R$ 4,022 bilhões. A Oi destacou que considerando a inflação em 12 meses de 4,5%, as despesas recuaram 11,9% em termos reais ante o terceiro trimestre de 2017. O resultado financeiro consolidado ficou negativo em R$ 1,455 bilhão, ante resultado positivo de R$ 17 milhões no terceiro trimestre de 2017 e resultado negativo de R$ 1,199 bilhão no segundo trimestre. A Oi explicou que a piora na base anual decorre de receitas financeiras contabilizadas no terceiro trimestre de 2017, quando o item 'resultado cambial líquido' ficou positivo em R$ 857 milhões devido a valorização do real ante o dólar, ante resultado negativo neste ano de R$ 279 milhões. No terceiro trimestre, os investimentos (capex) consolidados, considerando as operações internacionais, totalizaram R$ 1,526 bilhão, alta de 13,4% na comparação anual. As operações brasileiras apresentaram um capex de R$ 1,5 bilhão-- alta de 12,2% ante o terceiro trimestre de 2017. A empresa encerrou o trimestre com caixa de R$ 5,161 bilhões e uma dívida líquida de R$ 10,976 bilhões. A dívida recuou 75,1% em relação a igual intervalo do ano passado, em consequência da conclusão do processo de recuperação judicial, mas subiu 9,5 por cento frente ao segundo semestre de 2018. De acordo com a operadora, a evolução da dívida líquida é decorrente, principalmente, do aumento da dívida bruta no período. "Vale ressaltar que no terceiro trimestre de 2018 a companhia iniciou os pagamentos de credores trabalhistas, em linha com o estabelecido no plano de recuperação judicial, tendo sido pagos o total de 70 milhões de reais no período."
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14/11 - Bovespa fecha em alta com avanço de JBS e Petrobras
Ibovespa avançou 1,25%, a 85.973 pontos, nesta quarta-feira. Bovespa Nelson Almeira/AFP O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, a B3, fechou em alta nesta quarta-feira (14), véspera de feriado no Brasil. Os resultados da JBS e da BR Malls repercutiram positivamente no pregão, enquanto a queda dos papéis da Vale pressionou negativamente. O Ibovespa subiu 1,25%, a 85.973 pontos, na máxima do dia. Na mínima, foi a 84.267 pontos. Veja mais cotações. As ações da JBS subiram 15,74%, após a maior processadora de carnes do mundo divulgar prejuízo no terceiro trimestre menor do que o esperado. O papel da BR Malls avançou 6,05%, tendo como pano de fundo alta de 12% no lucro líquido ajustado do terceiro trimestre, para R$ 123,4 milhões. Os papéis da Petrobras também foram destaque e subiram 3,55%, favorecidos pela expectativa de que o projeto de lei que trata do contrato da cessão onerosa pode ser votado no Senado na próxima semana. Já a Vale recuou 1,97%, respondendo pela maior pressão de baixa do índice, seguindo o movimento negativo de ações de mineradoras na Europa, afetadas por temores sobre desaquecimento da economia da China. No dia anterior, o Ibovespa terminou o pregão em queda de 0,71%, a 84.914 pontos, puxado pelo recuo das ações da Petrobras. Cenário político Agentes financeiros também permaneceram na expectativa de sinais mais claros sobre os planos econômicos do novo governo, principalmente o cenário para a reforma da Previdência, considerada por eles primordial para a melhora das perspectivas fiscais do país e, assim, para a confiança do mercado. Cotado para BC é neto de ex-ministro e abraçou a campanha Bolsonaro desde o início Na segunda-feira, Bolsonaro reconheceu que dificilmente a reforma da Previdência será aprovada neste ano. Dados da B3 mostram saída líquida de R$ 1,275 bilhão de capital externo do segmento Bovespa em novembro até o dia 12. No ano, o saldo está negativo em R$ 7,18 bilhões.
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14/11 - BlackRock compra ações da Petrobras e passa a gerir fatia de 5% das preferenciais
Gestora de ativos com sede nos EUA passou a ser detentora de participação acionária relevante no capital social da companhia. A Petrobras informou nesta quarta-feira (14) que a gestora de ativos BlackRock adquiriu ações da estatal, passando a gerir fatia acionária de cerca de 5% das preferenciais da petroleira, configurando-se como detentora de participação acionária relevante no capital social da companhia. Esse tipo de ação não dá direito de voto ao acionista, contudo, têm preferência no recebimento de dividendos da empresa. Segundo nota da BlackRock à estatal, as participações societárias detidas pela gestora alcançaram, de forma agregada, 248.223.686 ações preferenciais e 16.024.225 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de ações preferenciais, totalizando 280.272.136 ações preferenciais, representando aproximadamente 5% desse tipo de papel. O objetivo das participações societárias mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da Petrobras, segundo a gestora com sede nos EUA.
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14/11 - Petrobras reduz em mais de 3% o preço da gasolina
O preço do litro do produto nas refinarias passará de R$ 1,6616 para R$ 1,6094 entre esta quarta-feira (14) e amanhã (15). Gasolina teve nova queda no preço Adriana Toffetti/A7 Press/Estadão Conteúdo A Petrobras reduziu em 3,14% o preço da gasolina nas refinarias. Com isso, o preço do litro do produto passará de R$ 1,6616 para R$ 1,6094 entre esta quarta-feira (14) e amanhã (15). Na terça-feira (13), a empresa manteve o preço inalterado. A redução ocorre após os preços do petróleo terem recuado cerca de 7% nos Estados Unidos na véspera, em meio a preocupações com o enfraquecimento da demanda global e o excesso de produção. De outro lado, o dólar, outro parâmetro utilizado na política de preço da estatal, fortaleceu-se contra o real na terça-feira. Em março deste ano, a estatal mudou a forma de anunciar os reajustes e passou a divulgar preços do litro da gasolina e do diesel vendidos pela companhia nas refinarias e não mais os percentuais. A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior periodicidade, inclusive diariamente. O valor da gasolina da Petrobras, a partir de quinta-feira, será o menor desde 21 de março, quando o preço médio estava em R$ 1,5960 por litro, segundo a agência Reuters. Desde o início da nova metodologia, entretanto, o preço da gasolina nas refinarias acumula alta de 22,64% e, o do diesel, valorização de 56,61%, segundo o Valor Online. Repasse para os consumidores O repasse dos reajustes da Petrobras nas refinarias aos consumidores depende dos distribuidores – ou seja, fica a cargo dos postos repassar ou não a baixa do preço da gasolina ao consumidor final. Em 30 dias, a redução do preço da gasolina nas refinarias chega a 24%, mas nas bombas o valor ainda recuou pouco. Na semana passada, o valor médio para o consumidor final caiu 1,08%, de R$ 4,709 para R$ 4,658, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). Segundo o levantamento semanal de preços, o valor médio para o consumidor final foi de R$ 4,709 para R$ 4,658 – o que representa um recuo de 1,08%. Em 2018, o valor médio da gasolina nas bombas acumula alta de 13,63%. A variação é maior que a inflação esperada para o ano todo, de 4,4% segundo o relatório Focus, do Banco Central. Os donos de postos argumentam que a significativa diferença entre o preço cobrado nas refinarias e nas bombas se deve aos custos de custos de distribuição, impostos elevados e margem de lucro dos postos. Diesel Quanto ao diesel, a Petrobras informou em outubro que o preço médio nas refinarias e terminais cairia 10,1% em relação ao preço médio de comercialização vigente à época. O preço do diesel, então, passou de R$ 2,3606 para R$ 2,1228 o litro. A vigência do novo valor vai até 28 de novembro. A Petrobras informou nesta quarta-feira (14) que recebeu na véspera o montante de R$ 1 bilhão relativos à subvenção econômica para a comercialização de óleo diesel, acertada com o governo federal após a greve dos caminhoneiros, em maio. O montante se refere ao primeiro período da terceira fase do programa, que foi de 1º a 30 de agosto, e à atualização monetária de valores já recebidos. Uma das principais reivindicações dos caminhoneiros era a redução no preço do combustível. O preço foi estabelecido conforme metodologia da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em resolução de agosto. A Petrobras informou que continuará a análise econômica do programa de subvenção para os períodos subsequentes. Como é formado o preço da gasolina? Os valores praticados pela Petrobras são aproximadamente um terço (30%) do preço pago pelo consumidor nos postos, conforme os cálculos da estatal, que levam em conta a coleta de preços entre os dias 28 de outubro e 3 de novembro em 13 regiões metropolitanas do país. Cerca de 44% são tributos, sendo 29% ICMS, recolhido pelos Estados, e 15% Cide e PIS/Cofins, de competência da União. Composição do preço da gasolina, segundo levantamento da Petrobras, a partir de dados da ANP e CEPEA/USP Reprodução/Petrobras Os tributos federais são cobrados como um valor fixo por litro - o de Pis/Cofins, por exemplo, é de R$ 0,7925 por litro de gasolina; a Cide, de R$ 0,10 por litro. O ICMS, por sua vez, é um percentual sobre o preço de venda - ou seja, cada vez que ele sobe, os Estados recolhem mais impostos. Do restante da composição do preço final, 12% é o custo do etanol, que, por lei, deve compor 27% da gasolina comum, e outros 14% corresponde aos custos e lucro dos distribuidores e postos de gasolina. Em maio, esta última fatia era de 12%, o que sugere um aumento nas margens de lucro destes agentes.
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14/11 - Caixa tem lucro de R$ 4,8 bilhões no 3º trimestre
O resultado é 122% maior que em igual período de 2017. No acumulado no ano, lucro líquido recorde de R$ 11,5 bilhões representa alta de 83,7% na comparação com ano passado. Agência da Caixa Econômica Federal em Goiânia, Goiás Paula Resende/ G1 A Caixa Econômica Federal divulgou nesta quarta-feira (14) que teve um lucro líquido de R$ 4,8 bilhões no 3º trimestre deste ano. O resultado é 122% maior que em igual período de 2017. Segundo o presidente da Caixa, Nelson de Souza, o lucro do terceiro trimestre coloca o banco no segundo melhor resultado de todas as estatais brasileiras no período. “Esses resultados estão sendo criados de maneira totalmente orgânica”, afirmou em coletiva de imprensa. ‘Caixa resolveu seu problema de capital e não precisa mais de aportes’, diz presidente do banco No acumulado no ano, o banco federal registrou lucro líquido recorde de R$ 11,5 bilhões, alta de 83,7% na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 6,2 bilhões). Segundo a Caixa, com esse resultado, o banco superou o resultado projetado para o ano, de R$ 9 bilhões. O retorno sobre o patrimônio líquido, que indica a rentabilidade do banco, ficou em 18,1%, um avanço de 7,3 pontos percentuais em 12 meses, resultado “bastante expressivo”, de acordo com Arno Meyer, vice-presidente de finanças e controladoria da Caixa. As receitas com prestação de serviços cresceram 12,9% no terceiro trimestre frente ao mesmo período de 2017, para R$ 7,1 bilhões. Lucro dos maiores bancos do Brasil cresce 28,5% no 3º trimestre e é o maior desde 2006 Carteira de crédito A carteira de crédito do banco somou R$ 693,8 bilhões em setembro, uma redução de 2,6% em 12 meses, efeito da estratégia da Caixa para adequar-se às regras de estrutura de capital de Basileia III. Apesar do encolhimento da carteira, os segmentos de menor risco, como habitação e infraestrutura, cresceram. O banco manteve a liderança no crédito imobiliário, com 69,5% de participação no segmento. O saldo da carteira habitacional somou R$ 440,5 bilhões, um crescimento de 2,7% em 12 meses. Segundo a Caixa, esse resultado se deve ao aporte 12,1% maior de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a linha imobiliária. Inadimplência O índice de inadimplência do banco público ficou em 2,44% em setembro, um recuo de 0,28 pontos percentuais na comparação com o mesmo mês de 2017, e 0,05 pontos abaixo do índice de junho. “A Caixa apresentou a menor inadimplência do mercado, que está em 3,13%”, comparou o presidente da Caixa. As despesas com provisão para crédito de liquidação duvidosa (reserva obrigatória dos bancos contra a inadimplência) recuaram 27,2% em 12 meses.
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14/11 - 1 em cada 4 desempregados procura trabalho há 2 anos ou mais, aponta IBGE
Número de brasileiros nesta condição bateu novo recorde histórico, chegando a 3,2 milhões; 13 estados e o DF têm desemprego acima da média do país. Candidatos fizeram fila para tentar vaga em Feira de Emprego em Santa Bárbara d'Oeste Amanda Sabino/Divulgação Dados divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que 1 em cada 4 desempregados brasileiros procura emprego há mais de 2 anos. Dentre os 12,5 milhões de desempregados no país no 3º trimestre de 2018, 3,197 milhões estavam nesta condição há 2 anos ou mais. Este número bateu novo recorde histórico e corresponde a 25,6% do total de desempregados do país e um acréscimo de 350 mil pessoas em 1 ano. No 2º trimestre, eram 3,162 milhões, ou 24% do total. Os números do IBGE mostram que também aumentou o número de brasileiros que procuram emprego há menos de um mês, ao passo que caiu o daqueles que buscam uma vaga há mais de 1 mês e há menos de 2 anos. Ao todo, 5 milhões de pessoas (40,4% do total) estão procurando emprego há mais de 1 ano. Veja gráfico abaixo: Na comparação com 2014, quando o Brasil vivia ainda o pleno emprego, aumentou em 175% o número de desempregados que procuravam trabalho há mais de 2 anos. “Esse número vem aumentando em função da falta de oportunidade”, apontou o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar. “Esse número não está maior por causa do desalento, ou seja, daqueles que estavam há tanto tempo procurando emprego que já desistiram de procurar. É uma situação grave”, avaliou Azeredo. O número de pessoas desalentadas (que desistiram de procurar emprego) ficou estável em relação ao trimestre anterior, atingindo 4,78 milhões de pessoas. Os estados com o maior número de desalentados são Bahia (794 mil pessoas) e Maranhão (523 mil). Número de desempregados procurando emprego há mais de 2 anos bate recorde, diz IBGE Desemprego é maior entre mulheres, negros e jovens No Brasil, a taxa de desemprego no Brasil caiu para 11,9% no trimestre encerrado em setembro, atingindo 12,5 milhões de brasileiros. Os números do IBGE mostram que a taxa de desemprego é maior entre mulheres (13,6%), pretos (14,6%) e pardos (13,8%), jovens com até 17 anos (40%) e entre trabalhadores sem ensino superior. No 3º trimestre, 46,5% desocupados no Brasil não tinham completado o Ensino Médio. 13 estados e o DF têm desemprego acima da média do país Em 21 das 27 unidades da federação, a taxa de desemprego permaneceu estável em relação ao segundo trimestre, segundo o IBGE. O único estado que registrou alta foi Roraima, onde a taxa passou de 11,2% para 13,5%, ou 5 mil pessoas a mais. "Foi um aumento expressivo, mas a gente não pode apontar que é em função do processo migratório... Não temos a informação se esse desocupado em Roraima é migrante ou não”, disse o coordenador da pesquisa Cimar Azeredo. Dezoito estados e o DF ainda apresentam taxas de dois dígitos, e em 14 unidades da federação a taxa superior à da média nacional (11,9%). As maiores taxas de desocupação estão no Amapá (18,3%), Sergipe (17,5%) e Alagoas (17,1%). As menores em Santa Catarina (6,2%), Mato Grosso (6,7%) e Mato Grosso do Sul (7,2%). A taxa de desemprego do Estado de São Paulo, maior economia do país, recuou de 13,6% no 2º trimestre para 13,1% no 3º trimestre. Taxa de desemprego por estado: Santa Catarina: 6,2% Mato Grosso: 6,7% Mato Grosso do Sul: 7,2% Rio Grande do Sul: 8,2% Rondônia: 8,6% Paraná: 8,6% Goiás: 8,9% Minas Gerais: 9,7% Tocantins: 9,8% Ceará: 10,6% Paraíba: 10,7% Pará: 10,9% Espirito Santo: 11,2% Brasil: 11,9% Piauí: 12,3% Distrito Federal: 12,6% Rio Grande do Norte: 12,8% Acre : 13,1% Amazonas: 13,1% São Paulo: 13,1% Roraima: 13,5% Maranhão: 13,7% Rio de Janeiro: 14,6% Bahia: 16,2% Pernambuco: 16,7% Alagoas: 17,1% Sergipe: 17,5% Amapá: 18,3% Roraima é o único estado que registra aumento do desemprego, aponta IBGE Na análise por região, o Nordeste apresenta as maiores taxas de desemprego (14,4%). A Região Sul teve a menor taxa (7,9%). Já as regiões Sudeste ee Centro-Oeste registraram taxas de 12,5% e 9,5%, respectivamente. Trabalho com carteira e informal No 3º trimestre de 2018, 74,1% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, contra 75,3% no 3º trimestre de 2017. Os estdos com os maiores percentuais foram Santa Catarina (88,4%), Rio Grande do Sul (82,8%) e São Paulo (81,1%), e as menores ficaram com Maranhão (51,1%), Piauí (54,1%) e Paraíba (54,9%). Já p trabalho sem carteira assinada cresceu 4,7% em relação ao trimestre anterior. Frente ao 3º trimestre de 2017, esse aumento foi de 5,5% (601 mil pessoas a mais). As maiores proporções de trabalho foram observadas no Maranhão (48,9%), Piauí (45,9%) e Paraíba (45,1%), e as menores foram em Santa Catarina (11,6%), Rio Grande do Sul (17,2%) e (18,9%). Quem tem carteira assinada ganha 60% mais No 3º trimestre de 2018, o rendimento médio dos trabalhadores foi estimado em R$ 2.222, o que segundo o IBGE representa uma estabilidade tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.229) como em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.208). O maior rendimento médio foi registrado no Distrito Federal (R$ 3.902), e o menor no Maranhão (R$ 1.322). Segundo o IBGE, o rendimento médio de quem tem carteira assinada foi de R$ 2.134, valor 60% maior do que o dos trabalhadores sem carteira (R$ 1.328).
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14/11 - Dólar fecha em queda com movimento de correção
Moeda norte-americana recuou 1,13%, cotada a R$ 3,7855. Variação cambial do dólar afeta planos de quem pretende viajar para o exterior Reprodução/TV Fronteira O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (14), num movimento de correção após a forte alta da véspera, influenciado pela recuperação das moedas emergentes no exterior nesta sessão, segundo a Reuters. A moeda norte-americana caiu 1,13%, vendida a R$ 3,7855. Na mínima do dia, foi a R$ 3,7671. Na máxima, chegou a R$ 3,8190. Veja mais cotações. Na terça, o dólar subiu 1,96%, a R$ 3,8287, após indicações do presidente eleito Jair Bolsonaro sobre inviabilidade de votação da reforma da Previdência neste ano. "O nível de R$ 3,83 me parece muito exagerado, sobretudo diante da velocidade com que o dólar chegou lá. Tende a pedir uma correção", disse à Reuters o operador de câmbio da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado. Depois de o tombo do petróleo ter ajudado na alta do dólar na véspera, nesta quarta-feira os preços da commodity subiram com a crescente perspectiva de membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados de cortarem a produção em uma reunião no próximo mês. Diante disso, o dólar caiu ante as moedas de emergentes e exportadores de commodities, como o rublo, embora os dados fracos da economia chinesa contivessem uma melhora mais substancial dessas divisas. Internamente, foco seguiu no noticiário político, em dia de reuniões do presidente eleito Jair Bolsonaro com políticos. Pela manhã, ele se encontrou com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele também se reuniu com governadores eleitos e embaixadores. Cotado para BC é neto de ex-ministro e abraçou a campanha Bolsonaro desde o início O Banco Central vendeu nesta sessão 13,6 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 6,120 bilhões de dólares do total de 12,217 bilhões de dólares que vence em dezembro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.
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14/11 - Economia alemã recua pela primeira vez desde 2015
Influenciado por queda das exportações e do consumo privado, PIB encolhe 0,2% no terceiro trimestre. Economistas veem contração como passageira e resultado de fatores excepcionais. A economia da Alemanha sofreu contração de 0,2% no terceiro trimestre deste ano em relação aos três meses anteriores, o que corresponde ao primeiro recuo do Produto Interno Bruto (PIB) alemão desde 2015, segundo dados preliminares divulgados pelo Departamento Federal de Estatísticas da Alemanha (Destatis) nesta quarta-feira (14/11). O resultado do terceiro trimestre foi influenciado principalmente por fatores externos, que resultaram num enfraquecimento das exportações. Segundo os dados provisórios, as exportações caíram, e as importações aumentaram, em meio a conflitos comerciais impulsionados sobretudo pelos EUA. No cenário interno, enquanto aumentaram os investimentos em equipamentos e na construção, o consumo privado deixou de ser um dos motores da economia, tendo retrocedido em relação ao trimestre anterior. Antes, a situação favorável do mercado de trabalho e aumentos salariais haviam impulsionado o consumo e impulsionado o PIB da maior economia da Europa. O gasto público, por sua vez, ficou ligeiramente acima do nível do trimestre anterior. Segundo economistas, a indústria automobilística também influenciou o PIB no terceiro trimestre. Empresas do setor tiveram que se adaptar a novos padrões de poluição, o procedimento para testes de emissões chamado de WLTP, o que fez com que tivessem que diminuir sua produção significativamente. Especialistas acreditam que o recuo econômico seja passageiro e preveem uma retomada do crescimento no quarto trimestre. "Uma contração de 0,2% não é uma catástrofe", disse o ministro da Economia, Peter Altmaier. "O declínio é um deslize, e não o início de uma recessão. Vários fatores excepcionais pressionaram a economia", afirmou o economista-chefe do banco UniCredit, Andreas Rees. "A Alemanha não tem um problema conjuntural, mas um problema automobilístico", comentou Andreas Scheuerle, economista do DekaBank. Economistas ouvidos pela Reuters haviam previsto uma contração de 0,1% no terceiro trimestre. No segundo trimestre, a economia alemã havia avançado 0,5%, e nos primeiros três meses do ano, 0,4%. Na última contração econômica registrada, no primeiro trimestre de 2015, o PIB havia encolhido 0,1%.
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14/11 - Fundador da Qualicorp conclui aquisição de R$ 150 mi em ações da empresa após acordo controverso
Valor é equivalente à indenização recebida por ele em um controverso contrato de não competitividade assinado com a empresa e que levou a uma queda nas ações. A Qualicorp Consultoria e Corretora de Seguros informou nesta quarta-feira (14) que o fundador da empresa, José Seripieri Filho, concluiu a aquisição de R$ 150 milhões em ações da companhia, depois de um acordo controverso. "Conforme informado pelo acionista, a referida aquisição representa um investimento de longo prazo na Qualicorp", disse a empresa, acrescentando que Seripieri poderá prosseguir adquirindo ações como forma de reforçar seu alinhamento estratégico com a Qualicorp. Em outubro, Seripieri Filho se comprometeu a adquirir no mercado até o fim deste ano pelo menos R$ 150 milhões em ações, valor equivalente à indenização recebida por ele em um controverso contrato de não competitividade assinado com a empresa e que levou a uma queda nas ações.
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14/11 - Comgás acerta contrato com Petrobras e encerra ação judicial de R$ 1 bi
Além disso, empresas também negociaram termos de compromisso que garantem suprimento de gás da companhia no período de 1º de janeiro de 2022 a 31 de dezembro de 2027. A Cosan informou que sua subsidiária Comgás chegou a um acordo sobre os termos aditivos contratuais para fornecimento de gás com a Petrobras até 2021 e também que as empresas concordaram em encerrar ações judiciais que versavam sobre o contrato. Segundo fato relevante divulgado pela Cosan na noite de terça-feira, isso resultará na liquidação pela Comgás do montante já provisionado de, aproximadamente, R$ 1 bilhão à Petrobras. Além disso, a Comgás e Petrobras também negociaram termos de compromisso que garantem suprimento de gás da companhia no período de 1º de janeiro de 2022 a 31 de dezembro de 2027, sendo que os contratos decorrentes de tais termos serão submetidos à aprovação da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo em momento oportuno. A Cosan informou ainda que Comgás e Petrobras encerraram as ações judiciais propostas pela Comgás não relacionadas ao custo de gás. "Como consequência disto, a Comgás será indenizada em, aproximadamente, 800 milhões de reais, antes de variações monetárias e dedução de impostos, o que será apresentado nas suas próximas demonstrações financeiras", afirmou.
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14/11 - Setor de serviços cai 0,3% em setembro, mas tem melhor trimestre desde 2014, diz IBGE
Resultado no mês decepciona, mas setor registra alta de 0,8% na comparação com o 2º trimestre, o maior avanço desde o 1º trimestre de 2014. Setor de serviços cai 0,3% em setembro, mas tem melhor trimestre desde 2014, diz IBGE O volume de serviços prestados no Brasil teve queda de 0,3% em setembro, na comparação com agosto, no pior resultado para o mês desde 2015, mas ainda assim terminou o terceiro trimestre com crescimento, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, o setor passou a acumular queda de 0,4%. Já em 12 meses, o recuo passou de -0,6% em agosto para -0,3% em setembro, a 40ª taxa negativa seguida, mas a menos intensa desde junho de 2015, mantendo a trajetória de recuperação. O resultado de setembro decepcionou. A expectativa do mercado era de alta de 0,3%, segundo pesquisa da Reuters. Crescimento de 0,8% no 3º trimestre Apesar da queda em setembro, o setor registrou avanço de 0,8% no 3º trimestre, na comparação com o 2º trimestre. Segundo o IBGE, trata-se do segundo resultado resultado trimestral positivo e o maior desde o 1º trimestre de 2014, quando houve alta de 1,5% ante o trimestre imediatamente anterior. Na comparação com o período entre julho e setembro do ano passado, houve alta de 0,7%, interrompendo 14 trimestres de queda. A queda em setembro foi puxada principalmente pelas atividades de transportes (-1,3%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,4%) e outros serviços (-3,2%). Em relação a setembro de 2017, o setor de serviços cresceu 0,5%. O patamar do volume de serviços em setembro ficou 11,7% abaixo do seu pico histórico, alcançado em novembro de 2014. O ponto mais baixo ocorreu em maio, em função da greve dos caminhoneiros, quando ficou 14,9% abaixo do ponto mais alto. "Na comparação com abril, ou seja, do período pré-greve, esse patamar está 0,2% acima. Já na comparação com dezembro do ano passado, está 0,2% abaixo. Então, podemos dizer que o setor de serviços ainda opera no mesmo patamar do final do ano passado, ligeiramente um pouco abaixo", explicou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. Entre as 27 unidades da federação, 22 registram quedas em setembro, com destaque para o Rio de Janeiro (-2,5%), que devolveu integralmente o avanço do mês anterior (2,3%). Já a maior alta foi verificada em São Paulo (0,3%), que avançou pelo segundo mês consecutivo. Perspectivas Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a recuperação plena do setor deve ficar somente para o ano que vem. A entidade prevê que o setor de serviços deve encerrará o ano de 2018 com retração de 0,2% nas receitas, na comparação com 2017. Para 2019, a expectativa é de aumento de 2,1%, o que, se for confirmado, será o primeiro crescimento desde 2014. Com o desemprego ainda elevado, a economia brasileira tem mostrado um ritmo de recuperação ainda lento em 2018. Com o resultado divulgado nesta quarta, as três principais pesquisas de atividade setoriais do IBGE mostraram queda no mês de setembro. Divulgada anteriormente, a produção da indústria registrou recuo de 1,8% frente a agosto e o varejo, de 1,3%. Segundo o IBGE, a indústria registrou, entretanto, avanço de 2,7% no 3º trimestre, na comparação com o trimestre anterior, apenas compensando o recuo de 2,7% do 2º trimestre. Já varejo brasileiro apresentou estagnação no comparativo com o trimestre imediatamente anterior, após alta de 0,8% no segundo trimestre e de 1% nos primeiros três meses do ano. Segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, a expectativa do mercado é que a economia cresça 1,36% em 2018, menos da metade do que era esperado do começo do ano.
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14/11 - Movile capta US$ 500 milhões para investir na iFood
Recursos foram captados junto a atuais investidores, incluindo o sul-africano Naspers, dona do Movile, e a Innova Capital, do megainvestidor brasileiro Jorge Paulo Lemann. O grupo brasileiro de tecnologia Movile anunciou nesta terça-feira (13) uma captação de US$ 500 milhões para tornar sua unidade de entrega de comiga por aplicativo iFood numa das maiores no mundo no setor. Os recursos, foram captados junto a atuais investidores do iFood, incluindo o sul-africano Naspers, dona do Movile, e a Innova Capital, do megainvestidor brasileiro Jorge Paulo Lemann. Do total, US$ 100 milhões haviam sido captados nas últimas semanas e os US$ 400 milhões restantes foram anunciados nesta semana. Maior empresa de entrega de comida por aplicativo da América Latina, o iFood opera em 483 cidades brasileiras, por meio de 50 mil restaurantes e cerca de 120 mil motociclistas entregadores. A empresa afirma ter feito uma média de 390 mil entregas por dia em outubro, uma alta de 109 por cento ante mesma etapa de 2017. A companhia também tem unidades na Colômbia e no México. Segundo o fundador e presidente do Movile, Eduardo Henrique, os recursos captados serão investidos em tecnologias como inteligência artificial para otimizar a logística das entregas por motociclistas. "Estamos nos inspirando em experiências de empresas do mesmo ramo na China e acho que estamos muito no começo ainda no Brasil", disse Henrique. "Podemos triplicar o número de restaurantes." O executivo citou o caso da empresa chinesa de entrega de comida Meituan Dianping, que estreou na bolsa de Hong Kong no mês passado avaliada em cerca de US$ 55 bilhões. O número ilustra a ambição dos investidores de tornar o iFood num unicórnio, apelido do mercado para classificar startups com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão. Além do iFood, a Movile também é investidora na fintech de meios de pagamentos Zoop, no aplicativo de venda de ingressos de eventos Sympla, e na plataforma de entretenimento infantil Playkids.
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14/11 - Governo tenta avançar com leilão de distribuidoras da Eletrobras via MPs
Leilão de distribuidora no Amazonas está previsto para o dia 27 deste mês. Amazonas Energia, da Eletrobras Marcos Dantas/G1 AM O governo federal publicou nesta quarta-feira duas medidas provisórias que buscam viabilizar o leilão de privatização de distribuidoras de energia da Eletrobras no Amazonas e no Alagoas. Uma das medidas, MP 855, autoriza fundos do setor elétrico a cobrirem até R$ 3 bilhões em passivos dessas empresas por despesas com combustíveis realizadas no passado e que não atenderam critérios de eficiência definidos à época pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A resolução do passivo é apontada por especialistas como vital para atrair interessados na empresa do Amazonas, altamente deficitária. O leilão da distribuidora está previsto para o dia 27 deste mês. A segunda MP, 856, define que a Aneel deve, em paralelo, iniciar procedimentos para realizar um leilão em outros moldes, em que seriam contratadas novas empresas para serem responsáveis pela distribuição de energia nesses Estados, caso a privatiza das subsidiárias da Eletrobras falhe. Essa licitação fecharia contrato de até 24 meses com os novos operadores para as concessões, mas as medidas para a licitação poderão ser suspensas em caso de sucesso na venda das distribuidoras da Eletrobras ou de reagendamento do leilão de privatização das empresas com data ainda no primeiro trimestre de 2019. "Essas MPs são passos importantes para viabilizar a desestatização da Amazonas-D. No entanto, ainda não está claro se essas medidas serão suficientes para atrair interessados", escrevem analistas da corretora Brasil Plural em nota a clientes nesta quarta-feira. Os passivos bilionários que o governo busca resolver com a MP 855, que beneficia a Eletrobras Amazonas, seriam antes solucionados por um projeto de lei , mas a medida foi rejeitada no Senado em outubro. Uma das interessadas na elétrica do Amazonas, a Equatorial Energia, disse na semana passada que aguardava medidas do governo para reduzir riscos para os compradores da distribuidora após a rejeição do projeto de lei. Na terça-feira, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., disse em teleconferência com investidores que a empresa tinha a expectativa de que MPs em elaboração pelo governo permitissem o sucesso na licitação da subsidiária da companhia no Amazonas. O executivo afirmou também que a estatal espera que um recurso que busca destravar a venda da distribuidora do Alagoas seja apreciado em breve pelo Plenário do STF, o que poderia abrir caminho para o leilão da empresa ser agendado. Eletrobras registra prejuízo de R$ 1,6 bilhão no 3º trimestre
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14/11 - PIB da Alemanha tem contração de 0,2% no 3º tri, primeiro recuo desde 2015
Retração encerra uma série de 16 trimestres consecutivos de crescimento, que havia começado no 1º trimestre de 2015. Chanceler alemã, Angela Merkel, participa nesta segunda-feira (29) de reunião do conselho após eleição em Hessen na qual seu partido perdeu espaço Hannibal Hanschke/ Reuters O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha registrou contração de 0,2% no terceiro trimestre de 2018 na comparação com os três meses precedentes, devido sobretudo à queda nas exportações, anunciou o Escritório Federal de Estatísticas (Destatis). No segundo trimestre, a economia alemã cresceu 0,5%. A contração encerra uma série de 16 trimestres consecutivos de crescimento. Trata-se do primeiro recuo desde o primeiro trimestre de 2015. A Alemanha, no entanto, registrará em 2018 o 10º ano consecutivo de crescimento econômico, embora em um ritmo menor que o resultado de 2,2% do ano passado. "O leve declínio no PIB em comparação com o trimestre anterior deveu-se principalmente aos acontecimentos no comércio internacional: cálculos provisórios mostram que houve menos exportações mas mais importações no terceiro trimestre do que no segundo", disse a agência. O governo já havia indicado um terceiro trimestre mais fraco no mês passado, citando gargalos no setor automobilístico devido à adoção de novos padrões para poluição. Mas crescem as preocupações na economia alemã, que está em seu mono ano de expansão, sobre o impacto das disputas comerciais globais e da saída do Reino Unido da União Europeia.
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