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29/09 - Para profissionais mais velhos, estar em 'grupo de risco' aumenta preconceito no mercado de trabalho
Para entrevistados em pesquisa, classificação causa uma impressão errada de que pessoas maduras sejam mais fragilizadas e suscetíveis a adoecerem e que, por isso, não são positivas para empresas. Uma pesquisa realizada pela Maturi, plataforma voltada para a geração de oportunidades e capacitação do público com mais de 50 anos, mostra que, entre os mais de 4 mil entrevistados, 39,2% consideram que a denominação “grupo de risco” para o coronavírus fez aumentar ainda mais o preconceito em torno desses profissionais. Para os entrevistados, a classificação causa uma impressão errada de que pessoas maduras sejam mais fragilizadas e suscetíveis a adoecerem e que, por isso, não são positivas para empresas. Além disso, quem discorda da nomenclatura afirma que, na atual situação do mundo, comportamentos de risco são o que verdadeiramente importam, os quais não são ditados pela idade. Por que pandemia está acelerando saída de idosos do mercado de trabalho Quem tem acima de 60 anos se enquadra no grupo de risco para o coronavírus, mesmo que não tenha nenhum problema de saúde associado, assim como pessoas de qualquer idade que tenham comobirdades como cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal, imunodepressão, obesidade, asma, entre outras. O CEO da Maturi, Mórris Litvak, destaca que o preconceito é um dos maiores obstáculos de quem tem mais de 50 anos quando o assunto é a busca por oportunidades. “Uma visão errônea que muitos empregadores possuem é de que os maduros não são digitais. Pelo contrário, percebemos uma participação muito ativa deles em nossos cursos e eventos online, além da familiaridade com as ferramentas tecnológicas”, diz. Pandemia acelera saída de idosos do mercado de trabalho Principais resultados da pesquisa Perfil no mercado: 38,1% são empresários ou empregadores; 34,7% têm empregos formais; 32,5% são autônomos, prestadores de serviço ou profissionais liberais; 10,9% estão desempregados; 10,3% têm empregos informais e 2,4% são aposentados. Renda: 27,9% têm renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil; 27,1% possuem rendimentos até R$ 3 mil; 20,5% têm renda entre R$ 3 mil e R$ 5 mil; 20,3% ultrapassam os R$ 10 mil. Estratégias financeiras durante a pandemia: 60,1% reduziram ou cortaram gastos, 31,4% não precisaram recorrer a nenhuma estratégia a curto e médio prazo, 30,5% procuraram por um novo ou segundo emprego, 26,8% retiraram alguma quantia da poupança e 0,4% recorreu ao Auxílio Emergencial do governo. Durante o isolamento social: 77% só saem para o essencial, 12% não saem de casa de modo algum, 9% saem para trabalhar e 2% não aderiram ao isolamento. Assista as últimas notícias de economia
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29/09 - Auxílio Emergencial: saques e transferências são liberados para mais 4,1 milhões nesta terça
Também nesta terça, Caixa paga primeira parcela do auxílio de R$ 300 para 1,6 milhão de beneficiários que fazem parte do Bolsa Família. Governo divulgou na segunda o calendário de pagamentos das novas parcelas para beneficiários fora do Bolsa. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta terça-feira (29) saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 4,1 milhões de beneficiários do programa nascidos em março, que tiveram o dinheiro creditado em poupança social digital no último dia 4 de setembro. Também nesta terça, a Caixa paga a primeira parcela de R$ 300 (a sexta do Auxílio Emergencial) a 1,6 milhão de trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS é terminado em 9. Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Os beneficiários fora do Bolsa Família já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja no calendário mais abaixo). Parcelas extras de R$ 300 Na noite de segunda-feira, o governo divulgou as datas de pagamento das parcelas de R$ 300 do Auxílio Emergencial para beneficiários fora do Bolsa Família. Veja aqui como ficou o calendário, e aqui para tirar dúvidas sobre as novas parcelas. VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA TERÇA: Trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app poderão sacar ou transferir: 4,1 milhões de nascidos em março: - aprovados no primeiro lote poderão sacar a quinta parcela; - aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, poderão sacar a quinta parcela - aprovados no segundo lote poderão sacar a quarta parcela; - aprovados no terceiro lote poderão sacar a terceira parcela; - aprovados no quarto lote poderão sacar a terceira parcela; - aprovados no quinto lote poderão sacar a segunda parcela; - aprovados no sexto lote poderão sacar a segunda parcela; - aprovados no sétimo lote poderão sacar a primeira parcela; - reavaliados (que tiveram o benefício suspenso em agosto) poderão sacar todas as parcelas já recebidas em poupança digital Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Clique aqui para ver o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial. Veja os últimos vídeos sobre o Auxílio Emergencial a
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29/09 - Sine Macapá retorna com atendimento presencial: veja as vagas para 29 de setembro
Há oportunidades para biomédico, caseiro, supervisor de operações na área de controle de produções, trabalhador rural e muitas outras. Sine oferece vaga para costureiro para esta terça-feira TV TEM/Reprodução O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferece oportunidades de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Após meses ofertando apenas atendimento on-line devido às restrições pela pandemia de Covid-19, o órgão retornou com os serviços presenciais seguindo todas as medidas de segurança contra o novo coronavírus. A partir de 8h, os interessados podem procurar o Sine, localizado na Rua General Rondon, nº 2350, em frente à praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas na capital. Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado). Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas: almoxarife biomédico caseiro consultor de vendas costureiro em geral supervisor de operações na área de controle de produções trabalhador rural vendedor pracista Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
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29/09 - Com péssima repercussão, governo já discute abandonar rolagem de precatórios para novo programa social
A repercussão das medidas para financiar o novo programa social do governo, batizado de Renda Cidadã, foi tão ruim no mercado financeiro e no mundo político que assessores próximos do presidente Jair Bolsonaro começaram a defender uma mudança no programa. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (28), após reunião entre o presidente, ministros e lideranças do Congresso. Pouco depois, o dólar chegou a R$ 5,63, mesmo com a atuação do Banco Central. O Risco Brasil subiu 70 pontos-base ao longo da tarde. Veja as principais declarações sobre o programa de renda básica do Governo Federal Para especialistas em contas públicas, a proposta de rolar o pagamento de precatórios – despesa obrigatória do governo – para financiar um novo programa social foi uma ruptura, uma sinalização do abandono do compromisso fiscal. Há um temor de que o governo "tenha entrado na era das pedaladas", afirmou um economista com passagem por área econômica do governo. Governo estuda bancar programa substituto do Bolsa Família deixando de pagar dívidas Até mesmo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota afirmando que postergar o pagamento de precatórios é inconstitucional. Segundo relatos ao blog de quem acompanhou as negociações na economia e na política, no governo e no Congresso, a equipe econômica foi confrontada com duas opções: ou os recursos vinham da rolagem dos precatórios, ou a proposta de emenda à Constituição (PEC) iria colocar os R$ 70 bilhões do novo programa fora do teto de gastos. Fonte de recurso sugerida pelo governo para novo programa social repercute no Congresso O time econômico propôs alternativas: desvincular e desindexar o salário mínimo, acabar com o seguro-defeso e com o abono salarial, por exemplo. As ideias foram rejeitadas por serem impopulares e não passarem no parlamento. Segundo o próprio senador Marcio Bittar (MDB-AC), relator da PEC Emergencial onde será incluído o Renda Cidadã, não havia outra opção. Mesmo o ministro Paulo Guedes, diz ele, concordou com a alternativa escolhida. Bittar planejava apresentar o novo texto da PEC até esta quarta (30), mas agora poderá atrasar o texto para angariar apoio e buscar outras fontes de recursos. Análise: proposta para financiar Renda Cidadã derruba bolsa
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29/09 - Usar verba de precatórios para financiar novo programa social é inconstitucional, diz OAB
Parecer é assinado pela Comissão de Precatórios e pelo presidente da OAB Nacional, Felipe Santa Cruz. Governo também anunciou que quer usar recursos do Fundeb para custear Renda Cidadã. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou parecer nesta segunda-feira (28) em que classifica como inconstitucional a proposta do governo federal de usar recursos de precatórios para financiar o novo programa social, intitulado Renda Cidadã. >> veja os detalhes já anunciados do novo programa abaixo Segundo a OAB, a proposta a ser enviada ao Congresso Nacional "já nasceria inconstitucional" porque há duas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) proibindo a ampliação do prazo para o pagamento de precatórios – mesmo se as dívidas já tiverem vencido. Governo estuda bancar programa substituto do Bolsa Família deixando de pagar dívidas Os precatórios são dívidas dos governos que já foram reconhecidas pela Justiça. Empresas e cidadãos que devem ser ressarcidos ou indenizados pelo governo recebem um precatório e entram na fila de pagamento. Para custear o Renda Cidadã com esse recurso, a União teria que postergar a quitação dessas dívidas. "Não cumprir decisão transitada em julgado fere vários preceitos constitucionais, como o direito de propriedade, a segurança jurídica, o direito adquirido, ofende a coisa julgada, o princípio da isonomia", diz a OAB. O documento é assinado pelo presidente da OAB Nacional, Felipe Santa Cruz, e pelo presidente da Comissão Especial de Precatórios da entidade, Eduardo de Souza Gouvea. Injustiça e insegurança jurídica O parecer da OAB afirma que o uso cogitado da verba dos precatórios "traz enorme insegurança jurídica". Isso, porque os débitos não quitados seguiriam pendentes, ampliando o estoque de dívida do país e contribuindo para uma imagem de mau pagador do governo brasileiro. "O que se propõe é um calote da dívida pública judicial. Mas a dívida será empurrada para os futuros gestores públicos, criando uma bomba armada para explodir no futuro. A sinalização para investidores, essenciais nesse momento em que se busca a recuperação econômica do país, não poderia ser pior", diz a Ordem. O documento aponta ainda que a proposta do governo é "socialmente injusta", por atingir pessoas e empresas que aguardam há anos o pagamento desses precatórios. "São trabalhadores, microempresários, famílias, idosos que têm verbas alimentares a receber e que, agora, caso a proposta do governo se concretize, levarão um calote que acarretará danos sociais gravíssimos", afirma o texto. "A Ordem dos Advogados do Brasil está certa de que tal proposta não encontrará acolhida no Congresso Nacional, e muito menos sobreviverá a uma análise de constitucionalidade pelo Poder Judiciário", conclui a nota. Renda Cidadã O senador Márcio Bittar (MDB-AC) afirmou nesta segunda, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro, ministros e outros líderes partidários, que o Renda Cidadã – programa substituto do Bolsa Família – será incluindo na proposta de Emenda à Constituição chamada de "PEC Emergencial", que já tramita no Congresso. O programa, segundo Bittar, terá duas fontes de recursos além do que já existe pro Bolsa Família: as verbas reservadas no Orçamento para o pagamento de precatórios; e os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). BIttar é vice-líder do governo no Congresso e relator da PEC Emergencial e do Orçamento 2021. Segundo Márcio Bittar, o governo passou os últimos dias buscando uma fonte de financiamento para o Renda Cidadã, o que, segundo ele, "não foi fácil". Para entrar em vigor, a proposta ainda terá de ser aprovada pelo Congresso. De acordo com o senador, o governo tem R$ 55 bilhões reservados no Orçamento 2021 para quitar precatórios. Em vez disso, seria pago anualmente apenas o equivalente a 2% da receita líquida da União, o que corresponde a R$ 16 bilhões. Os outros R$ 39 bilhões, em vez de serem usados para o pagamento das dívidas da União com credores, seriam destinados para o Renda Cidadã. No pronunciamento à imprensa, o governo não deu outros detalhes sobre o Renda Cidadã. Não foi informado, por exemplo, o valor que cada beneficiário receberá ou quando o benefício começará a ser pago. De acordo com o blog do Gerson Camarotti, o valor deverá ficar entre R$ 200 e R$ 300. Outras críticas Além da OAB Nacional, outras entidades e autoridades criticaram nesta segunda a proposta do governo. O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas afirmou que as sugestões de financiamento parecem "truques" para "esconder fuga do teto de gastos". "Sobre usar dinheiro de precatórios, também parece truque para esconder fuga do teto de gastos: reduz a despesa primária de forma artificial porque a dívida não desaparece, apenas é rolada para o ano seguinte. Em vez do teto estimular economia de dinheiro, estimulou a criatividade", diz Dantas. Proposta do Renda Cidadã cria insegurança, diz economista O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, Felipe Salto, também criticou a proposta, em entrevista à GloboNews. Segundo ele, as fontes de recursos apontadas fazem um "desvio" em relação ao teto de gastos. "É uma medida ruim (adiar os precatórios). Está no limite do que seria considerado calote ou não. Na prática, essa despesa é jogada para a frente. Então, você cria uma incerteza muito grande", disse. Para Salto, a proposta cria a impressão de que o compromisso do governo com o teto de gastos é apenas "para inglês ver". "Você quer manter o teto, mas, para isso, usa mecanismos que representam não cortar, na verdade, nenhum centavo da despesa pública.” Veja as principais declarações sobre o programa de renda básica do Governo Federal
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29/09 - Auxílio Emergencial: governo divulga calendário de pagamentos de R$ 300 para beneficiários fora do Bolsa Família
Prorrogação do benefício com mais quatro parcelas foi oficializada no início do mês por Medida Provisória. Calendário também alterou algumas datas de pagamento das parcelas de R$ 600. Auxílio emergencial foi prorrogado até o fim do ano com mais quatro parcelas de R$ 300 Aloisio Mauricio/Fotoarena/Estadão Conteúdo O Ministério da Cidadania divulgou nesta segunda-feira (28), em edição extra do Diário Oficial, o calendário de pagamentos das parcelas de R$ 300 do Auxílio Emergencial para beneficiários fora do Bolsa Família. A portaria que definiu as datas de pagamento das parcelas de R$ 300 também alterou o calendário dos pagamentos das próximas parcelas de R$ 600. Veja como ficou o calendário completo de pagamento do Auxílio Emergencial. VEJA OS CALENDÁRIOS AO FINAL DESTA REPORTAGEM A prorrogação do Auxílio Emergencial com mais quatro parcelas de R$ 300 foi oficializada no início do mês por Medida Provisória. Apenas os beneficiários que fazem parte do Bolsa Família, no entanto, já estavam recebendo os pagamentos, que seguem o calendário do próprio bolsa. Veja o calendário completo de pagamentos Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 Beneficiário pode não receber todas as parcelas de R$ 300; entenda SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Menos parcelas, menos beneficiários Nem todos os beneficiários, no entanto, irão receber as quatro parcelas de R$ 300. Apenas os trabalhadores que receberam em abril a primeira parcela do benefício original, de R$ 600, terão direito a todas as quatro parcelas – que seriam em setembro, outubro, novembro e dezembro. "Quem passou a receber a partir de julho, por exemplo, terá direito às cinco parcelas de R$ 600 e a mais uma parcela do novo benefício, que será paga no mês de dezembro", informou a Cidadania. Além do menor número de parcelas para parte dos beneficiários, o Auxílio Emergencial Residual também vai atingir menos trabalhadores. As regras definidas para a prorrogação restringe o pagamento para algumas pessoas. Assim, não vai receber parcelas de R$ 300 quem: Possua indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal Tenha menos de 18 anos, exceto em caso de mães adolescentes Esteja preso em regime fechado Tenha sido declarado como dependente no Imposto de Renda de alguém que se enquadre nas hipóteses dos itens 5, 6 ou 7 acima No ano de 2019 recebeu rendimentos isentos não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma seja superior a R$ 40 mil Tinha em 31 de dezembro de 2019 a posse ou a propriedades de bens ou direitos no valor total superior a R$ 300 mil reais Recebeu em 2019 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 Mora no exterior Tem renda mensal acima de meio salário mínimo por pessoa e renda familiar mensal total acima de três salários mínimos Recebeu benefício previdenciário, seguro-desemprego ou programa de transferência de renda federal após o recebimento de Auxílio Emergencial (exceto Bolsa Família) Conseguiu emprego formal após o recebimento do Auxílio Emergencial Calendário de pagamentos Os calendários de pagamento das parcelas de R$ 300 levam em consideração a data em que o beneficiário recebeu a primeira das parcelas originais do benefício, de R$ 600. Auxílio Emergencial - aprovados que receberam a primeira parcela em abril Economia G1 Auxílio Emergencial - aprovados que receberam a primeira parcela em maio Economia G1 Auxílio Emergencial - aprovados que receberam a primeira parcela em junho Economia G1 Auxílio Emergencial - aprovados que receberam a primeira parcela em julho Economia G1 Auxílio Emergencial - aprovados que fizeram contestação Economia G1 Assista as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial
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28/09 - Produtores de soja rompem com associação do agronegócio após aliança com ONGs sobre desmatamento na Amazônia
Aprosoja Brasil se desvinculou da Abag na última semana, alegando que voz do setor "não era mais ouvida". Alertas de desmatamento na Amazônia sobem 34% em um ano JN A Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), já descontente com a atuação da nova gestão da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), rompeu com a entidade na última semana, tendo como estopim uma recente aliança da Abag junto a ONGs contra o desmatamento na Amazônia. "Nossa voz não era mais ouvida... realizamos uma assembleia junto às 16 Aprosojas (estaduais) e a decisão foi unânime em ser contrário à postura que vem sendo adotada pela Abag, de fazer politicagem", disse à Reuters o presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz Pereira. No último dia 15, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, formada por 230 entidades, incluindo representantes do agronegócio -- dentre eles, a Abag --, apresentou ao presidente Jair Bolsonaro um pacote de seis ações a serem adotadas para buscar a redução rápida e permanente do desmatamento no Brasil, especialmente na área da Amazônia Legal. Grandes frigoríficos prometem carne com desmatamento zero na Amazônia até 2025 com a criação de 'cadastro positivo da pecuária' ONGs e empresários cobram governo contra desmatamento Pereira defende o direito de produtores utilizarem suas terras conforme prevê a legislação brasileira, que permite a abertura de determinado percentual das áreas verdes dentro da propriedade rural. Para ele, estas "ONGs não têm interesse nenhum em preservar o meio ambiente" e o fato da Abag se aliar a elas indica que a associação é conivente em "denegrir a imagem do produtor rural". Segundo Braz, todas as medidas propostas pela coalizão já estão sendo trabalhadas pelo setor produtivo junto ao governo federal. "Tenho ido direto ao (vice-presidente) general (Hamilton) Mourão", afirmou. Pereira ainda disse que, desde a entrada da nova gestão, a associação do agronegócio passou a defender mais intensamente os interesses de bancos, em detrimento dos pleitos do setor, como a redução nas taxas de juros para crédito rural e combate às exigências "excessivas" no processo de tomada de recursos. Em janeiro de 2019, o engenheiro de alimentos Marcello Brito assumiu a presidência da Abag no lugar do agrônomo Luiz Carlos Corrêa Carvalho (Caio), que permaneceu à frente da entidade por sete anos. Procurada, a Abag afirmou por meio da assessoria de imprensa que não comenta saída ou entrada de associados. "Isso faz parte de um processo normal dentro de entidades associativas", disse. Além disso, o rompimento com a Aprosoja --que representa os produtores da principal commodity de exportação do país-- não é motivo de preocupação, acrescentou a Abag.
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28/09 - Gasto previdenciário respondeu por 40% dos precatórios em 12 meses até julho
Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, os gastos com precatórios ficaram em R$ 49,7 bilhões em um ano, sendo R$ 20 bilhões ligados a gastos previdenciários. Agência da Previdência Social em Aracaju Reprodução/TV Sergipe Os benefícios previdenciários responderam no último ano por aproximadamente 40% dos gastos com precatórios. Números da Secretaria do Tesouro Nacional mostram que, nos 12 meses até julho, os gastos com precatórios ficaram em R$ 49,7 bilhões. Dessa quantia, R$ 20 bilhões (40,3%) estavam ligados a gastos previdenciários, dos quais R$ 16 bilhões diziam respeito à Previdência urbana e R$ 4 bilhões à Previdência rural. A parcela mais relevante veio de precatórios ligados a outras despesas de capital (R$ 22,6 bilhões). Na sequência, apareceram R$ 5,7 bilhões relacionados a gastos com pessoal e encargos sociais e R$ 1,3 bilhão relacionado ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). O tema dos precatórios mexeu fortemente com o mercado nesta segunda-feira (28), já que o governo afirmou que usará esses recursos como parte do financiamento do Renda Cidadã. Lei Complementar que estabelece novas regras para reforma da previdência é publicado
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28/09 - Ford anuncia Programa de Demissão Voluntária na fábrica de Camaçari, na Bahia
Segundo empresa, medida tem objetivo de ajustar níveis de produção à desaceleração do mercado, causada pela pandemia da Covid-19. Ford anuncia programa de Demissão Voluntária para trabalhadores que atuam na Bahia A Ford anunciou um Programa de Demissão Voluntária (PDV) na fábrica localizada na cidade de Camaçari, que fica na região metropolitana de Salvador, com o objetivo de ajustar os níveis de produção à desaceleração do mercado, causada pela pandemia da Covid-19. Veja gráfico de casos e mortes em Camaçari desde o início da pandemia De acordo com a empresa, as inscrições para os funcionários que quiserem aderir ao programa de demissão voluntária começam na quinta-feira (1º). Ainda não há prazo para término. Além disso, a empresa estabeleceu extensão do layoff, medida que suspende contratos de trabalho, até 31 de dezembro deste ano. A Ford informou que o PDV é voltado para os empregados da área de produção e ainda não tem detalhes de quantas demissões estão previstas. A abertura do programa foi feita através de um acordo da empresa com o Sindicato dos Metalúrgicos. Segundo o presidente do sindicato, Júlio Bonfim, o trabalhador que aderir ao programa de demissão ganhará um bônus de até R$ 93 mil, além das verbas rescisórias previstas na legislação: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), multa de 40% em cima do FGTS, 13º salário proporcional, férias e o direito de dar entrada no seguro desemprego. "Há uma redução de produção, caiu para 136 mil carros, isso de certa forma tencionou a Ford abrir esse programa. A produção já está abaixo de dois turnos", explicou Júlio. De acordo com Júlio, atualmente, há cerca de 10 mil trabalhadores no total, dividido nos setores operacionais e em autopeças. Ainda segundo o sindicato, os trabalhadores que aderirem ao PDV e quiserem comprar um carro das marca vão ter desconto. Vão ser disponibilizados 800 carros até o mês de dezembro. Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Ford iniciará Programa de Demissão Voluntária na fábrica de Camaçari, na região metropolitana de Salvador Reprodução/TV Bahia Assista aos vídeos do Bahia Meio Dia
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28/09 - Usuários relatam falha no Microsoft Teams e no Outlook
Serviços apresentaram problemas no login no começo da noite desta segunda-feira (28). Empresa afirmou por volta das 21h40 que aplicativos já estavam sendo restabelecidos. Microsoft Teams Divulgação Usuários do Brasil e do exterior relataram falhas para acessar o Microsoft Teams e o Outlook no começo da noite da segunda-feira (28). Por volta das 21h40, porém, a empresa informou, em sua conta no Twitter, que os serviços estão já estavam sendo restabelecidos. "Observamos melhorias em vários serviços após a aplicação de etapas de mitigação e continuaremos monitorando os serviços para garantir a recuperação total", afirmou a Microsoft no final da noite. O site Downdetector registrou um pico de reclamações por volta das 19h para o Teams, o Outlook e também para o Office. Pouco depois das 19h30, a Microsoft afirmou no Twitter que reverteu uma mudança de configuração que, provavelmente, seria a causa da falha que atingiu o sistema Microsoft 365, e que estava monitorando a situação. Em seguida, a companhia não viu melhoria e por volta das 20h48 redirecionou o tráfego para uma infraestrutura alternativa, enquanto investigava a origem da pane. Nem todos os que estavam logados foram afetados pela falha. Instabilidade no Microsoft Teams é registrada no site Downdetector nesta segunda-feira (28) Reprodução VÍDEOS: mais sobre tecnologia
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28/09 - Desafio agora é ser competitivo em preço para atrair clientes, diz presidente da Latam
“Já choramos muito como indústria. Agora é tempo de olhar para frente", afirma o presidente da Azul. Aviões da Latam parados no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, em foto do dia 7 de agosto de 2020. Antonio Molina/Estadão Conteúdo As companhias aéreas Gol, Latam, Azul e VoePass informaram nesta segunda-feira (28) que a demanda por voos cresce semana após semana no país. Mas ponderaram que a oferta ainda é maior que a demanda e os preços das passagens aéreas estão mais baixas do que antes da pandemia. Com isso, as empresas aéreas enfrentam um desafio de rentabilidade. “Já choramos muito como indústria. Agora é tempo de olhar para frente. Infelizmente perdemos muito dinheiro. Agora é necessário encher os hotéis, encher os voos, recuperar o PIB [Produto Interno Bruto]”, afirmou John Rodgerson, presidente da Azul. “O primeiro desafio na crise foi de liquidez, o que levou as empresas a renegociar contratos e reduzir custos. No caso da Latam, a companhia tomou a decisão de entrar em recuperação judicial. Conseguimos aprovação para um financiamento de US$ 2,45 bilhões, o que nos dá liquidez para entrar numa segunda fase. O desafio daqui para frente é de competitividade”, afirmou Jerome Cadier, presidente da Latam Brasil. O executivo observou que há um excesso de capacidade no setor aéreo brasileiro e mundial. E as empresas têm adotado preços mais baixos para estimular as pessoas a voltarem a voar. “Nessa segunda fase, as empresas precisam ser muito eficientes para desempenhar um nível de preço que vá acelerar a demanda por passagens nacionais e internacionais”, acrescentou Cadier. “A demanda está voltando. O que falta a todos agora é gerar receita”, afirmou Paulo Kakinoff, presidente da Gol. O executivo citou o feriado de 7 de setembro como um divisor de águas para o setor aéreo. “Acredito que o setor teve no fim de semana do 7 de setembro uma demanda equivalente a 60% a 70% do que teve no feriado do ano passado. Também houve aumento das viagens de carro. Todos esperamos para ver se haveria um aumento de casos de covid-19 nos 15 dias depois e não houve. Agora vemos uma demanda aquecida para o próximo feriado porque as pessoas viram que viajar é seguro”, afirmou Kakinoff. O presidente da Gol disse que tem sido surpreendido toda semana com o aumento no volume de passageiros. A Gol estima fechar o ano com 70% a 80% do nível de passageiros que tinha em dezembro de 2019. “A receita, no entanto, não acompanha o crescimento da demanda, porque as tarifas aéreas estão mais baixas. Eduardo Busch, diretor-executivo da VoePass, disse que a empresa operava 47 destinos antes da pandemia e hoje já voa para 33 destinos. Em outubro, serão 35. A frequência de voos também será ampliada. “Esperamos bater 80% de produtividade até o fim do ano”, disse Busch. Vídeo: Veja mais notícias sobre aéreas no Brasil Caça Gripen da Força Aérea Brasileira realiza primeiro voo no país
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28/09 - China tem meta de autossuficiência de 95% em carne suína
Documento do governo chinês, porém, não estabelece prazo para o objetivo. Pequim foca em segurança alimentar, com coronavírus impactando exportadores de alimentos. Tensões comerciais também geram preocupações em relação à oferta. Vendedor segura peça de carne suína em mercado em Handan, na China REUTERS/Stringer A China tem como objetivo produzir internamente 95% de sua carne suína, indicou um documento governamental com planos para o setor animal do país, que reforça a meta de reconstruir rapidamente seu enorme rebanho de porcos após uma grave epidemia de peste suína africana (PSA). O documento, divulgado no domingo, vem em meio a uma ampliação no foco de Pequim à segurança alimentar, com surtos de coronavírus no exterior impactando exportadores de alimentos e tensões com grandes parceiros comerciais gerando preocupações em relação à oferta. Alemanha confirma novo caso de peste suína africana em javali O documento não mencionou um prazo para que a meta seja atingida. A China, maior consumidora de carne suína do mundo, chegou a ser praticamente autossuficiente na proteína, com as importações respondendo em média por 1% da produção entre 2000 e 2018. Mas no primeiro semestre deste ano, importações de mais de 2 milhões de toneladas atingiram quase 10% do consumo, após a produção doméstica despencar na esteira da epidemia de peste suína africana. Pequim afirmou repetidamente que espera que sua criação de porcos volte aos níveis normais até o ano que vem, tendo lançado uma série de medidas para encorajar os produtores a construir novas áreas de criação de animais. O governo também afirmou que tem metas para o fornecimento interno de 85% das carnes bovina e ovina e mais de 70% do leite consumido no país, além de permanecer autossuficiente em ovos e carne de frango. Os objetivos não são muito diferentes dos níveis atuais, mas a meta para a carne bovina parece "difícil de ser atingida", disse Pan Chenjun, analista sênior do Rabobank. Vídeos: tudo sobre agronegócios
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28/09 - Bolsas de NY têm alta forte após quatro semanas seguidas de perdas
Com a perspectiva de que mais estímulos podem impulsionar a recuperação da economia americana, setores sensíveis ao crescimento econômico se beneficiaram. Wall Street é a sede das principais bolsas de NY como a New York Stock Exchange (NYSE) Reuters Os investidores se apegaram às expectativas renovadas de que os congressistas em Washington podem chegar a um acordo sobre uma nova rodada de estímulos fiscais e ampliaram as compras no mercado acionário. Como resultado, empresas mais ligadas ao crescimento da economia, como as ações do setor financeiro e de energia, puxaram a alta dos índices em Wall Street. O Dow Jones terminou a sessão em alta de 1,51%, aos 27.584,06 pontos. O S&P 500 avançou 1,61%, a 3.351,60 pontos. O Nasdaq registrou ganhos de 1,87%, aos 11.117,53 pontos. A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse, no fim de semana, que há uma chance de que um acordo sobre uma nova rodada de estímulos fiscais seja alcançado. "Confio no secretário [Steven] Mnuchin para representar algo que pode chegar a uma solução e acredito que chegaremos a um acordo", disse Pelosi, à CNN. Reportagens indicam que um pacote de ajuda poderia ser votado no início do próximo mês, com Pelosi defendendo um suporte de US$ 2,2 trilhões para ajudar os americanos desempregados e empresas duramente atingidas pela pandemia de covid-19. “Há uma preocupação de que o ímpeto da recuperação econômica esteja diminuindo, com o Congresso atrasando novos estímulos”, disse Bruce Bittles, estrategista-chefe de investimentos da Baird, ao MarketWatch. "Agora, parece que estamos perto de conseguir um pacote mais cedo ou mais tarde", afirmou. Com a perspectiva de que mais estímulos podem impulsionar a recuperação da economia americana, setores sensíveis ao crescimento econômico se beneficiaram na sessão desta segunda-feira. Pesquisa mostra disputa apertada entre Donald Trump e Joe Biden nos EUA O segmento de energia (+2,33%) e o financeiro (+2,27%) — que apresentam os piores desempenhos no acumulado de 2020 até o momento — encerraram a sessão desta segunda com ganhos significativos, liderando as altas diárias do S&P 500. Destaques Thomas Hayes, presidente da empresa de gestão de investimentos Great Hill Capital, disse, à Dow Jones Newswires, que sua empresa comprou ações do Wells Fargo e de outros bancos nos últimos dias. Ele espera que essas ações tenham um desempenho melhor do que as ações de tecnologia, que impulsionaram a recuperação do mercado de março a setembro. "É aí que você vai ter um desempenho melhor, com os papéis que foram deixados para trás até agora", afirmou. Ações cíclicas, como as dos bancos, tendem a superar o mercado durante as recuperações das recessões, de acordo com o executivo. Para os estrategistas do Morgan Stanley, a queda do mercado nas últimas semanas era um evento esperado. "A correção recente era inevitável em nossa opinião, uma vez que todos os mercados em alta se consolidam ao longo do caminho, especialmente quando a alta inicial foi tão poderosa", afirmam os analistas de ações da instituição, liderados por Michael Wilson. No pior nível desde junho, Bovespa fecha em queda com temor de piora fiscal Segundo eles, as melhores oportunidades do mercado, atualmente, incluem ações cíclicas, dos segmentos de materiais, indústria e financeiro, além de ações de menor capitalização. No noticiário corporativo, as ações da Devon Energy subiram 11,11% depois que o "Wall Street Journal" informou e a empresa posteriormente confirmou um acordo de fusão com a WPX Energy. A operação pode ajudar as duas empresas a resistir a uma prolongada queda do setor. As ações da WPX subiram 16,44%. Já os papéis do Uber subiram 3,19%, depois de a empresa ter ganhado um recurso sobre a revogação de sua licença operacional em Londres, encerrando temporariamente uma disputa de anos com reguladores em um de seus maiores mercados globais.
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28/09 - Petróleo sobe 1% com esperança econômica, mas temor com vírus limita alta
Preço acompanhou a alta em Wall Street, enquanto as negociações políticas por novas medidas de alívio nos EUA em meio à pandemia de Covid-19 prosseguem. Os preços do petróleo subiram 1% nesta segunda-feira (28), diante de um rali nos mercados acionários globais e de expectativas quanto a um novo pacote de estímulos nos Estados Unidos, embora o crescente número de casos de coronavírus siga gerando preocupações em relação à demanda por combustíveis, o que tem limitado as altas do petróleo. O petróleo Brent fechou em alta de 0,51 dólar, ou 1,22%, a 42,43 dólares por barril. Já o petróleo dos EUA (WTI) avançou 0,35 dólar, ou 0,87%, para 40,60 dólares o barril. "Na minha opinião, o evento mais provável capaz de mexer no mercado de petróleo, levá-lo ao próximo nível, é a aprovação de um pacote de estímulos (nos EUA) relacionado ao coronavírus", disse Bob Yawger, diretor de Futuros de Energia do Mizuho. Pesquisa mostra disputa apertada pela presidência dos Estados Unidos O petróleo acompanhou a alta em Wall Street nesta segunda, enquanto as negociações políticas por novas medidas de alívio nos EUA em meio à pandemia de Covid-19 prosseguem. A presidente da Câmara norte-americana, Nancy Pelosi, disse no domingo acreditar que um acordo pelo pacote pode ser fechado com a Casa Branca. A desvalorização do dólar, que possui correlação inversa com os preços do petróleo, também ajudou a impulsionar a commodity. Ainda assim, a crise sanitária global, que fez com que o consumo de combustíveis no mundo despencasse, limitou os ganhos do petróleo. "A velocidade da disseminação do vírus é a principal preocupação tanto das autoridades de saúde quanto dos investidores do mercado financeiro", afirmou Tamas Varga, analista da PVM.
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28/09 - Ministro do TCU critica solução do governo para financiar programa Renda Cidadã
Bruno Dantas afirmou, em rede social, que indicação de verbas do Fundeb e de precatórios para custear programa é possível 'truque' para 'esconder fuga do teto de gastos'. Relator diz que Renda Cidadã vai ser financiado com recursos do Fundeb e dos precatórios O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas criticou nesta segunda-feira (28), em rede social, a proposta de usar verbas de precatórios e do principal fundo de educação básica para custear o novo programa social do governo, o Renda Cidadã. Segundo Dantas, as propostas parecem "truques" para "esconder fuga do teto de gastos". O ministro disse ainda que o teto, que impede as despesas públicas de crescerem mais que a inflação, não tem estimulado a economia do gasto público, e sim, a "criatividade" dos gestores. "Sobre usar dinheiro de precatórios, também parece truque para esconder fuga do teto de gastos: reduz a despesa primária de forma artificial porque a dívida não desaparece, apenas é rolada para o ano seguinte. Em vez do teto estimular economia de dinheiro, estimulou a criatividade", diz Dantas. O desenho idealizado pelo governo para o Renda Cidadã foi anunciado nesta segunda após reunião entre ministros, líderes partidários e o presidente Jair Bolsonaro. Segundo o relator do Orçamento 2021, senador Márcio Bittar (MDB-AC), o programa será custeado: por recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), e por recursos previstos no orçamento para o pagamento de precatórios, ou seja, dívidas do governo já reconhecidas pela Justiça. Na postagem, Bruno Dantas critica as duas fontes. Segundo o ministro, usar o recurso do Fundeb – que não está sujeito ao teto – para financiar outro programa é o mesmo que inserir uma exceção no teto de gastos. Para ele, isso deveria ser feito "às claras". "Emenda constitucional pode mudar o teto de gastos? Juridicamente, claro que sim. O problema é o significado político para o compromisso com gestão fiscal responsável. Emenda constitucional pode tirar dinheiro do Fundeb para mascarar mudança do teto? Pode, mas por que tergiversar?", questiona. "Explicando: a EC 95 exclui do teto de gastos a despesa com o FUNDEB. Inflar o FUNDEB para, em seguida, dele tirar 5% para financiar outro programa, é rigorosamente o mesmo que inserir mais uma exceção no parágrafo 6º do art. 107 [da Constituição, onde está previsto o teto]. Por que não fazê-lo às claras?", prossegue Dantas. Veja as principais declarações sobre o programa de renda básica do Governo Federal Novo programa Segundo Márcio Bittar, o novo programa social será incluído na proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata dos gatilhos do teto de gastos. Conhecida como "PEC Emergencial", essa proposta também passará a ser relatada pelo senador. Bittar participou com líderes partidários e ministros de uma reunião no Palácio do Alvorada com o presidente Jair Bolsonaro. Eles fizeram uma pausa no encontro para anunciar à imprensa o novo programa de transferência de renda. Segundo o senador Márcio Bittar, o governo passou os últimos dias buscando uma fonte de financiamento para o Renda Cidadã – o que, diz ele, "não foi fácil". No pronunciamento à imprensa, o governo não deu outros detalhes sobre o Renda Cidadã. Não foi informado, por exemplo, o valor que cada beneficiário receberá ou quando o benefício começará a ser pago. De acordo com o blog do Gerson Camarotti, o valor deverá ficar entre R$ 200 e R$ 300. Proposta do Renda Cidadã cria insegurança, diz economista Outras críticas O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, Felipe Salto, também criticou a proposta, em entrevista à GloboNews. Segundo ele, as fontes de recursos apontadas fazem um "desvio" em relação ao teto de gastos. "É uma medida ruim (adiar os precatórios). Está no limite do que seria considerado calote ou não. Na prática, essa despesa é jogada para a frente. Então, você cria uma incerteza muito grande", disse. Para Salto, a proposta cria a impressão de que o compromisso do governo com o teto de gastos é apenas "para inglês ver". "Você quer manter o teto, mas, para isso, usa mecanismos que representam não cortar, na verdade, nenhum centavo da despesa pública.” O diretor da IFI lembra que as verbas do Fundeb não estão sujeitas ao teto, e que transferir 5% desse orçamento ao Renda Cidadã seria, portanto, uma espécie de "drible" na rega fiscal. "Qual é o jeito de se criar despesa sem afetar o teto? É fazer essas coisas que foram anunciadas hoje: subterfúgios que vão criando um ambiente muito ruim, que lembra muito o da chamada contabilidade criativa, que tão mal fez ao país por meio da distorção das metas de resultado primário." A diretora-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, afirma que o uso do Fundeb é uma tentativa de burlar a lei do teto e que o Congresso Nacional precisa fazer frente a esse tipo de manobra. Já o economista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Ellery afirmou, em rede social, que deixar de pagar precatórios para financiar aumento de gastos é “muito parecido com calote”. A proposta apresentada pelo governo também recebeu críticas do Congresso. O líder do Cidadania na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (SP), afirma que a proposta é frágil. “Estamos dispostos a analisar as propostas que vem do governo, mas o governo precisa melhorar a qualidade do que propõe”, disse. A líder do PCdoB, deputada Perpétua Almeida (AC), diz que a proposta de retirar recursos do Fundeb para financiar o novo programa social é um “calote na educação básica”. “Além de minar os recursos da educação, o governo ainda quer adiar precatórios deixando suas dívidas para outros governos pagarem. Não dá para concordar com essa proposta do governo”, disse.
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28/09 - Google vai exigir comissão de 30% nas compras e assinaturas de apps baixados pela Play Store
Taxa já existe na loja de aplicativos da companhia, mas alguns desenvolvedores escapam da cobrança ao oferecer plataformas de pagamento alternativas. Política se alinha com prática adotada pela Apple, que desagrada desenvolvedores. Aplicativos distribuídos pela Play Store precisarão pagar 'pedágio' para o Google. Divulgação/Google O Google disse nesta segunda-feira (28) que os desenvolvedores que distribuem aplicativos na loja Play Store serão obrigados a usar o sistema próprio de pagamentos da empresa, que cobra comissão de 30% para cada transação. Essa regra já existe, mas alguns aplicativos "burlam" a cobrança ao oferecer sistemas alternativos de pagamentos para assinaturas e outros itens digitais. Os desenvolvedores terão até 30 de setembro de 2021 para realizar adaptações. Essa mudança alinha a política do Google com a praticada pela Apple, que remove aplicativos que passam por cima da sua plataforma de pagamentos. A cobrança do "imposto" pelas transações causa desconforto entre alguns criadores de aplicativos, que são contra a exigência. A Epic Games, criadora do game Fortnite, processou Apple e Google por considerar a prática desleal e impedir a concorrência. Saiba mais: Epic Games contra Apple: por que o jogo 'Fortnite' está desafiando o modelo de negócios da App Store na Justiça O jogo passou a oferecer um método de compra de moedas digitais que não pagava comissões, e foi removido das lojas de apps do iPhone e do Android. Empresas que estão por trás de aplicativos como Spotify e Tinder se juntaram à Epic e criaram uma aliança para pressionar contra a comissão. As companhias defendem a criação de um código de conduta a ser adotado pelas lojas de apps. Embora a notícia sobre a comissão possa desagradar desenvolvedores, o Google anunciou outras mudanças sobre a distribuição dos aplicativos no Android, atendendo uma das demandas dos criadores. A companhia disse que irá facilitar a instalação de lojas alternativas a partir do Android 12 – que será lançado no ano que vem. Isso permitirá que alguns desenvolvedores incentivem seus usuários a instalar seus aplicativos a partir de outras fontes – como a Galaxy App Store, da Samsung. O Google defende que essa medida irá garantir mais concorrência e que cada loja poderá decidir sobre o seu próprio modelo de negócios – escolhendo cobrar ou não taxas por transações – e que cada aplicativo será livre para escolher onde deseja ser distrubuído. A Play Store vem instalada de fábrica na maioria dos dispositivos Android. Algumas marcas incluem lojas próprias, como a Samsung e Huawei. Assista: últimos vídeos sobre tecnologia no G1
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28/09 - Governo começa a pagar parcela de R$ 300 do Auxílio Emergencial para beneficiários fora do Bolsa Família na quarta-feira, diz Onyx
Ministro se irritou ao ser questionado sobre denúncia feita por Mandetta: 'Eu tenho mais o que fazer do que preocupar com fofoca de ex-ministro e de ex-deputado' Ministro da Cidadania Onyx Lorenzoni falou sobre pagamento de Auxílio Emergencial, em solenidade em Belo Horizonte Reprodução/TV Globo O pagamento do Auxílio Emergencial no valor de R$ 300 para pessoas que não fazem parte do Bolsa Família começa a partir da próxima quarta-feira (30). O anúncio foi feito pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, durante reunião com o governador mineiro Romeu Zema (Novo) nesta segunda-feira (28), em Belo Horizonte, em que anunciou liberação de recursos para o Programa de Aquisição de Alimentos. "Até o final da tarde, a gente publica uma portaria que estabelece o pagamento a partir de quarta-feira de mais 30 milhões de pessoas. Já devemos ter publicado no extra de hoje o anexo com calendário de pagamentos. Estamos nos detalhes finais. A partir de quarta-feira a Caixa começa a pagar as pessoas que não estão no Bolsa Família". O ministro também falou sobre o Renda Cidadã, programa que o governo federal pretende implementar no próximo ano. Sem mencionar a polêmica da utilização de recursos de precatórios e também dinheiro federal do Fundeb (Fundo de Financiamento de Educação Básica), Onyx garantiu que já é possível disponibilizar R$ 35 bilhões ao programa. "O Renda Cidadã, nós temos programa pronto há muitos meses, desde quando eu estava na Casa Civil, desde novembro do ano passado. Montamos um programa com três grandes eixos, o primeiro deles é o mérito, a empregabilidade e foco na primeira infância". Segundo o ministro, mais de 1,5 milhão de crianças do Bolsa Família serão premiadas pelo desempenho na escola; dez mil também receberão prêmio por desempenho em jogos estudantis e outros dez mil que tiverem destaque nas olimpíadas do conhecimento. Ao ser questionado sobre a acusação feita pelo ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, de ter feito gravações de deputados durante reunião, Onyx se irritou. “Eu lutei para que aquela proposta feita pelos procuradores da Lava Jato fosse aprovada pelo parlamento. Primeiro, lutei com todas as forças para mantê-las intactas. Esta afirmação é mentira. Segundo, o ex-deputado e ex-ministro sofre de um sintoma muito grave, de falta de luz. Terceiro, eu tenho mais o que fazer do que preocupar com fofoca de ex-ministro e de ex-deputado.” Programa de Aquisição de Alimentos Durante solenidade na Cidade Administrativa, na Região Norte de Belo Horizonte, o Ministro Onyx Lorenzoni anunciou a liberação de R$ 6,2 milhões para o Programa de Aquisição de Alimentos em Minas Gerais. O programa permite que estados e municípios comprem alimentos da agricultura familiar para fornecer a pessoas em situação vulnerável, sem processo licitatório. "Grande massa de pequenos produtores rurais que tiveram renda impactada pela pandemia, devido a ausência de feira e de merenda escolar, tem enfrentado dificuldade muito grande. Este programa vem para dar estabilidade, porque ajuda quem consome e quem produz", finalizou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Veja as principais notícias sobre o Auxílio Emergencial:
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28/09 - Dívida pública sobe 1,56% em agosto e alcança R$ 4,412 trilhões
Informação foi divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional. Alta é reflexo das emissões de títulos, que superaram os resgastes em R$ 31,89 bilhões no mês passado. A dívida pública federal em títulos – que inclui os débitos do governo no Brasil e no exterior – registrou aumento de 1,56% em agosto e atingiu R$ 4,412 trilhões, informou a Secretaria do Tesouro Nacional nesta segunda-feira (28). Em julho, a dívida somava R$ 4,344 trilhões. A dívida pública é a emitida pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal. Ou seja, para pagar despesas que ficam acima da arrecadação com impostos e tributos. Senado: combate ao coronavírus fará dívida pública ultrapassar 100% do PIB No mês passado, de acordo com o governo, a dívida subiu porque as emissões de títulos públicos superaram as retiradas de papéis do mercado em R$ 31,89 bilhões. Segundo o governo, também houve apropriação positiva de juros, que é quando eles passam a fazer parte do principal da dívida, no valor de R$ 35,93 bilhões. Em agosto, o Tesouro emitiu R$ 114,102 bilhões em títulos - o maior valor para o mês desde o início da série histórica, em 2006 - e retirou R$ 82,208 bilhões do mercado. O governo espera crescimento da dívida pública neste ano, por causa do aumento de gastos para conter o impacto da pandemia da Covid-19. Investidores estrangeiros Os números do Tesouro Nacional revelam que, em agosto, houve um aumento na participação dos investidores estrangeiros. Em julho, os não residentes no país detinham 9,04% da dívida total, o equivalente a R$ 372,41 bilhões. Já em agosto, essa participação passou para 9,4%, totalizando R$ 392,51 bilhões. A participação de não residentes vinha caindo nos últimos meses. Segundo o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Luis Felipe Vital, o Tesouro espera uma tendência de aumento da participação de não-residentes na dívida pública quando o país avançar com o processo de consolidação fiscal, com as reformas econômicas. Ele destacou que essa alta em agosto pode estar relacionada ao aumento das taxas de juros que atingiram níveis mais atrativos, com taxas de retorno melhores para os investidores. Segundo Vital, o aumento da curva de juros locais mostra preocupação de investidores com o cenário fiscal. Com essa preocupação há uma preferência por títulos de curto prazo. Segundo o Tesouro, as emissões de agosto favoreceram os títulos prefixados de 6 meses e de 48 meses, que são títulos menos arriscados e mais fáceis de vender no mercado doméstico.
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28/09 - Cosan cancela IPO da Compass devido às condições do mercado
Grupo de energia e infraestrutura tinha solicitado aval da CVM para procedimento no fim de julho. Interior da usina de etanol da Raízen (da Cosan e da Shell), em Piracicaba (SP). Marcelo Brandt/G1 A Cosan anunciou nesta segunda-feira (28) que pedirá o cancelamento do pedido de registro para oferta inicial de ações de sua controlada Compass Gás e Energia (IPO, na sigla em inglês), citando "a deterioração das condições de mercado". O grupo de energia e infraestrutura tinha solicitado aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para o IPO da Compass no fim de julho, numa operação que deveria ser precificada nesta segunda-feira e que poderia movimentar quase R$ 4,4 bilhões. Bolsa tem quarta semana de queda com avanço da Covid na Europa
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28/09 - Governo libera R$ 5 bi para financiar MEIs, micro e pequenas empresas via maquininha de cartão; saiba como funciona
Financiamento estará disponível a partir de 1º de outubro nas instituições habilitadas. Essa é a primeira de duas parcelas que totalizam R$ 10 bilhões de recursos da União. Programa concede financiamento para empresários via maquininha de cartão Reprodução/RPC O Ministério da Economia liberou, nesta segunda-feira (28), R$ 5 bilhões para financiar microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas. A linha de crédito oferece empréstimo via maquininha de cartão. Essa é a primeira de duas parcelas do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac) na modalidade de garantia de recebíveis, chamada de Peac-Maquininhas. Ao todo, são R$ 10 bilhões de recursos da União. Coronavírus e pequenos negócios: veja o que foi autorizado pelo governo e alternativas para enfrentar a crise A estimativa é que o programa beneficie cerca de três milhões de empresas com faturamento bruto igual ou inferior a R$ 4,8 milhões durante a pandemia do coronavírus. O programa, iniciativa do Congresso Nacional, foi criado por medida provisória em junho e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro em agosto. Na semana passada, ele liberou o crédito de R$ 10 bilhões para a linha. Como funciona o Peac-Maquininhas? A partir de 1º de outubro, as empresas poderão acessar o financiamento nos bancos habilitados a participar do programa. (Veja a lista ao fim da reportagem). As operações são garantidas pelos recebíveis das máquinas de cartão de crédito e débito. O valor a ser concedido está limitado ao dobro da média mensal das vendas recebidas pelas maquininhas de cartão, e limitado à quantia máxima de R$ 50 mil. As instituições financeiras participantes poderão conceder operações de crédito até 31 de dezembro. A taxa de juros será de 6% ao ano, com prazo de 36 meses para o pagamento, incluído o prazo de carência de seis meses. Para aderir ao PEAC-Maquininhas, o empresário deve atender os seguintes requisitos: Em 20 de março de 2020 ter sido enquadrado como MEI, microempresa ou empresa de pequeno porte e estar inscrito no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ); Ter vendido bens ou prestação de serviços por meio de máquinas de cartão de débito ou de crédito no período anterior à pandemia; Não ter outras operações de crédito ativas que sejam garantidas por recebíveis de cartão de crédito ou débito. Confira a lista completa de instituições habilitadas ao PEAC-Maquinhas: Agência de Fomento do Estado da Bahia - Desenbahia Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina - Badesc Agência de Fomento do Estado de São Paulo - Desenvolve SP Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro Agência de Fomento do Paraná - Fomento Paraná Banco ABC Brasil Banco Alfa de Investimento Banco BMG Banco Bocom BBM Banco Bradesco Banco BS2 Banco BTG Pactual Banco Caterpillar Banco CNH Industrial Capital Banco Daycoval Banco da Amazônia Banco de Brasília - BRB Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais - BDMG Banco de Lage Landen Brasil Banco do Brasil Banco do Estado de Sergipe Banco do Estado do Rio Grande do Sul - Banrisul Banco Fibra Banco GMAC Banco Industrial do Brasil Banco Inter Banco John Deere Banco Mercedes-Benz Banco Moneo Banco Randon Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE Banco Rendimento Banco Safra Banco Santander Banco Sofisa Banco Triângulo Banco Votorantim Caixa Econômica Federal Caruana Financeira Itaú Unibanco Omni Banco Sistema Cooperativo Ailos Sistema Cooperativo Sicoob Sistema Cooperativo Sicredi Stara Financeira Coronavírus: 52% dos empresários acreditam que vão crescer após a pandemia Conheça empreendedores que estão superando a crise
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28/09 - Air France lidera campanha contra imposto verde diante de crise do coronavírus
Companhias aéreas afirmam que o momento atual e intensidade da proposta vão custar mais milhares de empregos e prejudicar o desenvolvimento de tecnologias de emissão reduzida de carbono. A Air France-KLM está se posicionando contra a criação de impostos voltados a grandes emissores de gases causadores de efeito estufa, no momento em que o setor aéreo tenta superar a crise disparada pela queda de demanda devido à pandemia. O grupo franco-holandês, que está sendo sustentado por 10,4 bilhões de euros em empréstimos estatais, corre risco de ter lidar com alta de carga tributária diante dos planos da União Europeia de elevar custos associados a indústrias que emitem muito carbono. Foto de arquivo de 13 de novembro de 2006 mostra um Airbus A380 da Air France decolando do aeroporto de Toulouse, na França Blagnac Eric Cabanis / AFP Enquanto os defensores da medida afirmam que ela já foi retardada por tempo demais, as companhias aéreas afirmam que o momento atual e intensidade da proposta vão custar mais milhares de empregos e prejudicar o desenvolvimento de tecnologias de emissão reduzida de carbono. Novos impostos "não apoiam redução de emissões", disse o presidente-executivo da Air France-KLM, Ben Smith, em resposta ao aumento de taxas na França. "De fato, é contraproducente e vai nos privar de recursos que poderíamos investir em projetos ambienteais", disse o executivo num evento online do setor neste mês. A Comissão Europeia quer reduzir as emissões de gases estufa em 55% sobre níveis de 1990 na próxima década, ante patamar de 40% definido anteriormente. A proposta inclui elevar a tarifa cobrada das companhias aéreas para 30 euros por passageiro de classe econômica nos voos de curta distância e para 400 euros no caso das passagens de classe executiva de voos de longa distância. O nível atual é de 1,5 a 18 euros. Com base no tráfego de 2019, autoridades dizem que o setor pagaria 4,2 bilhões de euros. A partir de 1 de janeiro, vai entrar em vigor na Holanda tarifas avaliadas em 220 milhões de euros com base em níveis de antes da crise. O Greenpeace também abriu uma ação que cobra cortes maiores nas emissões em troca pelo pacote de 3,4 bilhões de euros à KLM. As emissões de gases das companhias aéreas representa 2,5% do total global, mas devem triplicar até 2050. Assista as últimas notícias de economia
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28/09 - Governo não obtém apoio para novo imposto; proposta do Renda Cidadã traz insegurança jurídica
Governo e Congresso não chegam a acordo sobre reforma tributária O governo não conseguiu viabilizar nesta segunda-feira (28), em reunião no Palácio da Alvora com líderes políticos do Congresso, a proposta de reforma tributária que cria um novo imposto – nos moldes da antiga CPMF – em troca da desoneração da folha de pagamento e da ampliação da isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física. Além disso, o governo encampou uma proposta de financiamento do novo programa social que traz insegurança jurídica com a postergação do pagamento de precatórios, sem corte de gastos. Precatórios são dívidas do poder público reconhecidas pela Justiça. A ideia para o novo programa, chamado de Renda Cidadã, de usar um percentual dos valores destinados a precatórios, é vista por especialistas em contas públicas e economistas como uma rolagem de dívida e postergação de uma dívida consolidada. Pela proposta encampada, o programa social também receberia uma parte do valor adicional destinado pelo governo ao Fundeb, o fundo para a educação básica. Essa destinação de recursos tem pouca chance de passar no Congresso. Um dos líderes que estavam no encontro da manhã desta segunda-feira, no Palácio da Alvorada, afirmou ao blog que a ideia de um novo imposto foi rejeitada. Chegou-se a aconselhar o governo a conseguir propor a ideia por meio de uma emenda na Comissão Mista da Reforma Tributária, que já existe no Congresso.
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28/09 - Bolsas europeias fecham em alta, puxadas por ações de bancos
Em Londres, o índice Financial Times avançou 1,46%, a 5.927 pontos. As ações europeias se recuperaram acentuadamente nesta segunda-feira (28), com os investidores comprando ações enfraquecidas do setor bancário que atingiram uma mínima recorde na semana passada, enquanto dados sinalizaram recuperação na economia chinesa. O índice FTSEurofirst 300 subiu 2,18%, a 1.410 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 2,22%, a 363 pontos, registrando seu maior ganho percentual desde meados de junho depois de uma queda de 3,6% na semana passada. O índice bancário mais amplo disparou 5,6% em sua primeira sessão de alta em oito dias. Muitos países da Europa já vivem a temida segunda onda de infecções do novo coronavírus O HSBC Holdings avançou 8,9% depois que o grupo segurador chinês Ping An , o maior acionista do banco britânico, aumentou sua participação de 7,95% para 8,00%. O Commerzbank subiu 5,6% após nomear um importante gerente do rival Deutsche Bank, Manfred Knof, para liderar o banco. A movimentação das ações, no entanto, estava em linha com o setor mais amplo. A pior venda semanal em três meses levou os caçadores de barganhas a entrarem nas ações europeias nesta segunda-feira, enquanto dados que mostraram que os lucros das empresas industriais da China subiram pelo quarto mês consecutivo em agosto impulsionaram o índice alemão DAX. Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 1,46%, a 5.927 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 3,22%, a 12.870 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 2,40%, a 4.843 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 2,47%, a 19.160 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 2,46%, a 6.791 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 2,33%, a 4.088 pontos. Assista as últimas notícias de economia
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28/09 - Consumidores compraram mais de pequenos negócios de bairro durante a pandemia, aponta pesquisa
Estudos do Facebook em parceria com a Deloitte, Banco Mundial e OCDE mostram tendências para hábitos de compras e situação de pequenas empresas que atuam na rede social. Consumidores estão optando por comprar pela internet e muitos escolhem pequenos negócios. Rupixen/Pixabay O Facebook anunciou nesta segunda-feira (28) os resultados de pesquisas globais sobre hábitos de compra durante a pandemia, e impacto da Covid-19 nas Pequenas e Médias Empresas (PMEs). Os levantamentos mostram que vendas online continuam em alta, apesar do início da flexibilização do comércio nas cidades ao redor do mundo. Além disso, muitas pessoas passaram a priorizar pequenos negócios de bairro durante a pandemia. Pesquisa sobre hábitos do consumidor A "Pesquisa do uso das ferramentas digitais pelo consumidor" foi feita pelo Facebook em parceria com a empresa de consultoria Deloitte e mapeou hábitos de compras das pessoas durante a pandemia. Realizado em julho de 2020 em 13 países, incluindo no Brasil, o estudo aponta que 73% dos consumidores começaram a comprar dos pequenos negócios de bairro durante a pandemia. Para 48% das pessoas que optaram por compras de pequenos negócios, o principal motivo foi a preocupação com a sobrevivência desses empreendimentos. Outros destaques do estudo: 67% dos consumidores que começaram a comprar de novas pequenas empresas relataram que escolheram essas empresas porque elas ofereciam melhores ofertas ou um serviço mais rápido; 54% começaram a fazer compras em novas pequenas empresas relataram que as redes sociais os ajudaram a descobrir essas novas pequenas empresas (locais ou não locais); 39% dos consumidores entrevistados relataram que esperam gastar mais em pequenas empresas no futuro (locais ou não). Pesquisa sobre pequenas empresas O Facebook também realizou a 3ª edição do "Relatório Global sobre a Situação das Pequenas Empresas", em parceria com o Banco Mundial e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A pesquisa é feita mensalmente e busca entender a situação das empresas após as restrições causadas pela pandemia. O atual levantamento traz dados de julho. Saiba mais: Coronavírus e pequenos negócios: veja o que foi autorizado pelo governo e alternativas para enfrentar a crise Quase metade dos entrevistados no Brasil relatou que 50% ou mais de suas vendas foram provenientes de ambientes digitais, como redes sociais ou lojas virtuais (e-commerce). Porém, as vendas tem caído durante a pandemia: 58% das PMEs brasileiras com páginas no Facebook relataram que suas vendas no último mês foram menores do que no mesmo período do ano passado. Veja outros números do estudo: 52% dos proprietários e gerentes de PMEs relataram se sentir otimistas em relação ao futuro de seus negócios; 77% das PMEs lideradas por mulheres e 91% das pequenas e médias empresas lideradas por homens relataram que estavam em atividade e engajadas em alguma atividade geradora de receita; 38% das PMEs operacionais no Brasil relataram ter reduzido o número de funcionários/colaboradores para enfrentar a crise. O levantamento foi feito em julho com 30 mil líderes de pequenas e médias empresas em mais de 50 países, que possuem uma página do seu empreendimento no Facebook. O Facebook tem anunciado algumas iniciativas voltadas para pequenas empresas desde o início da pandemia. A mais recente delas foi a integração com Instagram e Messenger, com uma interface única para que pequenos negócios gerenciem conteúdos das redes sociais da empresa em uma central. As mensagens recebidas pelo Messenger e Instagram Direct também são agrupadas. As empresas poderão configurar respostas rápidas para agilizar a comunicação, por exemplo. Saiba mais: Facebook anuncia integração com Instagram e Messenger para pequenas empresas VÍDEOS: Conheça empreendedores que estão superando a crise
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28/09 - Líder do governo diz que ainda não há acordo sobre segunda fase da reforma tributária
Etapa deve incluir a desoneração da folha de pagamento, que seria compensada por um novo tributo. Deputado Ricardo Barros disse que negociações continuam. Renda Cidadã foi 'solução encontrada dentro do teto', diz Ricardo Barros O líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou nesta segunda-feira (28) que ainda não há consenso em torno da segunda etapa da reforma tributária a ser proposta pelo governo federal ao Congresso Nacional. "A reforma tributária não houve ainda um acordo com os senhores líderes sobre um texto possível. Nós continuaremos trabalhando para que ela possa avançar", disse. A segunda fase da reforma tributária deve prever a desoneração da folha de pagamento, que seria compensada por um novo tributo. Barros falou com a imprensa no Palácio da Alvorada onde líderes, ministros e o presidente da República, Jair Bolsonaro, debatem nesta segunda-feira (28) medidas econômicas. De acordo com o colunista do G1 Valdo Cruz, líderes pediram na reunião ajustes na proposta a ser apresentada pelo governo. Para compensar a desoneração, o governo propôs na reunião a criação de um imposto sobre transações com alíquota de 0,2%, o que não foi bem recebido por parte dos líderes. Inicialmente, havia a expectativa de que o consenso em torno de qual proposta o governo federal encaminhará aos congressistas fosse formado nesta segunda feira. Líderes partidários e a equipe econômica se reuniram no fim de semana para fechar o "cardápio" de sugestões apresentadas a Bolsonaro, que deverá decidir o texto final a ser encaminhado ao Congresso. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que ficou acertado com líderes que não haverá aumento de carga tributária na reforma. “Primeiro que nós não vamos elevar a carga fiscal. Esse é um comando importante para discussão da reforma tributária”, disse. “É disposição do governo de também fazer a reforma tributária caminhar para que a gente possa ter um ambiente de negócios de maior geração de empregos”, acrescentou. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo tem uma proposta da segunda etapa da reforma tributária encaminhada, mas que o envio formal ao Congresso será definido pela área política. De acordo com Guedes, ainda falta chegar a uma solução para permitir a desoneração da folha de pagamentos de setores da economia. Segundo ele, é preciso discutir incentivos à retomada de emprego para os brasileiros que já estavam ou ficaram sem trabalho e renda com a pandemia do novo coronavírus. Guedes voltou a falar que o governo não pretende aumentar impostos, mas, sim, substituir tributos. “Foi dito com muita propriedade aqui que nós não vamos aumentar impostos. Nós estamos substituindo”, disse. Paulo Guedes diz que governo já tem proposta de Reforma Tributária: 'política dá o timing' Novo programa social Enquanto não há consenso sobre a reforma tributária, o líder do governo na Câmara afirmou que o novo programa social Renda Cidadã será apresentado ao Congresso dentro da chamada PEC emergencial. De acordo com Ricardo Barros, o financiamento do novo programa não vai furar o teto de gastos. O deputado não deu outros detalhes sobre o Renda Cidadã. Não foi informado, por exemplo, o valor do benefício ou quando deverá começar a ser pago. Veja mais vídeos do G1 sobre a reforma tributária
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28/09 - Relator diz que Renda Cidadã vai ser financiado com recursos do Fundeb e dos precatórios
Presidente Jair Bolsonaro, ministros e parlamentares fizeram pronunciamento à imprensa sobre o novo programa social. Governo não deu detalhes, como o valor do benefício. Relator diz que Renda Cidadã vai ser financiado com recursos do Fundeb e dos precatórios O senador Márcio Bittar (MDB-AC) afirmou nesta segunda-feira (28) que a chamada PEC Emergencial vai prever o financiamento de um programa de transferência de renda batizado de Renda Cidadã com recursos do Fundeb e com verbas reservadas no Orçamento para pagamentos de precatórios. Bittar é vice-líder do governo no Congresso Nacional e participou nesta segunda de reunião no Palácio da Alvorada com o presidente Jair Bolsonaro, ministros e líderes partidários para discutir o assunto. O Fundeb é o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação. Reúne recursos dos governos federal, estaduais e municipais para financiar a educação básica — da creche ao ensino médio. Os precatórios são dívidas do poder público reconhecidas pela Justiça — quando alguém ganha um processo na Justiça contra um ente público e tem valores a receber, passa a ter um precatório e entra na fila do pagamento. Segundo Márcio Bittar, o governo passou os últimos dias buscando uma fonte de financiamento para o Renda Cidadã, o que, segundo ele, "não foi fácil". Para entrar em vigor, a proposta ainda terá de ser aprovada pelo Congresso. De acordo com o senador, o governo tem R$ 55 bilhões reservados no Orçamento para quitar precatórios. Segundo ele, para o pagamento dos precatórios, passaria a ser usado o equivalente a 2% da receita corrente líquida da União (soma da arrecadação tributária do governo, excluídas as transferências constitucionais para estados e municípios). A receita corrente líquida para 2021 é de R$ 804,5 bilhões (2% desse total são R$ 16 bilhões). A diferença (R$ 39 bilhões) iria para o Renda Cidadã. "Sempre tem alguma parte que vai ferir alguém, que tem que tirar dinheiro para isso, mas a solução final está dada hoje num consenso. O Brasil tem no Orçamento R$ 55 bilhões para pagar de precatório, e nós vamos utilizar, vai estar na relatoria que eu apresento nesta semana, o limite de 2% das receitas correntes líquidas, que é mais ou menos o que já fazem estados e municípios", afirmou o senador. Após anunciar que parte do programa será financiada com os precatórios, o senador explicou também qual será o papel do Fundeb, para o qual o Congresso aprovou novas regras neste ano. "Então, a proposta é que até 5% do novo recurso do Fundeb sejam também utilizados para ajudar essas famílias que estarão no programa a manterem seus filhos na escola. Então, essas duas fontes de renda são as que apresentaremos na PEC", completou Bittar. No pronunciamento à imprensa, o governo não deu outros detalhes sobre o Renda Cidadã. Não foi informado, por exemplo, o valor que cada beneficiário receberá ou quando o benefício começará a ser pago. De acordo com o blog do Gerson Camarotti, o valor deverá ficar entre R$ 200 e R$ 300. Relatoria O senador Márcio Bittar assumirá oficialmente a relatoria da PEC Emergencial, que cria o acionamento de mecanismos emergenciais de controle de despesas públicas para União, estados e municípios no caso de descumprimento do teto de gastos públicos. A informação é do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Bittar já é o relator da chamada PEC do Pacto Federativo, que dá mais recursos e autonomia financeira para estados e municípios. Há uma articulação para unir as duas propostas sob a relatoria de Bittar. O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), até então relator da PEC Emergencial, já abriu mão formalmente da função após ter sido comunicado do acordo, segundo informou a assessoria de imprensa do parlamentar. Veja as principais declarações sobre o programa de renda básica do Governo Federal Histórico Nos últimos meses, o governo vem debatendo a criação de um novo programa social para substituir o Bolsa Família e abarcar os atuais beneficiários do auxílio emergencial, criado para ajudar trabalhadores informais afetados pela crise do coronavírus. Inicialmente, o programa se chamaria Renda Brasil. Bolsonaro planejava que o benefício tivesse valor de R$ 300. Integrantes da equipe econômica disseram que, para chegar a essa cifra, deveriam ser feitos cortes em outros benefícios sociais, o que desagradou Bolsonaro. O presidente chegou a dizer que daria "cartão vermelho" a quem apresentasse a ele essa proposta e proibiu que se falasse de Renda Brasil dentro do governo. A intenção de criar um novo programa social, no entanto, nunca foi abandonada. A solução encontrada pelo governo foi embutir o projeto na PEC emergencial. A PEC ainda precisa ser apresentada e votada na Câmara e no Senado. Ao abrir o pronunciamento, Bolsonaro disse que o governo busca recursos “com responsabilidade fiscal e respeitando a lei do teto". O teto de gastos determina que as despesas do governo em um ano podem ser reajustadas no máximo pela mesma taxa da inflação do ano anterior. “Queremos demonstrar à sociedade e ao investidor que o Brasil é um país confiável”, disse o presidente.
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28/09 - Ministério da Agricultura analisa sementes misteriosas que brasileiros receberam junto com compras que fizeram on-line
Há registros de recebimento em cinco estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Sementes serão estudadas para diagnóstico fitossanitário e identificação das espécies. Suspeita é que estas sementes vieram da China. Sementes 'misteriosas' que teriam vindo da China serão analisadas em Goiás O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiânia (LFDA) do, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Goiânia, analisa sementes misteriosas que brasileiros receberam por correspondência junto com compras que fizeram on-line. Até esta segunda-feira (28), há registro de recebimento em quatro estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Todo o material será enviado ao laboratório goiano para diagnóstico fitossanitário e identificação das espécies. O laboratório da capital foi escolhido pelo ministério por ser uma das unidades federais que tem referência no trabalho de diagnóstico vegetal. A suspeita, segundo o órgão, é que estas sementes vieram da China. Na última sexta-feira (25), o laboratório goiano recebeu as primeiras sementes que foram identificadas no Mato Grosso do Sul. O material deve ser analisado nesta semana. De acordo com o órgão, as sementes estão chegando em residências ou propriedades rurais sem que seja feito o pedido, juntamente com outras compras. A Agrodefesa e o Ministério da Agricultura alertam para os riscos da manipulação desses materiais ainda não identificados, como a possibilidade da entrada de pragas ou doenças que não existem ou estão erradicadas no país. A orientação é para que não abram, plantem ou joguem fora as sementes. “O recebimento de materiais como sementes sem a devida identificação e solicitação podem levar a riscos como disseminação de pragas e introdução de espécie exóticas. Isso pode dizimar culturas e causar sérios danos na agricultura e meio ambiente. Essas embalagens podem estar contaminadas por vírus ou bactérias. A própria semente também pode ter sido tratada por algum defensivo que possa ser prejudicial à saúde”, explica o chefe de defesa agropecuária do Mapa em Goiás, André Brandão Alves. De acordo com o especialista, quem receber essas sementes deve levá-las para as unidades regionais da Agrodefesa ou diretamente à Superintendência Federal de Agricultura. O morador que receber o produto também pode entrar em contato por meio do e-mail gab-go@agricultura.gov.br ou pelo telefone (62) 3221-7200. Agrodefesa de Goiás analisa sementes misteriosas que brasileiros receberam junto com compras on-line Reprodução TV Anhanguera Veja outras notícias da região no G1 Goiás. VÍDEOS: as últimas notícias sobre Goiás
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28/09 - Luxottica, maior fabricante de óculos do mundo e dona da Ray-Ban, sofre ataque de vírus de resgate
Parte das atividades da empresa foram temporariamente suspensas na Itália e na China, mas já foram retomadas. Vírus de resgate atingiu sistemas de fabricante de óculos. Simon Stratford/Freeimages A italiana Luxottica, maior fabricante de óculos do mundo, sofreu um ataque cibernético com um vírus de resgate e chegou a suspender parte das atividades na Itália e na China para restaurar os sistemas na semana passada. Vírus de resgate (ou "ransomware") são pragas digitais que embaralham os dados dos computadores que contaminam. Com os dados corrompidos, os computadores deixam de funcionar corretamente. Os responsáveis pelo vírus então cobram um valor em dinheiro para oferecer uma ferramenta capaz de restaurar os arquivos, ou seja, o "resgate". Saiba mais: Paciente morre após hospital que sofria ataque cibernético suspender atendimento na Alemanha A Luxottica, vítima deste ataque, é dona da Ray-Ban e fabrica armações em nome de muitas marcas, como Oakley, Emporio Armani, Prada, Polo Ralph Lauren e Chanel. No Brasil – que não foi afetado pelo ataque, segundo a empresa –, a Luxottica também atua no varejo com as Óticas Carol. Os primeiros problemas foram confirmados à imprensa italiana na última segunda-feira (21) por fontes ligadas a sindicatos. Segundo essas informações, funcionários voltaram para casa por conta da indisponibilidade dos sistemas. A Luxottica diz ter 80 mil funcionários no mundo todo. A Luxottica não publicou nenhum comunicado sobre o ocorrido, mas confirmou o ataque ao blog. A empresa comunicou que as atividades já foram retomadas e que 10% dos servidores da empresa foram afetados e recuperados, enquanto outros 14% estão em análise. A maior parte dos sistemas, portanto, não teria sido comprometida. Segundo a companhia, o ataque ocorreu na noite do dia 19 de setembro. O site "BleepingComputer" afirmou que um funcionário da companhia relatou que o ataque teve efeitos em escritórios no mundo todo. Ao blog, a empresa só confirmou suspensões parciais e temporárias na China e na Itália. Em ataques recentes, os responsáveis por vírus de resgate têm ameaçado divulgar informações capturadas dos servidores contaminados. Até o momento, nenhum indício dessas ameaças contra a Luxottica apareceu nos sites mantidos pelos criminosos. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com VÍDEOS: Aprenda dicas sobre segurança digital l
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28/09 - Indústria impulsiona crescimento de 89,5% na contratação de temporários em agosto
Foram 197.680 contratações, frente às 104.312 de agosto do ano passado. Quase um milhão de vagas temporárias devem ser criadas até o fim do ano As contratações por meio de vagas temporárias cresceram 89,5% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2019. Foram 197.680 contratações, frente às 104.312 de agosto do ano passado. O aumento vem em meio ao impacto da pandemia do novo coronavírus, que fez avançar o desemprego no país. Mesmo diante desse cenário, o trabalho temporário - no formato da Lei Federal 6.019/74 e do Decreto nº 10.060/2019 - tem ganhado destaque por ser uma opção formal de contratação rápida, flexível e que garante segurança jurídica tanto para os trabalhadores quanto para os contratantes, segundo a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem). As contratações realizadas por meio da modalidade superaram em 20,7% a projeção da Associação Brasileira do Trabalho Temporário. "Esperávamos ter a geração de 163.769 novas vagas em agosto deste ano. Mas o resultado foi surpreendente", afirma o presidente da associação, Marcos de Abreu. Setores Das contratações temporárias em agosto, 65% delas foram realizadas pelo setor da indústria, 28% de serviços e 7% do comércio, sendo que o motivo para a abertura de vagas foi a demanda complementar de trabalho, segundo pesquisa realizada pela Asserttem com as agências associadas. "Como já era esperado, o setor da indústria garantiu a boa performance das contratações de trabalhadores temporários no mês de agosto, pois segue repondo seus quadros de funcionários para suprir a demanda do mercado", destaca Abreu. Os principais segmentos do setor industrial que demandaram reforços de trabalhadores temporários foram: Alimentos (35%), Farmacêutica (19%), Embalagens (15%), Metalúrgica (11%), Mineração (8%), Automobilística (8%) e Agronegócio (4%). Dentre os estados, os que mais se destacaram na contratação temporária para a indústria foram São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Pará e Rio Grande do Sul, seguidos por Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia e Maranhão. Para Abreu, a modalidade de contratação temporária proporciona que as empresas atendam a suas demandas urgentes e emergenciais e ganhem fôlego durante a retomada até conseguir efetivar os trabalhadores novamente. A associação estima que mais de 1,9 milhão de trabalhadores temporários serão contratados neste ano, um aumento de 28% em relação a 2019. Entre julho e dezembro em comparação ao mesmo período do ano passado, a entidade projeta crescimento de 12% na criação de vagas temporárias - poderão ser geradas no período mais de 900 mil vagas temporárias, frente às 800 mil de 2019. Entenda o trabalho temporário O trabalho temporário é prestado por pessoa física contratada por uma empresa de trabalho temporário que a coloca à disposição de uma empresa tomadora de serviços ou cliente. E essa contratação é somente para atender à necessidade de substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar de serviços. A duração do contrato de trabalho máxima é de até 180 dias, com a possibilidade de ser prorrogado uma única vez por até 90 dias corridos, independentemente de a prestação de serviço ocorrer em dias consecutivos ou não. Ou seja, o prazo deve ser contado de forma corrida, considerando a contagem também dos intervalos contratuais, e não apenas considerando só os dias efetivamente trabalhados. Direitos trabalhistas previstos no contrato temporário: jornada de trabalho de, no máximo, oito horas diárias - mas poderá ter duração superior na hipótese de a empresa tomadora de serviços utilizar jornada de trabalho específica; as horas que excederem à jornada normal de trabalho serão remuneradas com acréscimo de, no mínimo, 50%; acréscimo de, no mínimo, 20% da remuneração quando o trabalho for noturno; descanso semanal remunerado; remuneração equivalente à dos empregados da mesma categoria da empresa tomadora de serviços, calculada à base horária, garantido, em qualquer hipótese, o salário-mínimo regional; pagamento de férias proporcionais, calculado na base de um 1/12 do último salário; Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); benefícios e serviços da Previdência Social; seguro de acidente do trabalho; anotação da condição de trabalhador temporário na Carteira de Trabalho e Previdência Social Assista a mais notícias de Economia:
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28/09 - Golpistas usam cadastro no PIX para roubar dados de consumidores
Clientes devem estar atentos e fazerem cadastro no sistema diretamente pelo site ou aplicativo da instituição financeira, em ambiente logado. Pré-cadastro do sistema de pagamentos PIX vira isca para golpes na internet Previsto para começar a operar em novembro, o Pix, sistema criado pelo Banco Central que vai permitir transações quase instantâneas, já vem sendo usado por golpistas contra os consumidores. Para se preparar para o início das operações, as instituições financeiras já estão convidando seus clientes a cadastrarem suas “chaves” no sistema – dados que servirão de identificação para as transações, e que podem ser o CPF, número de celular, e-mail ou outra informação. Mas criminosos estão se aproveitando desse movimento para obter informações sigilosas e senhas, enganando os consumidores ao fazê-los se cadastrarem em um site falso. PIX, novo sistema de pagamentos desenvolvido pelo BC, vai permitir transações instantâneas; entenda Em muitos casos, a mensagem, traz um link para supostamente fazer o pré-cadastro no Pix, mas leva a um site falso. A regra é desconfiar sempre. O Brasil está entre os cinco países com mais vítimas de phishing – golpe em que o criminoso engana a vítima para conseguir dados pessoais, como senhas de banco. Só de abril a junho, 13% dos usuários de internet no país acessaram pelo menos um link que direcionava para um site criminoso. Segundo Fabio Assolini, analista de segurança da fabricante de antivírus Kaspersky, foram identificados mais de 30 milhões de ataques do tipo só no Brasil em 2019. “O e-mail falso é barato. E não requer muito conhecimento técnico, portanto o fraudador consegue enviar milhões de e-mails, mesmo que duas ou três pessoas caiam no golpe, isso já é lucrativo para eles”, diz Assolini. O chefe de Estrutura de Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Brandt, recomenda aos consumidores fazer o cadastro pelo aplicativo do banco de que já é cliente, ou pela página do próprio banco na internet, em ambiente logado. “Ali estarão as informações, todo o processo, de uma forma segura, em um ambiente totalmente seguro”, diz. “Lá em novembro, quando de fato nós lançarmos o PIX, aí sim ele vai poder fazer transferências, mas sempre logado dentro do internet banking ou o próprio aplicativo da instituição financeira”, completa Caio Fernandes, chefe de Infraestrtura do BC. “A dica é: não saia clicando sem antes verificar se o e-mail realmente foi enviado pelo seu banco”, ressalta o analista Assolini. Assista as últimas notícias de economia
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28/09 - Alemanha confirma novo caso de peste suína africana em javali
Já são 36 casos da doença no país, todos registrados em animais selvagens. Criação de porcos no Brasil Divulgação/Jonas Oliveira/AEN Um novo caso de peste suína africana foi confirmado em um javali selvagem na Alemanha, no estado de Brandemburgo, ao leste do país, disse o ministério da agricultura nesta segunda-feira (28). Já foram 36 casos confirmados desde o primeiro, em 10 de setembro. Todos foram registrados em animais selvagens e suínos de fazendas não foram afetados, segundo a pasta. A China e diversos outros compradores suspenderam importações de carne suína da Alemanha neste mês, depois que o primeiro caso foi confirmado, o que levou os preços da carne suína na China a dispararem. VÍDEOS: mais notícias do agronegócio
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28/09 - Embarques de grãos da Argentina são suspensos por greve de 24h de fiscais
País vizinho é o maior exportador mundial de farelo de soja e o terceiro de milho e soja. Caminhões descarregam soja em unidade de processamento na região do porto de Rosario, Argentina REUTERS/Nicolás Misculin O carregamento de navios com grãos na Argentina foi temporariamente suspenso nesta segunda-feira (28) devido a uma paralisação de 24 horas de fiscais do setor, que demandam maiores salários e redução de jornada, disse o diretor geral da câmara de portos privados do país, Martin Brindici. O sindicato que representa trabalhadores portuários argentinos da indústria de grãos disse no domingo (27) que faria uma paralisação a partir da meia-noite, após fracasso em negociações sobre o acordo coletivo de trabalho. O sindicato Urgara, que representa os fiscais que verificam a qualidade dos grãos antes que estes sejam embarcados nos navios, exortou seus trabalhadores a "cessarem toda ... atividade nos portos pelo país". A câmara dos portos confirmou que a paralisação dos trabalhos teve início à meia-noite. Os trabalhadores da Urgara são fundamentais para a operação dos portos e embarque de grãos da Argentina, grande exportador global. O sindicato disse antes que teria uma reunião na terça-feira com o ministro do Trabalho, Claudio Moroni, para discutir uma possível conciliação com a Câmara de Portos Privados. A Argentina é o maior exportador mundial de farelo de soja e o terceiro de milho e soja. VÍDEOS: mais notícias do agronegócio
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28/09 - Reforma tributária: Bolsonaro reúne ministros e parlamentares para últimos ajustes na 2ª fase
Proposta deve prever a desoneração da folha de pagamento, que seria compensada por um novo tributo. Texto pode ser enviado ainda nesta segunda-feira ao Congresso. O presidente Jair Bolsonaro iniciou por volta de 11h desta segunda-feira (28) uma reunião no Palácio da Alvorada com ministros e líderes de partidos aliados para finalizar a proposta da segunda fase da reforma tributária. (ATUALIZAÇÃO: Relator diz que Renda Cidadã vai ser financiado com recursos do Fundeb e dos precatórios) Bolsonaro e os parlamentares deverão discutir ajustes na proposta, que foram solicitados por líderes partidários em um encontro com a equipe econômica realizado no domingo (27). Se o presidente der aval, o texto deve ser enviado ao Congresso ainda nesta segunda. Essa etapa da reforma tributária deve prever a desoneração da folha de pagamento, que seria compensada por um novo tributo. Bolsonaro se reúne com equipe econômica para discutir segunda etapa da reforma tributária Também deve ser feita uma reformulação do Imposto de Renda da Pessoa Física, elevando a faixa de isenção dos atuais R$ 1.903,98 para R$ 3.000. Foram chamados para a reunião os ministros Braga Netto (Casa Civil); Paulo Guedes (Economia); Fábio Faria (Comunicações); Jorge Oliveira (Secretaria-Geral); Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo); e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). Entre os parlamentares, são previstas as presenças dos líderes do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE); na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR); e no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), além de líderes de partidos aliados. De acordo com o blog do Gerson Camarotti, a reunião vai discutir também o novo programa social do governo, que se chamaria Renda Cidadã e pagaria benefícios num valor entre R$ 200 e R$ 300, ainda não definido.
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28/09 - Gasto com pandemia chega a R$ 607 bi, diz secretário; rombo das contas públicas se aproxima de R$ 900 bi
Estimativa de rombo foi informada por Waldery Rodrigues (Fazenda) e inclui gastos públicos, renúncia de receitas para combater a pandemia além de perda de arrecadação com crise. O rombo nas contas do setor público consolidado, que englobam o governo, os estados, municípios e empresas estatais, deve atingir R$ 895,8 bilhões em 2020, estimou o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, nesta segunda-feira (28). Esse déficit que, se confirmado, será o pior resultado da série histórica do Banco Central, está diretamente ligado aos gastos do governo para combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus, e que, segundo Rodrigues, já chegam a R$ 607,2 bilhões (leia mais abaixo). Os dados constam de balanço das medidas de combate ao novo coronavírus divulgado pelo secretário durante uma audiência pública na comissão especial do Congresso Nacional que acompanha as ações do governo relacionadas à Covid-19. A estimativa é de que as contas do governo registrem um rombo primário (sem considerar os gastos com juros da dívida) de R$ 871 bilhões neste ano, que os estados e municípios apresentem um déficit de R$ 23,6 bilhões, e que as estatais tenham um resultado negativo de R$ 1,2 bilhão. Contas do setor público registram maior rombo para um mês de julho Além dos gastos com o coronavírus, e a renúncia de arrecadação com redução de tributos, o cálculo também considera uma retração de 4,7% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Esse forte tombo da economia gera reflexos negativos na arrecadação dos governo, estados e municípios. Essa é a primeira aparição pública do secretário de Fazenda depois de ter divulgado estudos para congelar o benefício de aposentados, o que gerou forte reação por parte do presidente Jair Bolsonaro, desautorizando a análise da área econômica. Antes do início da participação do secretário, o presidente da comissão mista, senador Confúcio Moura (MDB-RO), lembrou que Waldery Rodrigues é um consultor do Senado Federal que tem servido ao governo federal, também em gestões anteriores. Segundo ele, Waldery tem "brilhante qualificação", o que fez com que ele conseguisse o respeito de várias equipes econômicas. "Vamos centrar fogo na reunião no coronavírus, suas consequências, no ajuste fiscal, no desequilíbrio fiscal, no crescimento [da economia] e em dados técnicos para que possamos instruir os senadores, relator, todos os demais. Não vamos abrir leque fora da pauta objeto da nossa reunião, para não perder foco, ficar com bate-bocas, coisas que nunca fizemos na reunião", disse o senador. Ações para combate à Covid De acordo com Waldery Rodrigues, R$ 586,6 bilhões das ações do governo concentram-se em gastos, sendo o maior deles o auxílio emergencial para os vulneráveis, com estimativa de um valor total de R$ 322 bilhões. Além disso, também foram autorizadas reduções de impostos neste ano, sendo o principal deles a zeragem do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), o que ampliou o valor total das ações (considerando gastos e renúncia de arrecadação) para R$ 607,2 bilhões em 2020. Do total de gastos estimados para este ano no combate à pandemia, painel do Tesouro Nacional informa que R$ 412 bilhões já foram feitos até a última sexta-feira (25). "Temos um aumento dos gastos, que é considerável até comparando com as discricionárias, e é um valor que ninguém antecipava. Gasto que não estava nos nossos planos, mas estamos realizando de forma legítima e justificada para proteção aos mais vulneráveis e manutenção do emprego e da renda", declarou Waldery Rodrigues. De acordo com o secretário, o valor de mais de R$ 600 bilhões com as ações do governo no combate à Covid-19 representa mais de cinco vezes o valor das despesas discricionárias do governo (gastos livres, ou seja, que não são obrigatórios) neste ano, próximo de R$ 100 bilhões. Ele voltou a defender o teto de gastos, mecanismo aprovado em 2016, com validade de 2017 em diante, pelo qual a maior parte das despesas do governo não pode crescer acima da inflação do ano anterior. Waldery classificou o teto de gastos como sendo uma "super âncora" fiscal, necessária para manter o descontrole das contas públicas. Segundo Waldery, dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) indicam uma recuperação em "V" (forte queda do nível de atividade, seguida de uma retomada também intensa) na indústria, comércio e construção. No caso dos serviços, porém, a recuperação não está sendo tão forte, segundo ele. Juliana Rosa: ‘Não respeitar teto de gastos significa o Brasil não atrair investimentos’ Renda mínima Questionado por parlamentares, o secretário de Fazenda afirmou que o novo programa de renda mínima, que visa substituir o Bolsa Família após o fim do auxílio emergencial, está sendo discutido pelo ministro Paulo Guedes, da Economia, com lideranças do Legislativo e será anunciado no “tempo devido”.
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28/09 - Demanda das empresas por crédito cai 6% em agosto, diz Serasa Experian
Para economista, incertezas sobre prorrogação do auxílio emergencial e sobre reformas administrativa e tributária deixaram empreendedor à espera. A demanda das empresas por crédito caiu 6% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com o indicador da Serasa Experian. Foi o segundo mês consecutivo de queda. Na análise por porte, as micro e pequenas empresas registraram o maior recuo (6,1%), seguidas das médias (4,7%) e grandes (1,5%). Para o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, as incertezas sobre a prorrogação do auxílio emergencial e sobre as reformas administrativa e tributária colocaram os empreendedores em compasso de espera. “Além das dúvidas sobre a prorrogação ou não do auxílio emergencial, o governo também não deu uma sinalização clara sobre as reformas. Essas incertezas deram uma esfriada no ânimo dos empresários, que preferiram aguardar o desenrolar desses temas”, avalia. Demanda das empresas por crédito Economia G1 Por região, o indicador mostra que apenas o Norte apresentou alta, de 0,3%. A maior queda foi verificada no Sudeste (8,1%), seguido de Sul (4,5%) e Nordeste e Centro-Oeste, com recuo de 4,3% cada. Quando considerado o setor, a indústria foi o segmento que apresentou maior recuo, de 7,8%. Comércio teve a menor retração, de 5,6%. “No caso das micro e pequenas empresas o auxílio emergencial foi essencial para a sobrevivência delas e, na dúvida sobre a continuidade, os empreendedores decidiram postergar a busca por crédito. Acredito que esse também foi o sentimento dos médios e grandes empresários”, pondera Rabi. Assista as últimas notícias de economia
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28/09 - VÍDEOS: Reforma Tributária
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28/09 - No pior nível desde junho, Bovespa fecha em queda com temor de piora fiscal
Nesta segunda-feira, Ibovespa teve queda de mais que 2%, abaixo dos 95 mil pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, teve queda acentuada na tarde desta segunda-feira (28), depois de uma manhã no positivo, refletindo a cautela de agentes do mercado com o fiscal do país, após o anúncio do governo do programa Renda Cidadã, que deverá substituir o Bolsa Família. O Ibovespa teve queda de 2,41%, a 94.666 pontos. É a pior pontuação desde 26 de junho, quando marcava 93.834 pontos. Veja mais cotações. Na sexta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,01%, a 96.999, acumulando baixa de 1,35% na semana. Com o resultado, a bolsa passou a acumular baixa de 4,73% no mês e perda de 18,14% no ano. O dólar, por sua vez, teve alta de 1,42%, cotado a R$ 5,6358. Governo deve apresentar nesta segunda (28) parte da reforma tributária Cenários O mercado recebeu negativamente o sinal verde do presidente Jair Bolsonaro para fechar a proposta do Renda Cidadã, programa de transferência de renda a ser criado em substituição ao Bolsa Família. Apesar da afirmação do senador Marcio Bittar de que o programa será custeado com a verba do próprio Bolsa Família, com sobra de recursos após pagamento de precatórios e com uma fatia da verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), não foi divulgado o valor do novo programa. A escassez de informações a respeito elevou a aversão ao risco de investidores, comentou Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Investimentos. "O mercado prefere esperar um pouco e tomar uma posição mais cautelosa", afirmou. No exterior, o viés era de recuperação nas principais bolsas, em movimento apoiado por um cenário global de arrefecimento na aversão ao risco. Dados mostrando que os lucros das empresas industriais da China cresceram pelo quarto mês consecutivo em agosto ajudavam a melhorar um pouco o humor dos investidores, em meios às permanentes incertezas sobre o ritmo de recuperação econômica global. Na Ásia, o índice de blue-chips da China (ações mais negociadas) avançou após empresas industriais registrarem crescimento do lucro pelo quarto mês seguido em agosto, indicando recuperação contínua da segunda maior economia do mundo da crise de coronavírus. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,26%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,06%. As ações europeias se recuperaram com os investidores comprando ações enfraquecidas do setor bancário que atingiram uma mínima recorde na semana passada, enquanto dados sinalizaram recuperação na economia chinesa. O índice FTSEurofirst 300 subiu 2,18%, a 1.410 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 2,22%, a 363 pontos, registrando seu maior ganho percentual desde meados de junho depois de uma queda de 3,6% na semana passada. Nos EUA, a expectativa é com o início dos debates nesta semana entre o presidente Donald Trump e seu concorrente, Joe Biden, para a vaga da presidência. "A expectativa é que o mercado acionário passe a incorporar o sobe e desce das pesquisas, o que representa uma maior volatilidade ao longo do mês nas bolsas de valores do país e sua influência nos seus pares em outros países", destaca a equipe da Mirae Asset. Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia Veja vídeos: últimas notícias de Economia O Ibovespa teve queda de 2,41%, a 94.666 pontos. É a pior pontuaçã e
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28/09 - BC registra alta do volume de crédito bancário em agosto; juro médio e taxa do cartão recuam
Crédito ofertado a empresas cresceu 2,4% no mês. Oferta a pessoas físicas registrou alta de 1,5%, segundo Banco Central. Perfil dos empreendedores no Brasil: 6 em cada 10 empresários não conseguiram crédito O volume total do crédito ofertado pelos bancos cresceu 1,9% em agosto, para R$ 3,736 trilhões. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Banco Central. De acordo com o BC, o mês registrou alta de 2,4% no volume do crédito bancário ofertado a empresas, para R$1,646 trilhão. No caso de pessoas físicas, o crescimento da oferta foi de 1,5%, para R$2,090 trilhões. Segundo a instituição, em doze meses, o crescimento do estoque de crédito disponível subiu de 11,3% para 12,1%. A alta foi estimulada pelas operações com empresas (de 15,1% para 16,7%), enquanto as operações com famílias subiram de 8,4% para 8,8%. O aumento no crédito bancário nos seis primeiros meses deste ano está relacionado às medidas adotadas pelo Banco Central para liberar às instituições financeiras mais recursos destinados a empréstimos em meio à pandemia do novo coronavírus. Porém, ainda há relatos de dificuldades por parte de pequenos empreendedores no acesso a linhas de crédito emergenciais, ofertadas pelos bancos com garantia do governo federal. O governo estuda mais recursos para o Pronampe, que já teve sua segunda fase de financiamento aberta e esgotada -- foram 14 bilhões em crédito para micro e pequenos empreendedores. Taxa de juros do cartão de crédito chega a 310,2% ao ano Juros bancários A taxa média de juros para pessoas físicas caiu 0,9 ponto percentual no mês passado – de 39,9% para 39%. A taxa para pessoa jurídica ficou estável em 12,4%. Os juros das operações com cartão de crédito rotativo tiveram queda de 1,8 ponto percentual no período, passando de 312% ao ano em julho para 310,2% em agosto. O crédito rotativo do cartão de crédito pode ser acionado por quem não quer ficar inadimplente, mas não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento. Essa é uma das linhas de crédito mais caras do mercado e, segundo analistas, deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente. Os juros bancários médios com recursos livres (sem contar habitacional, BNDES e rural) de pessoas físicas e empresas, por sua vez, recuaram de 27,3% ao ano, em julho, para 26,7% ao ano no mês passado. Brasileiros recorreram mais ao cartão de crédito e cheque especial em agosto Cheque especial ​Segundo o BC, o juro anual do cheque especial teve um aumento de 0,9 ponto percentual de julho para agosto, passando de 111,5% ao ano para 112,6%. A variação no mês foi de uma alta de 0,1 ponto percentual, com a taxa subindo de 6,4% em julho para 6,5% em agosto. Em doze meses, a redução foi de 142,8 pontos percentuais, segundo o órgão. Em 2020, os juros do cheque especial estão limitados pelo Banco Central a no máximo 8% ao mês, próximo de 150% ao ano. Mas, os bancos podem cobrar pela oferta de limite acima de R$ 500 no cheque especial. A taxa de 0,25% sobre esse limite pode ser aplicada uma vez por mês. Em agosto, o saldo do crédito em cheque especial ficou abaixo dos R$ 20 bilhões. Em julho, o valor também ficou abaixo desse patamar. Segundo ochefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, a diminuição do saldo no cheque especial é benéfica pois a modalidade é uma das mais caras. Uso do cartão de crédito Em coletiva de imprensa, Fernando Rocha destacou o aumento do uso de cartão de crédito à vista. Em agosto, o saldo do crédito à vista no cartão foi de R$ 186 bilhões. Aumento de 5,9% em relação a julho e de 15,6% no trimestre. O mês de 2020 com o menor saldo nessa modalidade de crédito foi maio, com R$ 161 bilhões. Em janeiro o saldo era de R$ 211,6 bilhões e em fevereiro de R$ 202,5 bilhões. Compra de veículos Rocha também destacou a contratação de financiamento para compra de veículos. Essa modalidade teve novas contratações no valor de R$ 10,7 bilhões em agosto, mesmo montante de julho. Em junho foram R$ 9 bilhões. No trimestre, o crescimento é de 59,3%. O setor começou o ano com R$ 11 bilhões de concessões de créditos em janeiro. Com a pandemia, o montante mensal caiu para R$ 4,4 bilhões em abril. Mas cresceu em maio, com R$ 6,2 bilhões. Veja os vídeos mais recentes sobre economia no G1
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28/09 - Uber vence recurso para voltar a operar em Londres
Funcionamento da empresa foi revogado em 2019 pelo órgão regulador de transportes local, que alegou falhas na segurança do aplicativo. Nova licença é de 18 meses. Uber Getty Images via BBC A Uber venceu um recurso contra uma ação que impedia seu funcionamento em Londres, movida pelo Transport for London (TfL), órgão regulador de transportes local. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (28), após o tribunal responsável classificar o aplicativo como "adequado" e conceder uma nova licença de 18 meses. O juiz Tan Ikram, da corte de magistrados de Londres, disse ter considerado o "histórico de violações de regulamentos" da empresa. Por outro lado, também afirmou que a Uber está trabalhando para melhorar seus padrões, o que considerou "satisfatório". O aplicativo disse que melhorou os sistemas de verificação de documentos de seguro e implementou identificação em tempo real para reforçar a segurança do serviço. "Esta decisão é um reconhecimento ao compromisso do Uber com a segurança e seguiremos trabalhando de forma construtiva com a TfL", afirmou a plataforma em um comunicado. Licença revogada em 2019 A Uber teve sua licença de funcionamento revogada pelo Transport for London em novembro de 2019, que alegou ter encontrado problemas de segurança para passageiros, como a identidade de alguns motoristas. Além disso, o órgão regulador afirmou que figurava o elevado número de "motoristas não autorizados registrados na plataforma que se aproveitam das vulnerabilidades do aplicativo para transportar milhares de passageiros". "Um problema chave identificado" no app permitiu que dezenas de motoristas falsificassem suas identidades, inserindo fotografias nos perfis de outros motoristas. Isso "ocorreu em pelo menos 14.000 viagens", afirmou o TfL na época. "Outra falha permitiu a motoristas expulsos ou suspensos criar uma nova conta no Uber e continuar trabalhando como se nada tivesse acontecido", completou a agência. VÍDEO: Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery
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